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Vale do Pará amplia atuação com 11 lojas e ganha espaço entre grandes redes ao apostar no conhecimento do mercado local

Disputando espaço com redes como Ferreira Costa, Leroy Merlin e Carajás Home Center, o Vale construiu outro tipo de força — a força de ser potiguar e entender o mercado local. O Vale do Pará não se limitou a atender o cliente local — decidiu entendê-lo.

Não se trata apenas de ter orgulho em ser potiguar — é mais que isso — é transformar esse pertencimento em estratégia. Utilizar o conhecimento da própria gente para oferecer produtos e serviços ajustados à realidade do consumidor local.

Essa lógica aparece em tudo: na escolha dos pontos, no mix de produtos, na organização das gôndolas, nas promoções e na comunicação — tudo com aderência ao cotidiano de quem vive aqui.

— Soube falar com o consumidor local. E principalmente, ouvir.

Enquanto muitos operam com modelos padronizados, o Vale cresceu entendendo a realidade local. Ofereceu produtos compatíveis com o que o potiguar precisa. Ajustou preço ao bolso real de quem constrói, reforma e amplia aos poucos. E, talvez mais importante, manteve um atendimento que fala a mesma língua de quem está do outro lado do balcão.

Isso não é detalhe. É estratégia.

Com quase 50 anos de presença e 11 lojas espalhadas em natal e Grande Natal, o grupo construiu escala sem perder identidade. E agora dá um passo além.

Hoje, além da força tradicional, o Vale do Pará avança também em segmentos mais exigentes, com presença relevante na venda de pisos e porcelanatos premium e atuação consolidada em marcas como Brasilit, Suvinil, Elizabeth, Eliane e Deca.

Esse case serve de inspiração para outros segmentos que concorrem com players com escala nacional.  Ouvir o consumidor e oferecer soluções personalizadas gera muito mais resultados por tocar o coração, a mente e o bolso do consumidor.

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ABIH lança narrativa padrão duas estrelas sobre a Via Costeira. Por Aragão.

Não é uma narrativa excelente, nem boa, nem ao menos mediana — é “2 estrelas”, isso se existisse um padrão de qualificação para narrativas. Realmente não se sustenta. Qualquer sopro de lucidez faz desmoronar como um castelo de areia.

É o seguinte: a ABIH tenta inverter causa e consequência quando sugere que não se construiu nos 7 terrenos, que tiveram suas concessões suspensas, devido à insegurança jurídica.

Ou seja, a ABIH sinaliza que uma causa foi a insegurança jurídica e a consequência foi a não construção. Mas isso não se sustenta, como já foi dito. Os hotéis que existem hoje foram impedidos de ser construídos? Não. Sofreram com insegurança jurídica ao ponto de não saírem do papel? Também não.

A verdade, essa sim 5 estrelas, é que a Justiça só começou a cobrar as consequências de quem recebeu a concessão e, passados anos a fio, nada construiu. A causa verdadeira foi a não construção. E a consequência lógica foram os processos judiciais pelo acordo quebrado.

— O TCE tirou a concessão de algum terreno onde foi construído hotel? Não.

— Isso encerra boa parte da discussão.

Penso que a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira deveria defender a indústria hoteleira. Defender os donos de terrenos que não construíram hotéis ao longo de 40 anos perde em substância, já que não tivemos a construção dos hotéis. Aliás, será que a ABIH sabia que, nada sendo construído, o mercado ficaria preservado para os hotéis atuais? Será que é isso?

Segundo estudo da Fecomércio, a construção de 8 hotéis em 8 terrenos da Via Costeira tem potencial para movimentar quase R$ 600 milhões por ano na economia local. Em 40 anos, isso somaria cerca de R$ 24 bilhões que deixaram de entrar em nossa economia. 7 destes terrenos tiveram sua concessão suspensa.

Espero que as próximas licitações entreguem esses terrenos a empresários que invistam em nossa cidade, que realizem construções e estimulem verdadeiramente o turismo e o desenvolvimento do RN.

— Nosso turismo merece mais. Ou será que para a ABIH o menos é mais?

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O Ministério de Minas e Energia, alheio ao que ocorre no RN, quer renovar a concessão da Neoenergia Cosern por 30 anos.

O Ministério de Minas e Energia (@minaseenergia) convocou 14 distribuidoras de energia elétrica para renovar seus contratos de concessão, garantindo a essas empresas mais 30 anos de prestação de serviços aos consumidores.

Inquéritos e investigações ocorrem simultaneamente em nosso Estado após uma avalanche de reclamações.

Possivelmente, se instalou o maior caso insatisfação popular da história potiguar. Ministério Público, Defensoria Pública, Procon e Câmara dos Vereadores investigam o caso de perto referente as inúmeras reclamações da população.

O contrato com a Neoenergia Cosern só seria renovado em 2027 mas o Ministério de Minas e Energia quer antecipar a renovação.

A medida foi oficializada por meio de despacho publicado nesta segunda-feira (6) no Diário Oficial da União. O documento também determina que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disponibilize os termos aditivos, que deverão ser assinados pelas concessionárias no prazo de até 60 dias.

Distribuidoras de energia são convocadas pelo governo para renovar concessões por mais 30 anos.

Após forte pressão popular, a situação da concessionária Enel em São Paulo segue em análise, diante de um processo que pode resultar até na perda da concessão.

— A voz do povo é a voz de Deus mas o Ministério de Minas e Energia segue surdo ao grito do potiguar.

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O BYD Mini Dolphin é o carro mais vendido no varejo do Brasil, inclusive entre os modelos a combustão.

— Os carros elétricos conquistaram o Brasil. Superado os desafios da fase inicial do lançamento, hoje, o cenário é promissor. O Mini Dolphin assume a liderança nas vendas do varejo do Brasil, entregando mais tecnologia aliada a economia no abastecimento. O desempenho é refletido também na forte procura por seminovos elétricos.

Istoé Dinheiro: A BYD teve no mês passado o melhor resultado em vendas desde que desembarcou, quatro anos atrás, no Brasil. No total, a marca chinesa vendeu 16,4 mil carros no País, o dobro do volume de março do ano passado (8 mil).

O desempenho supera os 15,7 mil carros vendidos pela BYD em dezembro, recorde anterior, e foi puxado pelo subcompacto elétrico Dolphin Mini que seguiu, em março, como o modelo mais vendido no varejo brasileiro. No primeiro trimestre, foram vendidos 37,6 mil carros da marca no Brasil, 73,7% acima do número registrado nos três primeiros meses de 2025.

Os números foram antecipados pela empresa, já que o balanço oficial só será divulgado pela Fenabrave, a associação das concessionárias, na terça-feira, com possíveis ajustes.

Depois de se tornar, em fevereiro, o primeiro carro elétrico a liderar as vendas fechadas em showroom, superando modelos movidos a gasolina ou etanol, o Dolphin Mini repetiu o feito no mês passado, com mais de 6 mil unidades vendidas no varejo.

“Nosso foco permanece na expansão da presença da BYD no País, com aumento contínuo da capacidade produtiva local e ampliação do portfólio de produtos”, comenta Tyler Li, presidente da BYD no Brasil.

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Alex Fabiano 05 abr 2026

Inacreditável como o brasileiro acredita nesta bomba quê é o carro elétrico!

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Kleber Fernandes preside investigação para apurar irregularidades da Neoenergia.

Mais uma instituição de controle entra na maior crise de insatisfação pública do Rio Grande do Norte. Depois de milhares queixas dos consumidores, a Câmara Municipal de Natal se movimenta e abre uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) que teve sua primeira reunião dia 25, quarta-feira.

“A reunião de hoje serviu para apresentar e aprovar um documento que constitui um levantamento de incongruências na Neoenergia, incluindo desincronização de dados, falta de transparência nas faturas, insegurança jurídica e hostilidade aos investimentos em energia solar. A Comissão especial de Inquérito (CEI) irá investigar a situação, ouvir consumidores, empresas e entidades, a fim de produzir um parecer consistente para a sociedade e o Ministério Público”, disse Kleber Fernandes.

O primeiro encontro da CEI trouxe um relatório preliminar para embasar o encaminhamento dos trabalhos, com dezenas de questionamentos e indícios que apontam falhas que impactam os usuários.

A CEI da Energia Solar é composta pelos vereadores Kleber Fernandes (Republicanos), Pedro Henrique (PP), Daniel Santiago (PP), Herberth Sena (PV) e Daniell Rendall (Republicanos).

— A CEI terminará em pizza? Esperamos que não.

Seguimos acompanhando esse importante tema para nossa sociedade.

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Grupo Vale do Pará se consolida como referência na venda de pisos e porcelanatos premium no RN, com mais de 500 modelos para pronta-entrega.

Revendedor das marcas Eliane e Biancogres, o Vale do Pará estrutura cada vez mais seu setor de pisos e porcelanatos, oferecendo qualidade premium e uma variedade impressionante em todos os aspectos. O home center localizado na Avenida Nevaldo Rocha concentra essa estratégia, operando como um dos principais pontos de exposição e comercialização do grupo.

Com quase 50 anos de mercado, o Vale do Pará construiu sua marca na venda de produtos acessíveis às classes de menor renda. Hoje, investimentos constantes em suas 11 lojas ampliaram sua base de clientes, alcançando também a alta renda, por meio de contratos firmados com grandes marcas como Deca, Eliene, Biancogrês, Brasilit e Suvinil.

Segundo o diretor do grupo, Jonilson Farias, “o investimento contínuo em estrutura, a aquisição em grande volume das melhores marcas e o treinamento constante de nossos colaboradores projetam a marca Vale para uma nova realidade”.

Para o gerente de marketing, Jossyel Inácio, a resposta positiva junto às classes mais altas não para de crescer. “O mercado responde bem quando entregamos preço com qualidade”, afirmou.

Em um cenário econômico desafiador, o avanço de uma empresa genuinamente potiguar, que amplia sua atuação e conquista espaço em um mercado marcado por concorrência acirrada — inclusive com grandes redes nacionais e internacionais — surge como um indicativo relevante.

É também um sinal de que escala, gestão e posicionamento ainda são determinantes na disputa por mercado.

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TCE suspende concessões na Via Costeira e renova nossa esperança em usufruir a orla. Por Aragão.

CM Empreendimentos Ltda., Costeira Palace Hotel S/A, G5 Planejamentos e Execuções Ltda., Hotel Parque das Dunas Ltda., Paulistânia Hotéis e Turismo Ltda., Zenário Costeira Ltda., Ignez Motta de Andrade e OWL Comercial Ltda. Essas são as empresas que tiveram as concessões suspensas pelo TCE, que determinou a abertura de nova licitação para redefinir o uso das áreas.

— A Via Costeira foi entregue de mão beijada. A maioria não pagou um centavo pelos terrenos.

Ela foi loteada nos anos 80 e distribuída entre empresários que nada pagaram pelos lotes. Alguns construíram hotéis com empréstimos do BDRN — nem sempre quitados. Outros nada fizeram. Isto é, a contrapartida seria apenas construir o hotel, mas nem isso aconteceu.

Os governos estaduais foram prorrogando indefinidamente os prazos e, até hoje, ficou por isso mesmo. Agora, o Tribunal de Contas do RN tenta dar um basta nisso, suspendendo sete concessões da Via Costeira.

O próprio TCE confirmou que há descumprimentos reiterados de contratos, prorrogações sucessivas sem execução e indícios de irregularidades.

— Será que o Judiciário vai derrubar essa decisão cautelar do TCE e eternizar o mar de promessas não cumpridas? Esperamos que não.

Normalizamos um enorme complexo de vira-latas com 9 quilômetros de extensão. É viralatismo quando aceitamos não usufruir de nossa própria praia — apenas os turistas podem. E olhe que eles só usam mesmo para dormir. Durante o dia, saem para conhecer as belezas do nosso litoral.

A grande verdade é que a Via Costeira nunca foi a principal razão para os turistas virem ao RN. Eles vêm pelas praias, pelos passeios, pela gastronomia. É Pipa que atrai turistas. É São Miguel do Gostoso. É Genipabu. São nossas dunas, lagoas e piscinas naturais. Uma orla decente, como a de Maceió, impulsionaria verdadeiramente nosso turismo.

— A legislação atual amputou dez praias da nossa cidade.

A escravidão já foi lei. A mulher não poder votar também. As leis devem evoluir, assim como nossa sociedade.

Levando em consideração o tamanho das praias dos Artistas e do Forte, a Via Costeira abrigaria facilmente cerca de dez praias.

— Por que a Via Costeira ainda não é nossa?

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Polícia Federal abre inquérito criminal para apurar preços abusivos de combustíveis.

Após operações de fiscalização pela ANP, Senacon e Procons, a Polícia Federal abriu um inquérito criminal para avaliar o aumento abusivo nos preços de combustíveis em postos de gasolina no Brasil.

Entre os crimes em apuração estão formação de cartel e conduta contra a economia popular. As informações também foram enviadas ao Cade. 

 O cenário ocorre em meio à alta global dos custos do petróleo e derivados devido à guerra no Oriente Médio.

Nas primeiras ações de combate a preços abusivos depois da MP do Diesel, que ampliou as competências da ANP, a agência identificou postos de combustíveis praticando margens muito elevadas, superiores a R$ 2 por litro.

As equipes da ANP realizaram fiscalizações em 42 postos de 22 cidades no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Além disso, Procons de 16 estados integram a força tarefa. Desde a semana passada, ocorreram fiscalizações em 669 postos, 64 distribuidores e uma refinaria.

“Nós começamos essa análise pelos postos, são vários processos administrativos que vão ser abertos para verificação e o nosso próximo passo é ir subindo na cadeia, ou seja, verificar o valor que foi repassado”, disse o diretor-geral da ANP, Artur Watt

“Vamos começar a solicitar informações diárias de estoques, de movimentações e dos preços dessas movimentações, para que a gente possa fazer um acompanhamento muito próximo do mercado, para que possamos coibir esses abusos”, acrescentou. 

A mensagem que o governo quer passar ao mercado é de que quer coibir o aumento do lucro na cadeia de combustíveis às custas da guerra.

“Não é possível confundir liberdade de preço com abuso e excesso. Em um momento como o que nós estamos vivendo, o planeta sofre hoje uma restrição de oferta e disponibilidade de petróleo e isso impacta diretamente a vida dos consumidores, não é possível entender que essa prática seja correta. É uma prática abusiva. A elevação de preço que não tenha lastro em custos caracteriza a abusividade”, disse o secretário nacional de Defesa do Consumidor, Ricardo Wada, na coletiva.

Os postos vão ter que exibir placas sinalizando o subsídio.

Fonte: Site Eixos

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Gigas de insatisfação. Qual a pior operadora de internet? Por Aragão.

Falta conexão com a realidade dos usuários. Quedas frequentes e redução de velocidade são sinais claros de baixa qualidade. Quem ainda não fez o download completo da insatisfação generalizada com as operadoras de internet?

— Tá sem sinal. Sem sinal de melhoria.

Reclamações se acumulam, relatos se repetem, a frustração segue sempre conectada. Não bastassem os afazeres do dia a dia, a baixa qualidade das conexões torna tudo um pouco mais difícil.

Ela impacta diretamente:

• produtividade individual

• eficiência de empresas

• qualidade de serviços

• previsibilidade de operações

Quedas constantes, instabilidade em horários críticos, suporte ineficiente. Para uma parcela crescente da população, a internet — que deveria ser infraestrutura básica — passou a operar como um serviço imprevisível.

Infelizmente, a regulação brasileira, conduzida pela Anatel, não exige que a operadora entregue 100% da velocidade contratada o tempo inteiro.

Na prática, isso significa que oscilações são admitidas — inclusive quedas relevantes em determinados momentos do dia.

Diante desse cenário, a pressão por melhoria tende a partir da própria sociedade. Do usuário que sente, todos os dias, o impacto dessa instabilidade.

— Ajude quem precisa escolher.

Qual a pior — ou a melhor — operadora na sua opinião?

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Inmetro e a ANP reprovam 100% das bombas de combustíveis fiscalizadas no RN. Por Aragão. 

O RN teve a maior taxa de reprovação na fiscalização do Inmetro realizada em parceria com a ANP no Distrito Federal e em nove estados (AC, AL, CE, MS, PB, RN, RR, SC, SP). Simplesmente 100% das bombas fiscalizadas foram reprovadas no RN — 226 bicos fiscalizados, 225 bicos reprovados. O segundo lugar em reprovação ficou com o Ceará com 43% de reprovação.

As ações realizadas, entre os dias 10 e 12 de março, em postos de combustíveis tiveram como foco a investigação de fraudes eletrônicas em bombas medidoras e na verificação do volume de combustível líquido efetivamente entregue ao consumidor.

Ao todo, nos 9 estados e Distrito Federal, foram inspecionados 3.651 bicos de abastecimento, dos quais 831 foram reprovados, o que corresponde a um índice de reprovação de 23%. O RN atingiu surpreendentes 100% de reprovação. Bem acima da média (23%).

As irregularidades mais recorrentes na fiscalização nacional foram: indícios de adulteração nas placas eletrônicas das bombas, mau estado de conservação dos equipamentos, vazamento de combustível, erros de medição em prejuízo do consumidor e lacres de segurança rompidos.

Pela ANP, a ação teve como foco fiscalizar a qualidade dos combustíveis comercializados nos postos, avaliando padrões técnicos, origem e armazenamento dos produtos.

Este blog conversou com Maxwell Flôr, presidente do Sindpostos, que afirmou que não foram encontradas fraudes: “Pelo que me foi passado foram falhas simples, problemas de conservação do equipamento que não se traduz em prejuízo no bolso do consumidor. Pelo lado positivo não tivemos nenhuma bomba com sinais de fraude, nenhuma fraude detectada.”

Fonte dos dados: GOV.br

Foto meramente ilustrativa: Gov.br

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