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Kimura, academia de Jiu-Jitsu do RN, inaugura filial no Arizona (EUA)

 

O Jiu-Jitsu vive um ciclo de expansão consistente nos Estados Unidos. O Campeonato Mundial de 2024 reuniu cerca de 9 mil atletas. Em 2025, o número saltou para aproximadamente 12 mil inscritos — um crescimento que revela não apenas popularidade, mas consolidação estrutural da modalidade. Personalidades como Gisele Bündchen, Ivanka Trump e Joe Rogan ajudam a ampliar a visibilidade da arte suave no ambiente cultural americano.

É nesse contexto que a Kimura, fundada há 33 anos, dá um novo passo estratégico. Sob a liderança de Jair Lourenço, a equipe acumulou conquistas expressivas no MMA e no Jiu-Jitsu, formando atletas campeões mundiais e donos de cinturões no Ultimate Fighting Championship (UFC) e no Bellator MMA. Agora, inaugura sua filial no Arizona, ampliando presença no principal mercado consumidor do mundo.

A Kimura tornou-se um case de expansão orgânica. Presente nos cinco continentes, mantém uma diretriz clara: novas unidades são abertas por alunos formados na própria equipe. O modelo preserva método, disciplina e identidade — evitando a diluição que costuma acompanhar o crescimento.

A abertura no Arizona não é apenas mais uma filial. É a consolidação de uma marca construída a partir do Rio Grande do Norte para o mundo, sustentada por formação técnica, cultura interna sólida e visão de longo prazo.

Orgulho do RN.

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Disposição olímpica: Atletas acabam estoque de 10 mil camisinhas em três dias.

Saiu no Correio Brasiliense: Distribuição gratuita na Vila Olímpica se esgota rapidamente e organização promete reposição após reclamações de atletas

O estoque de preservativos disponibilizados aos atletas participantes dos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão-Cortina acabou antes do previsto e virou assunto entre competidores e equipes. A Vila Olímpica montada na região do norte da Itália recebeu cerca de 10 mil camisinhas gratuitas, mas a quantidade foi insuficiente para atender a demanda dos participantes.

Segundo relatos de atletas à imprensa italiana, os preservativos desapareceram em apenas três dias. Um competidor ouvido de forma anônima pela imprensa local afirmou que houve promessa de reposição, mas sem prazo definido. “Disseram que mais unidades seriam entregues, mas ninguém sabe quando isso vai acontecer”, relatou.

A situação também ganhou visibilidade nas redes sociais. A patinadora artística espanhola Olivia Smart, que vem mostrando bastidores dos Jogos em seu perfil, publicou vídeos apontando o rápido desaparecimento dos preservativos nos pontos de distribuição da Vila Olímpica.

A oferta de camisinhas gratuitas faz parte de uma prática já estabilizada no ambiente olímpico, tanto nos Jogos de Verão quanto nos de Inverno desde 1988. As vilas que abrigam atletas de diferentes países são conhecidas historicamente por  uma forte convivência social e encontros fora das competições, o que levou os organizadores a adotarem políticas de prevenção há décadas.

A diferença de escala, no entanto, chamou atenção. Nos Jogos Olímpicos de Verão de Paris 2024, foram distribuídas cerca de 200 mil unidades. Em Milão-Cortina, o número foi bem menor, mesmo com a presença de quase 3 mil atletas de 92 países na competição de inverno.

Apesar do público reduzido em relação aos Jogos de Verão, a procura foi maior do que o esperado. A situação gerou comentários entre delegações e levantou questionamentos sobre o planejamento da organização para atender às demandas básicas de saúde e prevenção dentro da Vila Olímpica.

Até o momento, os organizadores não divulgaram oficialmente quando o novo lote de preservativos será entregue, mas atletas seguem relatando a falta do material nos espaços comuns da acomodação olímpica.

Fonte: Correio Brasiliense.

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João Fonseca. Porque o Brasil precisa de novos ídolos. Por Aragão.

O Brasil vive uma crise de ídolos.
Nossos principais jogadores de futebol já não representam o país real — parecem viver num universo paralelo, marcado por ostentação, polêmicas e uma cultura de excessos que esvazia o significado da palavra “exemplo”. Entre o visual marginal, relacionamentos conturbados, carros de luxo e declarações vazias, nossos ídolos do futebol chutam para longe a vida regrada.

Num país tão carente de referências, qualquer lampejo de autenticidade parece uma luz no fim do túnel. E é exatamente nesse cenário que surge João Fonseca — um jovem de 19 anos que devolve ao esporte algo que há tempos parecia perdido: a pureza do mérito e da paixão pelo que faz.

Neste fim de semana, Fonseca venceu o torneio ATP 500 de Basileia, o mais importante título de um brasileiro desde Gustavo Kuerten. E, de repente, o Brasil voltou a olhar para o tênis — não por glamour, mas por genuína admiração.

— O Guga 3.0?

A comparação é inevitável. Guga foi o sorriso despretensioso que encantou Paris em 1997, quando derrubou gigantes e conquistou Roland Garros com a leveza de quem jogava por alegria, não por obrigação.
João, por sua vez, traz outro tipo de encanto: o da energia bruta, da confiança de uma nova geração que não pede licença para sonhar. Onde Guga flutuava no saibro, Fonseca explode nas quadras rápidas.

É claro que ainda é cedo para coroações. Um título ATP 500 é um feito extraordinário, mas o tênis é um esporte de constância, não de lampejos. O desafio de João começa agora: manter-se competitivo, suportar a pressão e transformar a promessa em legado.

Mas há algo que já o diferencia: a simplicidade em tempos de espetáculo.
Enquanto tantos atletas parecem disputar seguidores em vez de conquistas, João se destaca por deixar que sua raquete fale por ele.

O Brasil não precisa apenas de campeões.
Precisa de ídolos que nos devolvam orgulho e pertencimento.

João Fonseca pode não ser o novo Guga — e talvez nem deva ser.
Talvez ele seja o primeiro João Fonseca, o símbolo de uma nova geração de ídolos que ainda possam ser admirados dentro e fora das quadras.

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Maria de Fátima 27 out 2025

👏👏👏👏👏perfeito!

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Natal sediará os Jogos Universitários Brasileiros — Jubs 2025.

É oficial: Natal será a cidade-sede dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) em 2025. O anúncio foi feito pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), em reunião com representantes da Federação Norte-rio-grandense do Desporto Universitário (FNDU), realizada em 18 de junho.

O evento, o maior do esporte universitário da América Latina, acontecerá entre os dias 5 e 19 de outubro e deve reunir mais de 6.500 atletas de todo o país.

O esporte sempre traz bons resultados — desta vez, para o turismo, a economia local e a imagem da cidade.

Foto: Internet

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Orgulho potiguar: Gabriela Cunha é premiada como melhor ginasta do RN e 4a melhor do Brasil.

A ginasta Gabriela Cunha acaba de ser reconhecida como a Melhor Atleta de Ginástica Rítmica do Rio Grande do Norte em 2024, em premiação entregue pela presidente da Federação de Ginástica do RN, Jodia Melo.

Aos poucos, Gabriela vem se consolidando como um dos principais nomes da nova geração da ginástica rítmica nacional — e os resultados falam por si:

Campeã Estadual Absoluta

4ª melhor ginasta do Brasil na categoria Juvenil

Vice-campeã no Torneio Agin Cup, em Portugal

Vice-campeã por equipe no Pan-Americano

Campeã Sul-Americana por equipe

Uma sequência de conquistas que não nasceu do acaso, mas da soma entre talento, disciplina e um time técnico comprometido, formado pelas treinadoras da AGINAT até 2024 e, em 2025, Gabriela Cunha começou a treinar com a ACT Enlace.

Mesmo em recuperação de cirurgia, Gabriela já volta o olhar para os campeonatos nacionais e internacionais do segundo semestre de 2025.

O esporte vive um momento de expansão — com mais visibilidade, mais atletas de alto nível e maior apoio institucional. Gabriela é, hoje, um dos nomes que melhor representam essa nova fase da ginástica rítmica potiguar.

Ela representa o RN com leveza nos movimentos — e força no propósito.

Que venham os próximos pódios. Gabriela Cunha já mostrou que sabe como chegar lá. Quando o esporte recebe incentivos, o resultado sempre aparece.

Foto: Bravafotos

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Flávio 04 jun 2025

👏👏👏👏👏👏

Maria de Fátima 04 jun 2025

👏👏👏👏👏👏👏👏

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Camisa da seleção vermelha? Mais uma bola fora da CBF. Por Aragão.

Não bastasse os escândalos recentes de corrupção na CBF, já entra em campo mais um absurdo: A camisa da seleção vermelha. — Mais um gol contra!

A Seleção Brasileira é mais do que um time de futebol. Ela é a expressão viva de um país inteiro, carregando nas costas a bandeira, o hino e a história de um povo.
Nos últimos dias, surgiram notícias de que a camisa 2 do Brasil para a Copa do Mundo de 2026 seria vermelha — abandonando, pela primeira vez desde 1958, o tradicional azul.

O uniforme, segundo vazamento do site especializado Footy Headlines, seria fabricado pela marca Jordan, da Nike.

O estatuto da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em seu capítulo III, artigo 13, inciso III, é claro: os uniformes da Seleção devem obedecer às cores existentes na bandeira da entidade — azul, amarelo, verde e branco —, salvo em casos comemorativos e mediante aprovação da diretoria.
Ou seja: o vermelho — cor ausente tanto na bandeira da CBF quanto na do Brasil — não faz parte da nossa tradição oficial, salvo por exceções muito específicas.

É importante dizer: o problema não é a cor vermelha em si. O vermelho é usado, comercialmente, por empresas como McDonald’s, Santander, Coca-Cola, Bradesco, Claro — e até por este blog — sem qualquer conotação ideológica. Até porque seria um absurdo todas as empresas serem apenas amarelo, azul e verde.

A cor, isoladamente, não pertence a uma ideologia. Mas quando falamos da Seleção Brasileira, a situação muda de figura. Ela é a pátria de chuteiras.
Aqui, a camisa não é apenas uma peça de marketing. Ela é um símbolo nacional. Representa o país em campo, sob o olhar do mundo inteiro.

A Seleção não é uma empresa privada. Não pertence à Nike, à Jordan, nem a qualquer gestão temporária da CBF. — Ela pertence ao povo brasileiro.
Permitir que o uniforme oficial adote cores alheias às nossas tradições nacionais, abre espaço para distorções, ressentimentos e divisões.

E a última coisa que o Brasil precisa é transformar até mesmo o futebol em mais um campo de batalha ideológica.

Comentários (7)

Albanisa 29 abr 2025

Eita! Que ideia estapafúrdia é essa? A primeira preocupação era formar uma verdadeira seleção brasileira que faz tempo que não a temos. Aí vem com um absurdo desse nos agredindo com uma mudança sem futuro como essa.

Leila Juliana de Araújo 28 abr 2025

Meu Deus, onde estão com a cabeça, prá inventar tal cor? Onde está nosso patriotismo?

de Fátima veras 28 abr 2025

Sem palavras! Indignada!!!

Claudia 28 abr 2025

Excelente artigo. Quem já viu essa camisa vermelha ? Ridículo

AGOSTINHO 28 abr 2025

Aragão, nosso país perdeu sua identidade há tempos… nao os times , digo todos, ou melhor, as modalidades esportivas ja nao mais empolga a maioria dos brasileiros, decepcionados pelos acontecimentos dos últimos tempos, por pessoas que, infelizmente, tentam mudar toda um vida nacional de padrões e valores. Esse Brasil está sem representatividade, para a maioria do seu povo. Triste demais isso tudo. País da palhaçada.

Alex 28 abr 2025

Infelizmente querem o caos!

Camila 28 abr 2025

CHOCADA E DECEPCIONADA! Sério, acabou aquela paixão de assistir os jogos da copa, de parar o país inteiro pra vibrar, torcer… muitos são os interesses atuais, tudo, menos a paixão pelo esporte, pelo futebol e respeito a nossa pátria. Triste viu! Excelente texto Marcus 👏🏻👏🏻

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