
A repórter da Rádio Tropical estava em seu lugar de fala. Sozinha, sendo atacada, ela representava a minoria diante do ódio. E muitos silenciaram. O que é mais importante: combater a violência ou proteger a ideologia?
Infelizmente, não vimos a esquerda condenar o ato de violência.
É preciso que todos lutemos para defender as vítimas de agressão, os violentados, os injustiçados — não apenas quando forem “do nosso lado”. — Hipocrisia que chama?
Vamos lutar juntos contra a agressão — ou só quando o agressor não é “do nosso lado”?
A verdadeira luta contra a violência não tem cor, sexo, religião nem partido.
Nossa pauta deve ser a defesa do ser humano.
Nossa agenda permanente deve ser o combate à violência e a defesa da mulher, das crianças, da comunidade LGBT e da liberdade religiosa. Nosso compromisso deve ser com a justiça.
— Se você se calou, você defendeu o agressor.
Além de hipocrisia, isso deteriora o tecido social. Enfraquece seu discurso e estimula que outro repita — ou revide — a agressão, entrando assim numa espiral que só gera mais ressentimento.
Ninguém solta a mão de ninguém — mesmo que a outra mão vote diferente.
Comentários (2)
2 respostas para “Ninguém solta a mão de ninguém. Mas soltaram a mão da Andreyna Patrício. Por Aragão.”
A esquerda serve pra quê?
👏👏👏👏👏👏