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Novo Hospital Unimed (CSU) inaugura Pronto-Socorro Infantil Dra. Sônia Maria Cabral Fagundes Rêgo.

A Unimed Natal inaugurou, nesta terça-feira (19), o novo Pronto-Socorro Infantil (PSI) do Hospital Unimed – CSU, no 1º andar da Torre C. O espaço foi projetado para ampliar a capacidade de urgência pediátrica, oferecendo mais conforto e resolutividade às famílias.

O PSI leva o nome da médica pediatra Dra. Sônia Maria Cabral Fagundes Rêgo, falecida em 2024, homenageada por sua contribuição à pediatria e à história da cooperativa. A cerimônia contou com a presença da diretoria, médicos cooperados, familiares e convidados.

A estrutura conta com seis consultórios (um voltado a pacientes com TEA), duas salas de classificação de risco, quase 30 leitos de observação e uma equipe de 42 médicos plantonistas. Há ainda brinquedoteca e espaço para amamentação.

O diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, destacou: “É uma alegria inaugurar este serviço que leva o nome da Dra. Sônia, médica que deixou um legado de carinho e dedicação à pediatria. Esta homenagem traduz nosso reconhecimento e reafirma nosso compromisso em ampliar o cuidado em saúde para nossos beneficiários.”

O diretor de Recursos Próprios, Dr. Robinson Dias, ressaltou: “É muito bom ter uma estrutura moderna, com equipe preparada para oferecer o melhor em atendimento pediátrico. O Hospital Unimed – CSU se fortalece como patrimônio da cooperativa, sempre voltado para cuidar com qualidade e humanidade.”

Já a coordenadora médica do PSI, Dra. Yvanna Machado, afirmou: “O novo Pronto-Socorro Infantil foi planejado para oferecer atendimento mais ágil, seguro e humanizado às nossas crianças e famílias. É uma alegria e uma responsabilidade muito grande coordenar esta equipe que tem como missão cuidar com excelência dos nossos pequenos.”

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Bolsa desaba com decisão de Dino que afeta sanção de Trump a Moraes.

O mercado reagiu mal à canetada do ministro Flávio Dino. O Ibovespa despencou 2,10% e o dólar subiu 0,90%, logo após a decisão do STF que blindou cidadãos e municípios brasileiros de leis e decisões estrangeiras. Em tese, é uma medida para proteger a soberania. Na prática, o recado veio no calor das sanções dos EUA contra Alexandre de Moraes — e o efeito foi explosivo.

Ambos os movimentos resultaram de desdobramentos da decisão de Dino, que definiu que cidadãos brasileiros não podem ser afetados, em território nacional, por leis e decisões estrangeiras tomadas por atos realizados no Brasil.

Resultado: enquanto o governo e o STF vendem o discurso de independência, o investidor vê insegurança jurídica, o mercado derrete e o dólar dispara. É o Brasil sendo Brasil.

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Legislativo Potiguar promove “I Encontro das Procuradorias da Mulher” no País

A tarde desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do “I Encontro das Procuradorias da Mulher no Legislativo Potiguar”, que aconteceu no Hotel Holliday Inn, em Natal. De iniciativa da Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do RN, o evento reuniu autoridades, como a Procuradora da Mulher no Senado – Zenaide Maia, a Procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados – Coronel Fernanda e as deputadas estaduais do Rio Grande do Norte, além de vereadoras e representantes de instituições comprometidas com as pautas femininas. O objetivo foi chamar a atenção, principalmente, para a igualdade de gênero e o combate à violência contra a mulher.
O evento contou com uma exposição de banners sobre as mulheres potiguares que marcaram a política nacional (Nísia Floresta, precursora das lutas femininas; Celina Guimarães, primeira mulher a ter direito ao voto; e Maria do Céu Fernandes, primeira deputada estadual do RN). Além disso, foram realizadas discussões de assuntos relevantes da pauta feminina, através de quatro painéis: “Violência política”; “Violência doméstica, acolhimento e trabalho em rede”; “Cooperação, sociedade civil e fortalecimento da mulher nos espaços de poder”; e “Promoção da autonomia econômica da mulher”.

“É com imenso orgulho e grande responsabilidade que a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, através do presidente Ezequiel Ferreira (PSDB) e da Procuradoria Especial da Mulher, realiza este 1º Encontro das Procuradorias da Mulher no Legislativo Potiguar. Esta iniciativa marca não apenas um momento de celebração dos dois anos de atividades da Promulher, neste dia 18 de agosto, mas também a nossa luta por uma sociedade mais justa, igualitária e, sobretudo, mais humana para as mulheres do nosso Estado”, iniciou a deputada e Procuradora Especial da Mulher, Cristiane Dantas.

A parlamentar reforçou também a importância do “Agosto Lilás” – campanha nacional que tem raízes potiguares – lembrando que ainda são muitos os obstáculos enfrentados pela preservação da vida feminina.

“Infelizmente, nós ainda vivenciamos graves violências contra as mulheres, sejam elas domésticas, no campo político ou na esfera institucional. São casos e dados estatísticos que crescem vertiginosamente e nos assustam. Então, o que devemos fazer? A resposta é: precisamos reagir; de forma unida, articulada e estratégica. Por isso estamos aqui, para nos capacitarmos e nos fortalecermos frente a tantos desafios. Precisamos romper o ciclo da violência, e, especialmente, romper o ciclo da omissão. Então, é aqui que a política se torna um instrumento transformador”, frisou.

Continuando seu discurso, a parlamentar citou ainda o Objetivo 5 da Agenda 2030 da ONU: a luta pela igualdade de gênero.

“Essa não é apenas uma pauta de mulheres para mulheres ou contra os homens. É uma pauta da humanidade, pois a sociedade machista não prejudica apenas o gênero feminino – ela limita todo o desenvolvimento social ao perpetuar violências, desigualdades e silenciamentos”, ressaltou.

Em seguida, Cristiane Dantas falou mais especificamente dos resultados da Promulher do Legislativo Potiguar.

“Nesses dois anos da Procuradoria Especial da Mulher, nós tivemos a oportunidade de acolher mais de 1.500 mulheres nos atendimentos gratuitos das áreas psicossocial e jurídica, bem como nas atividades educativas, por meio de ações realizadas pela Assembleia Legislativa, como o Procon Mulher. Então, as mulheres potiguares encontraram no nosso espaço, não apenas um apoio social, jurídico e psicológico, mas um abraço institucional. Um lugar de escuta, de empatia e de ação. E, graças à Promulher, muitas delas estão traçando o caminho de um novo começo para suas vidas”, detalhou.

Finalizando seu discurso, Cristiane Dantas disse desejar que o encontro seja o primeiro de muitos.

“Nós preparamos com muito carinho e zelo este momento de diálogo, articulação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher. Então, que possamos sair daqui com uma só certeza: nenhuma mulher ficará sozinha, enquanto houver uma procuradoria ativa, atenta e determinada em cada município do Rio Grande do Norte. Muito obrigada!”, concluiu.

Para a senadora Zenaide Maia, é essencial a criação de mais instituições em defesa dos direitos da mulher.

“É extremamente importante que cada vez mais a gente empodere as mulheres, prestando-lhes as informações necessárias para o conhecimento dos seus direitos. Informação é poder. E nós temos desafios grandes a longo prazo: não flexibilizar as leis; tentar atrair as mulheres para os espaços de poder; e promover educação de qualidade”, opinou a senadora.

De acordo com Zenaide Maia, é preciso trabalhar com prevenção.

“E nós faremos isso empoderando e fornecendo educação para as mulheres. Nós sabemos que a violência acontece, em sua maioria, contra as mulheres negras e de baixa classe social. Esse é o diagnóstico. Agora nós temos que prevenir. E não se previne sem empoderar”, ressaltou.

A Procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados, Coronel Fernanda, definiu as procuradorias como “um braço da sociedade que serve para combater a violência contra a mulher e orientá-la no que for necessário, além de colher informações para que possamos fazer mudanças nas leis do nosso País”.

Segundo a procuradora, é preciso ter mais atenção ao que realmente está acontecendo.

“Nós tivemos um exemplo na nossa procuradoria: uma mulher que foi estuprada e agredida, e o agressor foi condenado a apenas 8 anos de prisão. Como se não bastasse isso, com um ano e meio de pena ele foi solto. Qual foi o erro? Depois de analisarmos bastante, chegamos à conclusão de que o erro estava na própria lei. Nós precisamos aumentar as penas mínima e máxima, para que os agressores desse nível não fiquem soltos rapidamente na sociedade, para que eles paguem de forma concreta e proporcional aos seus atos”, afirmou.

Quanto à importância das mulheres nos espaços políticos, a deputada disse que “a mulher tem um olhar diferente, ela vive mais a sociedade e só ela sabe a dor que sente. Então, a gente consegue fazer o projeto de lei com um olhar mais pessoal e sentimental, não apenas usando a razão”, acrescentou.

De acordo com a coronel, no Congresso já existe um projeto de lei de cadeiras cativas para mulheres, a fim de aumentar sua participação no cenário político nacional.

“Mas antes disso, nós precisamos dar condições para as mulheres disputarem as eleições, porque não é fácil. Além de ser um momento muito complicado, elas não podem ser desencorajadas em qualquer situação, pelo contrário, nós temos que dar oportunidades para que elas possam se eleger e permanecer na Política”, encerrou a procuradora.

Na sequência, a procuradora-adjunta da Mulher na Câmara, deputada federal Carla Dickson, abordou os inúmeros papéis que a mulher exerce atualmente na sociedade (mãe, esposa, filha, trabalhadora, empresária, médica, política etc.), reforçando, ao final, que “a mulher tem que fazer o que ela quiser e lhe deixar feliz”.

No 1º painel do dia, sobre “Violência Política”, mediado pela deputada Isolda Dantas (PT), a parlamentar falou sobre a alegria de participar do encontro e parabenizou as colegas deputadas por construírem o projeto em conjunto.

“Eu mesma já fui acolhida pela ProMulher, quando sofri violência política na Assembleia Legislativa. E na época, as colegas foram no meu gabinete e me abraçaram. E eu sei que muitas outras mulheres passam por isso. Por isso, fazer a procuradoria forte e interiorizada é muito importante. E ela não é só para quem está dentro do espaço da AL, mas para todas. Porque a gente sempre precisa de espaços que nos escutem, nos acolham e nos ajudem. Portanto, não tenham dúvidas de que nós vamos acolher sempre todas as mulheres que precisarem de nós. Muito obrigada!”, falou a deputada.

Outra integrante do painel, a juíza Suely da Silveira se disse muito honrada por estar representando a ouvidoria do TRE e destacou a importância da iniciativa da AL.

“Este encontro reforça o compromisso do Legislativo Potiguar com a justiça, a diversidade e o bem-estar de toda a sociedade”, disse.

A respeito da Ouvidoria da Mulher do TER/RN, a magistrada explicou que “é um espaço de escuta ativa, empatia e encaminhamento efetivo, garantindo que cada relato seja levado a sério. A missão da gente é um compromisso ético e humano com a preservação da vida das mulheres, para que elas possam exercer seus direitos sem medo e sem restrição”.

Ao final da sua fala, a juíza ressaltou que “este painel não é só das mulheres, mas de toda a sociedade democrática. Por isso, eu espero que todos continuemos juntos, a fim de transformar dor em esperança; desigualdade em justiça; e silêncio em voz. Muito obrigada!”, concluiu, emocionada.

Já a magistrada do Tribunal de Justiça do RN, Hadja Rayanne de Alencar, destacou o fato de que as mulheres são 52% do eleitorado, mas representam apenas 18% dos eleitos.

“E desses 18%, somente 15% conseguem se reeleger. Agora eu pergunto: quantas de vocês aqui votam em homens? É preciso refletir sobre isso…”, alertou.

A juíza do TJ/RN deu ênfase também à violência velada, que, segundo ela, “questiona as atitudes, diminui as mulheres nas redes sociais e discorda das posições ocupadas por elas quando não são iguais às esperadas pela sociedade em geral”.

Concluindo, a magistrada afirmou que não se pode apenas cobrar mudanças e ações por parte dos homens.

“Nós precisamos nos olhar no espelho. É preciso ter sororidade, dar as mãos. Existe uma legislação que nos protege, sim. Mas isso não basta, porque a agressão muitas vezes é velada. Então nós temos que pensar: estamos efetivamente combatendo a violência ou ainda estamos nos omitindo?”, questionou, finalizando.

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Unimed Natal promove Seminário de Cuidados Paliativos com especialistas nacionais.

Nos dias 15 e 16 de agosto, a Unimed Natal realizou o I Seminário de Cuidados Paliativos, reunindo médicos cooperados, equipes do Hospital Unimed – CSU, da GPAD e convidados de referência nacional. O evento ampliou o debate sobre práticas que garantem qualidade de vida a pacientes e famílias diante de doenças graves.

O presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, destacou: “Ao promover um seminário desse porte, estamos reforçando o compromisso da cooperativa em oferecer um olhar integral ao paciente. Cuidar não se resume a tratar a doença, mas envolve acolher, apoiar e proporcionar dignidade em todas as fases da vida. É uma construção coletiva que impacta diretamente na qualidade da assistência que entregamos aos nossos beneficiários.”

Para o coordenador do Núcleo de Cuidados Paliativos, Dr. Rodrigo Furtado, o encontro marca um momento de consolidação da prática dentro da cooperativa: “Os cuidados paliativos oferecem um olhar multidimensional para pacientes e famílias que enfrentam doenças ameaçadoras da vida. Precisamos resgatar a qualidade de vida, oferecendo apoio físico, social, emocional, espiritual e familiar, para que o sofrimento seja menor. A Unimed Natal foi muito feliz em trazer profissionais de nível nacional para difundir os cuidados paliativos na cooperativa, em um evento que fortalece tanto o corpo clínico quanto a assistência prestada aos nossos pacientes. É muito bom ter uma empresa com esse olhar diferenciado.”

Já a convidada Dra. Lilia Embiruçu ressaltou: “O cuidado paliativo é, antes de tudo, um jeito diferente de cuidar. Ele não tem a ver com antecipar a morte, mas com garantir acolhimento e qualidade de vida em momentos de sofrimento intenso. Quando a Unimed Natal traz essa discussão para dentro do Rio Grande do Norte, ela vai além do que já é oferecido, mostrando que saúde só pode ser feita de forma plena quando inclui também o cuidado paliativo.”

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No RN, vemos Policiais punidos e bandidos absolvidos. Por Aragão.

— A Polícia tá presa.

Presa numa situação inusitada, cretina e frustrante. Se age, pode ser punida. Quando não é punida, vê que o trabalho pode ter sido em vão nas audiências de custódia.

Sabemos que não está fácil para ninguém, mas para a polícia do RN está quase impossível. Vejamos o caso amplamente noticiado no hospital de Santana do Seridó, onde um paciente em surto estava quebrando tudo e a PM foi chamada.

No horário, só havia mulheres tentando conter o surtado. Elas certamente já tinham tentado de tudo antes de decidirem chamar a polícia. Não faltaram pedidos, conselhos e súplicas.

Mesmo com o déficit enorme no efetivo da PM, mesmo sem estrutura adequada, a polícia chegou ao local e, com apenas um tapa, resolveu a situação. Todos ficaram seguros. Inclusive o próprio paciente descontrolado, que poderia ter se machucado durante seu ataque de fúria.

Acontece que um vídeo parcial, que mostrava apenas o momento do tapa, viralizou e culminou na punição indevida do policial. — Não consigo evitar de pensar que a esquerda que tolerou invasões de propriedades privadas, que apoia a liberação das drogas e que apresenta projetos para descriminalizar o pequeno furto, seja tão intolerante com a polícia.

— A polícia pode tudo? Não. Mas também não pode sofrer injustiças. Ninguém pode.

E a segurança dos outros pacientes? E a dos médicos, enfermeiras e funcionárias? E se o surtado atacasse uma criança? O resultado foi o afastamento dos policiais e a governadora classificando a conduta como “inadmissível”.

Mesmo sem efetivo, sem o devido aparelhamento, sem apoio dos governantes, enfrentando criminosos, arriscando a vida, suportando até o calor dentro de uniformes inadequados ao nosso clima, o policial muitas vezes vê seu esforço ser jogado fora em outro ritual: as audiências de custódia. Criminosos flagrados em ação voltam rapidamente às ruas, reforçando a cultura da impunidade.

— A percepção de insegurança só aumenta em nosso Estado.

Foto meramente ilustrativa: Site da Polícia Militar.

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Ezequiel solicita providências urgentes para crise no abastecimento de água em Ouro Branco

Em face da grave crise de abastecimento de água que assola o município de Ouro Branco (RN), o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), encaminhou nesta semana um pleito ao diretor-presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), Sérgio Eduardo Rodrigues da Silva. O objetivo é promover ações rápidas e efetivas para mitigar os efeitos do colapso hídrico na região.

No documento, Ezequiel Ferreira reforça a necessidade de instalação e interligação de poços tubulares já perfurados no município ao sistema de abastecimento gerido pela Caern. O parlamentar destaca que essa medida, de execução relativamente rápida, é essencial para garantir o direito fundamental ao acesso à água potável, além de assegurar o abastecimento para necessidades básicas da população, como higiene, consumo e segurança alimentar.

“A expectativa é que, com a implementação dessas medidas, seja possível assegurar o abastecimento de água de forma mais eficiente e humanizada, garantindo os direitos básicos dos moradores de Ouro Branco, na região Seridó.”, explica Ezequiel, atendendo ao pleito do grupo de veradores de Ouro Branco, formado por Júnior Nogueira, Maiza, Marcos Costa e Dedé.

De acordo com o deputado, Ouro Branco enfrenta uma crise hídrica severa que compromete a qualidade de vida de seus habitantes e demanda ações emergenciais. Para tanto, o pedido inclui a ativação dos poços já existentes e a integração à rede de abastecimento do município, como solução viável para evitar um colapso ainda maior na distribuição de água.

Ezequiel Ferreira também solicita o envolvimento do Governo do Estado, da Secretaria de Recursos Hídricos e da própria Caern para que as providências sejam tomadas com máxima urgência. A iniciativa busca promover ações concretas que possam impactar positivamente a vida dos cidadãos ouro-branquenses e contribuir para a superação da crise hídrica local.

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Queria falar com você, doguinho do portão. Por Aragão.

Você sempre reclama muito, fica bravo e late mesmo com tudo que está errado. Quando passa uma canalhice da política na frente do portão, ou uma corrupção desenfreada, ou a economia tropeçando, você chega até a morder amigos e familiares nos grupos de WhatsApp.

Infelizmente, devido a uma vida de condicionamento para ter medo, quando abrimos o portão você se cala e lambe o nariz. Tem receio até de dar um like ou fazer um comentário nas redes sociais. Como você sempre silencia, quem manda no país, no máximo, lhe dá um afago, ração e coleira.

Mas, doguinho, tenho que te contar um segredo: você não é um doguinho — é um ser humano, um brasileiro. Abra esse portão e saia. Junte-se a outros que estão nas calçadas e vão para as ruas reivindicar as mudanças que você quer e o Brasil precisa. Você não quer correr atrás de uma bola, você quer dignidade.

Sabendo agora que não é um doguinho, está na hora de parar de abanar o rabo, tirar a coleira e correr atrás das mudanças que você insiste em terceirizar. Não vamos mudar o Brasil assim, delegando as mudanças, pois elas são nossas, dos brasileiros. É necessário mover um dedo ao menos — nas urnas, nas redes sociais.

— Agindo assim, você será o melhor amigo do Brasil.

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Soberania ou sobrevivência. Por Alexandre Teixeira.

Já passou a vigorar a tarifa de 50% sobre uma fatia pesada das exportações brasileiras para os EUA. O golpe não veio com suspense, veio com impacto direto no bolso do produtor, do exportador e de toda a cadeia. Café, carne e outros setores estratégicos, que agora competem com o peso de um imposto que derruba margens e esmaga competitividade.

E o que fez Lula? Transformou a crise em mais um palco de bravata. Criou um pacote de crédito de R$ 30 bilhões, batizou de “Brasil Soberano” e correu para a OMC como quem aciona um botão mágico. Problema: a OMC está travada, sem órgão de apelação desde 2019. É como levar o caso para um tribunal que não funciona — serve para discurso, não para resolver. O crédito anunciado fragiliza ainda mais nosso orçamento que grita por corte de gastos, logo, criar essa falsa narrativa que esse recurso virá de um fundo específico não passa de uma ficção, tudo vem do orçamento geral da união.

Enquanto os setores atingidos imploram por negociação direta e abertura de exceções, Lula prefere falar em “moeda dos BRICS” e independência do dólar. Conversa bonita para auditório de militante, mas inútil diante de tarifas já em vigor. A realidade é que dependemos dos EUA para investimentos, tecnologia, mercado comprador e até insumos críticos como fertilizantes. Se o maior cliente decide punir, não há moeda alternativa que salve.

O teatro da “soberania” ignora que o Brasil nem controla plenamente seu território. Portos infiltrados pelo narcotráfico, garimpo ilegal prosperando na Amazônia, fronteiras vulneráveis e o cenário urbano controlado pelas facções. Como falar em independência nacional quando facções e mineradores ilegais operam com mais liberdade que a própria Policia e Receita Federal? Eles é quem ditam onde o Estado entra, a lógica tá invertida.

Soberania de verdade se constrói com segurança, infraestrutura, capacidade de barganha e estratégia comercial clara. O que temos hoje é um presidente que rejeita negociar com quem impôs a tarifa, prefere discursos inflamados e aposta em alianças ideológicas com Rússia e China como se fossem resolver um impasse com Washington. No mundo real, quem perde mercado não recupera com retórica — recupera com acordos, pressão diplomática e ação coordenada.

Lula e seus BRICS não derrubam tarifa. No máximo, derrubam a paciência de um País que precisa vender para sobreviver.

 

Alexandre Teixeira é Advogado e economista – Preside o Instituto Mais Cidades e a Comissão de Direito Financeiro da OAB/DF.

Comentários (9)

Gabriel 18 ago 2025

O amigo só esqueceu de dizer o motivo das tarifas. Elas foram impostas pelo "xerife do mundo" por não aceitar as decisões soberanas da justiça brasileira sobre golpistas.

Marcos dos santos 17 ago 2025

Sua análise é cirúrgica pois o senario político estar um caos com esse pinguco que não tem postura de presidente e sim de um fanfarrão vagabundo gastado do dinheiro do contribuinte e aí eu mim pergunto até quando nada será feito e a população aceita tudo principalmente vingo do togado o ser sem prêmio o cabeça de chibata Alexandre de Moraes aquele lixo

Edson Vieira 17 ago 2025

Perfeita análise Dr Alexandre, só complementando sobre o assunto, esse é apenas uma pontinha do iceberg,vivemos uma crise constitucional, vemos a omissão do congresso nacional, a maioria dos parlamentares com vários processos engavetados no STF, ou seja, tornando um congresso fraco e fragilizado.

Marcossouza 16 ago 2025

Sê Alexandre de Moraes , esse ditador e seu cúmplice Lula saíssem do cenário atual , o Brasil teria , ( como tem ) , capacidade de subir ao pódium e ser tornar um dos três mais rico entre os países de primeiro mundo .

NILSON 16 ago 2025

Excelente ponderações

jorgemedeirosrn@gmail.com 16 ago 2025

Meu querido Alexandre, temos um Congresso cheio de discursos de Corte de gastos mas não aceita negociar Corte na farra das emendas parlamentares, importante também lembrar que temos um deputado pago com dinheiro da nação, que grita por sanções contra o Brasil até que chegue a terra arrazada. E a culpa disso tudo é do Presidente? Buscar dialogar com que não quer dialogar? Baixar a cabeça para um Imperador mentiroso não tem nada de Patriota.

Abdo Farret 16 ago 2025

Para Alexandre pelo comentário cirúrgico e corajoso. Precisamos de mais discursos assim. Simone Abdo

Yasmim 16 ago 2025

Perspectiva verdadeira dos fatos!

Maria de Fátima 16 ago 2025

👏👏👏👏👏👏

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O Brasil que cresce… nas calçadas. Dobramos a população de moradores de rua. Por Aragão.

Vidas estacionadas na calçada.
Em pouco menos de dois anos, o número de pessoas vivendo nas ruas no Brasil passou de 160 mil para aproximadamente 345 mil, segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas com a População em Situação de Rua, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Não está fácil para ninguém, mas a decisão de ir morar na rua da amargura só ocorre depois que o governo da ilusão bate a porta na cara dele — foram várias portas batidas.
As portas da educação de qualidade, da saúde digna, do transporte eficaz, da moradia decente ainda não abriram. O brasileiro bate, bate, até que desiste.

Cansado de bater a cabeça na parede, resta-lhe dormir nas calçadas, coberto de papelão e usando paralelepípedo de travesseiro. O banho é de chuva ou mangueira; a alimentação, no self-service das latas de lixo. As dores são anestesiadas com cola, por verem seus filhos arriscando a vida entre veículos indiferentes e motos apressadas. Vez por outra, as portas do inferno se abrem, e um filho da puta toca fogo nele ou atira em seu peito.

Enquanto chineses, alemães, coreanos e americanos constroem carros modernos, uma parte da nossa população pendura docinhos no retrovisor e limpa para-brisas.

A economia da ilusão tenta, mas não consegue resolver. Não é por maldade. São as fórmulas ultrapassadas que não funcionam. Aumentar impostos e o assistencialismo é uma solução provisória — me engana que eu gosto. Aliás, gostava.

A picanha com cerveja apodrece numa promessa atrasada que nunca chegou. Que dirá uma educação capaz de concorrer com os países desenvolvidos.

Saímos do mapa da fome e entramos no mapa do Waze?
Os milhares de moradores de rua, se fossem mostrados na plataforma de trânsito, dariam tilt — ou “bugariam”, num palavreado mais recente.

Dividimos o país entre direita e esquerda.
Triplicamos as tarifas dos EUA.
Dobramos os moradores de rua.

A solução só virá quando todos nós nos juntarmos aos moradores de rua para cobrar mudanças.

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ENYLDO EGITO 16 ago 2025

Vdd verdadeira, Aragão. Louvo sua capacidade de redigir - ela se comunica de forma fulminante. A msg alcança o leitor instantaneamente. “Vamos nos unir, oh povo - de novo”.

Maria de Fátima 16 ago 2025

👏👏👏👏👏👏👏 perfeito!!

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Márcio Rêgo é eleito representante do Ramo Saúde na OCERN

Presidente da Unimed Natal reforça compromisso de unir cooperativas e ampliar diálogo no setor

O presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, foi eleito como representante do Ramo Saúde junto ao Sistema Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Norte (OCERN). A nova função amplia o espaço de atuação de  Márcio Rêgo no movimento cooperativista potiguar e reforça o compromisso da Unimed Natal com o fortalecimento do setor de saúde no Estado.

A escolha ocorreu durante encontro realizado na sede da instituição, e também de forma virtual, reunindo dirigentes e delegados(as) de cooperativas do setor. A reunião contou com a participação de representantes da Uniodonto/RN, Coopanest/RN, Coopmed/RN, Coopern Enfermagem, Mais Vida Cooperativa, Saúdecoop, Universo Cooper, AMCoop, Multicoop, Uniodonto Mossoró, Enove, Uniodonto Seridó e Coophealth/RN.

Tendo assumido a presidência da Unimed Natal em abril deste ano, Dr. Márcio Rêgo agora terá também a missão de representar o conjunto das cooperativas do Ramo Saúde, tendo como suplente o presidente da Coopern Enfermagem, Marcelo Bessa. “Esse é um momento de construir pontes. Queremos fortalecer o diálogo entre as cooperativas, trocar experiências e desenvolver iniciativas conjuntas que tragam benefícios para todos, especialmente para quem mais importa: as pessoas que atendemos”, destacou o presidente.

Além da eleição, a reunião também apresentou detalhes sobre a atuação do Sistema OCERN, alinhamentos em relação à regularidade das cooperativas conforme a Resolução OCB nº 066-A/2024 e a construção do calendário anual de reuniões.

Comentários (1)

Maria de Fátima 16 ago 2025

👏👏👏👏

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