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Legislativo Potiguar promove “I Encontro das Procuradorias da Mulher” no País

A tarde desta segunda-feira (18) foi marcada pela realização do “I Encontro das Procuradorias da Mulher no Legislativo Potiguar”, que aconteceu no Hotel Holliday Inn, em Natal. De iniciativa da Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do RN, o evento reuniu autoridades, como a Procuradora da Mulher no Senado – Zenaide Maia, a Procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados – Coronel Fernanda e as deputadas estaduais do Rio Grande do Norte, além de vereadoras e representantes de instituições comprometidas com as pautas femininas. O objetivo foi chamar a atenção, principalmente, para a igualdade de gênero e o combate à violência contra a mulher.
O evento contou com uma exposição de banners sobre as mulheres potiguares que marcaram a política nacional (Nísia Floresta, precursora das lutas femininas; Celina Guimarães, primeira mulher a ter direito ao voto; e Maria do Céu Fernandes, primeira deputada estadual do RN). Além disso, foram realizadas discussões de assuntos relevantes da pauta feminina, através de quatro painéis: “Violência política”; “Violência doméstica, acolhimento e trabalho em rede”; “Cooperação, sociedade civil e fortalecimento da mulher nos espaços de poder”; e “Promoção da autonomia econômica da mulher”.

“É com imenso orgulho e grande responsabilidade que a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, através do presidente Ezequiel Ferreira (PSDB) e da Procuradoria Especial da Mulher, realiza este 1º Encontro das Procuradorias da Mulher no Legislativo Potiguar. Esta iniciativa marca não apenas um momento de celebração dos dois anos de atividades da Promulher, neste dia 18 de agosto, mas também a nossa luta por uma sociedade mais justa, igualitária e, sobretudo, mais humana para as mulheres do nosso Estado”, iniciou a deputada e Procuradora Especial da Mulher, Cristiane Dantas.

A parlamentar reforçou também a importância do “Agosto Lilás” – campanha nacional que tem raízes potiguares – lembrando que ainda são muitos os obstáculos enfrentados pela preservação da vida feminina.

“Infelizmente, nós ainda vivenciamos graves violências contra as mulheres, sejam elas domésticas, no campo político ou na esfera institucional. São casos e dados estatísticos que crescem vertiginosamente e nos assustam. Então, o que devemos fazer? A resposta é: precisamos reagir; de forma unida, articulada e estratégica. Por isso estamos aqui, para nos capacitarmos e nos fortalecermos frente a tantos desafios. Precisamos romper o ciclo da violência, e, especialmente, romper o ciclo da omissão. Então, é aqui que a política se torna um instrumento transformador”, frisou.

Continuando seu discurso, a parlamentar citou ainda o Objetivo 5 da Agenda 2030 da ONU: a luta pela igualdade de gênero.

“Essa não é apenas uma pauta de mulheres para mulheres ou contra os homens. É uma pauta da humanidade, pois a sociedade machista não prejudica apenas o gênero feminino – ela limita todo o desenvolvimento social ao perpetuar violências, desigualdades e silenciamentos”, ressaltou.

Em seguida, Cristiane Dantas falou mais especificamente dos resultados da Promulher do Legislativo Potiguar.

“Nesses dois anos da Procuradoria Especial da Mulher, nós tivemos a oportunidade de acolher mais de 1.500 mulheres nos atendimentos gratuitos das áreas psicossocial e jurídica, bem como nas atividades educativas, por meio de ações realizadas pela Assembleia Legislativa, como o Procon Mulher. Então, as mulheres potiguares encontraram no nosso espaço, não apenas um apoio social, jurídico e psicológico, mas um abraço institucional. Um lugar de escuta, de empatia e de ação. E, graças à Promulher, muitas delas estão traçando o caminho de um novo começo para suas vidas”, detalhou.

Finalizando seu discurso, Cristiane Dantas disse desejar que o encontro seja o primeiro de muitos.

“Nós preparamos com muito carinho e zelo este momento de diálogo, articulação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher. Então, que possamos sair daqui com uma só certeza: nenhuma mulher ficará sozinha, enquanto houver uma procuradoria ativa, atenta e determinada em cada município do Rio Grande do Norte. Muito obrigada!”, concluiu.

Para a senadora Zenaide Maia, é essencial a criação de mais instituições em defesa dos direitos da mulher.

“É extremamente importante que cada vez mais a gente empodere as mulheres, prestando-lhes as informações necessárias para o conhecimento dos seus direitos. Informação é poder. E nós temos desafios grandes a longo prazo: não flexibilizar as leis; tentar atrair as mulheres para os espaços de poder; e promover educação de qualidade”, opinou a senadora.

De acordo com Zenaide Maia, é preciso trabalhar com prevenção.

“E nós faremos isso empoderando e fornecendo educação para as mulheres. Nós sabemos que a violência acontece, em sua maioria, contra as mulheres negras e de baixa classe social. Esse é o diagnóstico. Agora nós temos que prevenir. E não se previne sem empoderar”, ressaltou.

A Procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados, Coronel Fernanda, definiu as procuradorias como “um braço da sociedade que serve para combater a violência contra a mulher e orientá-la no que for necessário, além de colher informações para que possamos fazer mudanças nas leis do nosso País”.

Segundo a procuradora, é preciso ter mais atenção ao que realmente está acontecendo.

“Nós tivemos um exemplo na nossa procuradoria: uma mulher que foi estuprada e agredida, e o agressor foi condenado a apenas 8 anos de prisão. Como se não bastasse isso, com um ano e meio de pena ele foi solto. Qual foi o erro? Depois de analisarmos bastante, chegamos à conclusão de que o erro estava na própria lei. Nós precisamos aumentar as penas mínima e máxima, para que os agressores desse nível não fiquem soltos rapidamente na sociedade, para que eles paguem de forma concreta e proporcional aos seus atos”, afirmou.

Quanto à importância das mulheres nos espaços políticos, a deputada disse que “a mulher tem um olhar diferente, ela vive mais a sociedade e só ela sabe a dor que sente. Então, a gente consegue fazer o projeto de lei com um olhar mais pessoal e sentimental, não apenas usando a razão”, acrescentou.

De acordo com a coronel, no Congresso já existe um projeto de lei de cadeiras cativas para mulheres, a fim de aumentar sua participação no cenário político nacional.

“Mas antes disso, nós precisamos dar condições para as mulheres disputarem as eleições, porque não é fácil. Além de ser um momento muito complicado, elas não podem ser desencorajadas em qualquer situação, pelo contrário, nós temos que dar oportunidades para que elas possam se eleger e permanecer na Política”, encerrou a procuradora.

Na sequência, a procuradora-adjunta da Mulher na Câmara, deputada federal Carla Dickson, abordou os inúmeros papéis que a mulher exerce atualmente na sociedade (mãe, esposa, filha, trabalhadora, empresária, médica, política etc.), reforçando, ao final, que “a mulher tem que fazer o que ela quiser e lhe deixar feliz”.

No 1º painel do dia, sobre “Violência Política”, mediado pela deputada Isolda Dantas (PT), a parlamentar falou sobre a alegria de participar do encontro e parabenizou as colegas deputadas por construírem o projeto em conjunto.

“Eu mesma já fui acolhida pela ProMulher, quando sofri violência política na Assembleia Legislativa. E na época, as colegas foram no meu gabinete e me abraçaram. E eu sei que muitas outras mulheres passam por isso. Por isso, fazer a procuradoria forte e interiorizada é muito importante. E ela não é só para quem está dentro do espaço da AL, mas para todas. Porque a gente sempre precisa de espaços que nos escutem, nos acolham e nos ajudem. Portanto, não tenham dúvidas de que nós vamos acolher sempre todas as mulheres que precisarem de nós. Muito obrigada!”, falou a deputada.

Outra integrante do painel, a juíza Suely da Silveira se disse muito honrada por estar representando a ouvidoria do TRE e destacou a importância da iniciativa da AL.

“Este encontro reforça o compromisso do Legislativo Potiguar com a justiça, a diversidade e o bem-estar de toda a sociedade”, disse.

A respeito da Ouvidoria da Mulher do TER/RN, a magistrada explicou que “é um espaço de escuta ativa, empatia e encaminhamento efetivo, garantindo que cada relato seja levado a sério. A missão da gente é um compromisso ético e humano com a preservação da vida das mulheres, para que elas possam exercer seus direitos sem medo e sem restrição”.

Ao final da sua fala, a juíza ressaltou que “este painel não é só das mulheres, mas de toda a sociedade democrática. Por isso, eu espero que todos continuemos juntos, a fim de transformar dor em esperança; desigualdade em justiça; e silêncio em voz. Muito obrigada!”, concluiu, emocionada.

Já a magistrada do Tribunal de Justiça do RN, Hadja Rayanne de Alencar, destacou o fato de que as mulheres são 52% do eleitorado, mas representam apenas 18% dos eleitos.

“E desses 18%, somente 15% conseguem se reeleger. Agora eu pergunto: quantas de vocês aqui votam em homens? É preciso refletir sobre isso…”, alertou.

A juíza do TJ/RN deu ênfase também à violência velada, que, segundo ela, “questiona as atitudes, diminui as mulheres nas redes sociais e discorda das posições ocupadas por elas quando não são iguais às esperadas pela sociedade em geral”.

Concluindo, a magistrada afirmou que não se pode apenas cobrar mudanças e ações por parte dos homens.

“Nós precisamos nos olhar no espelho. É preciso ter sororidade, dar as mãos. Existe uma legislação que nos protege, sim. Mas isso não basta, porque a agressão muitas vezes é velada. Então nós temos que pensar: estamos efetivamente combatendo a violência ou ainda estamos nos omitindo?”, questionou, finalizando.

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Flávio Rocha pode levar ao Senado a mesma capacidade que elevou a indústria e o varejo do RN. Por Aragão.

Flávio Rocha já provou sua capacidade nas áreas do varejo, indústria e shopping centers — mas chegou a hora de ampliar o desafio para o Congresso Nacional.

O RN não pode abrir mão do conhecimento, do network e da habilidade de um dos maiores líderes empresariais do nosso tempo. Isso é inegável. Porque não adianta somente suar a camisa; é preciso saber fazer.

Está mais do que na hora de Flávio Rocha começar a costurar as partes desse tecido político para viabilizar sua candidatura ao Senado nas próximas eleições.

Com o apoio de Romeu Zema, possível candidato a vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro, a candidatura ao Senado começa a ganhar forma.

Foi Zema quem convidou Flávio Rocha para se filiar ao NOVO. E a pré-candidatura do empresário, que tem história no RN, pode estar nos ajustes finais para trazer um projeto político sob medida para o nosso estado.

Rogério Marinho certamente já percebe que Flávio Rocha é um ativo que pode fazer a diferença para fortalecer o time da direita — tanto no período eleitoral quanto no pós-eleições.

As próximas eleições não serão nada fáceis, e será o espírito agregador, unindo nossos melhores talentos, que permitirá melhorar nossa representatividade no Congresso.

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Alunos de Medicina do UNI-RN vivenciam a prática profissional desde o primeiro período.

Nos laboratórios do UNI-RN, os alunos utilizam bonecos de simulação, peças anatômicas humanas e participam de práticas realísticas, com cenários que reproduzem atendimentos reais, desenvolvendo habilidades clínicas de forma segura.

UNI-RN abre inscrições para vestibular de Medicina; saiba como participar.

O Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) está com inscrições abertas para o vestibular do curso de Medicina para ingresso no segundo semestre de 2026. Os candidatos podem se inscrever com a nota do Enem até as 18h do dia 27 de abril, utilizando os resultados das edições entre 2020 e 2025. Para concorrer à vaga por meio do vestibular, as inscrições estão abertas até as 18h do dia 12 de maio.

As inscrições acontecem por meio do site http://econ.rio.br/unirn. Ao todo, são disponibilizadas 60 vagas, sendo 30 para os que optarem pelo aproveitamento das notas do Enem e 30 para os que realizarem a prova do vestibular, que acontecerá no dia 16 de maio.

Para esclarecimento de dúvidas, os candidatos devem ler o Edital, publicado no site do UNI-RN. Outras informações também podem ser obtidas pelos canais de atendimento via WhatsApp, no número (84) 3215-2917, ou presencialmente no campus, no bairro de Tirol.

Sobre o curso de Medicina do UNI-RN

O curso de Medicina do UNI-RN possui nota máxima (5) no Conceito de Curso, avaliado pelo MEC. A nota reflete a excelência do projeto pedagógico, que utiliza metodologias ativas, como PBL, para a aplicação prática da profissão desde o primeiro período.

O UNI-RN conta com um hospital simulado, laboratórios bem equipados, unidade morfofuncional, museu de anatomia e parcerias com os municípios da região metropolitana de Natal, que permitem a inserção dos alunos no campo de estágio.

O curso é autorizado pelo Ministério da Educação por meio da Portaria SERES/MEC nº 476, de 18/07/2025, publicada no D.O.U. de 21/07/2025.

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Boa notícia para setor de energia solar: Projeto de Lei propõe acabar com o Fio B.

Uma boa notícia para quem investe em energia solar: começou a tramitar no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1.438/2026, que propõe o fim da cobrança pelo uso da rede elétrica — o chamado Fio B — sobre a energia excedente gerada e injetada na distribuição.  

— O governador do Piauí, Rafael Fonteles, articulou pessoalmente o Projeto de Lei, disse m entrevista: “Ninguém paga mais nada!”.

Na prática, o PL altera a Lei nº 14.300/2022, responsável pelo Marco Legal da Geração Distribuída (GD), que atualmente impõe o pagamento escalonado do uso da rede para consumidores com sistemas de geração solar.  

De autoria do deputado Francisco Costa (PT), com apoio dos 10 deputados federais do Piauí, a proposta busca eliminar totalmente esse encargo sobre a energia excedente. Segundo o texto, há uma desigualdade entre os consumidores: apenas quem protocolou seu pedido até janeiro de 2023 manteve a isenção das tarifas.  

O projeto prevê que toda a energia injetada na rede volte a ser convertida em créditos integrais, sem descontos, retomando as regras vigentes antes do Marco Legal da GD. Entre os principais pontos estão:  

 – Revogação completa das cobranças associadas ao Fio B.  

 – Fim definitivo da taxa sobre a energia compensada.  

 – Efeito retroativo, com devolução dos valores já pagos.  

Antes de chegar ao Plenário, o texto ainda passará pelas comissões temáticas do Congresso Nacional. A expectativa é de forte resistência por parte das concessionárias de energia, enquanto consumidores e entidades do setor devem se mobilizar para pressionar os parlamentares a apoiar a proposta — que pode beneficiar milhões de brasileiros que apostaram na geração solar.  

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E se o Brasil entrasse em guerra? Do bunker do STF até explosões de licitações. Por Aragão.

O presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (10), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não faria ameaças ao Brasil se soubesse que ele é pernambucano. — Com esse humor belicoso, Trump deve estar achando que Lula é cearense.

Acredito que, se o Brasil entrasse em guerra, veríamos um exército de lobistas atirando para todo lado, marchando para o poder público com o objetivo de explodir o orçamento em milhares de emendas. Trincheiras de partidos fisiologistas se preparando para uma ofensiva nunca vista.

— Vorcaros se alistariam?

Teríamos licitações às pressas, aprovadas em caráter de urgência. — O Consórcio Nordeste comprando armamentos de fornecedores duvidosos.

Receberíamos um regimento de Cuba no programa Mais Soldados.

Quantos Ciros Nogueira e Ruedas seriam flagrados estourando champanhe em jatinhos da indústria armamentista?

Batalhões da militância da direita questionando a qualidade das armas chinesas e regimentos da esquerda ironizando o armamento americano.

Certamente, os ministros do STF criariam um bunker especial para realizar as sessões plenárias.

Em função da guerra, o Banco Central subiria ainda mais os juros para conter a inflação.

O STF daria 24 horas para o Exército explicar por que compramos as armas?

Tudo terminaria com uma tentativa de instalar uma CPI da Guerra, que já nasceria morta, vítima dos estilhaços da corrupção e do fogo amigo.

— Omi, deixe de guerra!

Brincadeiras à parte, todos sabemos que, no Brasil, já existem muitas guerras internas a vencer antes de sequer cogitarmos o pesadelo de um conflito internacional. Estamos em guerra contra a fome, contra a miséria, contra as drogas, contra o desemprego, contra os juros abusivos, contra o analfabetismo e tantas outras batalhas do dia a dia que nunca vencemos.

Temos inúmeras baixas de brasileiros tombando diariamente. Só no trânsito, morrem mais de 40 mil pessoas por ano.

— Nada de novo no front.

Não precisamos — nem podemos — de guerras novas. Temos que reverter essa situação de terra arrasada e experimentar, ao menos uma vez, viver em paz.

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Prefeitura de Natal inicia processo para implantação de Hospital Veterinário.

A Prefeitura de Natal iniciou os preparativos para a implantação de um novo hospital veterinário público na Zona Norte da cidade, ampliando a rede de atendimento e as ações de bem-estar animal na capital. Para conduzir o processo, foi instituída uma comissão multissetorial formada por cinco servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), reunindo diferentes áreas técnicas e administrativas.

O grupo será responsável pela elaboração do edital de chamamento público que vai selecionar a Organização da Sociedade Civil (OSC) encarregada da gestão da unidade. Durante reunião preparatória, a comissão discutiu aspectos relacionados ao funcionamento do futuro equipamento, como a oferta de serviços, o dimensionamento da equipe profissional, o fornecimento de medicamentos e a estrutura física necessária.

O secretário da Semurb, Thiago Mesquita, explicou que o novo hospital contará com atendimento 24 horas, ampliando o atendimento atualmente oferecido pelo Hospital Veterinário da Ribeira, que opera em horário reduzido. “A proposta é garantir atendimento imediato a animais em situações de urgência e emergência, fortalecendo a política pública de proteção e bem-estar animal”, afirmou.

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A Via Costeira, a ABIH e o TCE. Por Aragão.

O recente posicionamento oficial da ABIH-RN traz lucidez ao debate sobre a Via Costeira ao afirmar que a entidade “não defende a manutenção de áreas ociosas” e que é “indispensável garantir o cumprimento integral da legislação”. Isso inclui, inclusive, a aplicação de sanções como a “perda compulsória do direito de concessão”.

Neste ponto, o setor produtivo e os órgãos de controle, como o TCE-RN, parecem falar a mesma língua. 

Se a própria ABIH defende sanções para quem descumpre contratos, a medida cautelar que suspendeu as concessões, certamente, não deve estar sendo lida como um “ataque” à segurança jurídica, mas sim como o remédio amargo e necessário para sanar décadas de inércia. 

Devemos concordar que a insegurança real não reside na fiscalização da lei, mas na manutenção de contratos que se arrastam desde os anos 80 sem que um único tijolo tenha sido erguido. Como bem pontuou o auditor do TCE-RN — a intenção é justamente “repor a segurança jurídica”, garantindo critérios claros para o uso de áreas que estão obsoletas há 40 anos. 

A ABIH acerta ao pedir que o debate saia do campo da simplificação. De fato, o cenário é complexo: de um lado, temos o potencial de mais de 1 bilhão em investimentos represados; do outro, o fato de que as atuais concessionárias, segundo a auditoria, algumas sequer possuem capacidade econômico-financeira para executar as obras. Atribuir essa paralisia apenas a “insegurança regulatória” após quatro décadas seria usar essa simplificação como ferramenta retórica.

O ponto de convergência que deve unir todos os atores é a defesa de novas licitações. Como a ABIH defende a “expansão da atividade turística” e o “fortalecimento da cadeia produtiva”, acredito que deve ser a maior interessada em ver esses terrenos ocupados por investidores que possuam o capital e a vontade de realizar o que outros não fizeram em quase meio século. 

Natal não pode mais se dar ao luxo de perder centenas de milhões por ano em movimentação econômica por pura inércia contratual. 

Penso que, após tantas perguntas e respostas sobre o tema, todos nós realmente buscamos o mesmo objetivo: um turismo mais forte que possibilite o desenvolvimento do nosso Estado. 

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Abertura da FEMPTUR reúne lideranças; Álvaro Dias e Babá marcam presença ao lado de Paulinho e Joana.

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, participou na sexta-feira (10) da abertura da 12ª edição da FEMPTUR, evento que transformou o Centro de Convenções de Natal em vitrine do turismo potiguar.


Ao lado do pré-candidato a vice Babá Pereira e do prefeito e vice de Natal, Paulinho Freire e Joana Guerra, Álvaro caminhou pelos estandes, conversou com expositores e acompanhou de perto as iniciativas voltadas à valorização dos destinos regionais.


A feira, que reúne representantes de municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, destacou o potencial de cada localidade e abriu espaço para novos negócios e parcerias.

Além de prestigiar as atividades, Álvaro aproveitou o momento para dialogar com lideranças políticas e reforçar contato com gestores municipais

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Eu votei em Lula (Parte 2). Por Luís Marcelo Cavalcanti.

Dizem que o segundo casamento é a vitória da esperança sobre a experiência (autoria atribuída ao escritor inglês Samuel Johnson). Achei por bem não arriscar, nem com Lula nem com o PT. Me afastei por completo da moribunda esquerda brasileira desde o final do mandato LULA 1.

Vi, lembrando Chico Buarque, um abismo entre intenção e gesto (Fado Tropical). Só Chico não viu…

Não pretendo convencer ninguém de que fiz a escolha certa. É inútil. Num país raivosamente fraturado e binário, qualquer demonstração empírica sucumbe à crença na própria narrativa. Numa frase da liturgia da missa católica: “não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa igreja.”

E antes que tentem me colar algum estereótipo ou estigma, já deixo claro que não acredito em salvador da pátria. A reconstrução do Brasil não é obra de um homem só. É um processo coletivo que começa com a autocrítica de cada cidadão e eleitor. Para depois pensar num movimento que depura de baixo pra cima: começando pela forma como elegemos nossos vereadores, até chegar à presidência.

Não posso cobrar dos alienados de Brasília, se não sou capaz de respeitar o sinal vermelho, a faixa de pedestres, a vaga de idoso. Não posso criticar o deputado que se vende, se ofereço um “agrado” ao policial que me para no bafômetro. Não posso cobrar decência dos meus representantes, se troco meu voto por emprego pra família.

Para além disso, é preciso reinventar a própria forma federativa e a esdrúxula existência de quase 5.600 municípios, quase metade deles com menos de 10.000 habitantes, cuja estrutura administrativa, cera, dependente e ineficiente, serve muito mais aos que dela se locupletam do que à população.

Tudo isso reclama, inevitavelmente, uma nova Constituição.

Igualmente, precisamos mudar a forma como montamos a cúpula dos poderes e órgãos que têm relevante poder de decisão. Não podemos manter esse sistema que premia o amigo do rei, e que, na dura e feliz constatação de Samer Agi, entrega os melhores lugares aos piores de nós. Peço a Deus, em nome dos brasileiros, que um dia essa lógica se inverta.

Ah, não aceito o rótulo de bolsominion. No máximo, bolsomenos. E lulamenos ainda.

Luís Marcelo Cavalcanti é Advogado e Procurador do Estado.

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Será que sou esquerdista? Será que sou direitista? Será que sou oportunista? Será? Por Aragão.

O pau que rola na internet é a recente entrevista do pré-candidato ao governo do RN Allyson Bezerra na Band. Ele simplesmente não se posicionou quando confrontado com a trivial pergunta da jornalista Anna Ruth: — Quem ele apoia para presidente? Só faltou se levantar e fazer o passinho do João Inácio Jr que se tornou tão conhecido pelo meme que viralizou na internet. Allyson ficou sentado mas fez um contorcionismo com os argumentos, esticou as idéias mas não assumiu ser de direita nem de esquerda.

— Será que sou oportunista? Será?

Em cima do muro é um lugar tão pequeno que não caberia mesmo um governador. Não defendo em hipótese alguma a hiper polarização mas a clareza de posição e de propósitos. Essa tentativa de ficar se equilibrando a todo instante em cima de um estreito muro ideológico transmite, no mínimo, falta de convicção. E sabemos que não se pode agradar a dois reis ao mesmo tempo.

Quem permanece ali por muito tempo não demonstra moderação, mas cálculo. Não revela prudência, mas o eterno receio de se expor, medo de assumir posição. E, ao tentar manter-se acima do conflito, acaba se afastando daquilo que legitima a política: a clareza de propósito.

— Será que o povo perde? Será?

Quem pode terminar pagando caro é o povo. Lembremos o caso da construção do Hospital Infantil de Mossoró que foi embargado pela Prefeitura de Mossoró por um detalhe numa calha. Será que o embargo foi motivado pela verba ter sido encaminhada pelo Senador Styvenson — um não aliado político? Será que milhares de crianças ficaram sem atendimento por pura politicagem? Será que a motivação do embargo foi oportunismo político?

— Será que sou esquerdista? Será?

Particularmente, acho que o Allyson Bezerra dá muitas pistas que pode ser esquerdista. Sua senadora, Zenaide Maia, é de esquerda. O vice governador de Fátima Bezerra, Walter Alves é seu aliado. Seu partido, União Brasil votou alinhado com Lula na maioria das vezes mesmo após ter desembarcado da base governista.

— Se o Allyson Bezerra é realmente um oportunista político, só tempo dirá. A verdade sempre aparece.

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Vale do Pará amplia atuação com 11 lojas e ganha espaço entre grandes redes ao apostar no conhecimento do mercado local

Disputando espaço com redes como Ferreira Costa, Leroy Merlin e Carajás Home Center, o Vale construiu outro tipo de força — a força de ser potiguar e entender o mercado local. O Vale do Pará não se limitou a atender o cliente local — decidiu entendê-lo.

Não se trata apenas de ter orgulho em ser potiguar — é mais que isso — é transformar esse pertencimento em estratégia. Utilizar o conhecimento da própria gente para oferecer produtos e serviços ajustados à realidade do consumidor local.

Essa lógica aparece em tudo: na escolha dos pontos, no mix de produtos, na organização das gôndolas, nas promoções e na comunicação — tudo com aderência ao cotidiano de quem vive aqui.

— Soube falar com o consumidor local. E principalmente, ouvir.

Enquanto muitos operam com modelos padronizados, o Vale cresceu entendendo a realidade local. Ofereceu produtos compatíveis com o que o potiguar precisa. Ajustou preço ao bolso real de quem constrói, reforma e amplia aos poucos. E, talvez mais importante, manteve um atendimento que fala a mesma língua de quem está do outro lado do balcão.

Isso não é detalhe. É estratégia.

Com quase 50 anos de presença e 11 lojas espalhadas em natal e Grande Natal, o grupo construiu escala sem perder identidade. E agora dá um passo além.

Hoje, além da força tradicional, o Vale do Pará avança também em segmentos mais exigentes, com presença relevante na venda de pisos e porcelanatos premium e atuação consolidada em marcas como Brasilit, Suvinil, Elizabeth, Eliane e Deca.

Esse case serve de inspiração para outros segmentos que concorrem com players com escala nacional.  Ouvir o consumidor e oferecer soluções personalizadas gera muito mais resultados por tocar o coração, a mente e o bolso do consumidor.

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