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A direita já é maior que Bolsonaro. A esquerda ainda é do tamanho de Lula. Por Aragão

A nova pesquisa da Paraná Pesquisas revelou mais que intenções de voto. Revelou estrutura.
Mostrou que a direita sobrevive sem Bolsonaro — e a esquerda ainda não sobrevive sem Lula.

Mesmo inelegível, Bolsonaro lidera o primeiro turno contra Lula.
Mas o dado mais revelador não está na disputa direta — está no que acontece quando Bolsonaro sai de cena.

Michelle Bolsonaro vence Lula numericamente em um segundo turno: 45% contra 41%.
Tarcísio de Freitas também aparece numericamente à frente: 43,4% contra 40,6%.
Ambos em empate técnico, mas com uma mensagem clara: a direita tem vários nomes com densidade eleitoral real.

O bolsonarismo, é uma realidade incontestável, já virou um movimento que não depende mais somente de Jair.
Já a esquerda continua sendo um retrato emoldurado de uma única figura: Lula.

Ele nunca formou uma liderança real. Nunca dividiu poder.
Dilma e Haddad foram escolhas pensadas não por força política, mas por controle.
Não eram sucessores. Eram garantias de obediência. Que no caso de Dilma, nem tão obediente assim…

E não é só na sucessão que a esquerda patina. A direita também venceu no campo da comunicação.
Enquanto figuras da direita dominam o digital com uma linguagem direta, emocional e mobilizadora, a esquerda insiste em se comunicar para dentro — para sua bolha, para seus códigos, para seus rituais.
Apesar dos esforços de Sidônio Palmeira, a pauta identitária segue afastada da realidade cotidiana da maioria dos brasileiros.

A direita fala com o povo. A esquerda fala com a esquerda.
E isso, numa eleição, é a diferença entre eco e voto.

A direita virou movimento.
A esquerda ainda é um homem.

E quando o tamanho da sua causa é igual ao da sua vaidade…
a sucessão se torna sua maior ameaça.

 

Pesquisa Fonte: Poder 360

Comentários (2)

2 respostas para “A direita já é maior que Bolsonaro. A esquerda ainda é do tamanho de Lula. Por Aragão”

  1. Bolsonaro SEMPRE liderou à frente de Lula.
    O que houve na última campanha foi duvidoso….
    Daí, o medo do stablishment em mostrar as codificações, a recusa no voto impresso e outros.
    Em que pese existirem sectários ignorantes da esquerda, muitos, não superariam a Direita.
    O que houve foi a facilitação desenvolvida pela Corte Suprema, com finalidade de alçar ao poder um sujeito cheio de problemas Morais e legais sobretudo.

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A aurora que nunca falha. Por Fernando Rocha.

Na minha infância, o dia não amanhecia enquanto minha mãe não acordasse.
Não era metáfora. Era a ordem natural das coisas, tão certa quanto a gravidade e o movimento dos astros. O sol podia já estar alto, a luz já derramada pelas frestas da janela, os pássaros já em pleno exercício de seu ofício matinal, e ainda assim o dia permanecia suspenso, incompleto, como uma frase sem ponto final. Era ela quem rompia o silêncio com os primeiros passos no corredor, o cheiro do café se espalhando pela casa como um anúncio solene, a voz chamando pelo nome com aquela entonação que nenhum outro ser humano jamais reproduziu. Só então o mundo começava.


Os filósofos gregos passaram séculos discutindo o sumo bem, o summum bonum, esse bem supremo em direção ao qual toda existência tende sem sempre saber. Aristóteles o chamou de eudaimonia, o florescimento pleno da alma. Platão o colocou além do próprio ser, inacessível e luminoso como o sol que torna tudo visível sem poder ser olhado diretamente. Agostinho o identificou com Deus, dizendo que o coração humano permanece inquieto até repousar nele.
Todos estavam certos. E todos estavam, à sua maneira, falando de mãe.


Porque a mãe é a aurora. Não a aurora decorativa dos poetas românticos, feita de rosa e dourado para enfeitar versos. A aurora real, aquela que chega sem pedir licença, que não consulta o humor de ninguém, que simplesmente aparece e com sua presença desfaz toda a escuridão anterior. Com ela não há tristeza que resista ao primeiro café, nem melancolia que sobreviva ao primeiro abraço. Não porque ela negue a dor, mas porque sua presença a redimensiona, coloca cada sofrimento no lugar exato que ele merece, nem maior nem menor, e revela que ao redor da dor existe sempre mais vida do que a dor deixa ver.


As lições da mãe têm uma característica que nenhuma escola reproduziu: elas não doem. Não porque sejam fáceis, mas porque chegam embrulhadas em algo que as torna palatáveis sem torná-las menos verdadeiras. A correção que viria dura de qualquer outra boca chegava pela boca dela temperada com uma precisão afetiva que desarmava qualquer resistência. Você não se defendia. Você simplesmente entendia, e o entendimento ficava.
E permanece.


Essa é a marca mais espantosa das lições maternas: sua durabilidade. Tudo na vida tem prazo. As certezas filosóficas envelhecem, os amores se transformam, as convicções políticas mudam, os corpos cedem. Mas aquilo que a mãe depositou nos primeiros anos, com a paciência artesanal de quem sabe que está construindo algo para durar, permanece intacto décadas depois, funcionando silenciosamente como uma bússola que não precisa ser consultada porque já foi internalizada.


Kant dizia que o sumo bem exige a coincidência entre virtude e felicidade, e que o mundo empírico raramente oferece essa coincidência. Tinha razão quanto ao mundo. Mas esqueceu de considerar as mães, que são justamente o lugar onde virtude e felicidade coincidem de maneira espontânea e gratuita, sem precisar de nenhuma postulação metafísica para se justificar.


A mãe não ama porque é virtuoso amar. Ama porque amar é, para ela, simplesmente o modo de existir. E nesse amor sem cálculo e sem condição está, talvez, a aproximação mais concreta que a experiência humana oferece daquilo que os filósofos buscaram em sistemas elaborados durante séculos.
Aristóteles disse que o sumo bem é aquilo que é desejado por si mesmo e não como meio para outra coisa. Toda criança sabe, antes mesmo de ter linguagem para dizê-lo, que o colo da mãe é exatamente isso: não serve para nada além de si mesmo, e por isso vale tudo.


O dia, na minha infância, não amanhecia enquanto ela não acordasse.
Hoje compreendo que não era dependência. Era reconhecimento. A intuição precoce, ainda sem palavras, de que certas presenças são fundamento, e que o dia só faz sentido pleno quando quem nos ensinou a vê-lo está, de alguma forma, junto.


A aurora nunca falha. E as mães, mesmo quando o tempo as transforma e a vida as afasta, continuam amanhecendo dentro de nós, todos os dias, com aquela luz que nenhuma escuridão conseguiu apagar.

À Oliveth, minha mãe.

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O Peso do Lar. Por Luis Marcelo Cavalcanti.

Minha singela homenagem às mães segue em forma de imagem. Em especial, às mães “donas de casa”.

Mas qualquer texto sucumbe à força dessa imagem, que me rouba as palavras e sequestra minha contemplação.

“La Mujer Que Nunca Hizo Nada” (A Mulher Que Nunca Fez Nada), criada pelo artista José Luis Fernández (Zaragoza, Espanha, 2001) é uma escultura hipnotizante, avassaladora.

É uma obra que nos convida a refletir, cada um a seu modo, sobre a mulher, mãe e esposa que nos acompanhou em algum momento da vida. E que ainda acompanha. Ou em vida, ou em memória.

Que peso carrega essa mãe, tantas vezes estigmatizada como “apenas dona de casa”?

Qual o tamanho da nossa dívida com essas mulheres que, mesmo se desdobrando em mil, eram reduzidas ao rótulo “do lar”?

Fica aqui minha homenagem a todas essas mães, na pessoa da minha amada Dona Laura, exemplo de mãe, esposa e dona de casa.

Luis Marcelo Cavalcanti é Advogado e Procurador do Estado.

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Mãe, o primeiro nome do amor. Por Bruno Montenegro Ribeiro Dantas.

Mãe, o primeiro nome do amor

Há um instante, anterior às leis, às religiões e às ideologias, no qual o ser humano aprende o significado genuíno do cuidado. Esse momento costuma ter o rosto de uma mãe.

A maternidade talvez seja a mais universal das experiências afetivas, reunindo, a um só tempo, força, renúncia e ternura. A mãe é essa figura paradoxal que suporta dores descomunais para oferecer ao filho a sensação de que o mundo ainda ostenta contornos coloridos.

E a literatura cedo percebeu que as mães não ocupam as margens da História. A coadjuvância não rima com o eixo moral que frequentemente representam. Em Les Misérables, Victor Hugo entregou a Fantine a dimensão trágica da maternidade sacrificial, ao desenhar uma mulher que consome a própria dignidade para preservar a vida da filha. Em Vidas Secas, Graciliano Ramos construiu Sinhá Vitória como símbolo de resistência, para incorporar as mulheres que sustentam a família mesmo quando a vida parece reduzida à escassez. Machado de Assis, em Dom Casmurro, empresta à Dona Glória uma personagem que encarna a maternidade atravessada pelo profundo desejo de proteger o destino do filho.

Nessa arquitetura afetiva, a avó parece projetar uma posição ainda mais delicada. Diz-se que a avó é mãe com açúcar. Não porque ame mais, mas porque o tempo amadurece o sentimento. A maternidade da avó já não carrega a ansiedade dos primeiros enfrentamentos. A avó ama vendo, nos netos, a continuidade invisível daqueles que um dia embalou nos braços.

É inegável: muitas mães — e avós — sustentam emocionalmente famílias inteiras sem reivindicar protagonismo. Movem-nas propósitos mais altos e mais virtuosos.

Por isso mesmo a densidade da palavra Mãe segue, incólume, atravessando culturas e séculos. Ela não designa uma pessoa. Antes de tudo designa um lugar no mundo: o lugar onde o amor, por sua própria natureza, aprendeu a ficar. Feliz dia das mães!

Bruno Montenegro Ribeiro Dantas é Juiz de Direito e Doutorando em Direito.

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Unimed Natal inaugura novo Centro Avançado em Mossoró e reforça expansão da rede própria no Oeste potiguar

 

Nova unidade amplia a rede própria da cooperativa no Oeste potiguar e passa a operar com estrutura ampliada e novos serviços de saúde

A Unimed Natal inaugurou, nesta sexta-feira (8), o novo Centro Avançado Mossoró, marcando mais uma etapa da estratégia de expansão da rede própria da cooperativa no interior do Rio Grande do Norte. Localizada na Avenida João da Escóssia, no bairro Nova Betânia, a nova unidade amplia a presença da operadora na região Oeste com uma estrutura mais moderna, integrada e preparada para ampliar a oferta de serviços de saúde aos beneficiários.

A solenidade de inauguração reuniu membros da diretoria executiva e conselheiros de administração da Unimed Natal, médicos cooperados, autoridades locais e políticas, como o prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, além de imprensa e convidados. O espaço inicia os atendimentos com os serviços anteriormente ofertados no antigo Centro Clínico na segunda-feira (11) e passará, nas próximas semanas, por uma ampliação gradual da operação, com incorporação de novas especialidades, exames e procedimentos.

Durante a inauguração, o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, destacou a importância estratégica da nova unidade para o fortalecimento da assistência no interior do estado. “A inauguração do novo Centro Avançado Mossoró representa um passo importante no projeto de expansão da nossa rede própria e no compromisso da Unimed Natal de levar uma assistência cada vez mais resolutiva, integrada e próxima das pessoas. Mossoró é uma cidade estratégica para o desenvolvimento da saúde no Oeste, e estamos investindo em uma estrutura preparada para crescer junto com as necessidades da população”, afirmou.

Com estrutura planejada para oferecer mais conforto e agilidade no atendimento, o Centro Avançado contará a partir de junho, em sua operação completa, com consultas em 18 especialidades médicas, exames laboratoriais e de imagem, ultrassonografia, raio-X, eletrocardiograma, monitorização cardíaca, vacinação, infusão de medicamentos, terapias, curativos e pequenos procedimentos.

A unidade tem capacidade estimada para mais de 4 mil atendimentos mensais e integra o plano de interiorização da cooperativa, ampliando o acesso à saúde de qualidade com mais eficiência e proximidade para os beneficiários da região Oeste.

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O câncer do século XXI pode não estar no corpo. Por Beth Varela.

Durante muito tempo, poucas doenças causaram tanto medo quanto o câncer. Receber esse diagnóstico era, para muitas pessoas, quase como uma sentença de morte. Mas a medicina evoluiu, os tratamentos avançaram e, hoje, em muitos casos, existe remissão e esperança.

Enquanto isso, silenciosamente, outro tipo de adoecimento começou a crescer diante dos nossos olhos: o adoecimento mental.

Ansiedade, depressão, crises de pânico, burnout, insônia, vazio emocional, dependência emocional e solidão profunda.
Nunca se falou tanto sobre saúde mental e isso não é por acaso.

As pessoas começaram a perceber que não adianta ter sucesso, dinheiro ou performance se a mente está em colapso. Porque quando a saúde mental adoece, tudo perde sentido. As relações se desgastam, o corpo sente, o sono muda e a vida vai ficando pesada.

Estamos conectados o tempo inteiro, mas cada vez mais distantes de nós mesmos. Distantes do silêncio, do contato humano real e até da capacidade de perceber o que sentimos.

As redes sociais nos deram acesso ao mundo inteiro, mas muitas pessoas já não conseguem acessar a si próprias.

O ser humano não nasceu para viver emocionalmente isolado e hiperconectado. Somos seres relacionais e precisamos de vínculo e afeto verdadeiro.

Só que aprendemos a esconder o cansaço, romantizar o excesso de trabalho e tratar exaustão emocional como sinal de força. Não é.

Adoecimento mental não começa quando alguém desaba. Começa muito antes.
E um grande desafio que percebo no consultório diariamente é que as pessoas só pensam em buscar ajuda quando a situação já está insuportável.

Buscar ajuda psicológica não significa fraqueza. Significa consciência e autocuidado. Busque ajuda, você não está só.

Beth Varela é Psicóloga clínica (CRP 17/9091).

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Auditório quase vazio no evento com Allyson. Uma imagem que vale mais do que mil pesquisas. Por Aragão.

Pesquisas podem ser debatidas. Mas contra fatos há argumentos? E o fato foi um auditório esvaziado.

Em pesquisas, margem de erro pode alterar cenários. Metodologias podem ser questionadas. Recortes podem favorecer interpretações distintas. Mas certas imagens possuem um peso político difícil de negar.

O auditório quase vazio durante a palestra de Allyson Bezerra no 4º Conecta Municípios Potiguares, realizado no Centro de Convenções de Natal, gerou exatamente esse efeito. Mostrou que a maioria dos prefeitos simplesmente não compareceu.

A cena contrasta frontalmente com a narrativa de crescimento construída em torno da pré-candidatura de Allyson ao Governo do Estado.

E o que se viu ali não foi exatamente uma demonstração de força. Muito pelo contrário.

Acredito que está se formando na população uma percepção que Governar Mossoró e disputar o Governo do RN são desafios completamente diferentes.

Existe ainda outro elemento impossível de ignorar.

— Será derretimento eleitoral? As investigações em curso geraram desgastes à imagem de Allyson?

As investigações e desgastes recentes inevitavelmente introduzem cautela no ambiente político. Independentemente de culpa ou inocência — algo que cabe às instituições definir — o simples ambiente de incerteza já altera comportamentos.

Na política, muitas vezes o distanciamento começa antes da ruptura.

E imagens possuem enorme poder simbólico nesse processo.

O evento com Álvaro Dias atraiu um grande número de presentes. Diversos prefeitos compareceram. Esse é outro fato incontestável.

Um auditório cheio transmite ascensão.

Um auditório vazio produz dúvida.

— Será que o calor das investigações está derretendo a popularidade de Allyson?

— Será?

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Unimed Natal inaugura novo Centro Avançado em Mossoró e reforça expansão da rede própria no Oeste potiguar

Nova unidade amplia a rede própria da cooperativa no Oeste potiguar e passa a operar com estrutura ampliada e novos serviços de saúde.

A Unimed Natal inaugurou, nesta sexta-feira (8), o novo Centro Avançado Mossoró, marcando mais uma etapa da estratégia de expansão da rede própria da cooperativa no interior do Rio Grande do Norte. Localizada na Avenida João da Escóssia, no bairro Nova Betânia, a nova unidade amplia a presença da operadora na região Oeste com uma estrutura mais moderna, integrada e preparada para ampliar a oferta de serviços de saúde aos beneficiários.

A solenidade de inauguração reuniu membros da diretoria executiva e conselheiros de administração da Unimed Natal, médicos cooperados, autoridades locais e políticas, como o prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, além de imprensa e convidados. O espaço inicia os atendimentos com os serviços anteriormente ofertados no antigo Centro Clínico na segunda-feira (11) e passará, nas próximas semanas, por uma ampliação gradual da operação, com incorporação de novas especialidades, exames e procedimentos.

Durante a inauguração, o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, destacou a importância estratégica da nova unidade para o fortalecimento da assistência no interior do estado. “A inauguração do novo Centro Avançado Mossoró representa um passo importante no projeto de expansão da nossa rede própria e no compromisso da Unimed Natal de levar uma assistência cada vez mais resolutiva, integrada e próxima das pessoas. Mossoró é uma cidade estratégica para o desenvolvimento da saúde no Oeste, e estamos investindo em uma estrutura preparada para crescer junto com as necessidades da população”, afirmou.

Com estrutura planejada para oferecer mais conforto e agilidade no atendimento, o Centro Avançado contará a partir de junho, em sua operação completa, com consultas em 18 especialidades médicas, exames laboratoriais e de imagem, ultrassonografia, raio-X, eletrocardiograma, monitorização cardíaca, vacinação, infusão de medicamentos, terapias, curativos e pequenos procedimentos.

A unidade tem capacidade estimada para mais de 4 mil atendimentos mensais e integra o plano de interiorização da cooperativa, ampliando o acesso à saúde de qualidade com mais eficiência e proximidade para os beneficiários da região Oeste.

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“Se as facções quiserem peitar o governador, vão encontrar uma reação efetiva”, diz Álvaro Dias

 

 

O pré-candidato do PL ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, na manhã desta sexta-feira, em Natal, do 4º Congresso Conecta Municípios Potiguares, realizado no Centro de Convenções da capital potiguar. O evento reúne gestores públicos, equipes técnicas, lideranças políticas, instituições e empresas em uma programação voltada ao fortalecimento da gestão municipal.

Durante discurso no congresso, Álvaro defendeu ações mais rigorosas no combate à criminalidade e criticou a atual condução da segurança pública no estado. “O Rio Grande do Norte é um estado onde o poder das facções não está sendo combatido da forma correta. Falta ação efetiva, eficaz e competente para combater a marginalidade”, declarou.

O pré-candidato também afirmou que, caso eleito, adotará uma postura firme no enfrentamento ao crime organizado. “Se as facções quiserem peitar o governador, que façam, porque vão encontrar uma reação efetiva do governador”, disse.

*Responsabilidade fiscal pelo bem do RN*

Além das críticas à segurança pública, Álvaro Dias também destacou, durante o 4º Congresso Conecta Municípios Potiguares, a importância do cuidado com o dinheiro público e da responsabilidade na administração das finanças estaduais.

Em discurso, o pré-candidato defendeu uma gestão voltada ao equilíbrio fiscal, ressaltando a necessidade de planejamento e eficiência na aplicação dos recursos públicos. Segundo ele, o controle das contas do Estado deve caminhar ao lado de investimentos estratégicos para atender às demandas da população.

O evento contou ainda com a presença do prefeito de Natal, Paulinho Freire, do senador Styvenson Valentim, da vice-prefeita de Natal, Joana Guerra, do pré-candidato a vice-governador Babá Pereira, além do presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), José Augusto Rêgo. Prefeitos de diversos municípios potiguares, vereadores e lideranças municipais também participaram da programação realizada em Natal.

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Juiz determina que Neoenergia regularize compensação de energia solar de empresa e suspenda cobranças indevidas.

Em decisão proferida nesta quinta-feira (7 de maio de 2026), o juiz André Luis de Medeiros Pereira, da 16ª Vara Cível de Natal, concedeu liminar determinando que a Neoenergia Cosern regularize, no prazo de 30 dias, o sistema de compensação de energia solar de unidades ligadas à empresa Pro Energy Ltda.

O magistrado também determinou a suspensão de cobranças de quaisquer débitos que tenham surgido em decorrência das falhas de compensação apontadas no processo.

Falhas na compensação e cobranças indevidas

O processo (nº 0839558-38.2026.8.20.5001) detalha uma série de inconsistências técnicas. Segundo a autora da ação, a concessionária deixou de processar créditos de energia injetada, o que resultou em faturas integrais, como uma de R$ 24.573,63 em novembro de 2025, paga pela empresa para evitar a interrupção do serviço.

Além dos erros de cálculo, o magistrado destacou a exclusão indevida de uma unidade beneficiária do sistema de rateio, realizada sem autorização da proprietária e a pedido de um terceiro sem vínculo com a empresa. O juiz ordenou a revinculação imediata dessa unidade e a suspensão da cobrança de débitos decorrentes dessas falhas.

Após inúmeras tentativas junto à Neoenergia Cosern para solucionar o caso, a Pro Energy busca seus direitos na justiça. E está conseguindo. Todo aquele que se sente lesado pela Neoenergia tem todo o direito de procurar a justiça para resolver sua questão. É assim que se faz num Estado Democrático de Direito.

Essa decisão judicial mostra que pode haver uma luz no fim do túnel e essa luz não é da Neoenergia, é da justiça.

— É nesse contexto que a Neoenergia quer renovar sua concessão por mais 30 anos.

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Vale do Pará lidera o segmento de material de construção em número de lojas, em Natal e grande Natal.

O Vale do Pará consolidou-se como a maior rede de material de construção em Natal e região metropolitana em número de lojas próprias. Atualmente, o grupo possui 11 unidades distribuídas entre a capital e cidades da região metropolitana.

A expansão ocorre em um momento de profunda transformação do varejo brasileiro, marcado pelo aumento da concorrência, avanços tecnológicos, pressão logística e mudanças no perfil de consumo.

No setor de material de construção, o ambiente se tornou ainda mais desafiador nos últimos anos. Custos operacionais elevados, necessidade constante de investimento e margens cada vez mais apertadas alteraram significativamente a dinâmica do mercado.

Nesse cenário, muitas empresas locais perderam espaço diante da consolidação de grandes grupos nacionais e internacionais do varejo. Ainda assim, alguns grupos regionais conseguiram preservar relevância operacional e manter capacidade de expansão.

É o caso do Vale do Pará, que segue ampliando presença física e diversificando sua atuação mesmo em um ambiente econômico cada vez mais competitivo.

Os números do grupo ajudam a demonstrar como algumas empresas locais ainda conseguem manter escala, competitividade e capacidade de crescimento em meio às transformações do varejo nacional.

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Ricardo 08 maio 2026
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