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Grupo Mateus passa por reformulação, fecha 28 lojas e demite 6,6 mil funcionários.

Os cortes ocorreram em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará

O Grupo Mateus, um dos gigantes do setor varejista do Brasil, realizou uma reorganização de suas operações e demitiu cerca de 6,6 mil funcionários entre 2025 e o primeiro semestre de 2026.
A redução equivale a 13,9% do quadro total da empresa, que passou de 47,9 mil para 41,2 mil funcionários. Além dos cortes de pessoal, a companhia encerrou as atividades de 28 lojas no último ano. O balanço dos resultados do período foi divulgado nas primeiras semanas de maio.
As demissões ocorreram em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará. A justificativa para as mudanças, segundo a empresa, é a necessidade de ajustes operacionais para capturar ganhos de eficiência, tendo como base análises históricas e comparações internas (benchmarks).

O Grupo Mateus foi fundado por Ilson Mateus Rodrigues, que atualmente tem 63 anos. Hoje empresário, ele teve uma trajetória simples no início da vida e chegou a trabalhar como garimpeiro em Serra Pelada, no Pará.

Com relevância nacional, o grupo ocupa atualmente a terceira colocação no ranking da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), ficando atrás somente do Carrefour e do Assaí Atacadista.

Fonte: Terra

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GWM Haval H9 desbanca o longo reinado da Toyota SW4. Por Aragão.

— A SW4 capotou nas vendas.

Depois de acelerar por anos na liderança do segmento de SUVs grandes, a Toyota SW4 não conseguiu segurar a direção — a curva era acentuada demais para o lado da tecnologia e inovação.

Os números mais recentes da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) comprovam a nova tendência.

Em maio de 2026, a GWM Haval H9 registrou 1.220 emplacamentos no Brasil, superando as 1.187 unidades da Toyota SW4 no mesmo período.

No Rio Grande do Norte, a diferença foi ainda mais expressiva. Em maio, foram vendidas 34 unidades da Haval H9 contra apenas 12 da Toyota SW4.

Os números locais reforçam uma tendência que vem se desenhando nos últimos meses:

Março: 23 Haval H9 x 15 SW4.

Abril: 13 Haval H9 x 15 SW4. (Faltou H9 no mercado)

Maio: 34 Haval H9 x 12 SW4.

Até 17 de junho: 17 Haval H9 x 8 SW4.

Esses números mostram um novo caminho para os SUVs grandes. A Toyota SW4 apesar de ser um excelente veículo, vai ficando para trás nesse novo terreno tecnológico.

Durante muito tempo bastava oferecer robustez, confiabilidade e tradição. Hoje o consumidor também exige tecnologia, conectividade, conforto, equipamentos e uma percepção de valor compatível com o preço cobrado.

A Toyota esqueceu que não pode se acomodar na zona de conforto. Quem pode fazer isso é o cliente que escolhe se a sua “zona de conforto” será dentro de um carro japonês, chinês, coreano, inglês, americano ou alemão.

Fonte: Fenabrave.

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75 dias e contando. Licitação de Publicidade do Governo do RN segue cheia de mistério.

Desde 30 de março, quando os envelopes foram abertos, já se passaram 75 dias. Até agora, o Governo do RN não publicou o resultado do julgamento das propostas da licitação de publicidade.

— Um desrespeito às agências de publicidade.

O Rio Grande do Norte conta com agências de excelência, algumas entre as melhores do Nordeste e até com reconhecimento internacional. Participar de uma licitação desse porte não é simples: exige investimento de tempo, recursos financeiros e a mobilização de grandes equipes de profissionais. As exigências são elevadas.

Segundo fonte ouvida pelo blog, haveria uma tentativa de transformar uma pequena imprecisão do edital — que sequer teria sido questionada por qualquer dos participantes — em motivo para cancelar e refazer a licitação.

Qual seria a razão para isso? Algum licitante foi efetivamente prejudicado? Algum interesse foi contrariado?

O mercado publicitário e os veículos de comunicação merecem respeito e aguardam respostas. A transparência é indispensável em um processo dessa relevância.

Esse imbróglio não contribui para a imagem institucional do Governo do RN.

— Calar não é uma opção.

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Taxa de iluminação pública da Neoenergia: por que os 167 prefeitos do RN nada fazem?Por Aragão

Muito já falei sobre as controvérsias envolvendo a Neoenergia Cosern, seja pela compensação de créditos de energia solar, pela qualidade do atendimento, pelos reajustes nas tarifas ou pela própria condição de monopólio da distribuição de energia. Entretanto, existe um tema que depende principalmente das 167 prefeituras do Rio Grande do Norte: a contribuição destinada ao custeio da iluminação pública.

Mesmo sendo crítico do Governo do Estado, é preciso reconhecer quando há uma medida favorável ao consumidor. A suspensão da cobrança do ICMS sobre esse item até o fim do ano representa um alívio para muitas famílias potiguares.

Por outro lado, muitos consumidores continuam enfrentando um aumento expressivo na cobrança relacionada à iluminação pública. Nesse ponto, cabe lembrar que a definição dessa contribuição é de competência dos municípios, por meio das prefeituras e das respectivas câmaras de vereadores. A distribuidora apenas realiza a arrecadação quando autorizada pela legislação local.

Diante disso, fica o apelo para que os 167 prefeitos e vereadores do Rio Grande do Norte reavaliem essas cobranças e considerem medidas que reduzam o peso da conta de energia sobre a população. Se o Governo do Estado abriu mão de parte de sua arrecadação para aliviar o bolso do cidadão, espera-se que os municípios também avaliem caminhos para diminuir esse custo adicional suportado pelas famílias potiguares.

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Riachuelo vê faltar peças PP e reduz modelagem com avanço das canetas emagrecedoras.

Os medicamentos à base de GLP-1, conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, ainda estão longe de alcançar a maior parte da população brasileira. Mas os efeitos da nova classe de tratamentos já começam a aparecer em diferentes setores da economia desde os alimentos e bebidas, mas também na moda.
Durante evento realizado pela rede farmacêutica Pague Menos e o Itaú
BBA nesta terça-feira, 9, executivos de grandes empresas relataram mudanças concretas no comportamento dos consumidores associadas à busca por saúde, emagrecimento e bem-estar. Entre eles, Cathyelle Schroeder, CMO da Riachuelo, que disse que a empresa já observa impactos relevantes na demanda por tamanhos de roupas.

“Hoje já vemos impactos e resultados. Quando olhamos para nosso portfólio, em média 5% da nossa grade [modelagem] caiu.
Quando pensamos do PP ao GG, já temos essa diferença. Em grades mais do dia a dia, como camisetas, também reduzimos em média 4% os tamanhos”, afirmou.

Fonte: Exame

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Audi fecha as portas em Belém após quase 11 anos de atuaçao no Pará.

Após quase 11 anos de atuação em Belém, a Audi encerrou as atividades de sua concessionária na capital paraense. Localizada na Rua dos Mundurucus, no bairro da Cremação, a unidade se consolidou ao longo de mais de uma década como uma das principais referências do segmento de veículos premium no Pará.

O encerramento das operações marca o fim de um ciclo importante para a Audi em Belém. Durante anos, a concessionária fez parte do cenário da cidade, deixando sua contribuição para o desenvolvimento do mercado de veículos de luxo no estado e construindo uma relação próxima com seus clientes.

Fonte: Belém Today

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Caicoense fecha as portas e Natal fica com o gostinho de quero mais.

 

A carne de sol, a paçoca, o feijão verde, a manteiga da terra e tantos outros pratos não eram apenas alimentos servidos em bandejas. Eram fragmentos da nossa história, da nossa cultura e das nossas memórias afetivas. Nossas raízes.

Mas a economia do RN não está fácil. Quantos restaurantes fecharam suas portas? E, quando isso ocorre, toda a sociedade perde.

— É de tirar o apetite.

O empresário que investiu perde tempo e dinheiro, os funcionários ficam desempregados e os clientes perdem o sabor.

— E a culinária de Caicó é unanimidade no RN.

Talvez seja por isso que o fechamento do Caicoense tenha provocado tantas manifestações de carinho nas redes sociais.

Esperamos que nosso estado ofereça melhores condições para empresários de todos os segmentos, pois são eles que geram emprego, renda e, no caso dos restaurantes, mais sabor na vida de todos.

Quando o estado trata mal quem empreende, até o empresário pede a conta e vai embora.

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Cicchetti Natal prepara noite especial para celebrar o Dia dos Namorados.

O Cicchetti preparou uma noite especial para celebrar o Dia dos Namorados, com uma experiência exclusiva que reúne gastronomia, romantismo e momentos inesquecíveis.

No dia 12 de junho, o restaurante receberá os apaixonados em um ambiente acolhedor e intimista, com música ao vivo e um menu especialmente elaborado para a ocasião. A proposta é celebrar o amor, brindar as histórias construídas a dois e criar novas memórias ao redor da mesa.

Para tornar a experiência ainda mais especial, o Cicchetti oferecerá rolha free durante toda a noite, permitindo que cada casal leve seu vinho favorito e personalize a celebração.

Além da programação exclusiva para a noite, os clientes que realizarem reserva até o dia 7 de junho concorrerão ao sorteio de três diárias no belíssimo resort Filha da Lua Eco Lodge, em Pipa, além de um jantar VIP no Cicchetti Pipa.

Além da programação exclusiva para a noite, os clientes que realizarem reserva até o dia 7 de junho concorrerão ao sorteio de três diárias no belíssimo resort Filha da Lua Eco Lodge, em Pipa, além de um jantar VIP no Cicchetti Pipa.

As reservas para o jantar especial do Dia dos Namorados já estão abertas e podem ser feitas pelo telefone ou WhatsApp:

(84) 98619-0365. As vagas são limitadas.

Serviço:

Cicchetti Natal

Shopping Midway Mall – 3° Piso

Av. Nevaldo Rocha, 3775 – Tirol

Natal/RN

Instagram: @cicchettinatal

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Lucro da Neoenergia Cosern cresce 29% no primeiro trimestre de 2026, em meio à polêmica sobre a compensação da energia solar.

— O PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2025.

— O lucro da Neoenergia Cosern em 2025 alcançou R$ 683 milhões, alta de 23% em relação a 2024.

— O lucro da Neoenergia Cosern no primeiro trimestre de 2026 atingiu R$ 175 milhões, crescimento de 29% sobre o mesmo período de 2025.

Enquanto investidores em energia solar no Rio Grande do Norte aguardam a compensação de seus créditos, a Neoenergia Cosern — eleita a melhor distribuidora do Brasil em 2025 — atravessa um período de forte expansão financeira. O contraste entre os resultados da companhia e a lentidão relatada por consumidores na compensação de créditos de microgeração levanta questionamentos sobre o equilíbrio entre rentabilidade e qualidade do serviço prestado.

Os relatórios financeiros divulgados pela empresa demonstram uma trajetória consistente de crescimento.

No quarto trimestre de 2025 (4T25: outubro, novembro e dezembro), a Cosern registrou lucro líquido de R$ 165 milhões, valor 15% superior aos R$ 143 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior.

O resultado anual consolidado alcançou R$ 683 milhões em 2025, alta de 23% em relação aos R$ 557 milhões registrados em 2024.

A aceleração prosseguiu no primeiro trimestre de 2026 (1T26: janeiro, fevereiro e março). Entre janeiro e março deste ano, a distribuidora registrou lucro líquido de R$ 175 milhões, salto de 29% sobre os R$ 136 milhões obtidos no mesmo período de 2025.

Os números revelam uma companhia financeiramente sólida, rentável e em expansão.

Ao mesmo tempo, consumidores e investidores em geração distribuída seguem cobrando maior agilidade e previsibilidade na compensação dos créditos de energia solar acumulados.

A Neoenergia Cosern vem ampliando suas margens e registrando resultados cada vez mais robustos, enquanto inúmeros consumidores aguardam o processamento dos créditos da energia que injetaram na rede elétrica.

Quanto maior a rentabilidade de uma concessionária que opera em regime de monopólio, maior tende a ser a expectativa da sociedade por eficiência, agilidade, transparência e respeito ao consumidor.

Fonte: Relatórios de Resultados da Neoenergia Cosern 

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O que muda na sua empresa com a reforma tributária (e por que não dá para esperar). Por Pedro Henrique e Lieda Amaral.

O que muda na sua empresa com a Reforma Tributária (e por que não dá para esperar)

Se a sua empresa está no setor de serviços, esse artigo muda o seu planejamento para os próximos anos.

A Reforma Tributária é a maior mudança no sistema de impostos do Brasil nos últimos 40 anos. ICMS, ISS, PIS e COFINS serão substituídos por dois novos tributos: IBS e CBS. O objetivo é simplificar o sistema. Só que simplificação não significa redução de imposto.

Empresas de contabilidade, consultoria, advocacia, saúde e educação são as mais expostas. Hoje, muitas pagam menos de 10% de tributos sobre o faturamento. Com a reforma, essa alíquota pode chegar perto de 26% em alguns casos. Contratos precisarão ser revistos, tabelas de preço também, e em boa parte dos casos, parte desse custo vai chegar ao consumidor final.

Quem está no Simples Nacional enfrenta um problema diferente. O regime continua existindo, mas empresas optantes vão gerar menos créditos tributários para seus clientes. Isso pode tornar a contratação delas menos atraente nas relações entre empresas, especialmente com companhias maiores.

Tem ainda a discussão sobre tributação de lucros e dividendos, que pode tornar a pejotização menos vantajosa do que é hoje. Esse debate está em aberto, mas ignorá-lo é um erro de planejamento.

Empresários que esperarem as novas regras entrarem em vigor para agir vão começar atrasados. Revisar contratos, reposicionar preços e entender os impactos específicos para o seu setor já é possível agora. Quem fizer isso antes sai na frente, com menos custo e mais controle sobre a transição.

A Reforma Tributária não vai mudar só a contabilidade. Vai mudar a forma como as empresas operam, negociam e crescem no Brasil.

Pedro Henrique Júnior, sócio-fundador e diretor executivo da Audita Soluções Corporativas Lieda Amaral, consultora tributária sênior, professora de cursos de pós-graduação, sócia da BSSP Consulting e especialista em Reforma Tributária sobre Consumo, Renda e Patrimônio

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