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Audiência na Assembleia sobre escala 6×1 define encaminhamentos e amplia debate no RN

A discussão sobre o fim da escala 6×1 chegou à Assembleia Legislativa do RN, na tarde desta segunda-feira (27). Proposta pela deputada Divaneide Basílio (PT), a audiência pública reuniu membros da bancada federal do Rio Grande do Norte, representantes do Ministério Público e Governo do RN, além de membros de sindicatos, federações e movimentos estudantis.

No início do evento, houve uma apresentação cultural (Mística) de trabalhadores de inúmeros setores da sociedade, com a utilização de bandeiras dos movimentos sociais presentes, música e palavras de ordem, além da declamação de um poema.

Em seguida, foi veiculada uma reportagem produzida pela TV Assembleia, com pontos e contrapontos a respeito do assunto.

“Eu já fiz parte desta escala, então eu sei o quanto é difícil uma rotina de trabalho tão pesada, e eu queria estudar, mas era muito difícil. Como voce faz uma escala de trabalho que pesa todos os dias? E como dividir o horário com os estudos? Por isso, hoje quando eu penso nessa escala, com relação às mulheres, às mães atípicas, por exemplo, qual o dia que essas mulheres têm para elas mesmas?”, questionou Divaneide Basílio.

Para o presidente do Sindsuper-RN (Sindicato dos Trabalhadores de Supermercados do RN), Marcos Santana, a jornada menor irá proporcionar menos desgaste físico, mental e emocional para os colaboradores do setor.

“Nós vamos ter mais tempo para lazer, para a nossa rotina religiosa, os jovens vão poder estudar melhor e, acima de tudo, os nossos trabalhadores terão menos cansaço físico, mental e emocional, que é o que estamos vendo hoje na nossa categoria”, destacou.

Já o presidente da Central Única dos Trabalhadores do RN (CUT-RN), Irailson Nunes, argumenta que o fim da escala atual irá gerar aumento de produtividade.

“Pesquisas já nos mostram que 70% a 73% da população brasileira aprova o fim da escala de trabalho 6×1. E nós sabemos o quanto isso vai melhorar a qualidade de vida do trabalhador, levando-o a desempenhar melhor suas funções, aumentando consequentemente sua produtividade”, frisou.

Em seguida, a deputada propositora voltou a comentar que “já que se fala tanto em mudança de valores, agora existe a oportunidade de pensarmos quais iremos repassar para os nossos filhos”.

“Solidariedade, respeito e direitos iguais. Eu acredito que, no futuro, as pessoas irão entender que o justo é dar o mesmo direito para todos. E isso vai equilibrar a nossa sociedade”, concluiu a parlamentar.

Na sequência, o supervisor do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Ediran Teixeira, fez uma explanação dos principais aspectos que envolvem o tema, como a desigualdade no Capitalismo; a luta pela redução da jornada de trabalho; as dimensões do tempo do trabalho; os dados atuais da jornada de trabalho e escala 6×1; os impactos positivos do fim da escala 6×1; e os desafios para o movimentos sindical e popular.

“Essa demanda dos trabalhadores não é de hoje. Ela vem de séculos atrás, desde a instituição do capital, quando brigavam por menores jornadas de trabalho – e alguns até tiveram suas vidas ceifadas ao longo da história. O Capitalismo sempre foi o lugar das desigualdades, e o cidadão sempre teve apenas o suor do seu trabalho. O que sobra dos nossos salários é basicamente o que temos para sobreviver”, enfatizou.

O supervisor falou também sobre a desigualdade na distribuição de renda no Brasil.

“O percentual 1% mais rico detém 19,7% de toda a renda produzida no País. Os 10% mais ricos ficam com 56,8% da renda; e os mais pobres têm, na verdade, mais dívidas do que renda. Então, por um lado temos uma apropriação enorme da riqueza e, por outro lado, os 50% mais pobres têm mais endividamento. Por isso os trabalhadores precisam ter mais tempo livre: não apenas para descansar e evitar adoecimentos, mas para discutir quais rumos querem para as suas vidas, como um todo”, disse.

Finalizando, Ediran Teixeira afirmou que os trabalhadores estão num processo constante de adoecimento e não aguentam mais.

“E aqui os números são muito alarmantes. Dados de 2025 apontam que 83,2% das pessoas do setor privado estão trabalhando acima de 44 horas semanais e recebendo apenas um salário mínimo. Além disso, 40% dos trabalhadores do setor de comércio pedem demissão por causa da jornada de trabalho excessiva”, finalizou.

De acordo com o deputado federal Fernando Mineiro (PT), o embate entre capital e trabalho não é de hoje.

“Desde sempre o capital busca ter mais força de trabalho à sua disposição, e o trabalhador busca mais direitos. Vem de muito longe a luta do sindicalismo brasileiro pela redução da jornada de trabalho. A linha do tempo nos mostra que muitas pessoas lutaram antes de nós. E essa discussão de hoje começou a ganhar força com o Movimento VAT (Vida Além do Trabalho), que foi abraçado pela deputada Érika Hilton, talvez hoje a parlamentar mais forte das redes sociais. Então, quando a deputada levantou a pauta, ela ganhou muita força”, destacou Mineiro.

Ainda segundo o deputado, a força de trabalho brasileira que está na escala 6×1 (acima de 40 horas semanais) corresponde a cerca de ? dos trabalhadores de carteira assinada.

“Nós temos cerca de 14 milhões de brasileiros sob o regime da escala 6×1, particularmente quem está nos Serviços Gerais e no Comércio. Por isso, nós estamos colocando a família no centro do debate. Nós queremos que as pessoas tenham mais tempo para a familia, para se cuidar, para estudar e cuidar da vida, porque as pessoas hoje vivem para trabalhar. O trabalhador chega em casa esgotado – e mais ainda as mulheres, que em sua maioria ainda vão cuidar da casa e dos filhos”, detalhou.

O parlamentar federal também trouxe o dado de que mais de 80% dos trabalhadores da jornada 6×1 recebem até dois salários mínimos.

“Então eles são duplamente prejudicados: pela questão da jornada e pelo salário menor. Além disso, quem não é afetado diretamente pela escala 6×1 certamente tem alguém da família que é. Portanto, aonde eu quero chegar? Nós temos que ampliar esse debate e envolver toda a sociedade, ir para as ruas e juntar os movimentos sociais”, acrescentou.

Sobre as votações na Câmara dos Deputados, Fernando Mineiro disse que os dois projetos que tratam do assunto (de 2019 e 2025) passaram na CCJ e, na semana que vem, será implantada uma Comissão Especial para votar o mérito da pauta.

De acordo com o Procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho do RN, Gleydson Gadelha, a discussão não é linear, pois não atinge todos da mesma forma, seja com relação a gênero, escolaridade, nivel social ou remuneração.

“Para discutir jornada, primeiro temos que notar que os mais atingidas por elevadas jornadas são as mais desprotegidas, a exemplo dos negros e dos trabalhadores do setor de serviços”, iniciou.

Para o procurador, nós temos, sim, condições de diminuir a jornada para 40 horas e concentrar o trabalho em 5 dias.

“Isso porque o capital se acumulou muito nos últimos anos. Nós nunca tivemos tanto dinheiro na mão de tão poucas pessoas. Outra questão é que o ser humano não consegue manter o foco no trabalho tantas horas seguidas, pois nós temos um mundo inteiro ao nosso redor. Também existe a questão da própria empresa. Boa parte dos setores hoje está tendo apagão de mão de obra. As pessoas não aguentam ficar muitos anos no mundo do trabalho, porque o modelo de exploração do trabalho é insustentável. Então, para que tenhamos empresas funcionando e para preservar as pessoas, a gente precisa racionalizar o atual modelo de jornada”, concluiu.

Continuando os discursos, a deputada federal Natália Bonavides (PT) ressaltou que o fim da escala 6×1 é um tema fundamental para os trabalhadores.

“Esse tema trata do nosso tempo e do direito de viver bem. Hoje a lei permite uma jornada de 44 horas semanais, que é uma rotina pesada, prejudica a saúde, o convívio familiar, a possibilidade de estudo e lazer. Por isso nós estamos firmes para mudar essa realidade”, destacou.

A parlamentar acrescentou que reduzir a jornada sem diminuir os salários “não é só proteção social, é estratégia de desenvolvimento e bem-estar das pessoas”.

“A história mostra que isso não causa colapso econômico. Portanto, agora nos cabe ouvir a voz que vem das ruas. A mobilização cresceu muito no último ano e no Congresso nós não podemos ignorá-la. Portanto, contem conosco nessa luta!”, finalizou.

Em seguida, a advogada e integrante do Movimento Brasil Popular, Elisa Maria, ressaltou que esse é um dos temas mais importantes da classe trabalhadora atualmente.

“Foi assunto do plebiscito de 2025, que tocou nos principais pontos da desigualdade social brasileira: a alta carga de trabalho que a população brasileira sofre, somada à alta carga tributária, do ponto de vista de que quem menos recebe, mais paga impostos”, disse, complementando que a pauta nasceu de debates levantados pelo Movimento Feminista.

“Portanto, a luta pelo fim da escala 6×1 é central, pois esse é um modelo que rouba tempo, adoece corpos e aprofunda desigualdades. Defender o fim da escala 6×1 é defender o direito de viver com dignidade, enfrentando a lógica neoliberal que transforma a vida em mercadoria”, finalizou Elisa Maria.

Na sequência, o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no RN, Cláudio Gabriel Júnior, elogiou a iniciativa do presidente Lula ao encaminhar a pauta, em regime de urgência, para a Câmara, a fim de acelerar o processo.

“A fala dele foi muito feliz, principalmente quando disse que ‘o fim da escala 6×1 é um passo para um País mais justo e com mais qualidade de vida’. Mais justo, a meu ver, porque o salário mínimo é muito baixo, fruto de um sistema que compreende o trabalhador como apenas mais um meio de produção. Nós vemos como naturais jornadas excessivas e exaustivas. E não pode ser assim. Então essa proposta signifca um equilíbrio de forças, já que a distribuição da riqueza não se deve dar somente em forma de retorno salarial. Uma jornada menos extenuante representa, sim, uma forma de distribuir riqueza, pois também é um ganho para os trabalhadores”, destacou.

Por fim, o subsecretário de Trabalho da SETHAS, George Vieira, fez um resumo histórico, citando algumas conquistas importantes da classe trabalhadora ao redor do mundo.

“Eu venho do meio empresarial. Fui empresário durante 30 anos e agora estou no governo. Mas eu nunca saí do lado de vocês. E eu sei que a hora é agora. Essa pauta será vencida, com certeza, porque o momento é propício”, opinou.

O subsecretário também citou pesquisas brasileiras que concluíram que a redução da jornada de trabalho acarreta um aumento de mais de 60% na conclusão de tarefas, além de gerar um aumento de 85% no engajamento dos funcionários.

“Então, é fato que a experiência vai dar certo. Todos nós precisamos de um tempo para nós e para a nossa família”, concluiu.

Ao final da audiência, foram elencados dois encaminhamentos. O primeiro foi o envio de ofício à Diretoria de Comunicação da ALRN, requerendo a produção e veiculação de materiais jornalísticos com informações sobre as condições de saúde dos trabalhadores que atuam em regime de escala 6×1, identificando os recortes de gênero, raça e idade como elementos fundamentais. O segundo encaminhamento foi sobre a elaboração de uma carta aberta, pelas centrais sindicais, e seu posterior envio à presidência do Legislativo Estadual, para que os deputados possam aderir voluntária e publicamente.

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Advogado é preso pela Polícia Civil suspeito de estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

O advogado, José Heriberto dos Santos Júnior, de 43 anos foi preso preventivamente nesta quinta-feira (28), em Natal, suspeito de aplicar um golpe de aproximadamente R$ 500 mil em um cliente. A prisão ocorreu durante a operação “Patrocínio Infiel”, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil do RN (OAB-RN) informou que acompanha o caso com atenção e “que toda apuração deve ocorrer com observância ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório”. A OAB informou que adotará “medidas institucionais cabíveis no âmbito de sua competência”

Segundo as investigações, o advogado foi contratado pela vítima para uma ação revisional referente à compra de um imóvel comercial. Ele teria orientado o cliente a transferir as parcelas do financiamento, em valores mensais superiores a R$ 11 mil, para contas bancárias dele e de sua esposa. A justificativa era de que os valores seriam depositados em uma conta judicial vinculada ao processo.

Acreditando na orientação, a vítima realizou as transferências entre 2021 e 2025. Para conseguir manter os pagamentos, que eram cobrados pelo próprio advogado, o cliente chegou a vender um imóvel residencial. Os valores, segundo a Polícia Civil, não eram repassados à justiça.

A operação cumpriu um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão nos bairros Neópolis e Lagoa Nova, inclusive no escritório de advocacia do suspeito. Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanharam a ação. O homem foi encaminhado ao sistema prisional e ficará à disposição da Justiça.

Até o momento, as acusações estão sendo apuradas pelas autoridades competentes e não houve condenação judicial definitiva.

Fonte: G1 e Tv Tropical

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O compromisso da Beelieve soluções dominais frente a ataques institucionais do SIPCERN

Recentemente, a Beelive Soluções Condominiais Ltda. — que soma 8 anos de atuação e se consolida como uma das maiores empresas do segmento no Rio Grande do Norte — tornou-se alvo de uma exposição pública desnecessária e prejudicial por parte do Sindicato dos Condomínios do RN (SIPCERN).

— O Caso: Uma Exposição Ilícita.

O episódio teve início quando o presidente do SIPCERN utilizou um grupo de WhatsApp, composto por diversos associados e parceiros, para anunciar a eliminação da Beelive do quadro de associados, alegando uma suposta violação ética ligada ao descumprimento de Convenção Coletiva de Trabalho.

Em sua Nota de Repúdio, a Beelive classifica essa conduta como ilícita e atentatória à sua honra objetiva, uma vez que o comunicado foi divulgado de forma pública e indiscriminada, induzindo terceiros ao entendimento equivocado de que a empresa operaria em situação de irregularidade.

É fundamental esclarecer que a Beelive é uma empresa que pauta sua atuação na legalidade, transparência e nas boas práticas do setor. A empresa afirma categoricamente que cumpre rigorosamente todas as suas obrigações legais e contratuais, mantendo relações de trabalho pautadas no respeito à legislação vigente.

— A Face Oculta: Represálias Comerciais?

Embora o sindicato tente revestir sua ação com uma roupagem de “processo administrativo”, o contexto aponta para algo mais profundo. Baseado em informações de bastidores, há fortes indícios de que essa movimentação não passa de uma represália devido a questões comerciais, utilizando o aparato sindical para tentar enfraquecer um concorrente sólido no mercado.

Essa postura denota o que a Beelive chamou de “despreparo institucional” e um flagrante desvio de finalidade por parte de um sindicato patronal que deveria ser o guardião da harmonia e do desenvolvimento do setor. Ao invés de promover a união, a entidade optou por uma via que “desrespeita o princípio da boa-fé”.

Diante dos danos morais e reputacionais já verificados, a Beelive não permaneceu inerte. A empresa já adotou as medidas judiciais cabíveis para garantir a reparação integral dos prejuízos sofridos e assegurar que a verdade prevaleça.

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A negligência emocional socialmente aceita. Por Beth Varela.

O que você imagina quando pensa em negligência? Geralmente pensamos em situações extremas: uma criança sem cuidados básicos, um idoso abandonado ou alguém privado de necessidades essenciais.

Mas existe uma forma de negligência muito mais silenciosa e, justamente por isso, mais difícil de perceber: a negligência emocional.

Ela acontece quando sentimentos são ignorados, minimizados ou tratados como algo sem importância. E o mais curioso é que, muitas vezes, isso ocorre de forma socialmente aceita.

Quantas pessoas já ouviram frases como “engole o choro”, “isso é frescura”, “você precisa ser forte” ou “tem gente em situação pior”? Embora frequentemente sejam ditas com boa intenção, elas transmitem uma mensagem perigosa: sentir parece ser um problema.

O resultado aparece na vida adulta. Pessoas que cuidam de todos, mas esquecem de si mesmas. Pessoas que seguem funcionando, produzindo e sorrindo enquanto carregam dores que ninguém vê.

Nossa sociedade normaliza o esgotamento. Descansar gera culpa. Dizer “não” parece egoísmo. Admitir fragilidade é confundido com fraqueza.

Há mais de dois mil anos, Aristóteles falava sobre a importância da justa medida, o caminho entre a falta e o excesso. Talvez a saúde mental tenha muito a ver com essa busca. Trabalhar sem se abandonar. Cuidar dos outros sem esquecer de si. Produzir sem transformar o cansaço em estilo de vida.

Em uma sociedade que nos empurra para os extremos, cuidar da saúde mental pode ser justamente o exercício de encontrar esse equilíbrio. Porque o sofrimento raramente surge de uma vez. Ele costuma se instalar aos poucos, quando nos afastamos demais de nós mesmos.

Beth Varela é psicóloga clínica.

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Álvaro Dias recebe apoio do prefeito Rafael Matias e de grupo político durante visita a São Bento do Trairi

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, na tarde desta quarta-feira, de uma visita ao município de São Bento do Trairi, na região Trairi, onde esteve na tradicional Feira do Homem do Campo.

Durante a agenda, Álvaro Dias foi recebido pelo prefeito Rafael Matias, pelo vice-prefeito Vanderley e por todo o grupo político do município, incluindo oito vereadores, além dos ex-prefeitos Keka e Tula.

A visita reforçou o crescimento das articulações políticas de Álvaro Dias na região Trairi e consolidou o apoio de importantes lideranças municipais à pré-candidatura ao Governo do Estado.

Durante o encontro, o prefeito Rafael Matias declarou apoio ao projeto político de Álvaro Dias e destacou a confiança do grupo na vitória do pré-candidato.

“Estamos aqui para demonstrar nosso apoio. Álvaro, você pode contar com São Bento do Trairi. Se depender da nossa terra, você será eleito no primeiro turno”, afirmou o prefeito.

Álvaro também agradeceu o apoio recebido das lideranças políticas do município e reafirmou o compromisso de manter uma relação próxima com São Bento do Trairi.

“Temos consciência das dificuldades do Rio Grande do Norte, e coragem não falta para resolver os problemas do nosso estado. Fico muito feliz com a declaração de apoio do prefeito Rafael e de todas as lideranças do município. Podem contar com um governador amigo de São Bento do Trairi”, destacou.

A agenda em São Bento do Trairi integrou a série de visitas realizadas por Álvaro Dias aos municípios potiguares, fortalecendo o diálogo com lideranças locais e ouvindo as demandas da população do interior do estado.

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O que muda na sua empresa com a reforma tributária (e por que não dá para esperar). Por Pedro Henrique e Lieda Amaral.

O que muda na sua empresa com a Reforma Tributária (e por que não dá para esperar)

Se a sua empresa está no setor de serviços, esse artigo muda o seu planejamento para os próximos anos.

A Reforma Tributária é a maior mudança no sistema de impostos do Brasil nos últimos 40 anos. ICMS, ISS, PIS e COFINS serão substituídos por dois novos tributos: IBS e CBS. O objetivo é simplificar o sistema. Só que simplificação não significa redução de imposto.

Empresas de contabilidade, consultoria, advocacia, saúde e educação são as mais expostas. Hoje, muitas pagam menos de 10% de tributos sobre o faturamento. Com a reforma, essa alíquota pode chegar perto de 26% em alguns casos. Contratos precisarão ser revistos, tabelas de preço também, e em boa parte dos casos, parte desse custo vai chegar ao consumidor final.

Quem está no Simples Nacional enfrenta um problema diferente. O regime continua existindo, mas empresas optantes vão gerar menos créditos tributários para seus clientes. Isso pode tornar a contratação delas menos atraente nas relações entre empresas, especialmente com companhias maiores.

Tem ainda a discussão sobre tributação de lucros e dividendos, que pode tornar a pejotização menos vantajosa do que é hoje. Esse debate está em aberto, mas ignorá-lo é um erro de planejamento.

Empresários que esperarem as novas regras entrarem em vigor para agir vão começar atrasados. Revisar contratos, reposicionar preços e entender os impactos específicos para o seu setor já é possível agora. Quem fizer isso antes sai na frente, com menos custo e mais controle sobre a transição.

A Reforma Tributária não vai mudar só a contabilidade. Vai mudar a forma como as empresas operam, negociam e crescem no Brasil.

Pedro Henrique Júnior, sócio-fundador e diretor executivo da Audita Soluções Corporativas Lieda Amaral, consultora tributária sênior, professora de cursos de pós-graduação, sócia da BSSP Consulting e especialista em Reforma Tributária sobre Consumo, Renda e Patrimônio

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O advogado potiguar Alexandre Aragão é nomeado conselheiro do CONAR.

O advogado potiguar Alexandre Aragão foi nomeado para compor o Conselho de Ética do CONAR, entidade responsável pela autorregulamentação publicitária no país.

Atualmente, Alexandre Aragão atua na Haleon, no Rio de Janeiro. A indicação ao conselho foi realizada pela ABA — Associação Brasileira de Anunciantes.

Entre as atribuições do colegiado estão o julgamento de representações éticas envolvendo campanhas publicitárias e a mediação de controvérsias no setor.

A nomeação coloca um representante do Rio Grande do Norte em um dos principais órgãos de análise ética da publicidade brasileira.

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Unimed Natal promove a 3ª edição do “Dia Imperdível” com condições exclusivas para novos clientes

_Maior ação de vendas do ano será no dia 02 de junho, mas interessados já podem se cadastrar no minha.unimednatal.com.br/dia-imperdivel-2026_

A Unimed Natal realiza, no próximo dia 02 de junho, a terceira edição do Dia Imperdível, evento já consolidado como a maior ação comercial do ano da operadora. Pessoas físicas e jurídicas de todo o estado terão acesso a condições especiais e vantagens diferenciadas para contratar o plano de saúde e garantir assistência à saúde médico-hospitalar.

Com o tema inspirado na Copa do Mundo, a campanha deste ano mobilizou todo o comercial da Unimed, incluindo uma força de vendas com corretores parceiros e equipes internas, para criar oportunidades personalizadas tanto para quem busca proteção da saúde individual e familiar quanto para empresas que desejam oferecer planos de saúde como benefício corporativo.

“O Dia Imperdível já se consolidou no calendário de Natal como a grande oportunidade do ano para se planejar e ingressar na maior operadora de saúde do estado. Mobilizamos nosso time para entregar um atendimento ágil e condições de fato exclusivas, que só estarão vigentes nesse dia”, destaca a vice-presidente da Unimed Natal, Dra. Carla Karini.

Como estratégia para otimizar o atendimento e garantir prioridade nas condições exclusivas, a Unimed Natal já liberou um link de pré-cadastro em suas redes sociais. Ao registrar o interesse antecipadamente, o cliente garante que um consultor especializado entre em contato logo nas primeiras horas do dia 02 de junho. Link para pré-cadastro: https://minha.unimednatal.com.br/dia-imperdivel-2026

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Já podemos sonhar com o maior São João do mundo? Por Aragao

— Entre as capitais, podemos e devemos.

Campina Grande ainda é maior, ok. Mas não é capital e mesmo assim, ano passado, estouramos a boca do balão. A capacidade oficial do São João de Campina Grande em 2025 foi definida em 76.195 pessoas por noite, segundo os organizadores e o Corpo de Bombeiros da Paraíba. A abertura do São João de Natal, ano passado, na Redinha, reuniu quase 100 mil pessoas.

Esse ano, Paulinho Freire acaba de anunciar um São João com 28 dias de programação, polos na Arena das Dunas e no Nélio Dias, ampliação da estrutura para público, transmissão nacional e até operação de ônibus gratuitos após os shows.

— Olha para o céu, meu amor.

É preciso sonhar. Ainda mais quando números expressivos embasam o otimismo. Segundo dados apresentados pela Fecomércio, o São João de Natal reuniu, em 2025, cerca de 938 mil pessoas e movimentou mais de R$ 188 milhões na economia local.

Uma capital reúne aeroporto internacional, rede hoteleira, estrutura urbana, praias, gastronomia e capacidade de transformar um evento em experiência turística completa.

O próprio prefeito Paulinho Freire verbalizou o desejo de consolidar Natal no calendário nacional e usar justamente essa combinação entre São João e litoral como diferencial competitivo.

Alô, Campina Grande, o maior São João entre as capitais está chegando.

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Vale Outlet inicia e projeta recorde de vendas com mais de 500 modelos de pisos em promoção.

O Vale do Pará, líder no segmento de material de construção — em número de lojas — em Natal e Grande Natal, reuniu mais de 500 modelos de pisos em um só lugar, com opções para diferentes estilos, ambientes e faixas de orçamento — incluindo oportunidades com condições que normalmente não permanecem por muito tempo.

A realidade está superando a expectativa. Reunindo qualidade e preço baixo, o consumidor sempre responde com boas compras.

Pisos a partir de R$ 19,90/m²

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PSDB analisa o cenário político e valoriza seu poder de escolha. Por Aragão.

Sem amarras ideológicas, o PSDB segue ouvindo as 3 pré-candidaturas para o governo do RN que sondam seu apoio.

Permanecer livre neste momento — sem entregar apoio antes da hora — transforma-se em um ativo estratégico que, em um ambiente altamente polarizado e de margens eleitorais ainda indefinidas, tende a valorizar ainda mais esse eventual desembarque.

Com nomes em seus quadros que dialogam com setores ligados ao governismo, à oposição e ao centro político, o partido preserva canais abertos e amplia sua capacidade de negociação sem necessidade de alinhamento precoce. Em vez de entrar cedo em uma disputa que ainda está em construção, parece optar por acumular poder de decisão.

Em política, apoio antecipado costuma beneficiar mais quem recebe do que quem concede. Ao postergar uma definição, o PSDB amplia seu espaço de influência e mantém diferentes grupos interessados em sua posição. Mas estratégia de espera também cobra seu preço: política exige sinalização. Quanto mais se adia uma definição, maior tende a ser a expectativa para que a escolha final seja explicada por critérios políticos, institucionais e de projeto — e não apenas por conveniência eleitoral. Essa estratégia ganha ainda mais relevância porque o PSDB não parte de uma posição periférica no tabuleiro político estadual.

O capital político de Ezequiel Ferreira, sua capilaridade eleitoral e capacidade de articulação, aliados à presença de nomes como Cristiane Dantas, Taveira Júnior e Dr. Tiago, ajudam a manter o PSDB em posição de relevância na engenharia das alianças estaduais.

Isso não significa necessariamente que o partido decidirá a eleição. Mas indica que, neste momento, ainda possui algo que muitos perderam cedo demais: capacidade de escolha.

O PSDB parece ter entendido uma regra antiga da política: quem declara apoio cedo pode ganhar manchetes; quem declara apoio na hora certa pode ampliar influência.

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