Arquivo de Economia - Blog do Aragão Arquivo de Economia - Blog do Aragão

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É do RN. Agência Criola fica entre as 5 do Brasil com mais peças finalistas no Festival Nacional de Propaganda.

A publicidade potiguar comemora o desempenho da agência Criola. Em 2025 segue com a agência brilhando Brasil afora.
Conquistou Ouro e Prata no Festival Nacional da Propaganda, promovido pela @fenaprooficial.

Além disso, está entre as 5 do Brasil com mais peças finalistas, em 5 diferentes categorias.
OURO em OOH/Mídia Exterior
PRATA em TV/Cinema Varejo
5 Shortlist.

Parabéns para Renato Quaresma, Vinícius Cavalcanti, Gabriela Alves e todos que fazem da @criolapropaganda uma das mais criativas do Brasil.

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Maria de Fátima 23 dez 2025

👏👏👏👏👏

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NOTÍCIA URGENTE – APER Informa que a Neoenergia Cosern vai regularizar a compensação da energia solar. Por Aragão.

O presidente da APER (Associação Potiguar de Energia Renovável), Williman Oliveira, informou ao Blog Marcus Aragão que a Neoenergia Cosern ira regularizar o sistema de compensação de energia solar.

— As contas em aberto serão corrigidas e as pagas entrarão como crédito ao consumidor.

O avanço ocorreu após o tema ganhar grande repercussão pública.As postagens do Blog Marcus Aragão sobre a não compensação da energia solar ultrapassaram 100 mil visualizações, mobilizaram milhares de potiguares e estimularam uma enxurrada de relatos, cobranças e manifestações públicas.

O Blog Marcus Aragão agradece ao Procon Natal e a todos que engajaram com as postagens e ajudaram a dar visibilidade a essa importante questão. Continuaremos acompanhando de perto essa questão e as demais pautas quanto a cobrança de ICMS e a Taxa de Iluminação Publica.

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Sonhando com o dia que o Monopólio da Cosern termine. Por Aragão.

Quem nasce no RN não deveria ser chamado de potiguar, “comedor de camarão”.
O termo correto seria “pagador de contas caras”.
Segundo a IA Perplexity, em tupi-guarani seria algo como “Epaba-Opira” — Soa estranho, né? Mas muito mais estranho é nosso estado ter somente uma distribuidora de energia elétrica. Devemos e podemos ter duas ou três empresas privadas atuando no setor.
— O RN paga caro. E paga calado.
Meu caro Epaba-Opira, não é tão usual existir apenas uma distribuidora.
Sergipe, o menor estado do Brasil, tem duas distribuidoras.
E tem a menor tarifa do Nordeste:
R$ 0,67 na base residencial (sem impostos)
No RN, pagamos R$ 0,74 — 10,45% mais caro
E não é só Sergipe que paga menos:
•Paraná, com 5 distribuidoras, começa em R$ 0,63;
•Santa Catarina, com 26 distribuidoras, paga menos;
•Rio Grande do Sul, com 19 distribuidoras, paga menos;
•São Paulo,com 19 distribuidoras, paga menos — entre outros;
•Até a Paraíba paga menos (R$ 0,67) do que o RN (R$ 0,74)
O poder das distribuidoras é gigantesco.
Será que esse poder influencia a Aneel e a classe política?
Se chove muito, aumenta a tarifa.
Se não chove, bandeira vermelha.
Se instalamos energia solar, vem o Fio B (tarifa).
E agora, voltam a cobrar ICMS sobre a energia produzida.
Sempre existe um “motivo novo” para subir a tarifa.
Lembram quando o excesso de energia renovável foi tratado como problema?
Nosso estado tem o sol que brilha mais, tem o vento que sopra mais forte, tem um mar de ondas infinitas, tem empresas especializadas em eólica mas continuamos no escuro — na mão de uma única distribuidora de energia.
— A livre concorrência vale para todos os setores.
— Menos para a energia no RN.
Pense em qualquer setor.
Quantas empresas concorrem?
Centenas? Milhares?
Agora imagine se houvesse só uma construtora.
Uma rede de supermercados.
Uma operadora de telefonia.
Pagaríamos caro, hein?
Sem concorrência, jamais teremos uma relação minimamente equilibrada entre distribuidora e consumidor. Talvez os espanhóis não gostem dessa ideia, mas os Epaba-opira vão adorar não levar mais choques quando receberem a conta de energia.
— Quem sabe um dia o sol volte a brilhar livremente no RN.
Fonte: Aneel.

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Hoje, a Câmara dos Deputados impôs uma derrota histórica ao Planalto, retirando de pauta a MP que aumentava tributos sobre investimentos e IOF. Usando o bom senso, os parlamentares deram um freio simbólico num governo que parece ver no contribuinte uma mina inesgotável — e não um país exausto.

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O Mar não está para peixe no RN. Por Aragão.

Parece história de pescador mas é verdade. Além de enfrentar as inúmeras dificuldades da nossa economia, os empresários do setor de pesca estão a ver navios na espera de uma solução por parte do governo federal. As exportações de pescado do RN para os Estados Unidos caíram 80% após a imposição da tarifa de 50% pelo governo Trump. Antes, o RN exportava cerca de 300 toneladas de atum/mês; hoje, não chega a 50. Metade da frota de pesca está parada, embora não haja demissões até o momento — apenas férias coletivas.

— Empresários se afogando nesse mar de problemas.

Segundo Arimar França Filho, presidente do Sindipesca, “um pequeno percentual, em torno de 20%, continua sendo exportado para os Estados Unidos. Do que era feito normalmente, em torno de 300 toneladas, hoje não chega a 50. Parte da taxação é absorvida pelo comprador, parte pela indústria”. Ele destaca que até agora não houve desligamentos, apenas medidas paliativas para evitar cortes de pessoal.

As exportações totais do RN para os EUA também recuaram 74% entre julho e agosto, afetando principalmente os setores de pesca e sal. No setor salineiro, que destinava quase metade da produção ao mercado americano, a preocupação é com a perda de clientes definitivos. O presidente do Siesal, Airton Torres, alerta: “Quanto custa a perda de um cliente no exterior? Uma vez perdido, será possível recuperar no futuro? Qual será o prejuízo de cada uma das partes que integram a cadeia produtiva do sal?”.

Empresários e sindicatos defendem a abertura do mercado europeu como alternativa e cobram rapidez na regulamentação do Plano Brasil Soberano, que prevê crédito e proteção ao emprego. O governo estadual ampliou incentivos via Proedi e ICMS, enquanto a Fiern atua junto ao governo federal em busca de soluções.

Apesar da crise, até agora não há cortes de pessoal confirmados, mas o setor alerta que os próximos seis meses serão decisivos.

— O presidente Lula conseguirá reverter esse tsunami?

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Maria de Fátima 16 set 2025

Oremos!!!

Ana te 16 set 2025

Bora olhar emergencialmente pra China , países árabes e Europa !

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Bolsa desaba com decisão de Dino que afeta sanção de Trump a Moraes.

O mercado reagiu mal à canetada do ministro Flávio Dino. O Ibovespa despencou 2,10% e o dólar subiu 0,90%, logo após a decisão do STF que blindou cidadãos e municípios brasileiros de leis e decisões estrangeiras. Em tese, é uma medida para proteger a soberania. Na prática, o recado veio no calor das sanções dos EUA contra Alexandre de Moraes — e o efeito foi explosivo.

Ambos os movimentos resultaram de desdobramentos da decisão de Dino, que definiu que cidadãos brasileiros não podem ser afetados, em território nacional, por leis e decisões estrangeiras tomadas por atos realizados no Brasil.

Resultado: enquanto o governo e o STF vendem o discurso de independência, o investidor vê insegurança jurídica, o mercado derrete e o dólar dispara. É o Brasil sendo Brasil.

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Natal fecha maio liderando geração de empregos no RN pelo 4° mês seguido.

Natal segue firme na geração de empregos formais e acaba de fechar o mês de maio com mais um resultado positivo no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados): foram 510 novas vagas com carteira assinada no período, resultado de 10.877 admissões e 10.367 desligamentos no período.

O dado consolida o quarto mês consecutivo em que Natal registra saldo positivo no emprego, confirmando a boa fase da cidade no mercado de trabalho. No acumulado de 2025, já são 4.188 postos de trabalho criados – número que coloca a capital em 1º lugar entre os municípios do Rio Grande do Norte na geração de empregos neste ano.

Hoje, Natal tem um estoque de 237.669 empregos formais, o que mostra a força da economia da capital e o impacto direto de ações que vêm sendo adotadas pela Prefeitura para estimular o desenvolvimento local.

Para o prefeito Paulinho Freire, o resultado mais recente do Caged é reflexo de uma gestão que aposta no empreendedorismo, na qualificação e no incentivo aos negócios. “Estamos trabalhando com foco em destravar a economia da cidade. Facilitamos a abertura de empresas, fortalecemos programas como o Qualifica Natal e estamos de portas abertas para parcerias com o setor produtivo. Esses números mostram que Natal está crescendo e criando oportunidades reais para quem vive aqui”, destaca o prefeito.

Com o ritmo demonstrado neste ano, Natal vai se firmando como um dos motores do emprego no estado e reforçando o seu papel de destaque no cenário econômico do Rio Grande do Norte.

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APER participa de missão internacional e visita maior usina solar do mundo

A Associação Potiguar de Energias Renováveis (APER) integrou a Missão Sebrae SNEC 2025, uma jornada estratégica realizada de 7 a 18 de junho, com destino à China e aos Emirados Árabes Unidos. A comitiva participou da maior feira mundial do setor, em Xangai, e encerrou a missão com visitas técnicas em Dubai, incluindo a maior usina solar do planeta.

Representaram a APER o presidente Williman Oliveira, o vice-presidente Kaio César Medeiros e o diretor de Relações Institucionais, Cássio Maia. Também compuseram a delegação o superintendente do Sebrae/RN, Zeca Melo, a consultora Lorena Roosevelt e Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Em Dubai, a agenda incluiu três visitas técnicas voltadas para soluções sustentáveis e inovação. “Conhecemos uma grande usina solar, o Museu do Futuro e uma estrutura altamente eficiente em um dos maiores shoppings do mundo”, destacou Williman Oliveira.

O ponto alto da missão foi a visita ao Centro de Inovação da DEWA, situado no maior parque solar do mundo, com impressionantes 3,2 gigawatts de potência instalada. “Esse parque já supre 23% da demanda energética de Dubai, e a meta é alcançar 100% de fontes renováveis até 2050. Uma experiência única e inspiradora”, ressaltou o presidente da APER.

A participação da APER reforça o compromisso da associação com a busca por soluções sustentáveis e com a adoção das melhores práticas globais para impulsionar o setor de energias renováveis no Rio Grande do Norte.

Foto: Divulgação

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Maria de Fátima 25 jun 2025

👏👏👏👏👏👏👏

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Descontrole total. A partir de 1º de Julho o Governo federal suspende a fiscalização dos combustíveis.

As políticas públicas ficam falhando a todo instante, engasgando e morrendo sem avisar. Desta vez foi a ANP — Agência Nacional do Petróleo — que vai suspender por 30 dias o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis. Na prática, isso significa o seguinte: se o combustível estiver adulterado, você vai descobrir sozinho — quando estiver levando seu carro para oficina.

— Seu carro vai tremer com essa notícia.

O PMQC, que deveria ser a linha de frente contra fraudes em gasolina, etanol e diesel, será paralisado.
A ANP alega falta de recursos: Segundo agência, autorização para despesas discricionárias caiu de R$ 749 milhões em 2013 para R$ 134 milhões em 2024 (-82%).

Enquanto os cortes se impõem sobre a fiscalização, os postos continuam funcionando normalmente.
Mas agora, com menos vigilância, menos fiscalização e mais liberdade para quem quer lucrar adulterando.

E o consumidor?
Fica no escuro.
Sem saber se está pagando por gasolina pura ou por um coquetel de solvente, álcool e ilusão.

É como se o governo federal dissesse, na prática:

“Não temos como garantir que o combustível que você usa é confiável. Boa sorte.”

Não é um problema técnico. É uma escolha política.
Se há dinheiro para fundo eleitoral, perdão de dívidas bilionárias e shows patrocinados com verba pública, também deveria haver para garantir que o que sai da bomba não sabote o carro, o bolso e a vida do cidadão.

O silêncio é combustível para a fraude.
E se ninguém fiscaliza, então é hora de o povo começar a fiscalizar o governo.

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Taxa selic: 15% ao ano. — Quando o remédio vira veneno. Por Aragão.

A nova alta da Selic para 15% consagra uma contradição brasileira: enquanto a economia real engasga com juros sufocantes, o sistema financeiro respira aliviado. O que deveria ser um remédio amargo contra a inflação começa a se parecer mais com um veneno para o crescimento — e, curiosamente, com uma vitamina para os bancos.

Não se trata de teoria da conspiração, mas de matemática elementar: juros altos reduzem o consumo, encarecem o crédito, travam o investimento, estimulam o rentismo — e ao mesmo tempo aumentam os ganhos do setor financeiro com aplicações seguras e spreads mais largos. O Banco Central se diz técnico, mas sua política vem produzindo consequências que agradam aos mesmos de sempre — os banqueiros.

Não é fácil para o Brasil com o presidente gastando demais, sem controle fiscal; o congresso com R$ 53 bilhões em emendas e uma economia enfrentando impostos novos a cada dia.

É legítimo que o Copom esteja preocupado com a inflação e com o risco de desancoragem das expectativas. Mas também é legítimo perguntar: a quem interessa uma Selic persistentemente elevada demais — já é a 2a maior do planeta — em uma economia que já dá sinais claros de desaceleração?

A cada reunião, o discurso é o mesmo: cautela, vigilância, compromisso com a estabilidade. Mas do outro lado da taxa de juros, há milhões de brasileiros pagando caro por essa ortodoxia, e um punhado de instituições celebrando lucros recordes.

Na dose certa, juros combatem a inflação. Mas em excesso, intoxicam a atividade econômica. E, como bem sabe o mercado, remédio demais pode ser veneno — menos para os bancos, que seguem convertendo essa rigidez em dividendos.

Foto: Edilson Rodrigues

Comentários (4)

tiago 20 jun 2025

vai ter artigo sobre a votação da da direita para manter a alta na conta de energia?

Flávio 19 jun 2025

Os bancos nunca perdem, direita ou esquerda no poder, economia estagnada ou aquecida os lucros são sempre a estratosféricos

Maria de Fátima 19 jun 2025

Só vdd!

Romulo Leite 19 jun 2025

Não por acaso, “menos para os bancos”, já que possuem a tutela do “roteiro”… obviamente. NADA é por acaso!

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