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Assembleia Legislativa homenageia movimento católico “Segue-me” pelos seus 40 anos

O Legislativo Potiguar realizou sessão solene, na tarde desta segunda-feira (1), para celebrar os 40 anos de implantação do movimento católico “Segue-me” da Arquidiocese de Natal. A homenagem, proposta pelo mandato do deputado estadual Tomba Farias (PL), contou com a participação do deputado Luiz Eduardo (SDD), de autoridades da Câmara Municipal de Natal e da Ordem dos Advogados do RN, de coordenadores e diretores do “Segue-me” e ainda do Arcebispo metropolitano de Natal, Dom João Santos Cardoso.

“É com profunda alegria, respeito e senso de responsabilidade que esta Casa Legislativa realiza uma justa homenagem aos 40 anos de implantação do movimento Segue-me na Arquidiocese de Natal, uma história que se entrelaça com a evangelização da juventude potiguar e com a missão pastoral de nossa igreja. Ao longo de quatro décadas, o Segue-me tornou-se mais que um movimento. Tornou-se um caminho, um reencontro, uma oportunidade de transformação espiritual e humana”, iniciou o parlamentar.

Segundo Tomba Farias, o movimento foi criado com o ideal de aproximar os jovens do amor de Deus e da vivência comunitária.

“E assim o Segue-me cresceu, amadureceu e se consolidou como um dos mais importantes instrumentos de evangelização da juventude na Arquidiocese de Natal”, disse.

Para o deputado, celebrar os 40 anos do movimento “é celebrar vocação, serviço, história e esperança”.

“É reconhecer o papel do Segue-me na formação de valores, na construção de lideranças cristãs, no fortalecimento das paróquias e na promoção de uma juventude que não tem medo de dizer ‘sim’ a Cristo. O Segue-me não é apenas um movimento. É uma experiência. É um encontro. É um chamado”, enfatizou.

Em seguida, Tomba Farias agradeceu a todas as pessoas que fizeram parte do Segue-me, ao longo da sua história.

“A todos que já passaram por este movimento — jovens, casais dirigentes, coordenadores, famílias servidas e famílias servidoras — esta homenagem é também uma forma de gratidão. Gratidão pela entrega, pela dedicação silenciosa e por manterem viva a essência do evangelho: amar e servir. O lema – Segue-me, e eu vos farei pescadores de homens — continua tão atual quanto há dois mil anos. E é esse chamado de Jesus que, por meio do Segue-me, continua ecoando no coração da juventude de nossa arquidiocese”, ressaltou.

Finalizando seu discurso, o deputado externou seu reconhecimento pelo trabalho da arquidiocese e dos membros organizadores e executores do movimento.

“Que esta celebração não seja, portanto, apenas memória, mas compromisso. Compromisso de continuar evangelizando, levando a boa nova às famílias e sendo luz em meio aos desafios do nosso tempo. Compromisso, enfim, de seguir Cristo com coragem, fé e perseverança. A esta arquidiocese, aos idealizadores, aos missionários e a todos que constroem diariamente essa bonita história, deixo meu reconhecimento e minhas congratulações pelos 40 anos do Movimento Segue-me. Que venham muitos outros anos de serviço, amor e evangelização. Deus abençoe cada um de vocês. Muito obrigado”, concluiu.

O Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom João Santos Cardoso, agradeceu o reconhecimento da Casa Legislativa à importância do Segue-me para a sociedade.

“É com grande alegria e profunda gratidão que participamos desta sessão pelos 40 anos do Segue-me, movimento que tem sido precioso na ação evangelizadora dos nossos jovens. E somos testemunhas de que graças à generosidade de Deus e ao empenho de tantos jovens, famílias, coordenadores e seguidores o Segue-me se tornou sinal vivo da alegria do evangelho, promotor de comunhão, fé e esperança”, frisou.

Para o Arcebispo, o reconhecimento da Assembleia Legislativa representa mais que uma homenagem institucional.

“É um reconhecimento público do valor de um movimento eclesial que se dedica à evangelização juvenil e que há anos investe na formação cristã de centenas, talvez milhares, de jovens. Gratidão, portanto, a todos que compõem o Parlamento Potiguar. Que o Espírito Santo renove hoje e sempre a alegria de sermos uma Igreja que, com audácia e criatividade, tem um grande dever: anunciar o evangelho aos jovens. Que Maria, nossa Mãe, acompanhe e interceda por este caminho. Amém! Muito obrigado!”, finalizou Dom João Cardoso.

Na sequência, o Padre Marcos Rodrigues da Silva falou em nome dos homenageados.

“Agradeço todo apoio concedido ao nosso movimento, reconhecendo a missão evangelizadora da nossa igreja. O Segue-me tem como objetivo despertar nos jovens uma visão cristã, uma orientação catequética, ampliar o diálogo na sociedade, despertar a descoberta de uma vocação específica e servir como instrumento evangelizador, para que todos possam ser, de fato, seguidores de Jesus Cristo, junto à família e à comunidade”, explicou.

Para o reverendo, “receber esta justa homenagem significa mais que celebrar uma data, significa reafirmar nossa missão de servir com generosidade, amor e disposição, inspirando novas gerações a seguir os passos de Jesus”.

“Cada sorriso, abraço e gesto de serviço entre jovens e casais será um testemunho vivo da presença de Cristo que tocou e alcançou o coração neste compromisso que une cada um de nós”, disse, acrescentando que no ano de 2025, até agora, foram realizados 542 encontros na Arquidiocese de Natal.

O sacerdote também informou que cerca de 32.500 jovens já realizaram o encontro na Arquidiocese de Natal.

“Além disso, hoje nós temos 33 paróquias com o Segue-me implantado, cinco solicitações em andamento e três pedidos feitos recentemente. Para nós, isso é motivo de muita alegria”, frisou.

Concluindo sua fala, o padre Marcos agradeceu ao deputado Tomba Farias e à Assembleia Legislativa “por todo apoio e reconhecimento à Igreja e ao movimento”.

“É muito especial podermos contar com esta Casa, partilhando a nossa fé e missão neste espaço de representação pública. Pedimos a Deus e a Nossa Senhora da Apresentação que continuem abençoando a vida de todos os parlamentares e servidores desta instituição. Que nunca lhes falte sabedoria, coragem, zelo pelo bem comum e amor ao próximo. Muito obrigado a todos! Deus abençoe!”, finalizou o clérigo.

Por fim, Lara Letícia de Moraes se pronunciou em nome do Conselho Arquidiocesano do Segue-me.

“Falar hoje nesta Casa é uma responsabilidade que me emociona profundamente, pois eu tenho a honra de representar mais de 30 mil pessoas que desde 1985 viveram a experiência transformadora deste movimento na Arquidiocese de Natal. O Segue-me é feito de vida real. São milhares de histórias, encontros, recomeços, curas e famílias transformadas (e formadas), a partir de um simples chamado: segue-me”, iniciou.

Após isso, a representante do conselho falou sobre a origem do movimento, quando alguns jovens se deslocaram de Brasília para Natal, “movidos apenas pela fé e pelo desejo de anunciar o Evangelho à juventude”.

“Não havia GPS, estrada fácil nem garantias. Eles enfrentaram o desconhecido e se lançaram numa missão ousada e improvável para a época. Mas foi esse ato que inaugurou uma história que hoje celebramos como um dos maiores legados de evangelização juvenil da nossa igreja, dando vida a um movimento que continua frutificando até hoje, alcançando gerações, restaurando famílias e despertando vocações”, destacou.

Finalizando seu pronunciamento, Lara de Moraes enfatizou que através da homenagem na Assembleia Legislativa os membros do Segue-me se sentem felizes e reconhecidos.

“Mas não por vaidade, e sim, porque a Casa Legislativa também enxerga o impacto social, humano e espiritual que o nosso movimento exerce no RN. Quando o Estado reconhece um movimento jovem da igreja, ele reconhece também a esperança, a comunidade e a fé, que também são forças transformadoras para a sociedade. Então, muito obrigada a todos! Que Deus os abençoe!”, concluiu.

 

Homenageados:

Arcebispo Dom João Santos Cardoso

Padre Marcos Rodrigues da Silva

Padre Artur Anderson Ferreira da Silva

Padre Felipe Andrews

Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Neópolis

Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora – Felipe Camarão

Paróquia Nossa Senhora Da Candelária – Candelária

Paróquia Nossa Senhora Da Conceição – Ceará-Mirim

Paróquia Nossa Senhora Da Conceição – Macaíba

Paróquia Nossa Senhora Da Conceição – Santo Antônio

Paróquia Nossa Senhora Da Conceição – São Tomé

Paróquia Nossa Sra Das Graças E Santa Teresinha – Tirol

Paróquia Nossa Senhora De Lourdes – Areia Preta

Paróquia Nossa Senhora Do Perpétuo Socorro – Quintas

Paróquia Nossa Senhora Mãe Dos Homens – João Câmara

Paróquia Sagrada Família – Rocas

Paróquia Sant’ana – Soledade II

Paróquia Sant’ana E São Joaquim – São José Do Mipibu

Paróquia Santa Luzia – Lagoa Azul

Paróquia Santa Maria Mãe – Santa Catarina

Paróquia Santa Rita De Cássia Dos Impossíveis – Ponta Negra

Paróquia Santa Rita De Cássia – Santa Cruz

Paróquia Santo Afonso Maria De Ligório – Mirassol

Paróquia Santo André De Soveral – Emaús

Paróquia Santo Antônio De Pádua – Parque Dos Coqueiros

Paróquia Santuário De Nossa Sra De Fátima – Pq Das Dunas

Paróquia Santuário De Sra Sant’ana – Santana Do Matos

Paróquia Santuário Dos Santos Mártires De Cunhaú E Uruaçu – Nazaré

Paróquia Santuário N. Sra Da Esperança E Santo Inácio De Loyola – C. Esperança

Paróquia São Francisco De Assis – Satélite

Paróquia São João Batista – Lagoa Seca

Paróquia São João Bosco – Gramoré

Paróquia São José De Anchieta – Lagoa Nova

Paróquia São Lucas – São Gonçalo Do Amarante

Paróquia São Mateus Moreira – Cidade Verde

Paróquia São Paulo Apóstolo – São Paulo Do Potengi

Paróquia São Pedro – Alecrim

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Flávio Rocha pode levar ao Senado a mesma capacidade que elevou a indústria e o varejo do RN. Por Aragão.

Flávio Rocha já provou sua capacidade nas áreas do varejo, indústria e shopping centers — mas chegou a hora de ampliar o desafio para o Congresso Nacional.

O RN não pode abrir mão do conhecimento, do network e da habilidade de um dos maiores líderes empresariais do nosso tempo. Isso é inegável. Porque não adianta somente suar a camisa; é preciso saber fazer.

Está mais do que na hora de Flávio Rocha começar a costurar as partes desse tecido político para viabilizar sua candidatura ao Senado nas próximas eleições.

Com o apoio de Romeu Zema, possível candidato a vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro, a candidatura ao Senado começa a ganhar forma.

Foi Zema quem convidou Flávio Rocha para se filiar ao NOVO. E a pré-candidatura do empresário, que tem história no RN, pode estar nos ajustes finais para trazer um projeto político sob medida para o nosso estado.

Rogério Marinho certamente já percebe que Flávio Rocha é um ativo que pode fazer a diferença para fortalecer o time da direita — tanto no período eleitoral quanto no pós-eleições.

As próximas eleições não serão nada fáceis, e será o espírito agregador, unindo nossos melhores talentos, que permitirá melhorar nossa representatividade no Congresso.

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Alunos de Medicina do UNI-RN vivenciam a prática profissional desde o primeiro período.

Nos laboratórios do UNI-RN, os alunos utilizam bonecos de simulação, peças anatômicas humanas e participam de práticas realísticas, com cenários que reproduzem atendimentos reais, desenvolvendo habilidades clínicas de forma segura.

UNI-RN abre inscrições para vestibular de Medicina; saiba como participar.

O Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) está com inscrições abertas para o vestibular do curso de Medicina para ingresso no segundo semestre de 2026. Os candidatos podem se inscrever com a nota do Enem até as 18h do dia 27 de abril, utilizando os resultados das edições entre 2020 e 2025. Para concorrer à vaga por meio do vestibular, as inscrições estão abertas até as 18h do dia 12 de maio.

As inscrições acontecem por meio do site http://econ.rio.br/unirn. Ao todo, são disponibilizadas 60 vagas, sendo 30 para os que optarem pelo aproveitamento das notas do Enem e 30 para os que realizarem a prova do vestibular, que acontecerá no dia 16 de maio.

Para esclarecimento de dúvidas, os candidatos devem ler o Edital, publicado no site do UNI-RN. Outras informações também podem ser obtidas pelos canais de atendimento via WhatsApp, no número (84) 3215-2917, ou presencialmente no campus, no bairro de Tirol.

Sobre o curso de Medicina do UNI-RN

O curso de Medicina do UNI-RN possui nota máxima (5) no Conceito de Curso, avaliado pelo MEC. A nota reflete a excelência do projeto pedagógico, que utiliza metodologias ativas, como PBL, para a aplicação prática da profissão desde o primeiro período.

O UNI-RN conta com um hospital simulado, laboratórios bem equipados, unidade morfofuncional, museu de anatomia e parcerias com os municípios da região metropolitana de Natal, que permitem a inserção dos alunos no campo de estágio.

O curso é autorizado pelo Ministério da Educação por meio da Portaria SERES/MEC nº 476, de 18/07/2025, publicada no D.O.U. de 21/07/2025.

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Boa notícia para setor de energia solar: Projeto de Lei propõe acabar com o Fio B.

Uma boa notícia para quem investe em energia solar: começou a tramitar no Congresso Nacional o Projeto de Lei 1.438/2026, que propõe o fim da cobrança pelo uso da rede elétrica — o chamado Fio B — sobre a energia excedente gerada e injetada na distribuição.  

— O governador do Piauí, Rafael Fonteles, articulou pessoalmente o Projeto de Lei, disse m entrevista: “Ninguém paga mais nada!”.

Na prática, o PL altera a Lei nº 14.300/2022, responsável pelo Marco Legal da Geração Distribuída (GD), que atualmente impõe o pagamento escalonado do uso da rede para consumidores com sistemas de geração solar.  

De autoria do deputado Francisco Costa (PT), com apoio dos 10 deputados federais do Piauí, a proposta busca eliminar totalmente esse encargo sobre a energia excedente. Segundo o texto, há uma desigualdade entre os consumidores: apenas quem protocolou seu pedido até janeiro de 2023 manteve a isenção das tarifas.  

O projeto prevê que toda a energia injetada na rede volte a ser convertida em créditos integrais, sem descontos, retomando as regras vigentes antes do Marco Legal da GD. Entre os principais pontos estão:  

 – Revogação completa das cobranças associadas ao Fio B.  

 – Fim definitivo da taxa sobre a energia compensada.  

 – Efeito retroativo, com devolução dos valores já pagos.  

Antes de chegar ao Plenário, o texto ainda passará pelas comissões temáticas do Congresso Nacional. A expectativa é de forte resistência por parte das concessionárias de energia, enquanto consumidores e entidades do setor devem se mobilizar para pressionar os parlamentares a apoiar a proposta — que pode beneficiar milhões de brasileiros que apostaram na geração solar.  

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E se o Brasil entrasse em guerra? Do bunker do STF até explosões de licitações. Por Aragão.

O presidente Lula afirmou, nesta sexta-feira (10), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não faria ameaças ao Brasil se soubesse que ele é pernambucano. — Com esse humor belicoso, Trump deve estar achando que Lula é cearense.

Acredito que, se o Brasil entrasse em guerra, veríamos um exército de lobistas atirando para todo lado, marchando para o poder público com o objetivo de explodir o orçamento em milhares de emendas. Trincheiras de partidos fisiologistas se preparando para uma ofensiva nunca vista.

— Vorcaros se alistariam?

Teríamos licitações às pressas, aprovadas em caráter de urgência. — O Consórcio Nordeste comprando armamentos de fornecedores duvidosos.

Receberíamos um regimento de Cuba no programa Mais Soldados.

Quantos Ciros Nogueira e Ruedas seriam flagrados estourando champanhe em jatinhos da indústria armamentista?

Batalhões da militância da direita questionando a qualidade das armas chinesas e regimentos da esquerda ironizando o armamento americano.

Certamente, os ministros do STF criariam um bunker especial para realizar as sessões plenárias.

Em função da guerra, o Banco Central subiria ainda mais os juros para conter a inflação.

O STF daria 24 horas para o Exército explicar por que compramos as armas?

Tudo terminaria com uma tentativa de instalar uma CPI da Guerra, que já nasceria morta, vítima dos estilhaços da corrupção e do fogo amigo.

— Omi, deixe de guerra!

Brincadeiras à parte, todos sabemos que, no Brasil, já existem muitas guerras internas a vencer antes de sequer cogitarmos o pesadelo de um conflito internacional. Estamos em guerra contra a fome, contra a miséria, contra as drogas, contra o desemprego, contra os juros abusivos, contra o analfabetismo e tantas outras batalhas do dia a dia que nunca vencemos.

Temos inúmeras baixas de brasileiros tombando diariamente. Só no trânsito, morrem mais de 40 mil pessoas por ano.

— Nada de novo no front.

Não precisamos — nem podemos — de guerras novas. Temos que reverter essa situação de terra arrasada e experimentar, ao menos uma vez, viver em paz.

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Prefeitura de Natal inicia processo para implantação de Hospital Veterinário.

A Prefeitura de Natal iniciou os preparativos para a implantação de um novo hospital veterinário público na Zona Norte da cidade, ampliando a rede de atendimento e as ações de bem-estar animal na capital. Para conduzir o processo, foi instituída uma comissão multissetorial formada por cinco servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), reunindo diferentes áreas técnicas e administrativas.

O grupo será responsável pela elaboração do edital de chamamento público que vai selecionar a Organização da Sociedade Civil (OSC) encarregada da gestão da unidade. Durante reunião preparatória, a comissão discutiu aspectos relacionados ao funcionamento do futuro equipamento, como a oferta de serviços, o dimensionamento da equipe profissional, o fornecimento de medicamentos e a estrutura física necessária.

O secretário da Semurb, Thiago Mesquita, explicou que o novo hospital contará com atendimento 24 horas, ampliando o atendimento atualmente oferecido pelo Hospital Veterinário da Ribeira, que opera em horário reduzido. “A proposta é garantir atendimento imediato a animais em situações de urgência e emergência, fortalecendo a política pública de proteção e bem-estar animal”, afirmou.

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A Via Costeira, a ABIH e o TCE. Por Aragão.

O recente posicionamento oficial da ABIH-RN traz lucidez ao debate sobre a Via Costeira ao afirmar que a entidade “não defende a manutenção de áreas ociosas” e que é “indispensável garantir o cumprimento integral da legislação”. Isso inclui, inclusive, a aplicação de sanções como a “perda compulsória do direito de concessão”.

Neste ponto, o setor produtivo e os órgãos de controle, como o TCE-RN, parecem falar a mesma língua. 

Se a própria ABIH defende sanções para quem descumpre contratos, a medida cautelar que suspendeu as concessões, certamente, não deve estar sendo lida como um “ataque” à segurança jurídica, mas sim como o remédio amargo e necessário para sanar décadas de inércia. 

Devemos concordar que a insegurança real não reside na fiscalização da lei, mas na manutenção de contratos que se arrastam desde os anos 80 sem que um único tijolo tenha sido erguido. Como bem pontuou o auditor do TCE-RN — a intenção é justamente “repor a segurança jurídica”, garantindo critérios claros para o uso de áreas que estão obsoletas há 40 anos. 

A ABIH acerta ao pedir que o debate saia do campo da simplificação. De fato, o cenário é complexo: de um lado, temos o potencial de mais de 1 bilhão em investimentos represados; do outro, o fato de que as atuais concessionárias, segundo a auditoria, algumas sequer possuem capacidade econômico-financeira para executar as obras. Atribuir essa paralisia apenas a “insegurança regulatória” após quatro décadas seria usar essa simplificação como ferramenta retórica.

O ponto de convergência que deve unir todos os atores é a defesa de novas licitações. Como a ABIH defende a “expansão da atividade turística” e o “fortalecimento da cadeia produtiva”, acredito que deve ser a maior interessada em ver esses terrenos ocupados por investidores que possuam o capital e a vontade de realizar o que outros não fizeram em quase meio século. 

Natal não pode mais se dar ao luxo de perder centenas de milhões por ano em movimentação econômica por pura inércia contratual. 

Penso que, após tantas perguntas e respostas sobre o tema, todos nós realmente buscamos o mesmo objetivo: um turismo mais forte que possibilite o desenvolvimento do nosso Estado. 

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Abertura da FEMPTUR reúne lideranças; Álvaro Dias e Babá marcam presença ao lado de Paulinho e Joana.

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, participou na sexta-feira (10) da abertura da 12ª edição da FEMPTUR, evento que transformou o Centro de Convenções de Natal em vitrine do turismo potiguar.


Ao lado do pré-candidato a vice Babá Pereira e do prefeito e vice de Natal, Paulinho Freire e Joana Guerra, Álvaro caminhou pelos estandes, conversou com expositores e acompanhou de perto as iniciativas voltadas à valorização dos destinos regionais.


A feira, que reúne representantes de municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, destacou o potencial de cada localidade e abriu espaço para novos negócios e parcerias.

Além de prestigiar as atividades, Álvaro aproveitou o momento para dialogar com lideranças políticas e reforçar contato com gestores municipais

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Eu votei em Lula (Parte 2). Por Luís Marcelo Cavalcanti.

Dizem que o segundo casamento é a vitória da esperança sobre a experiência (autoria atribuída ao escritor inglês Samuel Johnson). Achei por bem não arriscar, nem com Lula nem com o PT. Me afastei por completo da moribunda esquerda brasileira desde o final do mandato LULA 1.

Vi, lembrando Chico Buarque, um abismo entre intenção e gesto (Fado Tropical). Só Chico não viu…

Não pretendo convencer ninguém de que fiz a escolha certa. É inútil. Num país raivosamente fraturado e binário, qualquer demonstração empírica sucumbe à crença na própria narrativa. Numa frase da liturgia da missa católica: “não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa igreja.”

E antes que tentem me colar algum estereótipo ou estigma, já deixo claro que não acredito em salvador da pátria. A reconstrução do Brasil não é obra de um homem só. É um processo coletivo que começa com a autocrítica de cada cidadão e eleitor. Para depois pensar num movimento que depura de baixo pra cima: começando pela forma como elegemos nossos vereadores, até chegar à presidência.

Não posso cobrar dos alienados de Brasília, se não sou capaz de respeitar o sinal vermelho, a faixa de pedestres, a vaga de idoso. Não posso criticar o deputado que se vende, se ofereço um “agrado” ao policial que me para no bafômetro. Não posso cobrar decência dos meus representantes, se troco meu voto por emprego pra família.

Para além disso, é preciso reinventar a própria forma federativa e a esdrúxula existência de quase 5.600 municípios, quase metade deles com menos de 10.000 habitantes, cuja estrutura administrativa, cera, dependente e ineficiente, serve muito mais aos que dela se locupletam do que à população.

Tudo isso reclama, inevitavelmente, uma nova Constituição.

Igualmente, precisamos mudar a forma como montamos a cúpula dos poderes e órgãos que têm relevante poder de decisão. Não podemos manter esse sistema que premia o amigo do rei, e que, na dura e feliz constatação de Samer Agi, entrega os melhores lugares aos piores de nós. Peço a Deus, em nome dos brasileiros, que um dia essa lógica se inverta.

Ah, não aceito o rótulo de bolsominion. No máximo, bolsomenos. E lulamenos ainda.

Luís Marcelo Cavalcanti é Advogado e Procurador do Estado.

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Será que sou esquerdista? Será que sou direitista? Será que sou oportunista? Será? Por Aragão.

O pau que rola na internet é a recente entrevista do pré-candidato ao governo do RN Allyson Bezerra na Band. Ele simplesmente não se posicionou quando confrontado com a trivial pergunta da jornalista Anna Ruth: — Quem ele apoia para presidente? Só faltou se levantar e fazer o passinho do João Inácio Jr que se tornou tão conhecido pelo meme que viralizou na internet. Allyson ficou sentado mas fez um contorcionismo com os argumentos, esticou as idéias mas não assumiu ser de direita nem de esquerda.

— Será que sou oportunista? Será?

Em cima do muro é um lugar tão pequeno que não caberia mesmo um governador. Não defendo em hipótese alguma a hiper polarização mas a clareza de posição e de propósitos. Essa tentativa de ficar se equilibrando a todo instante em cima de um estreito muro ideológico transmite, no mínimo, falta de convicção. E sabemos que não se pode agradar a dois reis ao mesmo tempo.

Quem permanece ali por muito tempo não demonstra moderação, mas cálculo. Não revela prudência, mas o eterno receio de se expor, medo de assumir posição. E, ao tentar manter-se acima do conflito, acaba se afastando daquilo que legitima a política: a clareza de propósito.

— Será que o povo perde? Será?

Quem pode terminar pagando caro é o povo. Lembremos o caso da construção do Hospital Infantil de Mossoró que foi embargado pela Prefeitura de Mossoró por um detalhe numa calha. Será que o embargo foi motivado pela verba ter sido encaminhada pelo Senador Styvenson — um não aliado político? Será que milhares de crianças ficaram sem atendimento por pura politicagem? Será que a motivação do embargo foi oportunismo político?

— Será que sou esquerdista? Será?

Particularmente, acho que o Allyson Bezerra dá muitas pistas que pode ser esquerdista. Sua senadora, Zenaide Maia, é de esquerda. O vice governador de Fátima Bezerra, Walter Alves é seu aliado. Seu partido, União Brasil votou alinhado com Lula na maioria das vezes mesmo após ter desembarcado da base governista.

— Se o Allyson Bezerra é realmente um oportunista político, só tempo dirá. A verdade sempre aparece.

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Vale do Pará amplia atuação com 11 lojas e ganha espaço entre grandes redes ao apostar no conhecimento do mercado local

Disputando espaço com redes como Ferreira Costa, Leroy Merlin e Carajás Home Center, o Vale construiu outro tipo de força — a força de ser potiguar e entender o mercado local. O Vale do Pará não se limitou a atender o cliente local — decidiu entendê-lo.

Não se trata apenas de ter orgulho em ser potiguar — é mais que isso — é transformar esse pertencimento em estratégia. Utilizar o conhecimento da própria gente para oferecer produtos e serviços ajustados à realidade do consumidor local.

Essa lógica aparece em tudo: na escolha dos pontos, no mix de produtos, na organização das gôndolas, nas promoções e na comunicação — tudo com aderência ao cotidiano de quem vive aqui.

— Soube falar com o consumidor local. E principalmente, ouvir.

Enquanto muitos operam com modelos padronizados, o Vale cresceu entendendo a realidade local. Ofereceu produtos compatíveis com o que o potiguar precisa. Ajustou preço ao bolso real de quem constrói, reforma e amplia aos poucos. E, talvez mais importante, manteve um atendimento que fala a mesma língua de quem está do outro lado do balcão.

Isso não é detalhe. É estratégia.

Com quase 50 anos de presença e 11 lojas espalhadas em natal e Grande Natal, o grupo construiu escala sem perder identidade. E agora dá um passo além.

Hoje, além da força tradicional, o Vale do Pará avança também em segmentos mais exigentes, com presença relevante na venda de pisos e porcelanatos premium e atuação consolidada em marcas como Brasilit, Suvinil, Elizabeth, Eliane e Deca.

Esse case serve de inspiração para outros segmentos que concorrem com players com escala nacional.  Ouvir o consumidor e oferecer soluções personalizadas gera muito mais resultados por tocar o coração, a mente e o bolso do consumidor.

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