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Kelps quer trazer uma escola do ITA para Parnamirim

Kelps tem uma meta que é tornar Parnamirim um município voltado para oportunidades de tecnologia.

Ele já está atuando para isso. Criou o projeto do Aeroporto Digital, para transformar o antigo Augusto Severo em local de empresas e escolas de tecnologias, e agora quer acomodar na cidade uma unidade como o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) instituição pública de ensino superior ligada à Força Aérea Brasileira, especializada em engenharia e tecnologia aeroespacial. Uma entidade de altíssimo nível educacional que está se instalando no Ceará e é desejada também pela Bahia.

“Para se tornar um município tecnológico, Parnamirim precisa de espaços físicos, pessoas estudando e criando ações tecnológicas, e um mandato em Brasília lutando para viabilizar os caminhos e destravar os obstáculos que surgirem. Hoje Parnamirim já tem a maior Base Aérea da América Latina, a Grande Natal já tem pessoas ensinando e estudando tecnologia na UFRN, e, o que nos falta, é uma bancada federal com prestígio. A nossa atual bancada federal é fraca, e por isso não conseguimos grandes projetos em Brasília”.

“Se depender da gente, Parnamirim vai volta a ser o Trampolim da Vitória do Rio Grande do Norte”, diz Kelps.

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Líderes da ALRN debatem sobre criminalidade, fim da escala 6×1 e desenvolvimento

O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) se pronunciou mais uma vez, na sessão desta quarta-feira (29), sobre o apelo que a direita faz no Brasil, e ele tenta conseguir apoios no Rio Grande do Norte, para classificar como terroristas os grupos criminosos que agem no país. “Quantas pessoas estão sendo humilhadas em suas ruas por essas facções”, justificou o parlamentar, que pediu o apoio dos demais parlamentares da Casa para que assinem um documento a ser encaminhado ao presidente da República.

Já o deputado Ubaldo Fernandes (PV) discorreu sobre o fim da escala 6×1, que deverá entrar em pauta nos próximos dias na Câmara dos Deputados. Ele comentou sobre o tema, já iniciado com outras propostas que foram avançando. “É o resultado de muita luta”, afirmou Ubaldo. “Estamos vendo no Congresso a força da pressão legítima da sociedade”, disse Ubaldo, reforçando que a voz da população faz a classe política ouvir. “O fim da escala 6×1 não pode ser encarado como privilégio, é necessidade, é justiça, é futuro, e seguiremos firmes nessa luta”, entendeu Ubaldo.

Ainda no horário de lideranças, o deputado Neilton Diógenes (PP) falou sobre o ‘Destrava RN’, uma campanha do Executivo que ele vem reforçando desde 2023. Ele comentou sobre o parque de hidrogênio verde que será construído em Areia Branca como um marco para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. “Vão ser injetados para a construção 2 bilhões de euros, aproximadamente 12 bilhões de reais. O anúncio da instalação da primeira fábrica de hidrogênio verde e amônia não é apenas uma boa notícia, é, sim, um sinal claro que o nosso Estado, como sempre discutimos, tem potenciais para liderar a nova economia de energia limpa do Brasil e do mundo”, comentou o parlamentar.

“Estamos falando de inovação, de sustentabilidade, de geração de emprego e renda, mas, acima de tudo, estamos falando de oportunidades”, completou Neilton, reforçando que em seu mandato tem trazido como possibilidades reais por todos os potenciais que o Estado tem. “E é aqui que entra o papel do Estado, porque projetos como esses não podem enfrentar barreiras que atrasem ou inviabilizem esse investimento. O Rio Grande do Norte precisa decidir se quer ser protagonista ou espectador desse novo ciclo econômico”, concluiu o deputado, reiterando o pedido de apoio ao projeto, lembrando que a Assembleia já aprovou o novo marco regulatório do hidrogênio verde, o que foi fundamental para que surgisse o movimento ‘Destrava RN”, concluiu o parlamentar.

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Gustavo Carvalho aponta falhas nas cobranças de consumidores que geram energia solar

O deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) usou o horário destinado aos pronunciamentos dos líderes parlamentares na sessão ordinária desta quinta-feira (30), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, para falar da situação da cobrança das concessionárias de energia elétrica com relação ao sistema de geração de energia solar, especialmente no estado.

Ele enfatizou que os empreendedores potiguares estão investindo recursos próprios elevados em sistema de energia solar, “não apenas buscando reduzir custos, mas contribuindo ativamente para um país mais sustentável, mais moderno e menos dependente de fontes poluentes”. Mas que isso tem se tornado um problema, tendo em vista as falhas por parte das concessionárias da energia elétrica que não estão sendo devidamente fiscalizadas.

“O que deveria ser um incentivo à inovação tem se transformado em um pesadelo operacional e financeiro. Temos relatos de falhas sistêmicas graves por parte das concessionárias da energia elétrica. Tem energia efetivamente gerada que não está sendo registrada, créditos legítimos que desaparecem e compensações que deixam de ser realizadas ou ocorrem de forma parcial ou insuficiente. O resultado disso é inaceitável. Consumidores que produziram a própria energia estão sendo cobrados como se nada tivessem gerado. É um absurdo o que está acontecendo com as cobranças das concessionárias de energia elétrica em todo o Brasil”, declarou o parlamentar.

Ele acrescentou ainda que há cobranças abusivas, oscilações inexplicáveis e aplicação indevida de tarifas mínimas, mesmo quando há saldo suficiente para reduzir ou zerar os valores. “Isso é uma distorção grave do modelo de compensação energética, é fraude e o impacto é direto, desorganiza o planejamento financeiro e desestimula novos investimentos”, disse.

Gustavo Carvalho cobrou que a agência reguladora no Rio Grande do Norte enfrente o problema e que a bancada federal debata no Congresso Nacional formas de assegurar transparência nos processos de medição e faturamento, bem como, a garantia da correta compensação dos créditos de energia, a responsabilização dos concessionários por erros recorrentes e o fortalecimento dos mecanismos de fiscalização e resposta aos consumidores.

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Plataforma digital de Álvaro Dias começa a captar demandas concretas da população.

Lançado recentemente, o site do pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), já apresenta sinais de tração além do discurso. A ferramenta, concebida como canal de participação popular, começa a reunir relatos práticos de problemas enfrentados no cotidiano em diferentes regiões do estado.

As contribuições mais recentes indicam um padrão recorrente: saúde e infraestrutura aparecem como eixos centrais de insatisfação. Em Mossoró, uma usuária relata a sobrecarga no Hospital Regional Tarcísio Maia e aponta a necessidade de expansão de leitos e reforço no quadro de especialistas. No Seridó, há registros de deslocamentos prolongados — até quatro horas — em busca de atendimento em Natal, o que reforça a pressão por interiorização dos serviços de saúde.

Na área de mobilidade, surgem críticas à condição da BR-304 e de rodovias estaduais, especialmente na região de Assú, com cobrança por intervenções mais efetivas do poder público.

O conjunto dessas interações sugere que a plataforma começa a operar como algo além de um repositório institucional. Funciona, na prática, como um termômetro das demandas sociais — e, ao mesmo tempo, como instrumento de construção narrativa: transforma reclamações difusas em insumos organizados de agenda política.

Com integração a canais como WhatsApp e uma navegação simplificada, o site reduz fricções de acesso e amplia o volume potencial de participação. Nesse contexto, a estratégia digital deixa de ser apenas vitrine e passa a ocupar um papel mais ambicioso: o de intermediar a escuta — e, eventualmente, a promessa de resposta.

Acesse: https://alvaropelorn.com.br ✅

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Escala 6×1. Como vamos construir o Brasil que queremos trabalhando menos? Por Aragão.

— Pão, circo e feriados.

O Brasil se envereda no populismo, que mais parece um suborno. Sim, em ano eleitoral podemos esperar de tudo em troca de votos.

Falhamos em oferecer uma educação de qualidade, não conseguimos dar segurança à população, nossa saúde é uma temeridade, temos uma das maiores taxas de juros do planeta — 15% ao ano —, crédito caro e uma elevada carga tributária. Segundo a CNC, 80,4% das famílias relataram estar endividadas.

Nesse cenário, somente uma mente extremamente populista poderia pensar algo como: — já que falhamos miseravelmente em construir um país próspero que atendesse à população, que tal diminuirmos a escala de trabalho? É realmente bem mais fácil do que melhorar o Brasil. Basta uma PEC e vender na mídia como um avanço, uma conquista para o trabalhador.

É mais uma decisão da série: — já que não conseguimos oferecer emprego para todos, que tal bolsas assistencialistas? É só embalar como um cuidado com a população. Não sou contra o Bolsa Família. Sou muito mais a favor de programas que “ensinem a pescar, e não entreguem o peixe”.

Permitam-me fazer uma reflexão incômoda — mas honesta. O que o trabalhador brasileiro faria com um dia adicional de folga? Pesquisas do IBGE sobre uso do tempo mostram que o brasileiro não aloca tempo livre adicional em estudo, requalificação ou investimento em projeto pessoal. Aloca, majoritariamente, em consumo de entretenimento, redes sociais e — sim — gasto em álcool e lazer. O dia extra de folga, essa espécie de feriado semanal, pode se transformar em mais despesa para as famílias.

A França pode reduzir jornada porque já construiu, ao longo de décadas, a base de produtividade que sustenta a redução. O Brasil quer fazer o caminho inverso — começar pela jornada menor e esperar que a produtividade se ajuste sozinha.

— 97% das empresas do Brasil são micro ou pequenas empresas. Elas são responsáveis por 7 em cada 10 novos empregos; 6 em cada 10 micro ou pequenas empresas quebram antes de completar 5 anos.

O aperto de uma redução da escala 6×1 não será nas grandes empresas, mas nas micro e pequenas.

Esse Cavalo de Troia deve trazer embutido mais desemprego e recessão. Sufocando a micro, pequena e média empresa, sufocamos o Brasil.

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Ouvidora da ALRN participa de 1ª reunião da Rede Ouvir RN

A ouvidora da Assembleia Legislativa do RN, Elissa Galvão, participou na manhã desta sexta-feira (17), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da 1ª reunião da “Rede Ouvir RN”. O objetivo do grupo é integrar, fortalecer e realizar cooperação técnica entre as instituições dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de outras Ouvidorias Públicas parceiras.

Na abertura do encontro, a ouvidora da UFRN, Maria das Vitórias de Sá, destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento dos setores de Ouvidoria dos órgãos públicos. “Que nós possamos ampliar o acolhimento ao cidadão, por meio de melhorias em todas as Ouvidorias do Estado”, frisou.

Durante o evento, foram discutidos o regimento e o termo de adesão da Rede Ouvir RN, além da apresentação dos trabalhos das Ouvidorias de órgãos integrantes do grupo: Assembleia Legislativa do RN (AL-RN), UFRN, Tribunal de Justiça do RN (TJ-RN), TCE-RN, Ministério Público do RN (MPRN), Prefeitura e Câmara Municipal de Natal, Controladoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (Control-RN), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Controladoria-Geral da União (CGU).

De acordo com a ouvidora do Parlamento Estadual, “a integração entre as Ouvidorias públicas é fundamental para fortalecer a escuta do cidadão e tornar o Estado mais eficiente, transparente e responsivo”.

“Quando atuam de forma articulada, as Ouvidorias deixam de ser estruturas isoladas e passam a compor uma rede capaz de acompanhar, encaminhar e resolver demandas de maneira mais ágil e coordenada”, finalizou Elissa Galvão.

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Nina sai em defesa de Álvaro e aponta retenção de recursos federais como entrave a obras em Natal

 

A vereadora Nina Souza (PL), que se coloca como pré-candidata à Câmara Federal em 2026, usou uma entrevista ao canal BNews Natal, no YouTube, para sustentar a narrativa de que parte das obras iniciadas na gestão do ex-prefeito Álvaro Dias não avançou por falta de repasses federais.

Ao tratar da composição política do PL para o próximo ciclo eleitoral, Nina buscou reposicionar o legado administrativo de Álvaro, confrontando críticas recorrentes sobre obras inacabadas. Segundo ela, há uma omissão deliberada por parte de adversários ao não contextualizar a origem do problema.

“Ficam fazendo filmagem na frente das obras, dizem que elas estão inacabadas, mas não dizem que esses recursos estão sendo segurados pelo governo federal”, afirmou.

A vereadora também recorreu ao contexto da pandemia para reforçar a imagem de gestão sob pressão. Na leitura dela, o período impôs limitações adicionais, mas também evidenciou protagonismo direto do então prefeito na condução da crise sanitária.

“Álvaro enfrentou um momento muito difícil. Pegou Natal estagnada, com um Plano Diretor que afugentava o empreendedorismo daqui. Além disso, veio uma pandemia, e ele foi o grande líder nesse processo. A gente não via a governadora em campo nenhum naquela época, mas via Álvaro dentro dos hospitais, até atuando como médico”, declarou.

Ao abordar especificamente as obras não concluídas, Nina voltou a atribuir o problema à dependência de recursos externos — especialmente verbas federais e emendas parlamentares que, segundo ela, não teriam sido liberadas.

Nesse ponto, ela citou a estratégia adotada pela atual gestão municipal como uma espécie de solução emergencial para destravar intervenções paralisadas.

“O prefeito Paulinho conseguiu financiamento, vai terminar essas obras com dinheiro de refinanciamento. Olha só o que é represar esses recursos”, disse.

Na avaliação política, Nina argumenta que Álvaro Dias reúne atributos administrativos e experiência acumulada para disputar o Governo do Estado, ressaltando sua trajetória em diferentes cargos eletivos.

“Ele tem essa força de trabalho, essa capacidade. Chegar a ser eleito governador é uma coisa muito importante”, afirmou.

Por fim, a vereadora amplia o raciocínio para além da disputa local e defende uma lógica de alinhamento político como condição prática de governabilidade.

“A situação do Estado é tão ruim que esse voto precisa ser casado. O governador só vai ter condição de poder atingir alguma coisa se tiver apoio do governo federal e da sua bancada”, concluiu.

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Cristiane Dantas apresenta novos projetos de lei voltados à saúde

A deputada estadual Cristiane Dantas (PSDB) apresentou nesta semana quatro novos projetos de lei para tramitar na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, todos voltados à saúde, de forma segmentada. As matérias passarão inicialmente pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça.

O primeiro deles é voltado à promoção da saúde auditiva dos profissionais da segurança pública. De acordo com a matéria, PL nº 152/2026, a finalidade é prevenir danos e perdas auditivas, preservar a saúde ocupacional e melhorar a qualidade de vida dos agentes de segurança, para isso prevê que seja incentivada a realização de avaliações auditivas e exames audiométricos periódicos, integrados aos calendários de saúde ocupacional de cada corporação, onde a rede pública de saúde possa garantir o acesso ao diagnóstico especializado e reabilitação quando necessário.

“A natureza da atividade policial e de salvamento expõe esses profissionais, diariamente, a níveis de ruído extremamente elevados e críticos. Então nosso intuito é o de proteger, não apenas, a saúde física do servidor, mas também garantir a eficiência do serviço público. Um profissional de segurança com audição comprometida pode ter sua percepção de campo reduzida, colocar em risco a própria vida e a de terceiros em operações táticas”, justifica a autora.

Na segunda matéria, a deputada Cristiane pretende instituir a Política Estadual de Prescrição Médica Inclusiva, para facilitar a compreensão adequada dos receituários médicos por pacientes com dificuldades de leitura ou interpretação, especialmente pessoas analfabetas, semianalfabetas, idosas ou com limitações cognitivas. Segundo prevê o PL nº 153/2026, a iniciativa pretende que os profissionais médicos adotem recursos visuais complementares nas prescrições médicas, tais como símbolos, ícones ou desenhos.

Na terceira proposição, o projeto de lei nº 174/2026, quer instituir a Política Estadual de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus Tipo 1 no Estado do Rio Grande do Norte e garante o acesso a tecnologias de monitoramento glicêmico contínuo.

O projeto determina o acesso a insumos modernos, incluindo insulinas análogas de ação ultrarrápida e prolongada; além da garantia de acesso a sistemas de monitoramento contínuo de glicose (sensores), conforme indicação do médico assistente, priorizando crianças e adolescentes com hipoglicemias inadvertidas ou descontrole glicêmico severo.

Já a quarta matéria, PL nº 176/2026, institui a Política Estadual de Proteção e Segurança dos Profissionais de Saúde no exercício de suas funções e estabelece diretrizes para a prevenção de atos de violência nas unidades de saúde do Estado. Segundo a matéria, as unidades de saúde deverão manter vigilância presencial e contínua e até videomonitoramento.

“É direito fundamental do profissional de saúde exercer sua atividade em
ambiente que assegure sua integridade física e mental, sendo dever dos gestores a adoção de protocolos de segurança ativa e preventiva”, ressalta a deputada.

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Se houver união, os três podem ganhar. Por Aragão.

A pesquisa realizada pelo instituto Data Census, em parceria com o site RN News, mostra a disputa para o Senado Federal considerando o 1° + 2° voto consolidado. O senador Styvenson Valentim lidera com 36,1%, seguido pela senadora Zenaide Maia, com 31,5%. Em seguida aparecem Samanda Alves, com 8,5%; Rafael Motta, com 7,6%; Coronel Hélio, com 7,4%; Jean Paul, com 5,1%; Sandro Pimentel, com 2,8%; e Babá Pereira, com 1,1%.

Hoje, o que se vê é um sistema com dois nomes fortes e um conjunto fragmentado, o que torna muito difícil mudar essa lógica. Sem um fator de ruptura, o resultado tende a permanecer. — É aí que Flávio Rocha pode mudar o jogo.

Ao contrário de candidaturas tradicionais, Flávio Rocha não operaria apenas dentro de um nicho ideológico. Seu perfil empresarial, discurso liberal e trânsito em diferentes segmentos sociais tornam possível atrair votos além da direita. Trata-se de redistribuir votos — especialmente no eleitorado que hoje orbita mais próximo de Zenaide Maia do que de Styvenson. Somando esses votos aos de Coronel Hélio, que poderia ser seu suplente, tornaria possível a eleição de Styvenson e Flávio Rocha.

Coronel Hélio seria suplente de Flávio Rocha, que poderia ir para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio — abrindo caminho para a chegada de Hélio ao Senado.

Coronel Hélio é um grande nome da direita e pode ser o fator decisivo para tornar essa estratégia realidade. Como mostram as pesquisas, sem essa composição, a tendência natural será a eleição de Styvenson e Zenaide.

A entrada de Flávio Rocha no Senado e, posteriormente, em uma função relevante no governo federal, poderia ser positiva para o Rio Grande do Norte e para o Brasil.

As próximas eleições não serão fáceis, e será o espírito agregador, unindo os melhores quadros, que permitirá melhorar a representatividade no Congresso. A união é sempre a melhor estratégia.

Sobre a pesquisa mencionada no primeiro parágrafo: O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 71 municípios do estado, entre os dias 18 e 20 de abril. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número RN-05562/2026.

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Flávio Bolsonaro grava inserção com Álvaro Dias e reforça discurso de segurança e combate à violência no RN

O senador Flávio Bolsonaro gravou uma inserção do PL ao lado do ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, e do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, reforçando o alinhamento político do grupo e o foco no combate à violência no Rio Grande do Norte.

No vídeo, Flávio faz críticas à situação atual do estado governador pelo PT e convoca os aliados para apresentar uma alternativa ao cenário que classifica como preocupante.

“O estado do Rio Grande do Norte não pode mais continuar sofrendo com tanta incompetência e com tanta violência”, afirma o senador.

Durante a inserção, Álvaro Dias e Coronel Hélio aparecem ao lado de Flávio Bolsonaro, simbolizando a união do grupo político. O discurso destaca o avanço da criminalidade e a necessidade de ações mais firmes na área de segurança.

“A criminalidade, a marginalidade lá no nosso estado aumentou muito. E nós temos que acabar com isso e devolver a tranquilidade para o nosso estado”, reforça Álvaro.

A peça incorpora uma das principais bandeiras do PL na área: o enfrentamento direto às organizações criminosas, tratadas por Flávio Bolsonaro como grupos com atuação semelhante à de terroristas. A defesa é por ações mais duras do Estado, com fortalecimento das forças de segurança, endurecimento das leis e combate estruturado às facções.

A inserção reforça o posicionamento do campo conservador nacional, defendendo um “novo caminho” para combater a violência e ampliar a segurança da população.

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