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Natal recebe nesta quarta-feira o maior encontro de empresas familiares do Norte e Nordeste

Summit das Famílias Empreendedoras reúne líderes, fundadores e sucessores no Teatro Riachuelo com programação de dez horas sobre sucessão, governança e longevidade empresarial

A capital potiguar sedia amanhã, quarta-feira (29), o Summit das Famílias Empreendedoras 2026, considerado o maior encontro voltado a empresas familiares das regiões Norte e Nordeste do Brasil. O evento acontece no Teatro Riachuelo, das 13h às 21h, com expectativa de reunir centenas de líderes empresariais em torno do tema central “Empresa Forte, Família Unida – Como separar papéis sem perder valores”.

Organizado pela TIMENI Gestão & Sucessão Familiar, consultoria natalense especializada em empresas familiares com mais de 20 anos de atuação, o Summit chega à sua edição mais rica e estruturada. Desde 2017, o evento vem se consolidando como referência regional no debate qualificado sobre continuidade dos negócios familiares, conflitos societários e governança.

O que o público vai encontrar
A programação de 2026 combina palestras de alto impacto, painéis estratégicos com nomes de expressão do mercado e a entrega do Troféu Famílias Empreendedoras, que este ano homenageia famílias do ecossistema empresarial regional.
O roteiro está organizado da seguinte forma:

A abertura, às 13h30, ficará a cargo de Semio Timeni, fundador da TIMENI e curador do evento. Em seguida, às 14h, a palestra de abertura será conduzida por Karina da Fonte, do Grupo Raymundo da Fonte, um dos maiores grupos industriais do Nordeste.

A programação avança com uma mesa sobre cooperativismo, reunindo Manuel Sandes (Aurora Coop) e Dr. Márcio Rego (Unimed Natal), com mediação de Eduardo Gatto (OCERN). Na sequência, um painel dedicado à saúde mental nas empresas familiares e à NR-01 traz Dra. Rosana Forte (BNB), Danielle Mafra (SESI-RN) e Andreia Nunes (Areté Evolutiva).

A tarde segue com Raniery Pimenta (Diretor Regional do SENAC), abordando inteligência artificial aplicada aos negócios familiares, e com Dr. Carlos Kelsen (presidente da OAB/RN), tratando de holdings como instrumento de proteção patrimonial. O tema da governança corporativa fica com Adgenison Nascimento, do IBGC — Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.

No bloco cultural e de trajetórias, uma mesa reúne Maria Luiza Guedes (Fio a Fio), Grace Gosson (Praiamar), Sandro Peixoto (Sadio) e o mediador Stéffano Antunes (Scopo), para discutir como a cultura organizacional sustenta o legado familiar.

Já a mesa do sucessor traz Silvio Bezerra (Ecocil) e José Lucena Neto (COMJOL/CDL), com mediação do próprio Semio Timeni, abordando os dilemas reais de quem assume o comando de uma empresa construída pela geração anterior.

O encerramento, às 21h10, será com Ruy Andrade, da PetroBahia, representante da segunda geração de uma das maiores distribuidoras de combustível do Brasil — reforçando a dimensão nacional do evento.

Antes do encerramento, o palco recebe a cerimônia do Troféu Famílias Empreendedoras 2026, reconhecendo 18 famílias por suas trajetórias de empreendedorismo, governança e contribuição ao desenvolvimento econômico.

Contexto e relevância
O Summit nasce do trabalho da TIMENI, que desde 2005 atende famílias empreendedoras no Norte e Nordeste. A edição 2025 teve como palestra de encerramento Pedro Lima, presidente do Grupo 3 Corações. Em 2026, o evento migra para o Teatro Riachuelo, em formato aberto ao público, com programação ampliada e a proposta de consolidar Natal como polo de discussão sobre governança, sucessão e empreendedorismo familiar no Brasil.

Serviço
Evento: Summit das Famílias Empreendedoras 2026
Data: 29 de abril de 2026 (terça-feira)
Horário: 13h às 22h
Local: Teatro Riachuelo — Natal/RN
Tema: “Empresa Forte, Família Unida – Como separar papéis sem perder valores”
Realização: TIMENI Gestão & Sucessão Familiar
Instagram: @familiasempreendedoras
Contato para imprensa: Gustavo Farache (84) 99983 0905

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Escala 6×1. Como vamos construir o Brasil que queremos trabalhando menos? Por Aragão.

— Pão, circo e feriados.

O Brasil se envereda no populismo, que mais parece um suborno. Sim, em ano eleitoral podemos esperar de tudo em troca de votos.

Falhamos em oferecer uma educação de qualidade, não conseguimos dar segurança à população, nossa saúde é uma temeridade, temos uma das maiores taxas de juros do planeta — 15% ao ano —, crédito caro e uma elevada carga tributária. Segundo a CNC, 80,4% das famílias relataram estar endividadas.

Nesse cenário, somente uma mente extremamente populista poderia pensar algo como: — já que falhamos miseravelmente em construir um país próspero que atendesse à população, que tal diminuirmos a escala de trabalho? É realmente bem mais fácil do que melhorar o Brasil. Basta uma PEC e vender na mídia como um avanço, uma conquista para o trabalhador.

É mais uma decisão da série: — já que não conseguimos oferecer emprego para todos, que tal bolsas assistencialistas? É só embalar como um cuidado com a população. Não sou contra o Bolsa Família. Sou muito mais a favor de programas que “ensinem a pescar, e não entreguem o peixe”.

Permitam-me fazer uma reflexão incômoda — mas honesta. O que o trabalhador brasileiro faria com um dia adicional de folga? Pesquisas do IBGE sobre uso do tempo mostram que o brasileiro não aloca tempo livre adicional em estudo, requalificação ou investimento em projeto pessoal. Aloca, majoritariamente, em consumo de entretenimento, redes sociais e — sim — gasto em álcool e lazer. O dia extra de folga, essa espécie de feriado semanal, pode se transformar em mais despesa para as famílias.

A França pode reduzir jornada porque já construiu, ao longo de décadas, a base de produtividade que sustenta a redução. O Brasil quer fazer o caminho inverso — começar pela jornada menor e esperar que a produtividade se ajuste sozinha.

— 97% das empresas do Brasil são micro ou pequenas empresas. Elas são responsáveis por 7 em cada 10 novos empregos; 6 em cada 10 micro ou pequenas empresas quebram antes de completar 5 anos.

O aperto de uma redução da escala 6×1 não será nas grandes empresas, mas nas micro e pequenas.

Esse Cavalo de Troia deve trazer embutido mais desemprego e recessão. Sufocando a micro, pequena e média empresa, sufocamos o Brasil.

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Sua Conta de Energia Elétrica subirá, em média: 5,40% no RN.

— Mais um choque no bolso do consumidor.

Para dar aumento nunca falta energia às instituições. Desta vez, foi a Aneel definiu as novas tarifas de energia que passam a vigorar a partir desta quarta-feira (22) para os mais de 1,6 milhão de clientes atendidos pela Neoenergia Cosern. 

O reajuste tarifário médio anunciado pela agência foi de 5,40%. O impacto será distribuído de forma distinta entre as classes de consumo: os clientes de alta tensão, como grandes indústrias e empresas, terão uma alta média de 10,90%; para a baixa tensão, que inclui as residências, o aumento médio será de 3,74%.

— Apagão de esperança. Precisamos de uma luz.

Foto meramente ilustrativa

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Como votarão nossos deputados federais o PL que pretende acabar com a cobrança do Fio B nas contas de energia?

Temos uma esperança real de melhorar as condições de quem se beneficia da geração de energia solar: começou a tramitar no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1.438/2026, que propõe o fim da cobrança pelo uso da rede elétrica – o chamado Fio B — sobre a energia excedente gerada e injetada na distribuição.

  • O governador do Piauí, Rafael Fonteles, articulou pessoalmente o Projeto de Lei, disse em entrevista: “Ninguém paga mais nada”.

Tramita no Congresso o PL 1.438/2026, de autoria do deputado Francisco Costa (PT), que propõe o fim da cobrança do Fio B sobre a energia excedente injetada na rede por quem tem geração solar. Na prática, quem produz energia limpa voltaria a receber créditos integrais — sem pedágio para a distribuidora. Isto é, o PL sendo aprovado, todos os beneficiários da geração de energia solar no RN, teriam suas contas da Neonergia sem essa tarifa.

São mais de 200 mil pessoas beneficiadas com a geração de energia solar no RN. Dezenas de milhares de famílias, agricultores e empresários potiguares investiram em painéis solares. Como votarão nossos deputados federais?

Temos oito deputados federais. Pergunte ao seu deputado(a) como votará quando chegar a hora H do FIO B. Como ele ou ela vai representar o povo do RN.

Benes Leocádio (União) — @benesleocadiorn

Carla Dickson (União) — @carladicksonoficial

Fernando Mineiro (PT) — @mineiroptrn

General Girão (PL) — @generalgirao

João Maia (PP) — @joaodasilvamaia

Natália Bonavides (PT) — @nataliabonavides

Robinson Faria (PSD) — @robinsonfaria

Sargento Gonçalves (PL) — @sargentogoncalves22

O eleitor está acompanhando. E nas próximas eleições, vai lembrar.

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Venda de carros elétricos dobram em resposta a crise do petróleo.

Em março, as exportações de veículos elétricos e híbridos da China mais que dobraram, impulsionadas pela alta do petróleo e pela busca global por alternativas mais baratas e previsíveis de energia.

Dados da associação chinesa de veículos de passageiros mostram que os embarques ao exterior saltaram 140% na comparação anual, atingindo um recorde de 349 mil unidades no mês.

O crescimento foi puxado por montadoras como BYD, que respondeu por cerca de um terço das exportações, além de Geely e Chery.

A valorização das ações dessas empresas acompanhou o movimento, refletindo a expectativa de que a crise energética prolongue a demanda internacional.

O pano de fundo dessa mudança está na instabilidade no Estreito de Ormuz, rota vital para o transporte de petróleo.

A ameaça de bloqueios e interrupções logísticas elevou os preços e aumentou a percepção de risco associada aos combustíveis fósseis.

Enquanto o mundo enfrenta incertezas no abastecimento de petróleo, a China amplia sua presença em um setor considerado chave para o futuro da mobilidade.

Se a crise no Oriente Médio persistir, o atual salto nas exportações pode não ser apenas um pico momentâneo, mas o início de uma nova fase de expansão global dos veículos elétricos.

Fonte: Veja

Fotos meramente ilustrativas. Reprodução.

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Boa notícia para setor de energia solar: Projeto de Lei propõe acabar com o Fio B.

Uma boa notícia para quem investe em energia solar: começou a tramitar no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1.438/2026, que propõe o fim da cobrança pelo uso da rede elétrica — o chamado Fio B — sobre a energia excedente gerada e injetada na distribuição.  

— O governador do Piauí, Rafael Fonteles, articulou pessoalmente o Projeto de Lei, disse m entrevista: “Ninguém paga mais nada!”.

Na prática, o PL altera a Lei nº 14.300/2022, responsável pelo Marco Legal da Geração Distribuída (GD), que atualmente impõe o pagamento escalonado do uso da rede para consumidores com sistemas de geração solar.  

De autoria do deputado Francisco Costa (PT), com apoio dos 10 deputados federais do Piauí, a proposta busca eliminar totalmente esse encargo sobre a energia excedente. Segundo o texto, há uma desigualdade entre os consumidores: apenas quem protocolou seu pedido até janeiro de 2023 manteve a isenção das tarifas.  

O projeto prevê que toda a energia injetada na rede volte a ser convertida em créditos integrais, sem descontos, retomando as regras vigentes antes do Marco Legal da GD. Entre os principais pontos estão:  

 – Revogação completa das cobranças associadas ao Fio B.  

 – Fim definitivo da taxa sobre a energia compensada.  

 – Efeito retroativo, com devolução dos valores já pagos.  

Antes de chegar ao Plenário, o texto ainda passará pelas comissões temáticas do Congresso Nacional. A expectativa é de forte resistência por parte das concessionárias de energia, enquanto consumidores e entidades do setor devem se mobilizar para pressionar os parlamentares a apoiar a proposta — que pode beneficiar milhões de brasileiros que apostaram na geração solar.  

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Maria de Fátima 12 abr 2026

Consumidores precisam pressionar.

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Vale do Pará amplia atuação com 11 lojas e ganha espaço entre grandes redes ao apostar no conhecimento do mercado local

Disputando espaço com redes como Ferreira Costa, Leroy Merlin e Carajás Home Center, o Vale construiu outro tipo de força — a força de ser potiguar e entender o mercado local. O Vale do Pará não se limitou a atender o cliente local — decidiu entendê-lo.

Não se trata apenas de ter orgulho em ser potiguar — é mais que isso — é transformar esse pertencimento em estratégia. Utilizar o conhecimento da própria gente para oferecer produtos e serviços ajustados à realidade do consumidor local.

Essa lógica aparece em tudo: na escolha dos pontos, no mix de produtos, na organização das gôndolas, nas promoções e na comunicação — tudo com aderência ao cotidiano de quem vive aqui.

— Soube falar com o consumidor local. E principalmente, ouvir.

Enquanto muitos operam com modelos padronizados, o Vale cresceu entendendo a realidade local. Ofereceu produtos compatíveis com o que o potiguar precisa. Ajustou preço ao bolso real de quem constrói, reforma e amplia aos poucos. E, talvez mais importante, manteve um atendimento que fala a mesma língua de quem está do outro lado do balcão.

Isso não é detalhe. É estratégia.

Com quase 50 anos de presença e 11 lojas espalhadas em natal e Grande Natal, o grupo construiu escala sem perder identidade. E agora dá um passo além.

Hoje, além da força tradicional, o Vale do Pará avança também em segmentos mais exigentes, com presença relevante na venda de pisos e porcelanatos premium e atuação consolidada em marcas como Brasilit, Suvinil, Elizabeth, Eliane e Deca.

Esse case serve de inspiração para outros segmentos que concorrem com players com escala nacional.  Ouvir o consumidor e oferecer soluções personalizadas gera muito mais resultados por tocar o coração, a mente e o bolso do consumidor.

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ABIH lança narrativa padrão duas estrelas sobre a Via Costeira. Por Aragão.

Não é uma narrativa excelente, nem boa, nem ao menos mediana — é “2 estrelas”, isso se existisse um padrão de qualificação para narrativas. Realmente não se sustenta. Qualquer sopro de lucidez faz desmoronar como um castelo de areia.

É o seguinte: a ABIH tenta inverter causa e consequência quando sugere que não se construiu nos 7 terrenos, que tiveram suas concessões suspensas, devido à insegurança jurídica.

Ou seja, a ABIH sinaliza que uma causa foi a insegurança jurídica e a consequência foi a não construção. Mas isso não se sustenta, como já foi dito. Os hotéis que existem hoje foram impedidos de ser construídos? Não. Sofreram com insegurança jurídica ao ponto de não saírem do papel? Também não.

A verdade, essa sim 5 estrelas, é que a Justiça só começou a cobrar as consequências de quem recebeu a concessão e, passados anos a fio, nada construiu. A causa verdadeira foi a não construção. E a consequência lógica foram os processos judiciais pelo acordo quebrado.

— O TCE tirou a concessão de algum terreno onde foi construído hotel? Não.

— Isso encerra boa parte da discussão.

Penso que a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira deveria defender a indústria hoteleira. Defender os donos de terrenos que não construíram hotéis ao longo de 40 anos perde em substância, já que não tivemos a construção dos hotéis. Aliás, será que a ABIH sabia que, nada sendo construído, o mercado ficaria preservado para os hotéis atuais? Será que é isso?

Segundo estudo da Fecomércio, a construção de 8 hotéis em 8 terrenos da Via Costeira tem potencial para movimentar quase R$ 600 milhões por ano na economia local. Em 40 anos, isso somaria cerca de R$ 24 bilhões que deixaram de entrar em nossa economia. 7 destes terrenos tiveram sua concessão suspensa.

Espero que as próximas licitações entreguem esses terrenos a empresários que invistam em nossa cidade, que realizem construções e estimulem verdadeiramente o turismo e o desenvolvimento do RN.

— Nosso turismo merece mais. Ou será que para a ABIH o menos é mais?

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O Ministério de Minas e Energia, alheio ao que ocorre no RN, quer renovar a concessão da Neoenergia Cosern por 30 anos.

O Ministério de Minas e Energia (@minaseenergia) convocou 14 distribuidoras de energia elétrica para renovar seus contratos de concessão, garantindo a essas empresas mais 30 anos de prestação de serviços aos consumidores.

Inquéritos e investigações ocorrem simultaneamente em nosso Estado após uma avalanche de reclamações.

Possivelmente, se instalou o maior caso insatisfação popular da história potiguar. Ministério Público, Defensoria Pública, Procon e Câmara dos Vereadores investigam o caso de perto referente as inúmeras reclamações da população.

O contrato com a Neoenergia Cosern só seria renovado em 2027 mas o Ministério de Minas e Energia quer antecipar a renovação.

A medida foi oficializada por meio de despacho publicado nesta segunda-feira (6) no Diário Oficial da União. O documento também determina que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disponibilize os termos aditivos, que deverão ser assinados pelas concessionárias no prazo de até 60 dias.

Distribuidoras de energia são convocadas pelo governo para renovar concessões por mais 30 anos.

Após forte pressão popular, a situação da concessionária Enel em São Paulo segue em análise, diante de um processo que pode resultar até na perda da concessão.

— A voz do povo é a voz de Deus mas o Ministério de Minas e Energia segue surdo ao grito do potiguar.

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O BYD Mini Dolphin é o carro mais vendido no varejo do Brasil, inclusive entre os modelos a combustão.

— Os carros elétricos conquistaram o Brasil. Superado os desafios da fase inicial do lançamento, hoje, o cenário é promissor. O Mini Dolphin assume a liderança nas vendas do varejo do Brasil, entregando mais tecnologia aliada a economia no abastecimento. O desempenho é refletido também na forte procura por seminovos elétricos.

Istoé Dinheiro: A BYD teve no mês passado o melhor resultado em vendas desde que desembarcou, quatro anos atrás, no Brasil. No total, a marca chinesa vendeu 16,4 mil carros no País, o dobro do volume de março do ano passado (8 mil).

O desempenho supera os 15,7 mil carros vendidos pela BYD em dezembro, recorde anterior, e foi puxado pelo subcompacto elétrico Dolphin Mini que seguiu, em março, como o modelo mais vendido no varejo brasileiro. No primeiro trimestre, foram vendidos 37,6 mil carros da marca no Brasil, 73,7% acima do número registrado nos três primeiros meses de 2025.

Os números foram antecipados pela empresa, já que o balanço oficial só será divulgado pela Fenabrave, a associação das concessionárias, na terça-feira, com possíveis ajustes.

Depois de se tornar, em fevereiro, o primeiro carro elétrico a liderar as vendas fechadas em showroom, superando modelos movidos a gasolina ou etanol, o Dolphin Mini repetiu o feito no mês passado, com mais de 6 mil unidades vendidas no varejo.

“Nosso foco permanece na expansão da presença da BYD no País, com aumento contínuo da capacidade produtiva local e ampliação do portfólio de produtos”, comenta Tyler Li, presidente da BYD no Brasil.

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Alex Fabiano 05 abr 2026

Inacreditável como o brasileiro acredita nesta bomba quê é o carro elétrico!

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