Disputando espaço com redes como Ferreira Costa, Leroy Merlin e Carajás Home Center, o Vale construiu outro tipo de força — a força de ser potiguar e entender o mercado local. O Vale do Pará não se limitou a atender o cliente local — decidiu entendê-lo.
Não se trata apenas de ter orgulho em ser potiguar — é mais que isso — é transformar esse pertencimento em estratégia. Utilizar o conhecimento da própria gente para oferecer produtos e serviços ajustados à realidade do consumidor local.
Essa lógica aparece em tudo: na escolha dos pontos, no mix de produtos, na organização das gôndolas, nas promoções e na comunicação — tudo com aderência ao cotidiano de quem vive aqui.
— Soube falar com o consumidor local. E principalmente, ouvir.
Enquanto muitos operam com modelos padronizados, o Vale cresceu entendendo a realidade local. Ofereceu produtos compatíveis com o que o potiguar precisa. Ajustou preço ao bolso real de quem constrói, reforma e amplia aos poucos. E, talvez mais importante, manteve um atendimento que fala a mesma língua de quem está do outro lado do balcão.
Isso não é detalhe. É estratégia.
Com quase 50 anos de presença e 11 lojas espalhadas em natal e Grande Natal, o grupo construiu escala sem perder identidade. E agora dá um passo além.
Hoje, além da força tradicional, o Vale do Pará avança também em segmentos mais exigentes, com presença relevante na venda de pisos e porcelanatos premium e atuação consolidada em marcas como Brasilit, Suvinil, Elizabeth, Eliane e Deca.
Esse case serve de inspiração para outros segmentos que concorrem com players com escala nacional. Ouvir o consumidor e oferecer soluções personalizadas gera muito mais resultados por tocar o coração, a mente e o bolso do consumidor.




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