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Quantos Vorcaros existem em Natal? Por Aragão.

Vivemos uma época em que o sucesso passou a ser medido quase exclusivamente pela régua do dinheiro. Quando essa lógica se impõe, a sociedade passa a tolerar quase qualquer coisa desde que se produza riqueza.

  O efeito colateral é que os valores se perdem. Anestesiados, não sentem mais dor quando corrompem e a sociedade aceita na esperança de aproveitar um pouco da sombra ou dos frutos da árvore proibida do contraventor. Um caso como Vorcaro é realmente um exagero sem precedentes pois não é apenas sobre corrupção — inclui violência, também. 

Quantas fortunas em nosso estado não tem raízes na corrupção? Apesar de termos grandes empresários idôneos e éticos que ajudam a desenvolver nosso RN gerando emprego e renda. Por outro lado, sabemos que existem outros que a origem dos recursos, as sementes da riqueza foram plantadas no solo fértil da corrupção. Licitações fraudulentas, influência nos 3 poderes e subornos. — São pequenos Vorcaros que circulam entre nós. 

Como a sociedade tem fome de dinheiro e poder, fica na esperança de pegar algum fruto, mesmo bichado, ou que o grande empresário possa lhe quebrar algum galho. Nossa tolerância coletiva é seletiva enquanto houver benefícios indiretos. 

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.” — Ruy Barbosa.

A corrupção não é apenas um crime. É também um ambiente cultural que se forma quando a sociedade passa a admirar o resultado e ignora os meios. Quando a desonestidade passa a ser tolerada no topo, suas sementes germinam por toda a sociedade:

— no motorista que avança o sinal vermelho;

— em quem fura uma fila;

— em quem usa influência para obter vantagem.

Quantos Vorcaros em todas as suas dimensões, proporcionalmente, existem em Natal? no RN? e no Brasil? 

— Se quisermos ver um Brasil novo florescer, a justiça tem que começar a poda já.

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Sem vocês esse mundo não seria igual. Por Bruno M. Ribeiro Dantas.

A verdade imperativa que intitula este ensaio, frequentemente emprestada à autoria de Pablo Neruda, mas lavrada por Alfredo Cuervo, aplica-se, hoje, à perfeição. Neste Dia da Mulher, a melhor homenagem talvez seja reconhecer o óbvio que tantas vezes foi negado: a vida, como a conhecemos, tem voz, cor, cuidado e coragem de mulher. Não como adorno de calendário, mas como eixo silencioso que sustenta rotinas, famílias, instituições e sonhos. Onde falta a presença feminina, falta também uma parte essencial do ser humano: a capacidade de recomeçar, e de resistir.

Durante muito tempo se vendeu a caricatura da guerra dos sexos, como se homens e mulheres fossem exércitos rivais condenados ao conflito. Mas o mundo maduro vem aprendendo que a história não melhora somente pelo confronto, mas, antes, pelo reconhecimento. Novos tempos reclamam menos disputas e mais parceria; menos rótulos e mais escuta. A mulher demonstra, dia após dia, o seu valor. Não por concessão, mas por evidência. Na competência, na intuição, e na delicadeza que não é fraqueza — mas é força educada e que pode ser sutil.

E se a vida tem algum critério de verdade, ele não está no brilho das vitrines, senão na qualidade dos vínculos. O que vale a vida são os afetos, disse, um vez, o min. Barroso. O valor está no gesto que ampara, na palavra que não humilha, ou na mão que fica quando tudo conduz à despedida. Por isso, hoje, os júbilos também se convertem em compromisso: que a igualdade seja prática, e que o respeito seja irrestrito.

Percebi, confesso, que sempre assistiu razão a Vinicius de Moraes: e que “tudo isso não adianta nada, se nesta selva escura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.” Parabéns, mulheres. Sem vocês, realmente, esse mundo não seria igual.

Bruno Montenegro Ribeiro Dantas – Juiz de Direito – Doutorando em Direito

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Violência contra a mulher: todos nós somos cúmplices. Por Caroline Maciel.

Quando a sociedade questiona a vítima antes do agressor, contribui para manter a violência.

Quando a violência contra a mulher acontece, raramente investigamos primeiro o agressor. Investigamos a vítima. O que vestia, onde estava, seu passado. E quando o olhar finalmente recai sobre quem atacou, a explicação se encerra ali — ele é o culpado, um caso isolado. Mas há uma pergunta que nunca enfrentamos: que ambiente permite que essa violência continue acontecendo?

Os dados são inequívocos. Segundo o 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 1.492 mulheres foram assassinadas por razões de gênero em 2024 — quatro por dia. No mesmo ano, 87.545 foram estupradas — uma a cada seis minutos. O lugar mais perigoso para uma mulher não é a rua — é a sua casa. E o agressor mais provável não é um estranho, mas alguém que compartilha ou compartilhou sua vida íntima.

Esses números revelam um padrão, não desvios. Refletem valores e práticas que naturalizam o controle, o ciúme e a submissão. A violência extrema não surge de repente: é precedida por tolerâncias que raramente interrompemos.

A legislação existe — e é adequada. Da Lei Maria da Penha ao feminicídio como crime hediondo, o ordenamento jurídico oferece bases protetivas suficientes. O problema é a aplicação. O caso recente do TJMG, que absolveu um homem de 35 anos pelo estupro de uma menina de 12 sob o argumento de “vínculo afetivo”, mostra o que ocorre quando integrantes do sistema de justiça se deixam contaminar pela mesma cultura que gera a violência.

Somos cúmplices não só quando agredimos — mas quando o ambiente que permite a violência se sustenta no silêncio, no apoio a atitudes que desprezam as mulheres e na omissão de quem conhece situações graves e não intervém.

Romper esse ambiente começa no cotidiano, quando o silêncio deixa de ser opção e a omissão deixa de parecer neutra. Só assim podemos construir uma sociedade em que as mulheres possam viver sem medo.

Fonte dos dados: 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2025.

Caroline Maciel é Procuradora da República.

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“Mutirão para tirar agressores de mulheres de circulação”, sugere Kelps.

No Dia Internacional da Mulher, o ex-deputado estadual Kelps Lima afirmou que o Brasil precisa reagir com mais firmeza diante da violência que atinge milhares de mulheres todos os anos. Para ele, a data deve servir não apenas para homenagens, mas para mobilizar autoridades e sociedade em torno de medidas concretas de proteção. Kelps defende que o país discuta ações mais contundentes para enfrentar o problema. “O momento é tão grave que chegou a hora de a sociedade organizada executar um mutirão nacional para tirar de circulação das ruas do Brasil os agressores de mulheres condenados ou notoriamente reincidentes”, declarou. Segundo ele, impedir que esses criminosos continuem livres é uma medida urgente para proteger vidas.

Durante sua atuação parlamentar no Rio Grande do Norte, Kelps apresentou propostas voltadas ao endurecimento do combate à violência doméstica. Entre elas, a defesa do uso de tornozeleira eletrônica para monitorar agressores e impedir que se aproximem das vítimas. O ex-deputado também defendeu medidas para ampliar canais de denúncia e facilitar o registro de crimes de violência doméstica. Para ele, a resposta das instituições precisa ser rápida e firme. “Quem agride mulher precisa saber que não haverá tolerância”, afirmou. Kelps também participou de debates e iniciativas públicas voltadas à conscientização sobre o tema.

Para o ex-parlamentar, o enfrentamento à violência contra a mulher exige ação coordenada entre polícia, justiça e políticas públicas de proteção. Ele defende prioridade absoluta para a investigação e julgamento desses crimes. Também cobra maior rigor no cumprimento das penas impostas aos agressores. “Quando o Estado reage com rapidez, vidas podem ser salvas”, disse. Kelps afirma que o Dia Internacional da Mulher deve servir como alerta permanente para o país. “Não basta homenagear as mulheres. É preciso garantir que elas possam viver sem medo.”

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Universidade de Oxford: 78% dos brasileiros consomem notícias por meios digitais. TV aberta segue em queda.

— O Brasil virou social-first: a notícia nasce nas plataformas.

O Digital News Report 2025, produzido pelo Reuters Institute da Universidade de Oxford — uma das pesquisas mais abrangentes do mundo sobre consumo de notícias — mostra que as principais portas de entrada para informação no Brasil são plataformas digitais: Instagram, YouTube e WhatsApp.

Esse fenômeno levou pesquisadores a descrever países como o Brasil como ambientes cada vez mais “social-first” — ecossistemas informativos nos quais a principal porta de entrada para notícias ocorre dentro das redes sociais e plataformas digitais.

O próprio relatório observa que o consumo de notícias pela televisão continua em trajetória de queda, pressionado pelas redes sociais e pela crescente popularidade das plataformas digitais.

Entre os grandes veículos tradicionais, a Globo aparece com o maior índice de desconfiança, com 29% dos entrevistados afirmando não confiar em suas notícias.

— Quanto tempo o caro leitor passa em frente à TV em comparação com o tempo que passa no mundo digital?

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Maria de Fátima 07 mar 2026

👏👏👏👏

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Unimed Natal anuncia novo endereço do Centro Clínico Pediátrico a partir da próxima segunda (9)

Nova unidade da rede própria inicia atividades no Medical Cidade do Sol, oferecendo estrutura ampliada e 11 especialidades em um só lugar
Com o objetivo de oferecer mais conforto e qualificação na assistência à saúde infantil, a Unimed Natal comunica a mudança de endereço de sua unidade pediátrica. A partir da próxima segunda-feira (9), os atendimentos atualmente realizados no Centro Clínico Deodoro (Petrópolis) serão transferidos para o novo Centro Clínico Pediátrico Unimed, localizado no bairro de Lagoa Nova.
A nova unidade passa a funcionar no complexo Medical Cidade do Sol, na Av. Prudente de Morais, nº 3413. Além da mudança no endereço físico, a transição marca o reposicionamento da unidade como um centro de referência e cuidado integral, com ambientes estruturados para o acolhimento lúdico e humanizado de crianças e seus familiares.
De acordo com o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, a mudança faz parte do processo de reestruturação da rede própria da cooperativa. “Estamos ampliando a capacidade de atendimento pediátrico em um espaço planejado para oferecer mais conforto às crianças e às famílias, reunindo diferentes especialidades em um mesmo local e fortalecendo o cuidado integral”, afirma.
*Continuidade na Assistência*
A Unimed Natal reforça que a alteração não acarretará interrupções ou prejuízos aos atendimentos já programados. Os serviços ofertados e a capacidade assistencial permanecem inalterados, agora em uma localização estratégica e com infraestrutura moderna.
O novo Centro Clínico Pediátrico centraliza 11 especialidades médicas, incluindo Pediatria, Neurologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Psiquiatria e Cirurgia Pediátrica. Além das consultas eletivas, a unidade segue oferecendo serviços diagnósticos essenciais, como os Testes do Pezinho e da Orelhinha, e o acompanhamento de Puericultura.
*Agendamentos*
Os atendimentos na nova unidade continuam sendo realizados exclusivamente mediante agendamento prévio. Os beneficiários podem realizar marcações ou tirar dúvidas através da Central de Relacionamento pelo telefone (84) 3220-6200.
*SERVIÇO:*
• A partir de 09/03: Atendimento no novo Centro Clínico Pediátrico Unimed.
• Endereço: Av. Prudente de Morais, nº 3413, Loja 10 – Lagoa Nova (Medical Cidade do Sol).

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Jornal O Globo: André Mendonça manda prender Vorcaro que planejou assaltou para prejudicar violentamente Lauro Jardim.

‘CALAR A IMPRENSA’ |

Na decisão em que mandou prender o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou haver indícios de que o banqueiro determinou que se forjasse um assalto, ou simulasse cenário semelhante, para “prejudicar violentamente” o colunista do GLOBO Lauro Jardim. O objetivo, diz Mendonça, era, a partir do episódio,

“calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados”. Vorcaro integrava um grupo de WhatsApp batizado de “A turma”, da qual fazia parte também Luiz Phillipi Mourão.

Esse homem é apontado como responsável pela execução de atividades voltadas à “obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do grupo investigado“, de acordo com Mendonça.

Fonte: O Globo. 

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A estupidez sem limites. Por Aragão.

Quem não viveu grandes guerras tende a romantizá-las como eventos estratégicos. Mas a guerra não é um jogo de xadrez. É colapso, ruptura e sofrimento social. É a tentativa deliberada de exterminarmos a nós mesmos.

Depois que os demônios são libertados, fazê-los voltar à garrafa é tarefa quase impossível. A Segunda Guerra Mundial foi inicialmente estimada em 4 meses. Durou seis anos. Custou cerca de 60 milhões de vidas. Redesenhou fronteiras, destruiu economias e inaugurou uma era nuclear que ainda nos ameaça.

Sempre todas as partes tem a certeza que estão com a razão. Mas não existe razão na guerra. Os efeitos colaterais são imensos e nunca esperados pois ninguém conhece todas as cartas que o outro lado tem na manga.

Em um mundo equipado com armas hipersônicas, inteligência artificial aplicada a sistemas militares, arsenais nucleares ativos e redes digitais integradas, o risco sistêmico é qualitativamente superior ao de 1939. A interdependência econômica é mais profunda. A vulnerabilidade global é maior.

• Choque energético global;

• Recessão coordenada;

• Radicalização política interna nos países envolvidos;

• E, no limite, um conflito de alcance verdadeiramente mundial.

A ilusão é acreditar que desta vez haverá controle. Que desta vez os limites serão respeitados. Que desta vez a racionalidade prevalecerá automaticamente. A história não confirma esse otimismo.

— Com guerra, a história é outra.

Se ainda não aprendemos com os erros do passado, seguimos com novos erros mas talvez não exista futuro para se arrepender.

— Oremos.

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Gestão Nilda garante modernização da UPA de Nova Esperança com entrega de 20 novos computadores

Mais um avanço importante marca a transformação da UPA de Nova Esperança executada pela gestão Nilda em Parnamirim. A unidade recebeu 20 novos computadores notebooks, que vão garantir mais agilidade, eficiência e qualidade no atendimento à população. A entrega foi realizada nesta quarta-feira (04) e viabilizada por meio de parceria com a UNIRN e a Prefeitura.

A chegada dos equipamentos representa um passo significativo no processo de modernização da unidade, contribuindo diretamente para a organização dos fluxos internos, redução do tempo de espera e melhoria no acolhimento dos pacientes.

A atual administração municipal tem protagonizado uma série de investimentos estruturantes na UPA de Nova Esperança. Após ter recebido o local com uma série de problemas, nos últimos meses, a unidade passou por grandes reparos nas redes elétrica e hidráulica, ampliação da capacidade do laboratório, reforço na frota de ambulâncias e implementação do sistema Fast Track, que tornou o atendimento mais dinâmico e resolutivo.

Para a prefeita, a chegada dos novos computadores simboliza mais do que a entrega de equipamentos: “Estamos investindo pesado na UPA porque entendemos que saúde é prioridade. Esses novos computadores vão dar mais agilidade ao atendimento e melhores condições de trabalho às nossas equipes. Nosso compromisso é seguir modernizando, cuidando e garantindo um serviço cada vez mais digno e eficiente para a população”, destacou.

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Alta terapêutica na ABA e nas multiterapias marca evolução do tratamento, reforça equipe da Unimed Natal

_Processo é conduzido com critérios técnicos, redução gradual do atendimento e alinhamento com a família_

A alta terapêutica nos atendimentos em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e nas multiterapias para crianças neuroatípicas é uma importante etapa de evolução do tratamento. No espaço Multiterapias da Unimed Natal, o processo é planejado, técnico e baseado em evidências, com foco na autonomia do paciente.

A coordenadora geral de intervenção comportamental, Clara Guedes, explica que a alta segue critérios objetivos e não ocorre de forma abrupta. “Nosso objetivo, enquanto terapeutas, é deixar de ser necessários. Nós existimos para promover autonomia e independência. Há alinhamento com os familiares, e nem todos os pacientes terão alta no mesmo tempo — em alguns casos, pode não haver alta”, afirma. Segundo ela, o processo é assistido, com análise de dados, transição estruturada e acompanhamento da família.

O planejamento inclui metas individualizadas, indicadores claros de evolução, redução gradual da intensidade do atendimento (modelo step-down) e acompanhamento programado para evitar regressões. Diretrizes internacionais recomendam que a transição seja progressiva e coordenada com a família e outros serviços.

A Gerente Técnica de Terapias Especiais, Angélica Medeiros, reforça que a integração entre profissionais é essencial nesse processo. “Alta não é ‘parar tudo’. É garantir funcionalidade no contexto real e organizar uma transição segura”, afirma. “Não existe resultado consistente quando cada profissional trabalha isoladamente. Precisamos de comunicação ativa, metas compartilhadas e gestão integrada do cuidado. O que sustenta a evolução não é apenas o que foi ensinado, mas o ecossistema: escola, casa, rotina, combinações terapêuticas coerentes e uma família que recebeu orientação aplicável”, completa.

Em muitos casos, após cumprir objetivos em um modelo intensivo de ABA, o paciente passa para acompanhamentos mais direcionados, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem baseada em evidências com resultados positivos na regulação emocional, no manejo da ansiedade e no desenvolvimento de habilidades sociais.

Para o Multiterapias da Unimed Natal, a alta terapêutica representa um novo ciclo dentro da jornada de cuidado, estruturado com planejamento e acompanhamento contínuo.

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Maria de Fátima 03 mar 2026

Q bom!

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