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O tribunal de um homem só. Por Luis Marcelo Cavalcanti.

As opiniões expressas em artigos de autoria de terceiros são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não refletem, necessariamente, a posição editorial do Blog Marcus Aragão.

Não faz muito tempo, poucos brasileiros sabiam dizer os nomes dos 11 ministros do STF. O que era bom sinal, que decisões não devem ter dono, são do tribunal. E nem deve o juiz procurar holofotes ou manifestar opinião política ou pessoal publicamente, sobretudo quando envolvam processos sob seus cuidados. Como lembra Eugênio Esber (Revista Oeste, 02.01.2026), “brasileiros que hoje têm 25 anos de idade vieram ao mundo quando seus pais não sabiam citar o nome de um único ministro do STF.”

Nos últimos cinco anos, porém, alguns nomes assumiram um protagonismo midiático, com destaque para Barroso, Toffoli, Dino e André Mendonça. Mas nenhum juiz do país assumiu e misturou tantos papéis e funções como Alexandre de Moraes. De “mediador” de crise envolvendo decretos sobre IOF a “fiscal do fiscal” no caso da sindicância instaurada pelo CFM para apurar condutas médicas, Moraes tem relatado, avocado ou instaurado de ofício quase todos os processos politicamente relevantes para o país. Como se fosse ele próprio o Supremo, e fosse o Supremo apenas ele. Onde estão os demais ministros, de quem ninguém mais ouve falar? De duas, uma: ou estão julgando com discrição, como exigem a Constituição e a LOMAN, ou não estão recebendo processos politicamente relevantes, dada a inexplicável superconcentração no próprio Moraes. O que é duplamente ruim: porque reúne nas mãos de um único juiz o poder de ditar os rumos dos temas centrais para a nação, e desvirtua por completo o sistema de decisões coletivas, transformando nosso mais importante colegiado em um conglomerado (único no mundo) de decisões monocráticas perpétuas. Se já é ruim (à luz do sistema representativo democrático) que os rumos do país sejam definidos pelo Judiciário, mais trágico ainda é que tais decisões sejam de um só juiz.

José Paulo Cavalcanti Filho apresenta estudo riquíssimo sobre o número de processos julgados pelas supremas cortes no ano passado: Estados Unidos, 80 casos; França, 80; Inglaterra, 82; Alemanha, 90; Canadá, 44 (Jornal do Commercio, 12.12.2025). 

No Brasil, o STF recebeu 85.201 processos em 2025, produzindo 116.170 decisões, das quais 93.559  foram individuais, segundo relatório do próprio STF. Pasme, caro leitor, mais assustador do que o volume de processos julgados é saber que mais de 80% deles foram decididos monocraticamente.

José Paulo nos lembra ainda que decisões monocráticas existem só no Brasil. “E em nenhum outro dos 193 Estados Membros da ONU. Nos Estados Unidos e na Grã-bretanha, em situações de extrema gravidade e urgência, quando não esteja reunida a corte, pode o ministro plantonista decidir. Mas essa decisão fica sem aplicação, até que seja convocado o plenário para deliberar sobre o caso. E vale, apenas, se a maioria (usualmente a totalidade) da Corte aprovar.

Ninguém decide sozinho, pois, essa é a regra de ouro para todos os tribunais do planeta.”

Pior é ver que notícias recentes sugerem certo grau de envolvimento nada republicano entre ministros, parentes, esposas e bancas (e bancos) de advocacia, o que me remete à frase atribuída a Benjamin Disraeli, ex primeiro ministro do Reino Unido, de que “quando os homens são bons, as leis são desnecessárias; quando são maus, elas são inúteis.”

Por isso mesmo Piero Calamandei, jurista italiano do início do XIX, afirmava: “a opinião pública está convencida (e talvez não sem razão) de que tomar parte na política significa, para os juízes, renunciar à imparcialidade na justiça.” (Eles, os juízes, vistos por um advogado).

É, meu amigo leitor, não é fácil compreender o Brasil. Menos ainda explicar esse país para amadores, como lembra Karnal. É difícil explicar “que a independência foi liderada por um herdeiro da Coroa Portuguesa (Dom Pedro I)”; que “a proclamação da República foi defendida por um monarquista convicto (Deodoro da Fonseca);”que “a democracia foi implantada com o apoio decisivo de um ex simpatizante do regime militar (José sarney)”. E (digo eu) que Moraes é professor de direito constitucional…

Luis Marcelo Cavalcanti é Procurador do Estado e Advogado.

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Jornal O Globo: André Mendonça manda prender Vorcaro que planejou assaltou para prejudicar violentamente Lauro Jardim.

‘CALAR A IMPRENSA’ |

Na decisão em que mandou prender o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou haver indícios de que o banqueiro determinou que se forjasse um assalto, ou simulasse cenário semelhante, para “prejudicar violentamente” o colunista do GLOBO Lauro Jardim. O objetivo, diz Mendonça, era, a partir do episódio,

“calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”. Vorcaro integrava um grupo de WhatsApp batizado de “A turma”, da qual fazia parte também Luiz Phillipi Mourão.

Esse homem é apontado como responsável pela execução de atividades voltadas à “obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado“, de acordo com Mendonça.

Fonte: O Globo. 

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A estupidez sem limites. Por Aragão.

Quem não viveu grandes guerras tende a romantizá-las como eventos estratégicos. Mas a guerra não é um jogo de xadrez. É colapso, ruptura e sofrimento social. É a tentativa deliberada de exterminarmos a nós mesmos.

Depois que os demônios são libertados, fazê-los voltar à garrafa é tarefa quase impossível. A Segunda Guerra Mundial foi inicialmente estimada em 4 meses. Durou seis anos. Custou cerca de 60 milhões de vidas. Redesenhou fronteiras, destruiu economias e inaugurou uma era nuclear que ainda nos ameaça.

Sempre todas as partes tem a certeza que estão com a razão. Mas não existe razão na guerra. Os efeitos colaterais são imensos e nunca esperados pois ninguém conhece todas as cartas que o outro lado tem na manga.

Em um mundo equipado com armas hipersônicas, inteligência artificial aplicada a sistemas militares, arsenais nucleares ativos e redes digitais integradas, o risco sistêmico é qualitativamente superior ao de 1939. A interdependência econômica é mais profunda. A vulnerabilidade global é maior.

• Choque energético global;

• Recessão coordenada;

• Radicalização política interna nos países envolvidos;

• E, no limite, um conflito de alcance verdadeiramente mundial.

A ilusão é acreditar que desta vez haverá controle. Que desta vez os limites serão respeitados. Que desta vez a racionalidade prevalecerá automaticamente. A história não confirma esse otimismo.

— Com guerra, a história é outra.

Se ainda não aprendemos com os erros do passado, seguimos com novos erros mas talvez não exista futuro para se arrepender.

— Oremos.

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Gestão Nilda garante modernização da UPA de Nova Esperança com entrega de 20 novos computadores

Mais um avanço importante marca a transformação da UPA de Nova Esperança executada pela gestão Nilda em Parnamirim. A unidade recebeu 20 novos computadores notebooks, que vão garantir mais agilidade, eficiência e qualidade no atendimento à população. A entrega foi realizada nesta quarta-feira (04) e viabilizada por meio de parceria com a UNIRN e a Prefeitura.

A chegada dos equipamentos representa um passo significativo no processo de modernização da unidade, contribuindo diretamente para a organização dos fluxos internos, redução do tempo de espera e melhoria no acolhimento dos pacientes.

A atual administração municipal tem protagonizado uma série de investimentos estruturantes na UPA de Nova Esperança. Após ter recebido o local com uma série de problemas, nos últimos meses, a unidade passou por grandes reparos nas redes elétrica e hidráulica, ampliação da capacidade do laboratório, reforço na frota de ambulâncias e implementação do sistema Fast Track, que tornou o atendimento mais dinâmico e resolutivo.

Para a prefeita, a chegada dos novos computadores simboliza mais do que a entrega de equipamentos: “Estamos investindo pesado na UPA porque entendemos que saúde é prioridade. Esses novos computadores vão dar mais agilidade ao atendimento e melhores condições de trabalho às nossas equipes. Nosso compromisso é seguir modernizando, cuidando e garantindo um serviço cada vez mais digno e eficiente para a população”, destacou.

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Alta terapêutica na ABA e nas multiterapias marca evolução do tratamento, reforça equipe da Unimed Natal

_Processo é conduzido com critérios técnicos, redução gradual do atendimento e alinhamento com a família_

A alta terapêutica nos atendimentos em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e nas multiterapias para crianças neuroatípicas é uma importante etapa de evolução do tratamento. No espaço Multiterapias da Unimed Natal, o processo é planejado, técnico e baseado em evidências, com foco na autonomia do paciente.

A coordenadora geral de intervenção comportamental, Clara Guedes, explica que a alta segue critérios objetivos e não ocorre de forma abrupta. “Nosso objetivo, enquanto terapeutas, é deixar de ser necessários. Nós existimos para promover autonomia e independência. Há alinhamento com os familiares, e nem todos os pacientes terão alta no mesmo tempo — em alguns casos, pode não haver alta”, afirma. Segundo ela, o processo é assistido, com análise de dados, transição estruturada e acompanhamento da família.

O planejamento inclui metas individualizadas, indicadores claros de evolução, redução gradual da intensidade do atendimento (modelo step-down) e acompanhamento programado para evitar regressões. Diretrizes internacionais recomendam que a transição seja progressiva e coordenada com a família e outros serviços.

A Gerente Técnica de Terapias Especiais, Angélica Medeiros, reforça que a integração entre profissionais é essencial nesse processo. “Alta não é ‘parar tudo’. É garantir funcionalidade no contexto real e organizar uma transição segura”, afirma. “Não existe resultado consistente quando cada profissional trabalha isoladamente. Precisamos de comunicação ativa, metas compartilhadas e gestão integrada do cuidado. O que sustenta a evolução não é apenas o que foi ensinado, mas o ecossistema: escola, casa, rotina, combinações terapêuticas coerentes e uma família que recebeu orientação aplicável”, completa.

Em muitos casos, após cumprir objetivos em um modelo intensivo de ABA, o paciente passa para acompanhamentos mais direcionados, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem baseada em evidências com resultados positivos na regulação emocional, no manejo da ansiedade e no desenvolvimento de habilidades sociais.

Para o Multiterapias da Unimed Natal, a alta terapêutica representa um novo ciclo dentro da jornada de cuidado, estruturado com planejamento e acompanhamento contínuo.

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Maria de Fátima 03 mar 2026

Q bom!

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Reputações manchadas, de repente. Luis Marcelo Cavalcanti.

 

Meu amigo Aragão deu o mote,
eu pego e embalo o repente
Pois tem gente até que mente
Pra’atacar reputação

Oxford fez pesquisa,
provocou reflexão
Por que é que tanta gente
Só fala sob emoção?
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Cientista que estuda,
Tanto até que nem pisca
Descobriu na engenharia
A raiva que serve de isca
Quem curte, logo se pica
De tão doente emoção
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

O nome é até complicado
Em inglês se diz “rage-baite”
Com palavra tão bonita
Há até até quem se deleite
Mal sabe o ignorante
Pra que serve o palavrão
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

No passado, foi dinheiro
Mal contado por Revista
Um certo homem de honra
de conduta sempre à vista
Chamado Ibsen Pinheiro
Aclamado pelo povo,
julgado pela nação
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Pura maldade da Veja
Na capa o chamou: Ladrão
Mesmo avisada do erro
Mandou seguir com a impressão
Trocaram as contas em dólar
Um mil que virou milhão
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Agora foi Ruth dos Santos
Auditora de profissão
Trinta e dois anos servindo
Foi vítima do Xandão
Com nome e sobrenome
Expostos em televisão
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Mas dona Ruth é dos Santos
De nome e de proteção
O outro eu já não digo
Que me sobra’intimação
Vá de retro coisa ruim
Seu lugar é na prisão
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Biografia é coisa cara
longa é sua construção
Merece ser respeitada
Do blogueiro ao cidadão
Pra não se ver mutilada
A imagem de um inocente
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Vou parando por aqui
que raiva é isca mortal
Na briga do bem contra’o mal
Da Viviane à Patrícia
Não pode a mídia digital
Se transformar em milícia
Quem bate logo esquece
Quem apanha esquece não
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

Avisa o mestre Karnal
Ódio é sentimento pequeno
Ter raiva é tomar veneno
Esperando n’outro a infecção
Tem até gente que mente
Pra’atacar reputação

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Kimura, academia de Jiu-Jitsu do RN, inaugura filial no Arizona (EUA)

 

O Jiu-Jitsu vive um ciclo de expansão consistente nos Estados Unidos. O Campeonato Mundial de 2024 reuniu cerca de 9 mil atletas. Em 2025, o número saltou para aproximadamente 12 mil inscritos — um crescimento que revela não apenas popularidade, mas consolidação estrutural da modalidade. Personalidades como Gisele Bündchen, Ivanka Trump e Joe Rogan ajudam a ampliar a visibilidade da arte suave no ambiente cultural americano.

É nesse contexto que a Kimura, fundada há 33 anos, dá um novo passo estratégico. Sob a liderança de Jair Lourenço, a equipe acumulou conquistas expressivas no MMA e no Jiu-Jitsu, formando atletas campeões mundiais e donos de cinturões no Ultimate Fighting Championship (UFC) e no Bellator MMA. Agora, inaugura sua filial no Arizona, ampliando presença no principal mercado consumidor do mundo.

A Kimura tornou-se um case de expansão orgânica. Presente nos cinco continentes, mantém uma diretriz clara: novas unidades são abertas por alunos formados na própria equipe. O modelo preserva método, disciplina e identidade — evitando a diluição que costuma acompanhar o crescimento.

A abertura no Arizona não é apenas mais uma filial. É a consolidação de uma marca construída a partir do Rio Grande do Norte para o mundo, sustentada por formação técnica, cultura interna sólida e visão de longo prazo.

Orgulho do RN.

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A estupidez da guerra. Por Aragão.

Quem não viveu grandes guerras tende a romantizá-las como eventos estratégicos. Mas a guerra não é um jogo de xadrez. É colapso, ruptura institucional e sofrimento social. É a tentativa deliberada de exterminarmos a nós mesmos.

Depois que os demônios são libertados, fazê-los voltar à garrafa é tarefa quase impossível. A Segunda Guerra Mundial foi inicialmente estimada para durar quatro meses. Durou seis anos. Custou cerca de 60 milhões de vidas. Redesenhou fronteiras, destruiu economias e inaugurou uma era nuclear que ainda hoje nos ameaça.

Todas as partes entram convencidas de que estão com a razão. Mas não existe razão na guerra. Os efeitos colaterais são imensos e imprevisíveis, pois ninguém conhece todas as cartas que o outro lado tem na manga.

Em um mundo equipado com armas hipersônicas, inteligência artificial aplicada a sistemas militares, arsenais nucleares ativos e redes digitais integradas, o risco sistêmico é qualitativamente superior ao de 1939. A interdependência econômica é mais profunda. A vulnerabilidade global é maior.

Uma escalada mal calculada pode produzir:

• Choque energético global;

• Recessão coordenada;

• Radicalização política interna nos países envolvidos;

• E, no limite, um conflito de alcance verdadeiramente mundial.

A ilusão recorrente é acreditar que desta vez haverá controle. Que desta vez os limites serão respeitados. Que desta vez a racionalidade prevalecerá automaticamente.

A história não confirma esse otimismo.

— Com guerra, a história é outra.

Se ainda não aprendemos com os erros do passado, seguimos cometendo novos erros — e talvez não exista futuro suficiente para nos arrependermos.

— Oremos.

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“Perdi meu pai para a depressão. Por Wissal Lauar.

Perdi meu pai para a depressão. Uma dor que não se explica, que não se mede, que simplesmente invade a vida da gente e muda tudo para sempre.

Ficam as lembranças, a saudade, as perguntas sem resposta e um vazio que nenhuma palavra consegue preencher.

Hoje eu entendo que a depressão não nasce da falta de amor, mas de uma dor profunda, de uma doença silenciosa que machuca a mente e o coração. Por isso eu digo, com toda a verdade que existe em mim: se você estiver doente, se sua mente estiver cansada, se o peso estiver grande demais… procure ajuda. Procure a Deus.

Procure um médico.

Procure um amigo. Mas não fique sozinho.

A dor pode mentir: Ela pode fazer você acreditar que não há saída. Mas há.

Sempre há um caminho, mesmo que ele precise ser construído passo a passo, com fé, tratamento e apoio.

Pensem nos filhos. Pensem nos abraços que ainda podem ser dados, nas histórias que ainda podem ser vividas, nas memórias que ainda podem ser construídas. Um pai ou uma mãe são referências que os filhos carregam para a vida inteira.

Se você está sofrendo, não tenha vergonha de pedir ajuda. Cuidar da saúde mental é um ato de coragem. Falar é um ato de amor. Permanecer é um ato de responsabilidade e de esperança.

Que Deus alcance cada coração ferido. E que nenhuma família precise viver essa dor.

Wissal Lauar.

Nota do Blog: Diante dos episódios recentes em nossa cidade, é fundamental reforçar que depressão é doença e tem tratamento. O suic1dio pode ser prevenido. Se você precisa de ajuda, ligue 188 (CVV). Há profissionais preparados para ouvir

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Nilda e César Maia votarão em Kelps e Kleber.

A prefeita Nilda e o presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, César Maia, discutiram projetos para o município com o pré-candidato a deputado federal, Kelps, e com o deputado estadual, Kebler Rodrigues.

O encontro foi nesta segunda-feira, em Parnamirim, para alinhar estratégias futuras que sustentem crescimento econômico da cidade, uma das que mais se desenvolvem no RN.

Nilda e César votarão em Kelps e Kleber em 2026.

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Gestão Nilda garante serviços de manutenção na rua Adeodato José dos Reis, em Nova Parnamirim.

A semana começa com trabalho nas ruas e presença da gestão Nilda solucionando mais um problema antigo. A Prefeitura irá iniciar a manutenção da calha da Rua Adeodato José dos Reis, em Nova Parnamirim, um dos principais corredores de mobilidade da região. O serviço inclui recuperação da calha, troca de grelha, reposição do paralelo e aplicação de nova manta asfáltica, garantindo mais fluidez, segurança viária e prevenção de alagamentos.

Com equipes do trânsito atuando no local e orientando motoristas sobre desvios, a intervenção reforça o ritmo de trabalho e a presença da gestão no dia a dia da cidade, cuidando da infraestrutura e mantendo o sistema de drenagem em pleno funcionamento.

A prefeita destacou o compromisso com a população: “Esse é o nosso jeito de governar: com serviço, cuidado e atenção às necessidades reais das pessoas. Estamos nas ruas para prevenir problemas, melhorar a mobilidade e dar mais tranquilidade a quem vive e circula por Nova Parnamirim.”

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