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A microfísica do poder digital nas eleições de 2026. Por Fernando Rocha.

A teoria da microfísica do poder desenvolvida por Michel Foucault oferece uma chave interpretativa particularmente fecunda para compreender o papel das redes sociais nas eleições presidenciais de 2026. Se o poder não está concentrado apenas no Estado ou nas grandes instituições, mas circula de maneira capilar nas práticas, nos discursos e nos dispositivos cotidianos, então as plataformas digitais representam um dos principais territórios dessa circulação.


Diferentemente da mídia tradicional, estruturada por hierarquias editoriais, códigos de ética e mecanismos formais de controle, as redes sociais operam por meio de uma arquitetura algorítmica opaca e descentralizada. À primeira vista o poder parece disperso, pois qualquer usuário pode produzir conteúdo, comentar, compartilhar e viralizar informações. No entanto, essa horizontalidade aparente encobre uma forma sofisticada de organização discursiva, uma vez que o algoritmo seleciona, prioriza e amplifica conteúdos segundo critérios de engajamento, retenção e monetização. Trata-se de um poder que não proíbe diretamente, mas molda o campo do visível e do dizível, exatamente como descreve Foucault.


Nesse ambiente os influenciadores digitais assumem posição estratégica nessa rede capilar de poder. Eles não apenas comunicam opiniões, mas contribuem para produzir regimes de verdade junto aos seus públicos. Sua autoridade não decorre de investidura institucional, mas do capital simbólico construído na lógica da atenção. Diferentemente do jornalismo profissional, não se submetem, em regra, às mesmas exigências de verificação, responsabilidade editorial e compliance. A produção de narrativas políticas desloca-se, assim, de estruturas institucionalizadas para ecossistemas personalizados, fragmentados e fortemente orientados por estímulos emocionais.
Sob a perspectiva foucaultiana, o fenômeno ultrapassa a mera propaganda ou desinformação. O que está em jogo é a produção de subjetividades políticas. O algoritmo tende a valorizar conteúdos que despertam indignação, medo ou identificação intensa, contribuindo para ambientes polarizados. O eleitor não apenas recebe informações, mas passa a interpretar a realidade a partir de enquadramentos reiterados que definem ameaças, constroem heróis e delimitam o horizonte do aceitável. O poder atua, portanto, na formação dos próprios critérios de julgamento da realidade política.


É nesse cenário que ganha especial relevância a atuação normativa do Tribunal Superior Eleitoral por meio da Resolução TSE nº 23.610/2019, com as alterações promovidas pela Resolução nº 23.732/2024. O art. 9º estabelece que a utilização de qualquer modalidade de conteúdo na propaganda eleitoral pressupõe a verificação, com razoável segurança, da fidedignidade da informação, sujeitando candidaturas, partidos, federações e coligações às sanções previstas no art. 58 da Lei nº 9.504/1997, sem prejuízo de eventual responsabilidade penal. Trata-se de um comando que internaliza, no plano jurídico, a necessidade de responsabilidade na circulação de discursos políticos.


O art. 9º-C reforça essa diretriz ao vedar o uso de conteúdo fabricado ou manipulado para difundir fatos notoriamente inverídicos ou gravemente descontextualizados com potencial de comprometer o equilíbrio do pleito ou a integridade do processo eleitoral. O dispositivo proíbe também a utilização de conteúdos sintéticos gerados ou manipulados digitalmente para criar ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia, prática conhecida como deep fake. O descumprimento pode configurar abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação social, com possibilidade de cassação de registro ou mandato e responsabilização nos termos do Código Eleitoral.


A resolução impõe ainda deveres diretos aos provedores de aplicação, que devem adotar providências imediatas para cessar impulsionamento, monetização e circulação de conteúdos ilícitos quando detectados ou notificados. Prevê também responsabilidade solidária civil e administrativa em hipóteses de omissão na indisponibilização de conteúdos relacionados a atos antidemocráticos, desinformação que atinja a integridade do processo eleitoral, ameaças à Justiça Eleitoral, discursos de ódio ou conteúdos manipulados por tecnologias digitais em desacordo com as regras de rotulagem.


Diante das eleições de 2026, que elegerão Presidente da República, Governadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Senadores, torna-se imperioso que as autoridades eleitorais mantenham especial vigilância sobre essa nova modalidade de mídia. A amplitude do pleito amplia significativamente o potencial de influência das redes digitais na formação da vontade política. Não se trata de restringir a liberdade de expressão, mas de assegurar transparência, responsabilização e proteção da integridade informacional do processo democrático.
Se o poder contemporâneo opera de forma difusa, invisível e tecnologicamente mediada, a preservação da democracia exige instituições capazes de compreender e regular essa dinâmica com equilíbrio e firmeza. A microfísica do poder hoje atravessa algoritmos, influenciadores e fluxos digitais. A integridade do processo eleitoral dependerá da aplicação efetiva das normas existentes e da constante atualização dos mecanismos de tutela do debate público.

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Unimed Natal alcança classificação econômica “Ótima” em avaliação da Unimed do Brasil

Cooperativa obteve 96 pontos no monitoramento econômico-financeiro e reforça solidez da gestão e capacidade de investimento

A Unimed Natal alcançou a classificação econômica “Ótima” no relatório de Monitoramento Econômico-Financeiro da Unimed do Brasil, referente a abril de 2026. Com 96 pontos, a cooperativa recebeu uma das mais elevadas categorias de avaliação do Sistema Unimed, resultado que reflete avanços na sustentabilidade econômico-financeira e no fortalecimento da governança.

Entre os principais indicadores destacados pela avaliação estão o cumprimento de todos os requisitos regulatórios exigidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a inexistência de qualquer regime especial de acompanhamento ou intervenção, além de índices de liquidez, solvência e capital regulatório acima dos limites exigidos. O relatório também aponta a manutenção da estabilidade assistencial e financeira da cooperativa e o crescimento sustentável da carteira de beneficiários, que atualmente supera 196 mil vidas.

Para o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, o resultado demonstra o compromisso da cooperativa com uma gestão responsável e voltada para o futuro. “Essa classificação é fruto do trabalho conjunto dos nossos cooperados, conselhos, diretoria e colaboradores. Mais do que um indicador econômico, ela representa a recuperação da capacidade de investimento da cooperativa e a construção de bases sólidas para continuarmos crescendo com sustentabilidade e segurança para os nossos beneficiários e para a nossa sociedade médica”, afirma.

O desempenho reforça a trajetória de fortalecimento da cooperativa e sua preparação para enfrentar os desafios do setor, mantendo o foco na eficiência operacional, na sustentabilidade financeira e na ampliação da capacidade de cuidar da saúde dos potiguares.

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75 dias e contando. Licitação de Publicidade do Governo do RN segue cheia de mistério.

Desde 30 de março, quando os envelopes foram abertos, já se passaram 75 dias. Até agora, o Governo do RN não publicou o resultado do julgamento das propostas da licitação de publicidade.

— Um desrespeito às agências de publicidade.

O Rio Grande do Norte conta com agências de excelência, algumas entre as melhores do Nordeste e até com reconhecimento internacional. Participar de uma licitação desse porte não é simples: exige investimento de tempo, recursos financeiros e a mobilização de grandes equipes de profissionais. As exigências são elevadas.

Segundo fonte ouvida pelo blog, haveria uma tentativa de transformar uma pequena imprecisão do edital — que sequer teria sido questionada por qualquer dos participantes — em motivo para cancelar e refazer a licitação.

Qual seria a razão para isso? Algum licitante foi efetivamente prejudicado? Algum interesse foi contrariado?

O mercado publicitário e os veículos de comunicação merecem respeito e aguardam respostas. A transparência é indispensável em um processo dessa relevância.

Esse imbróglio não contribui para a imagem institucional do Governo do RN.

— Calar não é uma opção.

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A partir de agora você pode descobrir o câncer de intestino, antes de sentir qualquer sintoma, gratuitamente pelo SUS.

Ministério da Saúde anunciou um novo protocolo para rastreamento do câncer colorretal durante agenda oficial em Lyon.

A nova estratégia utilizará o Teste

Imunoquímico Fecal (FIT) para auxiliar na identificação precoce da doença em pessoas assintomáticas entre 50 e 75 anos.

O objetivo da medida é ampliar a prevenção e reduzir mortes relacionadas ao câncer colorretal, atualmente considerado um dos tipos mais comuns no Brasil.

O exame será oferecido gratuitamente pelo SUS, ampliando o acesso ao diagnóstico precoce para milhões de brasileiros.

Especialistas reforçam que descobrir a doença precocemente aumenta significativamente as chances de tratamento e controle.

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No amor, o para sempre é feito de agoras. Por Bruno Montenegro Ribeiro Dantas.

Somos todos mortais até o primeiro beijo e após a segunda taça de vinho, escreveu Eduardo Galeano. Talvez nisso resida uma das mais belas verdades sobre o amor. Ele nos desmente a finitude por instantes. Não nos torna eternos, mas suspende, por um breve milagre, a contabilidade do tempo.

Amar é algo que mais se sente do que se explica. O verbo encanta, mas é o gesto que confirma. À sua maneira, Machado de Assis sabia disso e advertiu: “A melhor definição de amor não vale um beijo de moça namorada.”

De fato, a vida não tarda em ensinar, dentre tantas lições, que por vezes é melhor ser feliz do que ter razão, para lembrar Ferreira Gullar. O amor não é tribunal onde se colecionam vitórias, mas casa em que se aprende, pouco a pouco, a desarmar o orgulho.

Aos casais, neste Dia dos Namorados, endereço a mensagem de Emily Dickinson, que serve de título a estes brevíssimos escritos: “o para sempre é feito de agoras”. Não há eternidade que não comece na delicadeza deste minuto presente. Que, no horizonte dos futuros possíveis, descortine-se, não sem algum otimismo, um desejo: o de envelhecer ao lado de quem ainda nos inaugura.

No fim, tinha razão Vinícius de Moraes: bastar-se a si mesmo certamente é a maior solidão. Afinal, é o outro, na sua diferença, que nos completa e nos torna mais humanos.

Bruno Montenegro Ribeiro Dantas é Juiz de Direito.

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Contrato da Prefeitura de Macaíba no valor de R$ 4,2 milhões, com indícios de irregularidades, é suspenso pelo TCE.

Nova dor de cabeça para o prefeito Emídio Jr. Uma contratação de R$ 4,26 milhões firmada entre a Prefeitura de Macaíba e a Funpec foi suspensa por decisão cautelar do TCE-RN.

A auditoria identificou indícios de irregularidades na dispensa de licitação utilizada para viabilizar o contrato.

Entre os pontos analisados estão a natureza dos serviços contratados, a dimensão do levantamento previsto e outros aspectos relacionados à execução do acordo.

Diante do risco de possíveis prejuízos aos cofres públicos antes da conclusão da análise, o Tribunal determinou a suspensão da contratação, da execução do contrato e dos pagamentos vinculados ao acordo.

A decisão é cautelar e o processo continuará em tramitação para julgamento de mérito, quando a regularidade da contratação será analisada de forma definitiva.

Deslize para entender os principais
pontos da decisão.

Fonte: TCE

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Taxa de iluminação pública da Neoenergia: por que os 167 prefeitos do RN nada fazem?Por Aragão

Muito já falei sobre as controvérsias envolvendo a Neoenergia Cosern, seja pela compensação de créditos de energia solar, pela qualidade do atendimento, pelos reajustes nas tarifas ou pela própria condição de monopólio da distribuição de energia. Entretanto, existe um tema que depende principalmente das 167 prefeituras do Rio Grande do Norte: a contribuição destinada ao custeio da iluminação pública.

Mesmo sendo crítico do Governo do Estado, é preciso reconhecer quando há uma medida favorável ao consumidor. A suspensão da cobrança do ICMS sobre esse item até o fim do ano representa um alívio para muitas famílias potiguares.

Por outro lado, muitos consumidores continuam enfrentando um aumento expressivo na cobrança relacionada à iluminação pública. Nesse ponto, cabe lembrar que a definição dessa contribuição é de competência dos municípios, por meio das prefeituras e das respectivas câmaras de vereadores. A distribuidora apenas realiza a arrecadação quando autorizada pela legislação local.

Diante disso, fica o apelo para que os 167 prefeitos e vereadores do Rio Grande do Norte reavaliem essas cobranças e considerem medidas que reduzam o peso da conta de energia sobre a população. Se o Governo do Estado abriu mão de parte de sua arrecadação para aliviar o bolso do cidadão, espera-se que os municípios também avaliem caminhos para diminuir esse custo adicional suportado pelas famílias potiguares.

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Van provoca grave acidente na BR-101, sentido Recife/João Pessoa.

Foi preso e autuado em flagrante o motorista da van que provocou um capotamento após uma briga de trânsito na tarde desta quarta-feira (10), na BR-101, no limite entre Conde e João Pessoa.

Apesar do susto, o motorista do veículo de passeio que capotou saiu ileso. Ele era o único ocupante do automóvel.

Fonte: Flávio Fernandes TV

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MPRN pede na Justiça retomada de concurso da Polícia Militar do Rio Grande do Norte

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 70ª Promotoria de Justiça de Natal, entrou com um pedido na Justiça para derrubar a suspensão do concurso público da Polícia Militar. O recurso foi apresentado após uma decisão judicial interromper o andamento do processo seletivo poucos dias antes da aplicação da prova objetiva. A ação original que havia paralisado o certame foi movida pela Defensoria Pública do Estado contra o Estado do RN.

A urgência do pedido do MPRN se justifica pelo fato de que a prova objetiva estava marcada para o próximo domingo (14). O MPRN destaca que a suspensão repentina gera graves transtornos e prejuízos financeiros para os candidatos, muitos dos quais já arcaram com custos de viagem e hospedagem para realizar o exame. Além disso, a paralisação adia ainda mais o preenchimento de cargos na corporação que estão desocupados há anos.

Atraso de 5 anos

O concurso da Polícia Militar oferece 125 vagas para o Curso de Formação de Praças de Saúde e 21 vagas para o Curso de Formação de Praças Músicos. A seleção já acumula um atraso de quase cinco anos, considerando o prazo estabelecido em uma decisão judicial anterior que determinava a realização do certame. Diante do deficit de pessoal na instituição, o Ministério Público argumenta que a interrupção prejudica o interesse público na segurança.

A suspensão determinada pela Justiça atendeu a questionamentos da Defensoria Pública sobre a falta de reserva de vagas para pessoas com deficiência e o percentual de cotas raciais adotado. Contudo, o MPRN defende que o edital está correto porque segue estritamente as leis do Estado do Rio Grande do Norte vigentes para a categoria. O MPRN argumenta que as regras locais devem prevalecer sobre a norma federal.

Em relação à ausência de vagas reservadas para pessoas com deficiência, o MPRN esclarece que a medida está baseada na Lei Estadual número 4.630 de 1976. Essa legislação estabelece que a natureza e os riscos da atividade militar exigem plena capacidade física, visual, auditiva e mental dos profissionais. Por esse motivo, as vagas para os setores de saúde e música da corporação também seguem o regime militar e não as regras dos servidores civis.

Sobre a cota racial, o MPRN reforça que o edital obedece aos parâmetros da Lei Estadual número 11.015 de 2021. A Defensoria Pública contestava o modelo e pedia a aplicação de uma lei federal que amplia os percentuais e o público-alvo. O promotor de justiça responsável pelo caso pontua que a União não impôs essas regras aos Estados, cabendo ao legislador estadual definir os critérios de seus próprios concursos.

O MPRN também pondera que a suspensão do concurso não seria necessária mesmo se as regras fossem modificadas no futuro. Caso a ação da Defensoria Pública seja julgada procedente ao final do processo, os candidatos beneficiados poderiam obter a preferência na classificação ou na nomeação sem a necessidade de paralisar todo o certame. O órgão ressalta que as pessoas com deficiência e os grupos incluídos nas cotas puderam se inscrever normalmente.

Diante desses fatores, o MPRN requereu ao Tribunal de Justiça do RN a concessão de um efeito suspensivo para neutralizar a decisão anterior de forma imediata. O objetivo final do recurso é reformar a decisão e garantir a continuidade de todas as etapas do concurso público.

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Allyson, a pesquisa da Veritá não é “papel cagado”. Por Aragão.

Para viabilizar o desvio de dinheiro público, o suposto esquema da Prefeitura de Mossoró, investigado pela Operação Mederi, utilizava o código “papel cagado”. Segundo a Polícia Federal, o termo se refere ao faturamento de notas fiscais sem a entrega efetiva dos medicamentos. De acordo com a investigação, esse mecanismo permitiria que recursos públicos fossem desviados e retornassem aos envolvidos por meio de supostas propinas.

“Papel cagado” se refere a algo fake. A uma nota fiscal sem a entrega dos medicamentos ou, se me permitem ampliar o raciocínio, a uma pesquisa que entrega o papel, mas não a informação verdadeira.

Defensores de Allyson tentaram descredibilizar a pesquisa da Veritá que mostrou Álvaro Dias em primeiro lugar e vencendo em todos os cenários. E mais: mostrou Allyson em 3º lugar. Tendência de queda?

A indústria das fake news e da boataria tentou confundir as pessoas, dizendo que a pesquisa havia sido suspensa pelo TRE. Não foi, não foi! O leitor pode acessar o site do TSE e consultar o registro da pesquisa (RN-06276/2026) para verificar que ela está válida.

Essa atitude demonstrou desespero. O time de Allyson acusou o golpe porque sabe, por exemplo, que a Veritá teve um acerto impressionante nas eleições para prefeito. Vale a pena lembrar:

— Paulinho Freire teve 55,34% dos votos (a Veritá apontou 55,5% antes da votação).

— Natalia Bonavides teve 44,66% dos votos (a Veritá apontou 44,4% antes da votação).

A pesquisa da Veritá cumpriu seu papel. Um papel limpo. Mas há quem não goste.

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Álvaro Dias lidera sucessão estadual e venceria todos os cenários de segundo turno, aponta Instituto Veritá.

O cenário para a disputa ao Governo do Rio Grande do Norte em 2026 apresenta o pré-candidato Álvaro Dias (PL) em posição de destaque, de acordo com o levantamento mais recente do Instituto Veritá divulgado nesta terça-feira. Os dados revelam que o ex-prefeito de Natal não apenas lidera as intenções de voto, como também sairia vitorioso em todos os confrontos diretos simulados para um eventual segundo turno.

Desempenho nas Intenções de Voto Na modalidade de pesquisa espontânea, onde os nomes não são apresentados aos entrevistados, Álvaro Dias aparece com 42,2% dos votos válidos. Ele é seguido por Cadu Xavier (PT), que registra 30,8%, e por Allyson Bezerra (União Brasil), com 24,9%.

Ao considerar a pesquisa estimulada (com lista de nomes), o representante do PL mantém a dianteira com 41,6% dos votos válidos. Cadu Xavier aparece com 28,3% e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, com 27,8%.

Simulações de Segundo Turno O estudo também projetou embates diretos entre os nomes mais citados. Em uma disputa contra Allyson Bezerra, Álvaro Dias alcança 52% contra 48% dos votos válidos. Já em um cenário contra o candidato do PT, Cadu Xavier, a vantagem de Álvaro se amplia para 58% contra 42%.

Os números reforçam o momento favorável para Álvaro Dias, que tem expandido sua base de apoio em várias regiões potiguares, e se consolidado como o principal nome de oposição à atual gestão estadual para o próximo pleito executivo.

Metodologia: A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 31 de maio, contando com 1.220 entrevistas em todas as regiões do estado. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos percentuais. O levantamento está devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-06276/2026.

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