Como nosso Pólo Industrial pode prosperar? Falta o mínimo para as indústrias poderem operar. Uma rua transitável para os funcionários terem acesso é pedir muito?
Um caminhão tombado no meio da via.
Água tomando completamente a estrada.
Operações interrompidas.
Chuva é previsível.
O que não deveria ser previsível — mas no Rio Grande do Norte insiste em ser — é a incapacidade do Estado de garantir o mínimo: infraestrutura funcional em áreas estratégicas da economia.
— Empresários do Pólo criticam a Prefeitura de Macaíba, o Governo do Estado, o Ministério Público e o Idema.
Há relatos — recorrentes — de que obras necessárias enfrentam entraves ambientais e burocráticos. Se isso procede, estamos diante de um conflito clássico: o Estado que deveria viabilizar soluções passa a bloqueá-las.
O episódio de hoje não é um evento isolado. É sintoma de um modelo que combina burocracia, lentidão e falta de coordenação — e que, no fim, penaliza exatamente quem sustenta a economia real. Além desse caos das chuvas, ainda tem as faltas de energia recorrentes na região. Tema de outro artigo publicado recentemente em nosso blog.
No Rio Grande do Norte, produzir já é difícil. Agora, no Pólo Industrial de Macaíba, é quase impossível.
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