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A Pandemia das Tarifas. Por Aragão.

A Covid-19 não poderia ter sido evitada de chegar ao Brasil. A nova pandemia, sim.
Pois não veio de um vírus invisível. Veio de decisões bem visíveis, que permitiram que o vírus da tarifa Trump chegasse e contaminasse toda a economia.
Não será medida em vidas perdidas, mas em empresas fechadas, empregos destruídos e qualidade de vida agonizando nas contas de luz, gás, água, combustível e impostos.

O início foi pelos EUA. Agora, a Venezuela impõe tarifas de 77%, e a União Europeia estuda novas medidas caso continuemos a negociar com a Rússia. Cada tarifa poderá atuar como um vírus na economia.

Com a pandemia instalada, quem deveria usar máscara agora são os responsáveis. Mas não para se proteger — e sim por vergonha.
Usar máscara, nesse caso, seria um ato de coerência.

O distanciamento social também se justificaria — mas não por risco de contágio, e sim por pura indignação.
Quem deseja proximidade com quem sufoca o orçamento do brasileiro em nome de uma luta inglória?
O isolamento social e a máscara seriam atos voluntários dos responsáveis pela nova pandemia.

— E a vacina?

Ela existe. Não está em laboratórios, nem exige três doses. Chama-se bom senso.
Não tem efeito colateral. E está ao alcance de qualquer autoridade: não precisa carteirinha de vacinação, apenas responsabilidade, empatia e o mínimo de visão de país.

Para ser vacinado, não é preciso “dar o braço” — basta estender a mão.
Fazer as pazes para conseguir imunidade de rebanho para todos os brasileiros.
Quando a necessidade entra pela porta, a ideologia deve sair pela janela.
Infelizmente, temos os negacionistas dessa nova pandemia, que negam o grande risco que corremos — e a eficácia dessa vacina.

— A saúde econômica do Brasil é frágil.
Não seremos entubados, mas entraremos pelo cano.

Essa pandemia não mata com febre, mas com fatura.
E, diferentemente da anterior, ela não precisa se espalhar.
Mas, se deixarmos, vai contaminar o Brasil inteiro.

Foto: Imagem gerada por IA.

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Orlando 27 jul 2025

Esse governo é muito irresponsável não compromisso com o país,a ambição desse povo é o poder,essas alturas a diplomacia brasileira já se foi pelo ralo e assim fica complicado.

Maria de Fátima 26 jul 2025

Sensacional

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Os 3 Poderes Que Não Podem e o Louco. Por Aragão.

Eles podem muito, mas não podem tudo.

O Brasil tem três poderes. Mas nenhum poder real para enfrentar uma superpotência como os Estados Unidos. E não se trata de submissão. Trata-se de maturidade. De saber a hora de bater — e a hora de negociar.

— Os EUA não vão enlouquecer se ficarem sem nosso café e suco de laranja.

É aqui que entra a Teoria do Louco (Madman Theory).
Assisti ontem a um documentário da BBC que explica bem essa estratégia.
Criada por Nixon, aperfeiçoada por Trump, essa teoria parte de um princípio simples: quem parece capaz de tudo, impõe medo.
Trump faz questão de parecer irracional, imprevisível, perigoso. É uma encenação calculada. Um jogo de xadrez em que ele derruba as peças de propósito — só pra lembrar que pode virar o tabuleiro a qualquer momento.

E está dando certo. Saiu no Wall Street Journal:

“O mercado acionário está atingindo níveis recordes nos EUA.
O índice de confiança dos consumidores, que era o mais baixo dos últimos três anos, voltou a subir.
As vendas no varejo superaram as previsões dos economistas, e a inflação galopante não se concretizou, ao menos por ora.”

Sim, é preciso reagir. Mas com pragmatismo. Com o pé no chão da nossa terra.
Não precisamos de problemas externos se já temos internamente mais do que o suficiente.
Reagir na política internacional sem medir as consequências é uma loucura sem estratégia.

O Japão, 3a maior economia do mundo, não revidou, não polemizou e baixou a tarifa de 25% para 15%.

Estamos disputando com os EUA, lutando contra uma recessão interna e tentando apartar, sem sucesso, a esquerda e a direita. Esse clima de guerra serve bem às narrativas do presidente Lula — mas a um custo alto demais.

A alternativa de se aliar ao “novo eixo” — China, Rússia, Índia — é uma ilusão revestida de discurso ideológico.
Nenhum desses países tem histórico de proteger parceiros. São predadores sofisticados.
Trocar os EUA por eles pode até parecer ousadia, mas é só dependência com outro sotaque.

O Brasil precisa descer do palanque, tirar a toga, guardar a bandeira debaixo do braço e começar a fazer conta. Porque os 3 poderes devem se unir, primeiramente, para lutar pelo povo Brasileiro.

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Maria de Fátima 24 jul 2025

👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

Henrique Junqueira 24 jul 2025

Brasil....alguns brasileiros, precisam cair na real da sua inferioridade diante da super potência norte americana. Não bastasse essa falta de senso, continua de vento em popa rasgando e destruindo instituições basilares. Desordem! A promovida pelo STF é a pior de todas e sequer necessário desenhar. Solução: reconhecer o caos e desativar quem está manobrando as condutas nocivas. Atenção, Congresso! Disparem os impeachment de meia dúzia e põe ordem na casa.

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A Tornozeleira no Tendão de Aquiles da Democracia. Por Aragão.

Um erro de cálculo. Uma medida que mais agride a lógica jurídica do que protege o devido processo legal.
Sem risco concreto, sem condenação, sem coerência com a prática judicial comum — a decisão escorregou da Justiça para o campo da retaliação simbólica.

— A tornozeleira de Bolsonaro me pareceu uma canelada.

Num país que liberta traficantes, que perdoa os ladrões da Lava Jato — aqueles que desviaram bilhões — e que, por meio de audiências de custódia, solta criminosos diariamente, é o ex-presidente quem termina vigiado por satélite?

Bolsonaro já errou? Sim.
Mas não se conserta um erro com outro.
Não é com exageros que se faz justiça.
É com equilíbrio. Com razão. Com a Constituição na mão — não com o fígado.

A tornozeleira eletrônica não é apenas um símbolo.
Ela mostra, com precisão milimétrica, a localização do exagero.
Aponta o lugar exato onde a retaliação se disfarça de justiça.
Indica, como um GPS do arbítrio, que estamos retaliando Trump.

Enquanto corruptos da Lava Jato, traficantes e homicidas respondem soltos e sem monitoramento eletrônico, um ex-presidente, sem condenação definitiva, recebe tratamento mais severo.
Isso fere o princípio da isonomia.
Fere a presunção de inocência.
E, sobretudo, fere a confiança pública na Justiça como guardiã da imparcialidade.

A democracia continua de pé. Mas manca.
Porque a tornozeleira foi colocada, não no tornozelo de um homem —
mas no tendão de Aquiles da democracia.

A nação prende a respiração.
O que virá pela frente?

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Maria de Fátima 22 jul 2025

Esse texto pode ser considerado a descrição mais autêntica da injustiça! 👏👏👏👏👏👏👏

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A Ditadura da Beleza. Por Aragão.

Nada contra buscar a sua melhor versão — isso é legítimo. Mas o que temos visto é uma obsessão sem fim. Mulheres bonitas gastando fortunas em cosméticos ou se submetendo a procedimentos invasivos, muitas vezes sem precisar. Seria busca por aceitação? Para suprir carências invisíveis? Ser belo hoje não é mais apenas desejável — é uma espécie de dever.

Sou totalmente a favor das cirurgias plásticas, dos procedimentos estéticos, dos produtos de beleza, também. O que me preocupa são os excessos, a busca desenfreada que termina por ferir o bom senso.

Natália Cavanellas, empresária de 40 anos e fundadora da agência NC HUB360, passou por três procedimentos simultâneos — lipoaspiração, injeções nos glúteos e ajuste de próteses mamárias — no Hospital San Gennaro, na Zona Leste de São Paulo, no dia 7 de julho. Durante a aplicação na região glútea, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e, mesmo com manobras de reanimação, não resistiu

Ela já era bonita mas queria mais. É difícil resistir. É tanta pressão disfarçada de bem-estar que as multinacionais do setor bem poderiam se chamar Stalin Cosméticos ou Fidel Produtos de Beleza. Eles não prendem com armas, mas com espelhos. Se você é contra, pode ser enviada para a Sibéria dos feios ou para o Paredão dos fora do padrão.

A questão principal é que nunca estará bom. Porque isso seria péssimo para os senhores da beleza. Você busca algo inalcançável. Uma corrida infinita que cobra caro em dinheiro, tempo, saúde — e, às vezes, vidas.

Se você não encontra beleza na vida, não vai encontrá-la em você mesma. A indústria não lucra com mulheres bem resolvidas. Elas não consomem o que não precisam.

A decisão tem que ser sua. Faça um preenchimento na sua vida espiritual, uma lipo nos hábitos que te adoecem, pinte seus dias com as cores da natureza. Dê uma injeção de ânimo na sua rotina.

Você vai ver que a vida é linda. Assim como você.

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Romulo 11 jul 2025

Excelente, parabéns… particularmente pela conclusão! Bom final de semana!!

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Marcos Dantas, a primeira cabeça que rolou dessa guilhotina foi a sua. Por Aragão.

Esse professor aposentado da UFRJ mostra que perdeu a cabeça. Como não a tem, deseja isso para todos os outros. Cometeu a infâmia de sugerir que uma criança deveria ser guilhotinada por ser rica. Não sei se por ignorância, desconhecendo os fatos que explicarei a seguir, ou se por usar o fígado no lugar do cérebro, analisa os fatos banhados em sua bile.

Quando ele sugere guilhotina, mostra que não sabe que a Revolução Francesa — na fase denominada “Grande Terror”, foi um banho de sangue sem precedentes, provocando uma inflação galopante e resultando em fome e miséria para os franceses. A França só recupera a paz social, a estabilidade, quando a revolução acaba definitivamente com o 18 Brumário, que coroa Napoleão.

A violência tem que ser combatida, pois escala e fica incontrolável. É sempre assim: começa perseguindo os opositores e depois termina por matar uns aos outros. Foi assim na Inquisição, na Revolução e já estava começando com o Nazismo, mas a guerra abreviou. Os jacobinos Danton e Robespierre, líderes da Revolução Francesa, depois de enviarem milhares à guilhotina, foram mortos pela própria lâmina. Marat, outro líder jacobino, foi morto por um punhal dentro da banheira.

Você deve ter aprendido uma versão romantizada, em que a Revolução foi a tomada do poder pelo povo. Uma visão distorcida da realidade, adaptada aos interesses de determinada ideologia.

Usar a guilhotina como símbolo de justiça social é como usar a Inquisição como símbolo de fé ou a Gestapo como símbolo de ordem.

Danton, quando estava prestes a ser guilhotinado, pediu ao carrasco Charles Sanson: — “Mostre minha cabeça feia e grande para o povo.” E assim Sanson fez. Quando apresentou a cabeça à multidão, percebeu que as sobrancelhas de Danton se movimentaram por instantes e seus olhos ainda se mexiam, assustados. Há relatos de que a cabeça dos guilhotinados leva cerca de dez segundos para morrer após separada do corpo.

Certamente, foram nesses dez segundos após perder a cabeça que Marco Dantas digitou “guilhotina” na rede social do casal Justus.

— Marcos Dantas — a mula sem cabeça.

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Léo Lins 13 jul 2025

Em terra de internet, quem constrói a melhor narrativa é rei e esse é mais um caso. O sensacionalismo vende muito mais do que os fatos. A criança não foi ameaçada como é insinuado e isso pouco interessa, já que o importante é a narrativa (verdadeira ou não).

Fliper Costa 09 jul 2025

Parabéns! As revoluções não são românticas! Os extremistas não são justos! Seu texto foi muito bem construído e a analogia usada foi impecável!

Maria de Fátima 09 jul 2025

Sugestao totalmente sem lógica p um professor universitário!

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Era uma vez um país que gastava demais. Por Aragão.

Sempre que o dinheiro faltava, bastava aumentar os impostos sobre quem trabalhava. E tudo se resolvia — garantindo superpoderes a quem detinha a caneta mágica. A gastança continuava. Não faltava verba para emendas, apoios, campanhas. O que faltava era freio, vergonha e responsabilidade fiscal.

Um dia, porém, montanhas cada vez maiores de dinheiro começaram a sumir nas bocas de lobo da corrupção. Cada centavo arrecadado, desaparecia. Quanto mais se taxava, mais se perdia. E é aqui que começa a parte triste da história — quando o mocinho, o contribuinte, já não conseguia bancar mais uma alta de impostos.

— Uma história mal contada.

Em maio de 2025, a arrecadação federal bateu recorde: mais de R$ 230 bilhões em um único mês. Um ganho real acima da inflação de 7,7%. O governo comemorou. Mas o gasto público cresceu ainda mais.

O roteiro se repetia. O país arrecadava como nunca — e gastava como sempre. Ou mais. Enquanto isso, um crescimento econômico anão se arrastava pela paisagem.

O contribuinte, exausto, tentava entender por que o dinheiro que ele suava para pagar sempre ia parar na Terra do Nunca — nunca voltava em forma de escola decente, hospital funcionando ou segurança na esquina. Descobriu que grande parte da arrecadação era devorada por gastos obrigatórios: previdência, folha de pagamento, repasses engessados por lei e o vilão de sempre — a corrupção. O sonho do País das Maravilhas ficava cada vez mais distante.

— Quem é o lobo mau?

Existem vários. Um assina o atraso, outros devoram emendas. Tem os que mordem o bolso de quem passa pela frente. E há ainda os que, vestidos em pele de cordeiro, tentam esconder o aumento da carga tributária. Basta apertar mais aqui, disfarçar ali, reinventar o IOF ou criar uma taxa com nome simpático.

Em 2027, toda a arrecadação poderá ser consumida pelos gastos obrigatórios — e o país do futuro vai parar no presente, vítima de uma maldição do passado que mantém os bandidos domando o monstro da corrupção desde sempre. Se não surgirem novos personagens no país que gastava demais, não teremos um final feliz. Mas, com certeza, teremos um capítulo final.

The End.

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Maria de Fátima 01 jul 2025

👏👏👏👏👏👏sensacional!!!!

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A Chuva da Hipocrisia. Por Aragão.

Enquanto Natal enfrenta problemas de drenagem, provavelmente desde a época em que o menino Câmara Cascudo perdia suas bolas de gude nas áreas alagadiças da Ribeira, a cidade enfrenta um dilúvio de narrativas.

A esquerda culpa a atual gestão, que está no sexto mês, e a direita culpa o governo do Estado, que vai para o seu sétimo ano. Como a verdade foi substituída pela conveniência, cada um defende seu lado — e não o lado da verdade. Outra coisa é que os lacradores, em busca de likes e engajamento, fazem tempestade até num copo d’água. Sugiro ao eleitor pegar um guarda-chuva para se proteger desses que falam cuspindo agressões.

— Pode tirar seu cavalinho da chuva.

Como bem falou o Blog do Dina, “nenhum deputado ou senador, seja de direita ou de esquerda, destinou um real para a drenagem de nossa cidade, por meio das emendas de 2020 até hoje” — nenhum realzinho molhado para resolver. Mas já sabem levantar o dedo, clicar em “gravar” e começar a fazer vídeos com trovões de indignação. Enquanto isso, nossa cidade segue encharcada de discursos de sempre, que só geram goteiras nas narrativas e mofo nas promessas.

As eleições estão chegando, e quem sabe vai raiar o sol para iluminar um novo amanhã, onde nossos parlamentares estejam unidos contra os eternos problemas de nossa cidade e do nosso Estado.

Foto: Vinicius Marinho

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Maria de Fátima 25 jun 2025

Perfeito!

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Ninguém solta a mão de ninguém. Mas soltaram a mão da Andreyna Patrício. Por Aragão.

 

A repórter da Rádio Tropical estava em seu lugar de fala. Sozinha, sendo atacada, ela representava a minoria diante do ódio. E muitos silenciaram. O que é mais importante: combater a violência ou proteger a ideologia?

Infelizmente, não vimos a esquerda condenar o ato de violência.

É preciso que todos lutemos para defender as vítimas de agressão, os violentados, os injustiçados — não apenas quando forem “do nosso lado”. — Hipocrisia que chama?

Vamos lutar juntos contra a agressão — ou só quando o agressor não é “do nosso lado”?

A verdadeira luta contra a violência não tem cor, sexo, religião nem partido.
Nossa pauta deve ser a defesa do ser humano.
Nossa agenda permanente deve ser o combate à violência e a defesa da mulher, das crianças, da comunidade LGBT e da liberdade religiosa. Nosso compromisso deve ser com a justiça.

— Se você se calou, você defendeu o agressor.
Além de hipocrisia, isso deteriora o tecido social. Enfraquece seu discurso e estimula que outro repita — ou revide — a agressão, entrando assim numa espiral que só gera mais ressentimento.

Ninguém solta a mão de ninguém — mesmo que a outra mão vote diferente.

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Henrique Junqueira 17 jun 2025

A esquerda serve pra quê?

Maria de Fátima 17 jun 2025

👏👏👏👏👏👏

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Léo Lins. Santo ou diabo? Por Aragão.

Você já leu as frases do Léo Lins?

•“O uísque pra mim tem que ser igual à mulher: puro e com 12 anos.”

•“Sou totalmente contra a pedofilia, sou mais a favor do incesto […] abusa do seu filho, ele vai fazer o quê? Contar para o pai?”

•“Uma vez vi uma enquete: ‘O que vocês falam quando terminam de transar?’ Aí eu escrevi: ‘Não conta para sua mãe que te dou uma boneca.’ Me xingaram muito… Esse dia fiquei mal. Eu só fiquei melhor no dia seguinte, quando fui no parquinho olhar as crianças.”

•“Tem ser humano que não é 100% humano. O nordestino do avião? 72%.”

•“Se tiver algum anão aqui, no final do show a gente estoura […] vai ser pequenas causas.”

É impressionante como tanta gente julgou esse caso — para defender ou para condenar — sem nunca ter lido uma única frase. Apenas absorveram narrativas prontas, embaladas para confirmar o que já pensavam. Mas quase ninguém leu o conteúdo real. E é por isso que este artigo começa com algumas dessas frases: porque o leitor tem o direito — e o dever — de formar sua própria opinião com base em fatos, não em versões.

Tem piada do Léo Lins que, sinceramente, considero bobagem. E sim — tem muita gente por aí que vê problema em tudo. Que vem deixando o mundo chato e a isso podemos chamar de mimimi.

Mas há uma linha que não se cruza. E quando ele fez piadas com pedofilia e autismo, ultrapassou esses limites.

Algumas coisas simplesmente não se dizem. Nem em nome da arte. Nem em nome da liberdade. Porque há valores inegociáveis. Pela família, pela fé em Deus, pelas crianças do Brasil e pela pátria que queremos deixar para os nossos filhos.

E sim — ele merece alguma punição. Mas com proporcionalidade. Oito anos de prisão com 2 milhões de reais em multa e indenizações é realmente um absurdo. Não poderia ser uma prestação de serviço à comunidade? Bem, a Justiça precisa ser firme, mas também justa. Por outro lado, é preciso ficar atento para não utilizar esse caso para instituir a censura.

Léo Lins não é santo, nem diabo. É um ser humano e, como tal, erra. E errando, deve ser punido sem arbitrariedade, ideologia ou exageros. Porque, quando exageramos na sentença, podemos estar errando tanto quanto quem cometeu o crime.

Foto: Reprodução

Comentários (5)

Orlando 08 jun 2025

Eu acho que essa punição não foi por essas piadas de pedófila outra citada, mas as piadas feitas com a autoridade suprema do país o Sr Sensura

Daniel Monteiro Rosa 08 jun 2025

Estamos caminhando para um lugar onde dificilmente conseguiremos reverter. Censura jamais.

Bora Costa 07 jun 2025

Concordo com vc Aragão A punição exagerada do Léo é um caminho para a censura, Acorda Brasil,

Flávio 07 jun 2025

Muito bem colocado

Maria de Fátima 07 jun 2025

Vdd! Tem q ser punido,até pq,faz piada c o q não tem a menor graça, é um chato metido a engraçado ,mas talvez,tenha sido exagerado dentro da nossa tradição de impunidade.

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Alô, Leonardo DiCaprio!!! 4.263 focos de incêndio no Brasil somente em maio. Por Aragão.

As chamas que devoram diariamente nossas florestas não comovem mais Leonardo DiCaprio nem Greta Thunberg?
Será que era só um personagem de DiCaprio que defendia nossa vegetação?
Pois é — os incêndios parecem ter derretido até as narrativas de ocasião.

Somente no mês de maio de 2025, o Brasil registrou 4.263 focos de incêndio, segundo o sistema BDQueimadas do INPE (@inpe.oficial).
Nossos seis biomas ardem num inferno esquecido.

Os dados são públicos. Oficiais. Alarmantes.
Mas o que mais chama atenção não é o número de queimadas — é o sumiço das reações.

Porque quando Jair Bolsonaro era presidente, cada foco de incêndio virava trending topic mundial.
Artistas internacionais gravavam vídeos indignados. ONGs ocupavam os noticiários.
E Leonardo DiCaprio praticamente virou comentarista oficial das queimadas brasileiras.
Quem esquece Greta Thunberg, a jovem ativista sueca, escrevendo em tom dramático sobre o “pulmão do mundo em chamas”?

Hoje, o fogo continua.
Mas os protestos evaporaram.

Talvez essa tenha sido só mais uma malandragem do Lobo de Wall Street — que agora assiste de longe enquanto o Brasil vai afundando como o Titanic.

The End.

Fonte: Poder 360

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Flávio 04 jun 2025

E o melhor foi o comentário final, kkk

Maria de Fátima 04 jun 2025

Comentário sensacional!!!!!👏👏👏👏👏

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