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Unimed — Pense no seu amanhã. Por Aragão.

Peço isso porque a gestão atual fez uma campanha como se não houvesse amanhã. Promoveu ataques gratuitos contra ex-presidentes, adotou narrativas agressivas e protagonizou uma tentativa de se manter no poder que causou surpresa dentro e fora da instituição — evidenciada quando ultrapassou os limites do razoável e proibiu alguns cooperados de votar. Todos foram atingidos por essa medida absurda, posteriormente revertida pela Justiça.

É bem verdade que a gestão atual construiu o hospital — o problema foi querer reconstruir o passado com uma narrativa inverídica de que Márcio Rêgo era contra sua construção. Nunca foi. Por zelo e cuidado, cumpria seu papel de coordenador do conselho fiscal.

Lembremos alguns pontos que a Deloitte evidenciou na auditoria sobre a construção do hospital:

— Falta de controle orçamentário detalhado e de justificativas para certos aditivos contratuais.

— Ausência de critérios objetivos para medições, resultando em avaliações subjetivas.

— Compras sem licitações, exigindo maior controle sobre cronograma e custos.

— Planejamento deficiente na aquisição de materiais, comprometendo a eficiência financeira.

— Não existia estudo de viabilidade. Só ficou pronto no último trimestre de 2024.

A gestão atual é honesta. Porém, ficou evidente que o problema foi de organização e planejamento. E esse pode ser o cerne da questão que explica outros problemas igualmente preocupantes. O market share da Unimed Natal caiu de 36,14% em 2020 para 29,72% em 2024. Isso não é narrativa, não é opinião — é um fato: a Unimed perdeu 12.086 usuários.

Por que a Unimed encolheu? E mais: por que, no mesmo período, a despesa administrativa saltou de 7,18% em relação ao faturamento para 9,5% em 2024? — em números absolutos, saiu de R$ 73.243.430,94 em 2020 para R$ 129.322.028,52 em 2024. A tentativa de continuidade de uma gestão marcada por perdas relevantes exige, no mínimo, uma reflexão séria por parte dos cooperados que irão votar nesta segunda (31).

— O passado te preocupa? Pense no seu amanhã.

— Será que algumas categorias tiveram seus honorários reajustados recentemente ou foram chamadas para conversar a respeito? — O cooperado sabe.

— O médico cooperado sabe que esperou oito (8) longos anos da gestão atual para ter a justa valorização e a redução dos custos administrativos. É justo receber novas promessas para atender antigas demandas? — É preciso mudar isso.

— Tudo tem limite. Mas os R$ 126 milhões de prejuízo da Unimed neste último mandato parecem extrapolar o razoável.

— A hora da verdade está chegando.

Chega de passado. — Amanhã há de ser outro dia.

Comentários (3)

Alex 30 mar 2025

E quem paga a conta disso também é o comercial, onde vendedores ficaram proibidos de vender para a faixa etária de 0 a 14 anos, isto é, só podemos vender para pessoas com 15 anos ou mais! A Unimed teve um salto com vendedores em vendas, aumentou o seu quadro e hoje, você diz que perdeu mais de 12 mil clientes? Bem, isso tbm acontece quando não valoriza o vendedor. Mas fazer o que, quando médicos vendo o sucesso de vendas e campanhas boas para incrementar as vendas e eles ficaram irritados com os ganhos financeiros dos vendedores!

José Ferreira 30 mar 2025

A Unimed precisa mudar urgentemente.

de Fátima veras 30 mar 2025

Hora de avaliar bem!!!

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A Ucrânia é aqui: Como a guerra das facções explode a paz no RN. Por Aragão.

Não é Kiev, é Mãe Luiza.

Não é Donetsk, é Paço da Pátria.

Não é Mariupol, é Quintas, Felipe Camarão, Guarapes.

Nossa guerra de cada dia não aparece em rede nacional. Nem Putin, nem Zelensky querem nossa cidade, nosso estado — mas nós queremos. E o que vemos são ruas tomadas, escolas fechadas, famílias fugindo, bairros sitiados. Pessoas estão tombando, vítimas de uma violência atroz, perpetrada por duas grandes facções, Comando Vermelho e Sindicato do Crime, que disputam território, impõem regras e estabelecem o medo como método.

E uma população que, sem perceber, vai se acostumando à presença da guerra como se ela fosse apenas mais uma camada do cotidiano.

A diferença entre uma guerra internacional e a que se trava aqui é que lá há câmeras e cobertura ao vivo. Aqui, há silêncio. Um silêncio conveniente para quem governa, mas ensurdecedor para quem vive sob o medo. A taxa de homicídios cresceu 24%, e os casos envolvendo intervenção policial, 40%.

Enquanto o Brasil se indigna com os mísseis russos, crianças da zona Oeste de Natal crescem ouvindo o estalo dos fuzis como trilha sonora. Enquanto jornais narram, com detalhes, o avanço dos tanques em solo europeu, nossos becos, vielas e bairros inteiros já foram ocupados — só que sem repórteres, sem mapas, sem atenção.

O Estado já não consegue conter a onda de violência. Ela é regulada pelas próprias facções. Há locais em que se comete — ou se proíbe — crimes por ordem do tráfico. E o mais grave: enquanto nos acostumamos com essa realidade, a autoridade se inverte. Quem dita a lei não é mais a Constituição, mas o “salve” da comunidade.

Não se trata apenas de segurança pública. Trata-se de soberania. De dignidade. De cidadania.

É a democracia sendo fatiada, rua por rua, até que reste muito pouco dela nas áreas onde o Estado não pisa mais.

— Tá tudo dominado.

Foto: Jean Catuffe/Getty Images

 

Comentários (8)

Flávio R Sousa 30 mar 2025

Mais um texto cirúrgico, indo no cerne da questão. Tudo isso embaixo do nosso nariz e começamos a achar normal. Precisamos fazer algo

Marcelo Barbosa 29 mar 2025

E a propagando do Governo é que a criminalidade diminuiu e muito

Paulo Cortes 29 mar 2025

A questão da segurança pública deveria ser uma das prioridades do governo. Entretanto, parece que andamos para trás.

O observador 29 mar 2025

Texto perfeito. Lamentável a situação que nosso estado se encontra.

Albanisa 29 mar 2025

Hoje o seu artigo merece um "EITA! PORRA", assim mesmo em letras garrafais tamanha é a nossa indignação com o domínio das facções no Brasil. É inconcebível o que vem acontecendo, anualmente, na data de 27 de março. A população acuada aguardando a queima de fogos que anunciam, não a chegada de mais um ano novo, mas sim o quanto estamos dominados pelos bandidos.

Marília 29 mar 2025

👏👏👏👏👏👏

Carlos Sena 29 mar 2025

Já estamos tão acostumados com esse PODER das facções, que parece normal, onde nem cobramos mais.de nossos políticos. Toca da Raposa, Rocas e tantos outros não podemos passar em certas ruas sem acender a luz interna e desligar os faróis. Não é problema na polícia, mas nas políticas públicas, legisladas por nossos políticos.

de Fátima veras 29 mar 2025

Nossa realidade descrita c perfeição!

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O Homem Performático. Por Fernando Rocha.

Arthur Schopenhauer (1788-1860) acreditava que a verdadeira individualidade era uma dádiva rara. Para ele, a maioria das pessoas não passava de meros repetidores, encaixados em categorias previsíveis, reféns de hábitos triviais e pensamentos padronizados. Suas vontades não eram próprias, mas sim reflexos do coletivo, como se a vida fosse um grande palco onde todos atuam conforme o roteiro já escrito por outros. O que ele talvez não tenha previsto é que, mais de um século depois, essa tendência à repetição se tornaria ainda mais radical – não apenas uma característica natural do homem, mas uma exigência imposta pelo mundo digital e pela lógica produtivista da contemporaneidade.

Byung-Chul Han, em sua crítica à sociedade do desempenho, aponta como o homem moderno é forçado a ser não apenas produtivo, mas um produto em si. Se antes o capitalismo exigia corpos que trabalhavam exaustivamente, agora ele exige corpos que se exibam, que se vendam como marcas pessoais, que monetizem sua própria existência. O ser humano não precisa apenas ser eficiente, ele precisa parecer eficiente. Não basta viver, é necessário demonstrar que se vive – e bem. É a era do espetáculo total.

As redes sociais, com suas câmeras sempre ligadas, transformaram o cotidiano em um reality show sem roteiro, mas com regras invisíveis e rígidas. O sorriso precisa ser perfeito, os dentes brancos como os dos influenciadores, a pele polida, os ângulos estudados. Até mesmo a tristeza precisa ser performada de maneira esteticamente aceitável. Não basta sofrer, é necessário sofrer de forma instagramável. A espontaneidade deu lugar à coreografia ensaiada; a autenticidade cedeu espaço à simulação de autenticidade. Não se trata mais de ser, mas de parecer ser. E, para isso, há um manual implícito: os mesmos filtros, as mesmas legendas motivacionais, os mesmos trejeitos nas danças virais.

A vida real foi substituída por um teatro digital onde todos desempenham papéis que não criaram, mas que precisam interpretar para serem aceitos. A estética dos corpos agora é forjada em clínicas de harmonização facial, criando rostos uniformes, bocas idênticas, expressões esculpidas para caberem nos moldes de um ideal que sequer foi escolhido conscientemente. O mundo digital se tornou a verdadeira realidade, e a vida offline, uma mera preparação para ele.

O que resta do humano quando ele se transforma em um avatar de si mesmo? Quando cada momento é vivido com a consciência de que pode ser filmado, editado, analisado, curtido ou rejeitado? Quando cada emoção precisa ser modulada para caber na expectativa do público invisível que habita o outro lado da tela? O homem performático deixou de ser sujeito para se tornar personagem. Não mais um ser único, mas um fragmento repetido, um eco incessante daquilo que já foi visto antes.

Talvez Schopenhauer estivesse certo ao dizer que poucos realmente possuem individualidade. Mas o que ele não poderia imaginar é que, no futuro, essa falta de singularidade não seria apenas um traço da natureza humana – seria uma obrigação social.

Fernando Rocha de Andrade.
Procurador da República e Mestre em Direito Internacional.

 

Comentários (7)

Flávio R Sousa 30 mar 2025

Triste, mas real. Falta de consciência individual,

Rildete 29 mar 2025

Quando professora, hj eu com 75 anos já dizia: a prova é ondividual e a vida tb.

Raquel Medeiros 29 mar 2025

Excelente texto que nos faz refletir exatamente sobre o que vivemos hoje. Essa necessidade de ser validado pelo outro, é que causa grande sofrimento. A essência do ser humano está se perdendo, a partir do momento que a preocupação gira em torno do que se aparenta ser ao invés do que se realmente é.

Maria Felicia 29 mar 2025

Perfeito! Muito atual!

Gleidson 29 mar 2025

Muito bom!

Felicia Carlos Felicia 29 mar 2025

Perfeito! O que vivemos hoje!

Maria de Fátima 29 mar 2025

Uma lamentável constatação! Sensacional!

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Eita Porra! Por Aragão.

O Brasil é a terra do Eita Porra!

Às vezes nem falamos — só pensamos.

É a nossa reação automática quando parece que tudo está escapando do controle.

 

É o preço da gasolina. É a decisão absurda da Justiça.

É o celular que nunca para, a política que nunca muda, o dinheiro que nunca dá.

É o absurdo virando rotina.

 

— Eita Porra nas redes sociais.

 

A gente acorda e já tá rolando o dedo.

Vê notícia ruim, gente indignada e os algoritmos manipulando as emoções.

Parece que o mundo inteiro virou uma guerra de versões — e se você não escolher um lado, é cancelado por todos.

Você lê, compartilha, comenta — mas, no fim do dia…

Tá cansado. E nem sabe por quê.

 

— Eita Porra na Justiça.

 

Um pichador pega 14 anos.

Um corrupto milionário pega 4.

A gente cresce ouvindo que a Justiça é cega…

Mas parece que ela tirou a venda — e é míope.

Só vê bem quem está perto. Não enxerga quem está distante.

 

— Eita Porra na política.

 

Promessa não falta. Solução que é bom, nada.

E, quando aparece, vem com a desculpa:

“Não dá pra fazer porque o outro deixou tudo bagunçado.”

 

— Eita Porra no supermercado.

 

Você vai no mercado e volta com duas sacolas.

Tá tudo mais caro. Tudo subiu, menos o salário.

O poder de compra virou o poder de dizer: “deixa pra próxima”.

 

— Mas olha… o problema não é dizer “Eita Porra”.

 

O problema é a gente acostumar.

Começar a achar que é normal.

Que a vida é isso mesmo: aguentar, engolir — e torcer pra não piorar.

Reclamar cansa. Fingir que tá tudo bem, mais ainda.

A gente não precisa de salvador.

Precisa de consciência. De ação. De coragem.

A mudança só virá quando os governantes começarem a dizer “Eita Porra” — por causa das nossas ações. — Aí, sim.

 

— Agora me diga: Qual foi seu último Eita Porra?

Comentários (9)

Joan 30 mar 2025

Eita porra, o absurdo virou padrão

Mauro Santos 27 mar 2025

Eita Porra!

Pupilo 27 mar 2025

Que texto! muito preciso e zero agressividade.

O Observador 27 mar 2025

Só vi verdades. Parabéns pela qualidade do texto.

Fabio 27 mar 2025

Eita porra! É assim mesmo.

de Fátima veras 27 mar 2025

Nem sei ...basta entrar nas redes sociais é um "eita porra"atrás do outro!

de Fátima veras 27 mar 2025

Nem sei ...basta entrar nas redes sociais é um "eita porra"atrás do outro!

HENRIQUE JUNQUEIRA 27 mar 2025

Malfeitores na sanha constante de implementar um regime pernicioso no país, uma meia dúzia de muitos, enquanto o povo reage apenas com um "eita porra". O final caótico se avizinha e muitos se arrependerão das suas passividades...

Alves 27 mar 2025

Concordo em grau, número e gênero. Eita p****!

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Themis do STF: A Deusa da Justiça ou Gladiadora? Por Aragão.

Themis, a deusa da Justiça, sempre foi representada segurando uma balança e uma espada. A balança simboliza o equilíbrio, a capacidade de pesar argumentos com isenção, distribuindo o direito conforme a medida de cada caso. A espada, por sua vez, representa a aplicação da lei—firme, necessária, mas controlada pela razão.

— Mas por que a Themis do STF não tem a balança? Somente a espada!

Se a Justiça que ali está representada nunca segurou a balança, será que, em sua outra mão, ela teria erguido uma lança? Uma arma de longo alcance, feita para atingir alvos distantes? Teria a Justiça ido longe demais?

A invasão ao Congresso e ao STF no dia 8 de janeiro foi um ataque grave às instituições democráticas. O Estado tem o dever de punir os responsáveis, porque, sem consequência, a democracia se enfraquece — Mas Justiça não é vingança. A condenação de 14 anos por uma pichação levanta um questionamento inevitável: estamos diante de uma aplicação justa da lei ou de um exemplo extremo para intimidar?

Se pichar uma estátua resulta em uma sentença comparável à de crimes hediondos, o que deveria acontecer com quem rouba bilhões dos cofres públicos? A Justiça não pode ser medida pelo impacto simbólico de uma decisão, mas pelo equilíbrio entre o ato e sua consequência. Quando esse equilíbrio se rompe, a toga se confunde com armadura, e o tribunal pode se converter, de fato, em uma arena.

— Tirou a venda e revelou uma visão míope?

A venda que cobria seus olhos nunca foi um sinal de cegueira, mas de imparcialidade. Ela não deveria enxergar rostos ou circunstâncias políticas — deveria apenas pesar atos e consequências. Mas a Themis que se apresenta hoje parece enxergar com nitidez apenas quem está perto e com distorções quem está mais distante.

Confiamos na Justiça, não porque seja perfeita, mas porque acreditamos que ela pode e deve se corrigir. A grandeza da Justiça não está na infalibilidade, mas na capacidade de reconhecer excessos e retomar o equilíbrio. Que Themis, mesmo sem ser infalível, reencontre sua balança, reajuste sua venda e prove que ainda é merecedora da nossa confiança.

— Porque quando a Justiça erra, ela não condena apenas um réu — ela condena a si mesma.

Comentários (10)

Orlando 28 mar 2025

O STF têm partido político,uma suprema corte era pra ser composta por juízes de carreira aprovado em concurso público,advogados de meia pataca indicado por políticos num país onde a corrupção não têm limites,tá tudo errado.

Edmilsonms61@gmail.com 27 mar 2025

O STF estar desacreditado uma vergonha para nosso país, antes do julgamento já sabemos as decisões e sentenças.

de Fátima veras 25 mar 2025

Genial..perfeito...sensacional!

Joan 25 mar 2025

A arma mais perigosa do Brasil é um batom que dá 14 anos de prisão.

Albanisa 25 mar 2025

Na verdade, os cargos do STF e do STJ teriam que ser ocupados através de concursos públicos como as demais instituições públicas E não por indicação presidencial. Porque assim sendo por indicação política vamos continuar com a (in)justiça onde só se mudam as moscas para o mesmo lixo.

HENRIQUE DE CARVALHO 25 mar 2025

Qual justiça? Parcialidade escancarada, desrespeito ao devido processo legal e à individualização da conduta, anomalia na identificação do crime e por aí vai. O país de joelhos e coagido pelo alexandrismo.

Fernanda 25 mar 2025

Excelente artigo. Você sabe como prender um leitor. Parabéns

Carlos 25 mar 2025

👏👏👏👏👏

Marília 25 mar 2025

Explicou com clareza o que está acontecendo.

Milton Azevedo 24 mar 2025

Sintetizou o pensamento de todos. Excelente

Carlos 25 mar 2025

👏👏👏👏👏

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Depois das Fake News, a Hora da Verdade. Por Aragão

— Quer fake news maior do que dizer que inúmeros cooperados estariam inaptos a votar? 

Pois é. Depois de uma extraordinária sequência de fake news, tinha que chegar a hora da verdade. E está chegando. Faltam apenas oito dias para a votação, o resultado de quase 90 dias de uma luta desigual entre o grupo que segue desesperadamente abraçado ao poder da Unimed e alguns cooperados que ousaram acreditar. Acreditar que é possível fazer uma Unimed para todos, inclusiva e democrática.

Sem saber que era impossível, foram lá e fizeram. Os cooperados da Chapa 2 fizeram uma campanha única, baseada na união, no respeito e na verdade, consolidando a liderança nas pesquisas. É claro que lutar contra o poder estabelecido não é fácil em lugar nenhum. Mesmo que a atual gestão quisesse ser isenta, ainda assim seria naturalmente difícil, pois todos querem retribuir favores — sabemos como as coisas funcionam.

— Interrompo o artigo para perguntar: você conhece algum cooperado que teve seus honorários reajustados recentemente ou que foi chamado para conversar a respeito? 

Depois dessa, tenho que concordar com uma frase do atual presidente no vídeo gravado após o webinar: “Tudo tem limite.” Pois é, concordo. Mas será que esse limite é seletivo ou ainda conveniente? Se não, vejamos:

•Tudo tem limite — até para o tempo de permanência no poder.

•Tudo tem limite — inclusive para os ataques contra a auditoria, que apenas buscava garantir transparência.

•Tudo tem limite — exceto na tentativa, frustrada pela Justiça, de impedir colegas cooperados de votarem — algo que deveria ser impensável em uma eleição democrática.

•Tudo tem limite — até na apresentação dos números da atual gestão. O cooperado é um eleitor muito esclarecido e sabe que os bons números do primeiro mandato devem ser analisados dentro do contexto da época, incluindo o impacto do cancelamento das cirurgias eletivas durante a pandemia.

Que a resistência da Chapa 2 sirva de inspiração para todos e, principalmente, para que outros cooperados não precisem passar por isso nas futuras eleições. Deve-se garantir que o estatuto seja cumprido de forma rigorosa e que as condições de disputa sejam verdadeiramente igualitárias, sem favorecimentos institucionais.

— Pau que dá em Chico, dá em Francisco. 

A Chapa 2, liderada por Márcio Rêgo, propõe um novo caminho, uma gestão plural, baseada na renovação e na melhoria contínua. Não haverá um grupo de continuísmo quando passar os possíveis oito anos de sua gestão. Esse é o compromisso assumido pela Chapa 2. A Unimed deve seguir forte, inovadora e aberta à alternância de gestão.

— Tudo tem limite. Dia 31. 

— A hora da verdade.

Comentários (11)

Orlando 28 mar 2025

O Brasil seja na política ou numa empresa sempre têm um grupo q quer se perpetuar no poder

Clara 23 mar 2025

Quero ver a caixa 📦 preta ,a sujeira debaixo do tapete,DP que a chapa 2 ganhar. .....as máscaras cairão....pir uma unimed melhor ,para todos.....mudança já!!!!!! Essa gestão atual,já deu... xô!

Joan 23 mar 2025

Essa chapa 1 está usando a estratégia PTista pra vencer

de Fátima veras 23 mar 2025

Vc é "cirurgico" nos seus comentários...👏👏👏👏👏👏

de Fátima veras 23 mar 2025

Vc é "cirurgico" nos seus comentários...👏👏👏👏👏👏

Ricardo 23 mar 2025

Chapa 2. Sem sombra de dúvidas

Claudia 23 mar 2025

👏👏👏👏👏

Marília 23 mar 2025

Excelente, com clareza de detalhes

Chico pé de Bixiga 23 mar 2025

Chapa 1 tah de um jeito q nao passa um fio de cabelo

Ana Lúcia 23 mar 2025

Parabéns pelo texto sensato, equilibrado e envolvente.

José Castro 23 mar 2025

Já está mais do que provado que a Unimed deve mudar.

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A Força da Fé — Como Padre Sávio tem Conquistado Gerações. Por Aragão.

Fiquei conhecendo o Padre Sávio através das missas durante a pandemia. Um período inimaginável, que, no meu caso, trouxe um desafio ainda maior, pois perdi minha mãe para o câncer no início da quarentena. Lembro bem das missas celebradas pelo Instagram — “Conexão & Fé” — que, depois, merecidamente, se transformaram em livro a convite da editora paulista Angelus. Uma inovação para a época, que além de beneficiar 18 mil fiéis angustiados, sem poder sair de casa, serviu para posicionar Padre Sávio como referência na evangelização dos jovens e adultos.

Padre Sávio tem noções de inglês e espanhol, mas fala, excepcionalmente bem, a língua dos jovens. Um conforto e uma segurança para famílias inteiras que lutam contra as inúmeras influências negativas que cercam nossa juventude — Eis que surge um pastor para guiar nossas crianças e jovens através da palavra de Deus. — Amém.

— Um padre humano com um carisma sobrenatural.

A forte conexão de Padre Sávio com seus fiéis vem do fato de que ele não se colocar acima da humanidade, mas está verdadeiramente imerso nela — é um homem como qualquer outro, com desafios, medos e superações. Estudou no colégio objetivo, fez natação, gostava de sair, pulou 7 anos no Carnatal e sua virada de chave para a vida religiosa foi aos 18 anos após participar do Segue-me com o padre Nunes. Atualmente, além das atividades religiosas, ajuda nos cuidados com a mãe de 91 anos, enfrenta a solidão, já lidou com a síndrome do pânico, faz terapia, chora e se reconstrói. Ele compreende a fragilidade humana porque a vive.

Entre seus 11 a 17 compromissos diários, ainda encontra tempo para ir à academia três vezes por semana, cuidando não apenas da alma, mas também do corpo, reforçando a importância do equilíbrio. Aos 48 anos, formado em teologia, filosofia e administração, está longe de se acomodar — segue expandindo os horizontes da evangelização também para o mundo digital.

— A Igreja inserida na sociedade.

Em um mundo onde a fé e a religiosidade muitas vezes parecem distantes da realidade cotidiana, Padre Sávio conseguiu algo extraordinário: aproximar a Igreja da vida das pessoas. Ele ampliou nossa atividade religiosa para muito além das missas de domingo. Nos vemos frequentando a Paróquia José de Anchieta em diversos dias da semana, em variados horários, e ainda participando de encontros com Cristo.

— Um Padre onipresente.

O resultado de sua comunicação acessível e sempre presente é a impressionante conexão que Padre Sávio estabelece com seus fiéis. Acredito que, por ter uma visão mais ampla da sociedade, ele não se restringe ao altar. Participa das festas, frequenta as casas, almoça com as famílias, vai a barzinhos, ao cinema, comparece a reuniões, jantares e até viaja com os paroquianos. Ele não bebe, mas está lá, conversando, ouvindo e sendo parte da comunidade. Essa integração estabelece um elo de confiança profunda com os fiéis.

— A fé movendo montanhas de sofrimento.

Padre Sávio compreendeu algo essencial: a Igreja deve estar de portas abertas para quem vai agradecer mas, principalmente, um porto seguro para quem sofre, e não apenas um espaço de rituais e tradições. Em tempos em que a juventude enfrenta ansiedade, solidão e desamparo emocional, a presença de um líder como ele faz toda a diferença. Mais do que pregar a fé, ele acolhe e oferece abrigo para aqueles que mais precisam. Dezenas de jovens com pensamentos derrotistas e suicidas já encontraram sua salvação na palavra de Deus e seguiram um novo caminho. A Pastoral da Escuta, oferece psicólogos, pedagogos e paroquianos dedicados a ouvir e proporcionar conforto emocional através de Atendimentos coletivos e individuais.

— Um agente transformador da sociedade.

Os paroquianos tem a certeza de uma vida inteira ao lado de Cristo. São quase 2.000 pessoas envolvidas nas pastorais. De crianças a idosos, todos têm um lugar nos projetos da Paróquia José de Anchieta. Desde criança dos zero aos 7 anos com os Pequeninos do Senhor até encontro de casais (35 aos 70 anos) — Ninguém fica de fora da paróquia José de Anchieta. Pessoas com deficiência? Moradores de rua? Idosos? Enfermos? Empreendedores? Todos são acolhidos pelas Pastorais.

— A missão que vai além das paredes da Igreja.

Os resultados conquistados hoje são frutos de uma vida de muito aprendizado, sempre em busca pela melhoria contínua e o desenvolvimento espiritual. Antes de assumir a Paróquia José de Anchieta, Padre Sávio já havia deixado sua marca em projetos de relevância nacional. Foi um dos responsáveis pela organização da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, um evento histórico que reuniu 3,5 milhões de fiéis na Praia de Copacabana na presença do Papa Francisco, fortalecendo a fé de uma geração. Em Natal, liderou a migração da Rádio Rural AM para FM, modernizando a comunicação católica e ampliando seu alcance.

Hoje, sua missão segue firme e ainda mais necessária. As igrejas estão cheias, as pastorais crescem, a evangelização se expande para novos espaços. Do altar às redes sociais, das ruas aos encontros comunitários, da escuta ao acolhimento, Padre Sávio segue guiando sua comunidade com fé, inteligência e presença ativa.

Temos que agradecer a Deus a presença de Padre Sávio em nossa sociedade — um pastor que segue acompanhando suas ovelhas, garantindo que, onde houver aflição e dor, a palavra de Deus possa chegar.

— Isso sim, é uma bênção.

Comentários (14)

Fernando 25 mar 2025

Excelente artigo. Observo que essa é a percepção dos paroquianos, de ter um padre sempre atencioso e cuidadoso com as coisas de Deus e com as pessoas que o procuram.

Fco Serejo 22 mar 2025

Durante uma viagem inesquecível, tive a oportunidade de conhecer padre Savio onde percebi sua capacidade de evangelizar de uma forma tranquila, confortante e contagiante. E foi durante a pandemia que pude comprovar essa percepção. E a dedicação de guiar os jovens em direção à fé cristã da forma que citei acima ajuda a enfrentar os desafios do mundo contemporâneo. Parabéns pelo artigo e homenagem a Pe. Savio.

Rose 22 mar 2025

Texto sensacional, a igreja precisa de mais padres com a atuação e o carisma do nosso querido Padre Sávio

Albanisa 22 mar 2025

O mundo está precisando de mais pessoas como o Padre Sávio. Parabéns Aragão por mais um artigo divino e maravilhoso.

de Fátima veras 22 mar 2025

Realmente,pe Sávio é um verdadeiro missionário...muito boa a descrição!

Mayza 22 mar 2025

Eu sinto uma conexão incrível com padre Sávio Entrei para a paróquia com uma ação “famílias do bem “ e depois não parei mais. Curei minha depressao e ansiedade e minha família toda servimos atualmente na paróquia Ele tem uma conexão surreal com as pessoas Que Deus abençoe padre Sávio para continuar arrastando multidões por onde passar

Karina Lelis 22 mar 2025

Tê-lo como PÁROCO é a certeza de termos O “ PAI ” … pai que escuta , que se faz presente e até “ puxa a orelha “ quando necessário … com amor e nos ensinando o caminho correto !!! Ele é o “ responsável “ por levar meu filho de 12 anos de volta para igreja … uma graça , um presente de Deus !!!

Kadidja palhano 22 mar 2025

Sou paroquiana da São José de Anchieta e ratifico tudo o que foi tão bem colocado aqui. Padre Sávio é uma benção para nossa comunidade e igreja católica!

Flávio 22 mar 2025

É muito bom saber q nossa Igreja Católica, sem abrir mão dos seus dogmas ,tem formado padres como Padre Sávio, trazendo para o seio da Igreja mais e mais pessoas para conhecerem o reino De Deus. Outro exemplo, é o Padre Valtair , que fez um excelente trabalho na paróquia vizinha , em São Camilo de Lellis por 12 anos e agora, transferido, está começando esse trabalho na Paróquia Cristo Rei

Carlos 22 mar 2025

Que Deus abençoe sempre Padre Sávio. Grande evangelizador.

Aparecida 22 mar 2025

Artigo emocionante de ler. Padre Sávio consegue fazer com que todas as pessoas frequente a igreja de coração, amando está ali .

Claudia 22 mar 2025

Texto e padre brilhante.

Marília 22 mar 2025

Magnífico. Esse padre arrasta multidões

Maria de Fátima 21 mar 2025

Parabéns Aragão, brilhante comentário sobre o padre Sávio, muito bom divulgar sobre o trabalho e missão na igreja, são padres assim que necessita as pessoas para crescer na fé e ter esse apoio emocional, essa abertura com os fiéis na sua vivência e nas suas aflições Deus abençoe grandemente a vc e ao padre Savio

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O Texto Que Bolsonaro e Lula Não Querem Que Você Leia. Por Aragão.

A democracia não morre de tiro, morre de preguiça intelectual. Não precisa de golpes, apenas de eleitores que acreditam que já sabem tudo. O veneno não está apenas na classe política, mas no eleitor que desliga o cérebro e aperta o “curtir” e o “confirmar” no automático.

A política moderna não quer que você pense. Quer que você reaja. Quer que você sinta raiva, medo, esperança cega. Quer que você escolha um lado não porque acredita nele, mas porque odeia o outro.

E agora? Foi você quem escolheu esse lado, ou alguém escolheu por você?

— O Algoritmo Que Decide Sua Opinião

Você se informa, lê notícias, acompanha debates. Acha que tem uma visão crítica. Mas há algo que você não percebe: o filtro invisível que decide o que chega até você e o que é escondido.

A política, há muito tempo, deixou de ser somente sobre ideologia. Agora, é um jogo de controle de narrativa, e os algoritmos são os verdadeiros estrategistas. O que você vê não é aleatório. Os conteúdos que aparecem no seu feed, as manchetes que despertam sua fúria, os vídeos que confirmam tudo o que você já pensa… tudo isso foi escolhido para você.

As redes sociais não entregam verdade. Entregam dopamina.

Elas te mostram o que te revolta.

Elas te mostram o que te valida.

Elas escondem o que poderia te fazer questionar.

— Bolhas de Filtro: Quando a Realidade é Fabricada.

Você já percebeu como tudo o que você lê confirma o que você já acredita? Como as manchetes parecem escritas para reafirmar suas convicções? Isso não acontece por acaso.

Você vive em uma bolha de filtro, um ecossistema digital onde o algoritmo ajusta o que você vê e o que você nunca verá. Se uma informação contraditória ameaça sua visão de mundo, ela simplesmente não aparece para você.

As câmaras de eco são ainda piores. Lá dentro, não basta acreditar no seu lado — você precisa acreditar que o outro lado é perverso, irracional e uma ameaça. O extremismo se retroalimenta: cada novo conteúdo fortalece a certeza de que você está certo e os outros estão errados.

E qual é a consequência disso? Você para de buscar argumentos e começa a buscar conforto. Afinal, é mais fácil confirmar o que já acreditamos do que admitir que podemos estar errados.

— Como Escapar do Jogo da Manipulação?

Não há solução fácil. Mas há duas regras essenciais para sair do piloto automático:

Leia opiniões contrárias. Se você só consome um lado, você não está informado, está sendo programado.

Antes de odiar, pergunte-se: “Por que me fizeram odiar isso? Quem ganha com esse sentimento?”

A democracia não precisa de torcedores. Precisa de cidadãos.

— Pensar é um Ato de Rebeldia – Você Está Pronto Para Isso?

O jogo não muda porque as peças continuam as mesmas.

Se a política virou um jogo, você tem duas opções: continuar jogando ou mudar as regras. O Brasil não precisa de mais do mesmo, mas de alguém que continue o que deu certo e avance no que ainda precisa ser feito.

Para mim, essa pessoa já mostrou sua capacidade de gestão, equilíbrio e compromisso com o país.

Seu nome é Tarcísio de Freitas.

Essa é a minha análise.

E a sua?

 

Foto: Reprodução/O Globo

Comentários (12)

Diogo 23 mar 2025

Perfeito! 👏🏻👏🏻👏🏻

Flávio 22 mar 2025

Mais textos como esse para ver se saímos dessa miopia politica tão bem expressada por você , Marcus. Parabéns

Fco Serejo 21 mar 2025

Perfeito !!! Cirúrgico.

Michel Pipolo 21 mar 2025

Como potiguar morando em SP posso ratificar que o Tarcisio tem demonstrado um elevado espírito publico. Imprimindo uma velocidade de gestão diferenciada no governo do estado.

de Fátima veras 21 mar 2025

Espetacular!!!

Romulo Leite 21 mar 2025

Sair do lugar comum da mídia sistêmica certamente é o primeiro passo… o planeta em efervescência está muito além do que se permite “ver” por aqui. Ampliar horizontes, estudar a movimentação geopolítica mundial, ir além é fundamental… os ponteiros giram e cobram cada segundo desperdiçado. Bom dia!

Artur 21 mar 2025

Uma triste realidade.

Fábio 21 mar 2025

Clareza e sensatez

Bárbara 21 mar 2025

👏👏👏👏👏👏

Fernanda 21 mar 2025

Espetacular

Ana Lucia 20 mar 2025

Perfeito.

O observador 20 mar 2025

Sensacional. Finalmente um texto sensato sobre a influência das redes sociais nas eleições.

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Eleições Unimed — O que mais falta acontecer? Por Aragão.

Nada. Não falta mais nada acontecer nessa eleição, e a liderança consolidada de Márcio Rêgo segue inabalável. Todos os ataques e narrativas possíveis foram superados. Todas as “balas de prata” foram disparadas, e nada debilitou a Chapa 2, pois conta com um sistema imunológico excepcionalmente forte.

Há quase 80 dias sob ataques constantes, a resposta imunológica do grupo não poderia ser melhor. Em vez de enfraquecer, a candidatura segue se fortalecendo, com cada novo embate servindo apenas para unir ainda mais seus integrantes à sua base eleitoral — reforçando a convicção de que a mudança é essencial para a saúde da democracia da Unimed.

A exposição aos primeiros agentes estressores no início da campanha foi funcionando como uma espécie de vacina. E, quando falamos de agentes estressores, eles não faltaram. A lista é extensa:

• Uma mídia que mais se parece com propaganda disfarçada da Chapa 1.

• A tentativa de calar vozes na assembleia dos cooperados.

• Ataques contra a auditoria, que apenas buscava garantir transparência.

• Aumento na remuneração de alguns cooperados de última hora.

• O impedimento de cooperados votarem, algo que deveria ser impensável em uma eleição democrática. (Situação revertida ontem pela Justiça).

• Lançaram o hospital dizendo que Márcio Rêgo era contra a construção — era só o que faltava!

Diante desse cenário, a Chapa 2 convalesceu? Nem um pouco. Se há algo que essa candidatura provou, foi sua resiliência.

— A Chapa 1 diz o contrário?

Pensemos juntos. Se a atual gestão realmente acreditasse nos seus exames, isto é, nas suas pesquisas, se estivesse tão confiante na vantagem da Chapa 1, por que precisaria lançar mão de medidas tão desesperadas, como impedir que cooperados votassem? Pensem nisso… pensem mais um pouco…

— Quem está na frente e acredita na democracia não adoece de raiva, não perde a razão por causa de uma eleição.

A lógica é simples: quem tem certeza da vitória não precisa distorcer as regras do jogo. Quem está seguro do próprio caminho não teme o julgamento das urnas.

— Dia 31 tem vacinação contra autocracia.

— Quando receber um prognóstico sobre essa eleição, peça uma segunda opinião — a sua.

Foto meramente ilustrativa: Shutterstock

Comentários (6)

Maria do Carmo 19 mar 2025

👏👏👏👏👏👏

de Fátima veras 19 mar 2025

👏👏👏👏👏👏

Juliana Souza 19 mar 2025

Texto impecável. Uma empresa do tamanho da Unimed não pode ficar na mão de um único grupo.

Dr bufa 19 mar 2025

Tanta coisa precisa de auditoria com a chapa 1 no comando . Ouvi falar uma conversa de um integrante do alto escalão da chapa 1 que tem prédio alugado a Unimed . Tem esposas empregadas na Unimed . Criaram vagas extras no hospital pra abarcar cooperados . Taaaaaanta coisa …. Tomara que a chapa 2 vença .

Fernanda 18 mar 2025

Excelente

Bianca 18 mar 2025

👏👏👏👏👏👏👏

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A Gasolina Mais Cara do Nordeste É a Melhor Propaganda do Carro Elétrico. Por Aragão. 

Existe uma campanha nas ruas para incentivar o uso de carros elétricos no RN de forma não convencional. Não precisa de anúncios, posts ou slogans bem elaborados. A cada posto de combustível, cada bomba, cada abastecimento, lembra ao potiguar sobre as vantagens do carro elétrico. Com a gasolina comum ultrapassando todos os limites, o RN se tornou o estado com o combustível mais caro do Nordeste, e essa realidade está fazendo cada vez mais motoristas fugirem das bombas.

— Soube da última bomba? Gasolina a R$ 6,60 (preço médio).

Não é só quem tem carro que sente o impacto. O preço do combustível afeta toda a economia.

— Fretes ficam mais caros, e isso encarece alimentos, produtos básicos e qualquer mercadoria transportada.

— O transporte público sofre pressão, levando a reajustes nas tarifas de ônibus e aplicativos.

— O comércio e o turismo perdem movimento, pois as pessoas evitam deslocamentos desnecessários.

A lógica é simples: quanto mais caro fica abastecer, menos as pessoas consomem combustível. Esse fenômeno pode ser explicado por uma lógica econômica conhecida como Curva de Laffer, que, embora aplicada geralmente à tributação, se encaixa perfeitamente no mercado de combustíveis. A ideia é simples: quanto mais alto o preço, mais o consumidor reduz seu consumo. No início, os reajustes são absorvidos, mas chega um ponto em que a reação muda. As pessoas passam a evitar o carro, limitar viagens e adotar hábitos para consumir o mínimo possível.

Quanto mais caro for abastecer, mais os motoristas buscam alternativas definitivas. E é aí que os carros elétricos entram na equação. Para muitos, o combustível caro já não é só um incômodo momentâneo – é um motivo real para considerar a mudança.

— O RN Está Perdendo Competitividade

Enquanto estados vizinhos, como Ceará e Pernambuco, conseguem oferecer combustível mais barato, o RN mantém uma das cargas tributárias mais altas do Brasil, tornando-se menos atrativo para empresas e investimentos. O que o setor de combustíveis e o governo podem fazer para reverter a situação?

— Entendeu por que o RN é um dos estados que mais vende carros elétricos?

Comentários (5)

O observador 18 mar 2025

Um absurdo o preço do combustível no RN. O governo não ajuda mas o cartel dos combustíveis tem sua óbvia parcela de culpa

de Fátima veras 18 mar 2025

Genial!👏👏👏👏👏👏👏

tiago 18 mar 2025

e é porque somo o TERCEIRO maior produtor de petróleo do Brasil. Perdendo apenas para o estado do RJ e ES.......REPITO, somo o TERCEIRO maior produtor dos 27 estados da federação.....

Alex 18 mar 2025

Somente de graça eu recebo um carro elétrico!

Claudia 18 mar 2025

👏👏👏👏👏

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