Ver uma instituição da importância da Câmara de Vereadores ser diminuída enquanto se ajoelha para seu presidente, é lamentável.
Se fosse uma empresa privada, Eriko Jácome seria demitido. Como é a Câmara Municipal, ele recebeu elogios dos pares.
O pronunciamento que começou com atraso de 1h10 — afinal eles são péssimos com prazos — foi um verdadeiro “Rolé de retórica” mas tão fraco, tão ralo e repetitivo que era melhor ter escutado um funk.
Eriko Jácome não demonstrou postura para ocupar o cargo. Não chamou para sí a responsabilidade, não reconheceu a série de erros que culminaram com o processo de Brisa arquivado. Foi mais uma vez evasivo, inseguro e terceirizou a culpa para o judiciário. Infelizmente, toda a Câmara se ajoelhou e disse amém.
Para onde vamos de joelhos? Não longe. Submissos e traindo a verdade dos fatos no máximo devem chegar na próxima eleição. A verdade incontestável é que perdemos o processo por pura irresponsabilidade. O leitor sabe disso, a midia sabe e Natal inteira sabe.
— Nossa cassação para restaurar a credibilidade da Câmara, não dependerá deles nem perderemos o prazo, será dia 15 de novembro de 2026 — nas urnas.
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