Arquivo de Economia - Página 3 de 12 - Blog do Aragão Arquivo de Economia - Página 3 de 12 - Blog do Aragão

A- A+

Urgente. Prefeito de Caicó afirma que Neoenergia não foi autorizada a aumentar a Taxa de Iluminação Pública.

— Segundo o Prefeito de Caicó, a Neoenergia Cosern cobrou o aumento da Taxa de Iluminação Pública, sem autorização, e ainda não fez o repasse adequado ao município.

É difícil de acreditar o que está ocorrendo no RN. O Prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, durante entrevista ao programa Panorama 95 nesta terça-feira (24), tornou público que o Município não autorizou qualquer aumento na Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (COSIP) e atribuiu à concessionária de energia a responsabilidade pelas cobranças que vêm sendo questionadas pela população.

Segundo o gestor, a Prefeitura não enviou projeto à Câmara para reajuste da taxa, nem realizou qualquer intervenção para majorar valores. Ele afirmou que a situação estaria relacionada a procedimentos adotados pela Neoenergia Cosern após o aumento do ICMS estadual e, principalmente, à cobrança sobre a energia produzida por sistemas de geração solar.

De acordo com o prefeito, consumidores que produzem energia solar e antes não pagavam a taxa sobre a energia injetada na rede passaram a ser cobrados. Ele classificou a medida como “inadequada” e informou que já entrou em contato com a superintendência da concessionária para tratar do assunto.

— Cobrou e não repassou?

Dr. Tadeu também declarou que o Município não registrou aumento no repasse da COSIP. Segundo ele, a Prefeitura continua recebendo valor semelhante ao do ano anterior. O prefeito afirmou que, caso houvesse elevação proporcional à cobrança relatada por moradores, o repasse deveria ter aumentado, o que, segundo ele, não ocorreu.

O gestor disse ainda que levou o debate ao grupo da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), defendendo uma discussão conjunta entre os municípios do estado e a concessionária de energia.

A declaração foi feita após questionamentos de ouvintes sobre aumento significativo nas contas de energia, com relatos de valores que teriam dobrado ou triplicado nos últimos meses.

— Continuamos dando visibilidade ao tema que a cada dia vai acrescentando novos capítulos.

Fonte: Perfil do Jornalista Marcos Dantas.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

O efeito colateral da jornada para 5×2 é a antecipação da mão de obra 7×0. Por Aragão.

Segundo dados da consultoria Conference Board, a produtividade do trabalhador brasileiro equivale a aproximadamente 25% da produtividade do trabalhador americano — ou seja, o brasileiro produz, em uma hora de trabalho, o que um americano produz em cerca de 15 minutos. Ocupamos a 94ª posição entre cerca de 180 países no quesito produtividade.

Os países que conseguiram reduzir a jornada já tinham produtividade alta. E ainda a aumentaram. Isto é, prepararam-se para a redução da jornada sem deixar cair a produção.

Quando a jornada cai sem que a produtividade suba, o custo por hora trabalhada aumenta. E, quando o custo do trabalho sobe em um país já pouco competitivo, o mercado tende a reagir.

Enquanto o debate público ainda gira em torno da jornada, grandes empresas no mundo inteiro já estão substituindo silenciosamente tarefas humanas por inteligência artificial e automação.

Bancos fecharam milhares de agências físicas nos últimos anos porque aplicativos e algoritmos assumiram funções antes realizadas por gerentes e atendentes.

Call centers estão sendo substituídos por chatbots capazes de atender milhões de clientes simultaneamente.

Escritórios de advocacia utilizam IA para revisar contratos em minutos.

Supermercados adotam caixas de autoatendimento.

Centros logísticos operam com robôs que se movimentam 24 horas por dia.

Essas reduções são silenciosas. Não soam simpáticas. Não parecem humanas. Mas estão acontecendo — e em escala crescente.

A chegada desse exército de robôs humanoides às grandes fábricas é inevitável. Meu alerta é que reduzir a jornada em economias estruturalmente frágeis pode acelerar a substituição da mão de obra humana.

Será que essa redução da jornada visa influenciar as eleições? Seria mais fácil manipular essa massa que se tornará desempregada, eternamente dependente de mesadas do governo?

— A redução da jornada de trabalho pode ter o efeito colateral de reduzir a dignidade do brasileiro.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

Setor de energia solar confirma protesto contra a Neoenergia Cosern, amanhã, dia 06.

A mobilização do setor de energia solar no Rio Grande do Norte segue crescendo. Mesmo após a sinalização de diálogo por parte da Neoenergia Cosern, consumidores, empresários e integradores continuam relatando insatisfação com as mudanças no faturamento e na compensação de créditos de energia.

Representantes do setor afirmam que as medidas anunciadas pela Neoenergia Cosern não solucionam as principais reclamações, tampouco reparam, de forma efetiva, os prejuízos causados ao setor e à população.

Diante desse cenário, empresas, consumidores e profissionais ligados à micro e minigeração distribuída mantiveram a convocação para uma manifestação pública em frente à sede estadual da Neoenergia Cosern, em Natal.

O ato está marcado para sexta-feira, 6 de fevereiro, às 8h, na Rua Jean Mermoz, nº 150, bairro Cidade Alta, Baldo. Segundo os organizadores, a mobilização terá caráter pacífico e busca chamar atenção para as demandas do setor e dos consumidores que se sentem prejudicados.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

População reage com indignação à novas promessas da Neoenergia e protesto está mantido para sexta-feira, dia 06.

A sociedade potiguar segue indignada com os vários problemas de faturamento relacionadas as contas dos consumidores. A falta de repostas eficazes por parte da Neoenergia Cosern foram acumulando insatisfação que resultou em Notificação do Procon, Inquérito Civil no Ministério Público e agora, protesto marcado para sexta-feira, dia 06, em frente a sede da empresa na Rua Jean Mermoz, 150, Cidade Alta, Baldo.

São inúmeros comentários nas redes sociais que comprovam o nível de insatisfação da população que clama por melhorias no sistema de compensação da energia solar gerada, entre outros pleitos.

Segue a Nota da Neoenergia Cosern que gerou indignação:

——————

NOTA NEOENERGIA COSERN

Natal (RN), 03 de fevereiro de 2026

A Neoenergia Cosern informa que se reuniu nesta terça-feira (03) com a direção da Associação Potiguar de Energias Renováveis (APER) e com representantes de empresas e energia solar para esclarecer as principais dúvidas relacionadas ao faturamento dos clientes MMGD. Na ocasião, a distribuidora também apresentou um plano de ação para, entre outras iniciativas, reforçar o atendimento presencial para tirar dúvidas sobre MMGD a partir da próxima segunda-feira (09) nas Lojas de Atendimento de Natal (Rua João Pessoa, Centro), Mossoró e Caicó.

Uma nova reunião sobre o tema foi agenda para o início de março.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA NEOENERGIA COSERN

——————

Seguimos acompanhando o caso com a atenção e esperando soluções.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

É do RN. Agência Criola fica entre as 5 do Brasil com mais peças finalistas no Festival Nacional de Propaganda.

A publicidade potiguar comemora o desempenho da agência Criola. Em 2025 segue com a agência brilhando Brasil afora.
Conquistou Ouro e Prata no Festival Nacional da Propaganda, promovido pela @fenaprooficial.

Além disso, está entre as 5 do Brasil com mais peças finalistas, em 5 diferentes categorias.
OURO em OOH/Mídia Exterior
PRATA em TV/Cinema Varejo
5 Shortlist.

Parabéns para Renato Quaresma, Vinícius Cavalcanti, Gabriela Alves e todos que fazem da @criolapropaganda uma das mais criativas do Brasil.

Comentários (1)

Maria de Fátima 23 dez 2025

👏👏👏👏👏

Compartilhar artigo:
A- A+

NOTÍCIA URGENTE – APER Informa que a Neoenergia Cosern vai regularizar a compensação da energia solar. Por Aragão.

O presidente da APER (Associação Potiguar de Energia Renovável), Williman Oliveira, informou ao Blog Marcus Aragão que a Neoenergia Cosern ira regularizar o sistema de compensação de energia solar.

— As contas em aberto serão corrigidas e as pagas entrarão como crédito ao consumidor.

O avanço ocorreu após o tema ganhar grande repercussão pública.As postagens do Blog Marcus Aragão sobre a não compensação da energia solar ultrapassaram 100 mil visualizações, mobilizaram milhares de potiguares e estimularam uma enxurrada de relatos, cobranças e manifestações públicas.

O Blog Marcus Aragão agradece ao Procon Natal e a todos que engajaram com as postagens e ajudaram a dar visibilidade a essa importante questão. Continuaremos acompanhando de perto essa questão e as demais pautas quanto a cobrança de ICMS e a Taxa de Iluminação Publica.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

Sonhando com o dia que o Monopólio da Cosern termine. Por Aragão.

Quem nasce no RN não deveria ser chamado de potiguar, “comedor de camarão”.
O termo correto seria “pagador de contas caras”.
Segundo a IA Perplexity, em tupi-guarani seria algo como “Epaba-Opira” — Soa estranho, né? Mas muito mais estranho é nosso estado ter somente uma distribuidora de energia elétrica. Devemos e podemos ter duas ou três empresas privadas atuando no setor.
— O RN paga caro. E paga calado.
Meu caro Epaba-Opira, não é tão usual existir apenas uma distribuidora.
Sergipe, o menor estado do Brasil, tem duas distribuidoras.
E tem a menor tarifa do Nordeste:
R$ 0,67 na base residencial (sem impostos)
No RN, pagamos R$ 0,74 — 10,45% mais caro
E não é só Sergipe que paga menos:
•Paraná, com 5 distribuidoras, começa em R$ 0,63;
•Santa Catarina, com 26 distribuidoras, paga menos;
•Rio Grande do Sul, com 19 distribuidoras, paga menos;
•São Paulo,com 19 distribuidoras, paga menos — entre outros;
•Até a Paraíba paga menos (R$ 0,67) do que o RN (R$ 0,74)
O poder das distribuidoras é gigantesco.
Será que esse poder influencia a Aneel e a classe política?
Se chove muito, aumenta a tarifa.
Se não chove, bandeira vermelha.
Se instalamos energia solar, vem o Fio B (tarifa).
E agora, voltam a cobrar ICMS sobre a energia produzida.
Sempre existe um “motivo novo” para subir a tarifa.
Lembram quando o excesso de energia renovável foi tratado como problema?
Nosso estado tem o sol que brilha mais, tem o vento que sopra mais forte, tem um mar de ondas infinitas, tem empresas especializadas em eólica mas continuamos no escuro — na mão de uma única distribuidora de energia.
— A livre concorrência vale para todos os setores.
— Menos para a energia no RN.
Pense em qualquer setor.
Quantas empresas concorrem?
Centenas? Milhares?
Agora imagine se houvesse só uma construtora.
Uma rede de supermercados.
Uma operadora de telefonia.
Pagaríamos caro, hein?
Sem concorrência, jamais teremos uma relação minimamente equilibrada entre distribuidora e consumidor. Talvez os espanhóis não gostem dessa ideia, mas os Epaba-opira vão adorar não levar mais choques quando receberem a conta de energia.
— Quem sabe um dia o sol volte a brilhar livremente no RN.
Fonte: Aneel.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

Hoje, a Câmara dos Deputados impôs uma derrota histórica ao Planalto, retirando de pauta a MP que aumentava tributos sobre investimentos e IOF. Usando o bom senso, os parlamentares deram um freio simbólico num governo que parece ver no contribuinte uma mina inesgotável — e não um país exausto.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo:
A- A+

O Mar não está para peixe no RN. Por Aragão.

Parece história de pescador mas é verdade. Além de enfrentar as inúmeras dificuldades da nossa economia, os empresários do setor de pesca estão a ver navios na espera de uma solução por parte do governo federal. As exportações de pescado do RN para os Estados Unidos caíram 80% após a imposição da tarifa de 50% pelo governo Trump. Antes, o RN exportava cerca de 300 toneladas de atum/mês; hoje, não chega a 50. Metade da frota de pesca está parada, embora não haja demissões até o momento — apenas férias coletivas.

— Empresários se afogando nesse mar de problemas.

Segundo Arimar França Filho, presidente do Sindipesca, “um pequeno percentual, em torno de 20%, continua sendo exportado para os Estados Unidos. Do que era feito normalmente, em torno de 300 toneladas, hoje não chega a 50. Parte da taxação é absorvida pelo comprador, parte pela indústria”. Ele destaca que até agora não houve desligamentos, apenas medidas paliativas para evitar cortes de pessoal.

As exportações totais do RN para os EUA também recuaram 74% entre julho e agosto, afetando principalmente os setores de pesca e sal. No setor salineiro, que destinava quase metade da produção ao mercado americano, a preocupação é com a perda de clientes definitivos. O presidente do Siesal, Airton Torres, alerta: “Quanto custa a perda de um cliente no exterior? Uma vez perdido, será possível recuperar no futuro? Qual será o prejuízo de cada uma das partes que integram a cadeia produtiva do sal?”.

Empresários e sindicatos defendem a abertura do mercado europeu como alternativa e cobram rapidez na regulamentação do Plano Brasil Soberano, que prevê crédito e proteção ao emprego. O governo estadual ampliou incentivos via Proedi e ICMS, enquanto a Fiern atua junto ao governo federal em busca de soluções.

Apesar da crise, até agora não há cortes de pessoal confirmados, mas o setor alerta que os próximos seis meses serão decisivos.

— O presidente Lula conseguirá reverter esse tsunami?

Comentários (2)

Maria de Fátima 16 set 2025

Oremos!!!

Ana te 16 set 2025

Bora olhar emergencialmente pra China , países árabes e Europa !

Compartilhar artigo:
A- A+

Bolsa desaba com decisão de Dino que afeta sanção de Trump a Moraes.

O mercado reagiu mal à canetada do ministro Flávio Dino. O Ibovespa despencou 2,10% e o dólar subiu 0,90%, logo após a decisão do STF que blindou cidadãos e municípios brasileiros de leis e decisões estrangeiras. Em tese, é uma medida para proteger a soberania. Na prática, o recado veio no calor das sanções dos EUA contra Alexandre de Moraes — e o efeito foi explosivo.

Ambos os movimentos resultaram de desdobramentos da decisão de Dino, que definiu que cidadãos brasileiros não podem ser afetados, em território nacional, por leis e decisões estrangeiras tomadas por atos realizados no Brasil.

Resultado: enquanto o governo e o STF vendem o discurso de independência, o investidor vê insegurança jurídica, o mercado derrete e o dólar dispara. É o Brasil sendo Brasil.

Comentários (0)

Nenhum comentário recente.

Compartilhar artigo: