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“Papel Cagado”, propina e outras sujeiras investigadas na Operação Mederi. Por Aragão

De acordo com informações do Blog do Dina, para viabilizar o desvio de dinheiro público, o esquema utilizava o código “papel cagado”. Segundo a PF, o termo refere-se ao faturamento de notas fiscais sem a entrega efetiva dos medicamentos. Em Apodi, por exemplo, os sócios mencionaram que o “chefe” mandaria faturar mais R$ 80 mil porque “gosta mais de papel” do que de remédio. Segundo a investigação, esse mecanismo permitiria que recursos públicos fossem desviados e retornassem aos envolvidos por meio de supostas propinas.

A expansão do esquema ocorria por meio do sistema de “carona” (adesão a atas de registro de preços), que evitava novas licitações. Em Pau dos Ferros, a PF identificou que licitações eram “preparadas” com requisitos técnicos que excluíam pequenas empresas, garantindo que a Dismed vencesse a maior parte dos lotes. O contrato 078/2025 de Pau dos Ferros foi firmado via adesão a uma ata de Mossoró, justamente o processo onde a PF identificou a suposta propina de 15% ligada a Allyson.

A política do Oeste potiguar está sob o escrutínio da Operação Mederi, uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de corrupção envolvendo a distribuidora de medicamentos Dismed. Segundo os relatórios enviados ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), o que começou como uma investigação na gestão do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), revelou-se uma rede que se expandiu para as prefeituras de Apodi e Pau dos Ferros.

O cerne da investigação baseia-se em escutas ambientais captadas pela PF na sede da Dismed. Em diálogos de maio de 2025, os sócios da empresa discutem o pagamento de “comissões de 15%” sobre o valor das ordens de compra. De acordo com as transcrições, esses percentuais de propina são atribuídos diretamente a Allyson Bezerra pelos próprios investigados.

É importante destacar que a investigação ainda está em curso. Embora os relatórios da PF apontem indícios de fraudes e possíveis pagamentos ilícitos, não há, até o momento, condenação definitiva dos citados.

Foto: Reprodução

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Um Papangú e uma cultura nua de significado não devem receber verbas públicas. Por Aragão.

— Quanto talento é necessário para dar cambalhotas nu, melado de tinta?

Você poderia pensar que somente um papangu precisa utilizar a nudez para chamar atenção para sua peça. Mas o fato é ainda pior: chamada a atenção, não existe entrega alguma.

O ator parece se entregar a uma convulsão suja de tinta em sua apresentação “Papangú” na UFRN. Nada tem propósito. Nada é comunicado, exceto uma intenção de agredir quem assiste e tentar culpar quem se sentiu agredido por se sentir assim.

A falta de conexão com a população é tão grande que não se conseguiu nada do povo, exceto exacerbar ainda mais a rejeição a essa “convulsão” ou, na melhor das hipóteses, a uma cultura sem conteúdo.

Não fomentou a cultura negra. Foi um desserviço, pois a verdadeira cultura negra é linda na música, no ritmo, na dança, na literatura, no cinema, na política e em inúmeras áreas.

— Machado de Assis e Lima Barreto fizeram verdadeira cultura na literatura;
— Nelson Mandela, Obama e Martin Luther King Jr., na política;
— Raça Negra, Cartola e Martinho da Vila, na música;
E exemplos não faltam de pessoas negras que fizeram e fazem arte de verdade.

Destinar dinheiro público para uma peça que desagrada parte significativa do povo brasileiro é um contrassenso. Utilizar um lugar de fala, para nada comunicar?

Gostaria o ator de diminuir preconceitos? Não conseguiu.
Teria o ator a intenção de combater desigualdades? Não conseguiu.
Pensaria em difundir a cultura negra? Não conseguiu. A apresentação não é vista como manifesto cultural.

A forte rejeição nas redes sociais mostra que grande parte da população não apoia gastos públicos em apresentações dessa natureza. Principalmente um papangu fake pois o tradicional não anda nu.

o problema não é a liberdade artística, mas quando o choque parece substituir a própria arte.

— O ator pregou uma peça na plateia

Não sabendo dançar como o Olodum, não sabendo cantar como Djavan, nem escrever como Machado de Assis, o ator se viu despido de conteúdo. Se tivesse a humildade de ensinar uma receita de bolo em sua apresentação, não saciaria a fome cultural, não alimentaria a alma, mas, para quem esperava um espetáculo, levaria ao menos bolo.

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Álvaro Dias Fortalece Pré-Candidatura com Apoios em Campo Redondo, Passa e Fica e Tibau

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, vem intensificando sua agenda política e consolidando apoios expressivos em regiões estratégicas do estado, como o Agreste, a Costa Branca e o Trairi. Nos últimos dias, o ex-prefeito de Natal tem acumulado a adesão de prefeitos, vereadores e lideranças tradicionais, fortalecendo sua musculatura política para a disputa de 2026.

No Agreste potiguar, um dos movimentos mais significativos ocorreu em Passa e Fica, onde a tradicional família Lisboadeclarou apoio oficial ao seu projeto. A articulação, que contou com a participação do deputado estadual Tomba Farias, uniu o atual prefeito Flaviano Lisboa, os ex-prefeitos Agnaldo Pereira, Celú Lisboa, Pepeu Lisboa e Léo Lisboa, além de seis vereadores e oito ex-vereadores. Para Álvaro Dias, receber um apoio tão sólido de um grupo com tamanha representatividade fortalece a caminhada e o compromisso com o desenvolvimento municipal.

Na região da Costa Branca, Álvaro Dias cumpriu agenda em Tibau, onde recebeu o apoio do vereador Nildo Cruz, do ex-vice-prefeito Padeca e de Luiz Nazareno, presidente da Associação Santos Dumont. Na ocasião, ele conheceu o projeto “Economia do Mar”, que sugere incentivos à pesca e a criação do Museu do Mar. O pré-candidato destacou que propostas que valorizam a identidade regional e impulsionam a economia local serão prioridades em uma futura gestão.

Já no Trairi, a pré-candidatura recebeu um reforço de peso em Campo Redondo. O prefeito da cidade, ao lado da vice-prefeita e de todos os nove vereadores, selou a união do grupo político em torno de Álvaro Dias e Babá. O apoio chama atenção pelo simbolismo político, visto que o prefeito integra a base de lideranças como Ezequiel Ferreira e João Maia.

Com essas alianças em Campo Redondo, Passa e Fica e Tibau, Álvaro Dias reafirma a estratégia de ouvir as demandas locais e unir diferentes forças políticas para construir um projeto de governo focado no desenvolvimento do interior do Rio Grande do Norte.

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Allyson, o problema não é o chapéu de vaqueiro. Mas a carapuça de um personagem. Por Aragão.

Criar um personagem para ajudar o marketing não é proibido. Qualquer um pode criar. O problema é a população menos esclarecida deixar de enxergar o candidato real e confundi-lo com o personagem.

Vejamos o Allyson contra as oligarquias. Era um traço do seu personagem anterior, utilizado para vencer as eleições para prefeito. Hoje em dia, mudou. Outro personagem entrou em cena. Allyson hoje caminha de mãos dadas com os Maias e os Alves, as maiores oligarquias do RN.

Enquanto prefeito, arrochava o funcionalismo da prefeitura. Hoje em dia, defende a redução da jornada 6×1. Não há ilegalidade nisso. Há marketing.

Adoro o chapéu de vaqueiro. Um símbolo do povo nordestino. Você o utiliza não como o povo nordestino usa, mas como um adereço do marketing político. O chapéu não aparece como expressão natural de uma identidade cotidiana. Surge como elemento de comunicação política, utilizado para reforçar a imagem de homem simples, popular e perseguido pelas elites.

Você vestiu a carapuça quando disse que iria começar a usá-lo direto. Se vai começar a usá-lo direto, é porque não o usava. Então era somente marketing. Mas isso a gente já sabia.

Na minha opinião, uma característica presente nos personagens construídos por Allyson é a vitimização e a habilidade de comunicar com excelência as narrativas baseadas nela. O perseguido ou o pobrezinho. Rosalba fez uma ironia sobre sua vitimização, e você aproveitou muito bem.

Particularmente, espero que o povo do RN saiba discernir entre o que é personagem e o que é real. E possa escolher democraticamente não o melhor chapéu, mas o que está debaixo dele.

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Unimed. O transplante de gestão que impulsionou a saúde do maior plano do RN. Por Aragão

Foi como um transplante bem sucedido. A substituição da diretoria vem proporcionado uma comprovada melhoria na recuperação da Unimed. Nasceu de novo.

Após um ano seguindo rigoroso tratamento, exames detalhados mostram a imagem de uma Unimed que só cresce.

— A Unimed Natal cresceu aproximadamente 7 mil vidas. Atualmente são 196.941 beneficiários.

Contra fatos não há argumentos. O crescimento da carteira se transformou em um importante termômetro da percepção da população sobre a qualidade da Unimed. Claro que ainda existem pontos de melhoria — e sempre existirão. Nenhuma estrutura que atende quase 200 mil vidas opera sem desafios. Mas os números indicam a recuperação consistente de confiança.

O Brasil tem, aproximadamente, 50 grandes cooperativas de saúde com mais de 100 mil beneficiários — a Unimed Natal ficou entre as que mais cresceram no último ano, segundo a ANS.

A saúde financeira também vem respondendo muito bem. Os sinais de melhora são nítidos, como você pode comprovar com os dados do Painel Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar da ANS:

— A realidade de 2021 apresentava um déficit de R$ 58,8 milhões;

— Em 2024, o déficit foi R$ 15 milhões.

— No primeiro ano da nova gestão já apresentou um SUPERAVIT de quase 10 milhões de reais.

— Quem mais reclama é a concorrência

O Índice Geral de Reclamações (IGR), entre os beneficiários, baixou de 58,33% em 2023 para 38,52% em 2026. Isso mostra que a Unimed ainda tem que melhorar mas está no caminho certo.

A Unimed Natal alcançou 82% de aprovação entre os cooperados, segundo pesquisa realizada em dezembro/25.

Enfim, vimos acima que a população está respondendo bem, os beneficiários, os cooperados e agora a ANS confirma a melhoria concedendo o maior IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar) da história da Unimed Natal: Conquistou 0,8960 (o Índice varia de 0 a 1).

— Você não nasceu ontem.

— Seu plano de saúde também, não.

A Unimed tem quase 50 anos de atendimento no RN e isso faz uma diferença enorme quando você precisa de estrutura, experiência e maturidade institucional aliada aos melhores médicos do RN.

Depois do transplante, a Unimed já começou a caminhar. E a passos largos.

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A direita não passa pano para Flávio Bolsonaro. O nome de Zema ganha tração nas redes. Por Aragão.

A direita brasileira mostrou um sinal importante de responsabilidade e coerência política: não aceitar blindagem automática apenas por sobrenome ou capital eleitoral. — Exemplo que deveria ser seguido pela esquerda e por todas as ideologias.

O desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro mostrou algo salutar para a democracia: setores relevantes da direita passaram a reagir com crítica — não com submissão.

Isso acontece porque a direita construiu sua força apoiada em alguns pilares muito claros: combate à corrupção, coerência moral, enfrentamento ao sistema político tradicional e crítica aos privilégios das elites de Brasília.

Quando surge qualquer sinal de proximidade com práticas que lembram justamente aquilo que o eleitor conservador dizia combater, a reação vem. E veio.

A direita não pertence a uma pessoa ou uma família.

Pertence a ideias.

Se Flávio enfraquece politicamente, o campo conservador não desaparece. Zema surge como alguém que preserva pautas econômicas liberais, discurso de gestão e menor desgaste político-emocional. Cresce principalmente entre conservadores mais pragmáticos, empresariado e setores cansados da tensão permanente.

A lógica é simples: movimentos políticos sobrevivem quando conseguem renovar lideranças sem abandonar princípios.

Talvez o maior sinal de força de uma direita madura seja exatamente este:

não transformar políticos em figuras intocáveis.

Porque quando um grupo político passa a defender pessoas acima dos próprios valores, ele deixa de ser movimento e começa a virar seita.

— Esperamos que a Esquerda também não passe pano para quem comete erros. Todo Brasil ganhará com com essa liberdade.

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Corrida Unimed Natal abre inscrições com percursos de 5km e 10km

Evento será realizado no dia 12 de julho, na Praça Cívica, e lança primeiro lote com condições especiais

Estão abertas as inscrições para a primeira edição da Corrida Unimed Natal, evento que chega ao calendário esportivo da capital potiguar unindo saúde, qualidade de vida e incentivo à prática esportiva. A prova será realizada no dia 12 de julho, com largada às 5h15, na Praça Pedro Velho, no bairro Tirol, em Natal. Neste primeiro lote, os participantes podem se inscrever nas categorias de 5km e 10km.

Promovida pela Unimed Natal e organizada pela Sportri, a corrida reunirá atletas profissionais, corredores amadores e famílias em uma experiência voltada ao bem-estar e à promoção da saúde. A expectativa é reunir milhares de participantes em um percurso planejado para proporcionar segurança, estrutura e uma grande celebração do esporte.

Os kits da corrida contarão com camiseta oficial do evento, número de peito e medalha para os concluintes. A programação também terá estrutura de apoio aos atletas, pontos de hidratação e premiação para diferentes categorias.

Para o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, a realização da corrida reforça o compromisso da cooperativa com iniciativas voltadas à promoção da saúde e da qualidade de vida. “A Corrida Unimed nasce com o propósito de incentivar hábitos saudáveis e aproximar ainda mais a cooperativa da comunidade por meio do esporte. Queremos proporcionar uma experiência organizada, acolhedora e marcante para todos os participantes”, destaca.

As inscrições para o primeiro lote já estão disponíveis e podem ser realizadas pela Ticket Sports. As informações oficiais sobre a corrida estão sendo divulgadas na página de inscrições e nas redes sociais da Unimed Natal (@unimednatal). A organização orienta que os atletas garantam a participação antecipadamente, já que as vagas são limitadas.

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Relatórios do MP colocam em xeque o discurso de bom gestor de Allyson.

A campanha de Allyson Bezerra ao Governo do Estado tem uma aposta clara: fazer da Prefeitura de Mossoró uma vitrine.

O problema é que os dados oficiais não estão colaborando com esse roteiro.

Enquanto o prefeito projeta uma Mossoró de avanços nas redes sociais, o Ministério Público do Rio Grande do Norte tem produzido relatórios que contam uma história bem diferente. E é esse contraste que começa a virar munição política para os adversários.

Na assistência social, inspeções realizadas entre 2025 e 2026 revelam um cenário crítico: prédios deteriorados, serviços funcionando de forma precária e população vulnerável desassistida. Não é a imagem de uma gestão exemplar.

Na educação, o MP aponta um problema que não foi resolvido: a falta de vagas em creches. A rede não cresceu na mesma proporção que a demanda — um gargalo antigo que a gestão não conseguiu fechar.

Na saúde, o quadro também preocupa. Foram identificadas deficiências no funcionamento de UPAs, problemas estruturais e deterioração em unidades básicas. Exatamente os serviços que mais impactam quem mais precisa.

Inicialmente, imaginava-se que as investigações da Polícia Federal, por meio da Operação Mederi, seriam a principal dor de cabeça de Allyson. No entanto, a sequência de notícias tendo como fonte o Ministério Público vem, na minha avaliação, desgastando de forma significativa o discurso de bom gestor que o prefeito tenta consolidar.

A tentativa de centralizar o debate eleitoral na capacidade administrativa é vista como uma estratégia de Allyson para evitar temas ligados à polarização nacional. O que talvez não estivesse no cálculo da equipe do prefeito era o volume de relatórios e informações negativas surgindo neste momento, colocando em xeque o discurso de êxito administrativo propagado pela gestão.

Fonte das informações: Blog Neto Queiroz

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Antônio Rocha, o Rochinha, tem o nome citado no caso do Banco Master.

O empresário Antônio Rocha Neto, o “Rochinha”, nome conhecido em Natal, apareceu nas investigações do caso do Banco Master por conta de uma negociação imobiliária com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

A matéria do site Metrópoles publicada hoje, 10/05,  aprofunda a questão trazendo detalhes sobre a transação imobiliária. 

Ciro Nogueira nega as acusações e classifica as investigações como “perseguição política”.

O caso segue em apuração pelas autoridades.

Fonte das informações: Site Metrópoles. 

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Com pesar, recebemos a notícia do falecimento de Cadidja Capuxú, filha da desembargadora Berenice Capuxú.

 

Recebemos com profunda tristeza a notícia do falecimento de Cadidja Capuxú.

Nossa família conhece e estima há muitos anos a família Capuxú e Roque. Uma família marcada pela educação, discrição e respeito com as pessoas.

Cadidja enfrentou sua doença com bravura e dignidade. Sua partida deixa um vazio doloroso para familiares, amigos e todos que tiveram a oportunidade de conviver com ela.

Manifesto minha solidariedade à desembargadora Berenice Capuxú, ao advogado Olavo Roque, ao advogado André Ximenes, seus filhos, aos irmãos Diogo, André e Tiago, demais familiares e amigos neste momento de imensa dor.

Que Deus conforte o coração de todos.

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Comissão de Justiça da ALRN aprova política de transparência na geração de energia

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou, nesta terça-feira (5), um projeto que cria regras para dar mais transparência na geração distribuída de energia elétrica. A proposta é do deputado Hermano Morais (MDB) e trata de como esse tipo de serviço deve funcionar, com impacto direto para consumidores e empresas.

Durante a reunião, os deputados também aprovaram o reconhecimento de utilidade pública da Associação Madre Rosa (Assomar), proposta pelo deputado Adjuto Dias (PL), e do Centro de Saúde e Social Santa Terezinha, de iniciativa do deputado Dr. Bernardo (PV).

Na área cultural e turística, foram aprovados projetos que reconhecem o Festival Bonita Rock, do deputado Nelter Queiroz (PP), além do Mirante das Cruzes, em Areia Branca, e da Pedra do Chapéu, em Tibau, ambos de autoria do deputado Ivanilson Oliveira (PV).

Também foram aprovadas a criação da rota turística Caminhos das Serras do Sertão, proposta por Nelter Queiroz, e o reconhecimento da Rádio Rural de Natal como patrimônio histórico e cultural do estado, de autoria de Adjuto Dias.

Participaram da reunião os deputados Francisco do PT, Ubaldo Fernandes, Galeno Torquato, Kleber Rodrigues e Coronel Azevedo.

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