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O Eterno Retorno do AbsurdoUma crônica sobre a derrota da razão. Por Fernando Rocha.

Schopenhauer advertiu. Nietzsche gritou. E ninguém quis ouvir.

O projeto iluminista nasceu como uma aposta altiva na razão. Os filósofos do século XVIII acreditavam, com fervor quase religioso, que a luz da razão dissiparia as trevas da barbárie. Kant, em sua célebre resposta à pergunta “O que é o Esclarecimento?”, proclamou que o ser humano deveria ter a coragem de servir-se de seu próprio entendimento, sem a tutela de outrem. Era a maioridade da humanidade, anunciada solenemente, como se o simples ato de enunciá-la fosse suficiente para consagrá-la na história.

Mas Schopenhauer, o mais sombrio dos herdeiros de Kant, já havia percebido a fissura no edifício. Para ele, por baixo da razão e de suas construções conceituais tão elegantes, pulsava algo mais antigo, mais forte e absolutamente indomável: a Vontade. Não uma vontade humana, racional, deliberada, mas uma força cega, irracional, que se expressa em tudo o que existe, dos astros ao músculo do coração, da árvore ao tirano. A razão, dizia Schopenhauer, é apenas o servo da Vontade, um instrumento que ela usa quando lhe convém e descarta quando não precisa mais. O Iluminismo havia confundido o criado com o amo.

Nietzsche foi mais longe e mais brutal. Em sua crítica à modernidade, ele viu que a razão não era apenas serva, mas mentirosa. A moral racional do Ocidente, os chamados “valores civilizatórios” tão caros à tradição liberal, eram, para ele, expressões de ressentimento, máscaras com que os fracos domam os fortes, ficções úteis que ninguém, no fundo, realmente acredita. “Deus está morto”, e com ele toda a arquitetura racional que o substituiu. O que viria depois, avisou Nietzsche, seriam guerras como jamais houve sobre a terra. Não foi profecia: foi análise.

E a história, essa professora sem piedade, tratou de dar razão aos dois pessimistas.

Hitler não subiu ao poder pela força bruta. Subiu pela palavra, pelo voto, pela sedução das massas. Usou a razão instrumental, a ciência, a burocracia, a língua culta e os mapas precisos para organizar o extermínio sistemático de seis milhões de judeus. A racionalidade técnica estava inteiramente a serviço da Vontade mais obscura. Os campos de concentração tinham horários, planilhas, hierarquias. O genocídio era eficiente. Nunca a razão esteve tão a serviço do irracional.

Stalin, por sua vez, construiu o maior aparato racional que o socialismo já produziu, um Estado com cinco anos de metas, departamentos planejados, estatísticas de produção, e usou toda essa maquinaria para liquidar seus próprios companheiros de revolução. Os processos de Moscou tinham ata, advogados e réus que confessavam crimes que não cometeram. Era a razão processual formalmente perfeita ao serviço do puro arbítrio. A Vontade de um homem vestida com o uniforme da legalidade.

É nesse ponto que Albert Camus entra com sua lucidez implacável.

Para Camus, o absurdo não é uma anomalia, não é um defeito de percurso da civilização, não é algo que a razão, aperfeiçoada, possa um dia superar. O absurdo é a condição humana. Nasce do confronto entre o desejo humano de sentido, de ordem, de justiça, e o silêncio indiferente do mundo. O mundo não responde às nossas perguntas. Não há razão suficiente para a morte de uma criança inocente, para a destruição de uma cidade, para o triunfo do mais cruel sobre o mais justo. O absurdo não é exceção: é a regra.

E o que o ser humano faz diante do absurdo? Camus identificou três respostas possíveis: o suicídio físico, que ele recusou como capitulação; o suicídio filosófico, que é abraçar uma fé, uma ideologia, qualquer coisa que apague a consciência do absurdo; e a revolta, que é olhar o absurdo nos olhos, recusá-lo moralmente, e ainda assim continuar vivendo e lutando. É preciso imaginar Sísifo feliz, escreveu ele, porque a lucidez é, em si mesma, uma forma de dignidade.

O que Camus não imaginou, ou talvez tenha imaginado e não ousado escrever, é que o absurdo poderia tornar-se política de Estado.

Olhemos para o presente sem condescendência.

Gaza: uma das regiões mais densamente habitadas do planeta. Mais de quarenta mil mortos. Hospitais bombardeados. Crianças retiradas dos escombros com os braços em pedaços. E os comunicados oficiais continuam invocando a “autodefesa”, o “direito à segurança”, os “alvos militares”. A razão jurídica, o Direito Internacional Humanitário, as resoluções do Conselho de Segurança, tudo isso existe, está escrito, está codificado. E simplesmente não acontece. A Vontade é mais forte do que a norma. O irracional do poder veste a farda da razão de Estado e segue em frente, indiferente às câmeras e aos relatórios.

Trump, por sua vez, é o emblema mais perfeito da vitória do absurdo sobre o projeto iluminista. Não porque seja ignorante, embora seja, mas porque representa a dissolução consciente e deliberada do princípio de que existem fatos compartilhados, de que a razão pública tem valor, de que as instituições valem mais do que os caprichos de um homem. Ele invoca o direito internacional como retórica quando lhe convém e o descarta como papel inútil quando não serve. É o caso do Irã: instalações bombardeadas em nome da não proliferação nuclear, como se a destruição de alvos civis e a morte de técnicos e trabalhadores iranianos fossem resposta proporcional e racional a uma ameaça ainda hipotética. A lógica é a da Vontade pura: aniquila-se o que se teme antes que ele possa reagir, e chama-se isso de legítima defesa preventiva. É a mesma lógica que Hitler usou ao justificar a invasão da Polônia como medida de segurança.

Com a Venezuela, o absurdo assume outra forma, igualmente reveladora. A pretexto de combater o tráfico de drogas e restaurar a democracia, tropas e navios de guerra norte-americanos operam nas águas do Caribe como se o princípio da soberania nacional fosse uma concessão revogável por decreto presidencial. A ameaça de invasão militar paira sobre Caracas com a naturalidade com que se anuncia uma operação policial. O bloqueio econômico que há anos estrangula o povo venezuelano, não o regime, o povo comum, as crianças sem remédio, os hospitais sem equipamento, é apresentado como instrumento legítimo de pressão democrática. Há nisso uma perversão da linguagem que Orwell descreveu com precisão: a guerra chama-se paz, a miséria imposta chama-se liberdade, a ameaça de invasão chama-se cooperação. Schopenhauer o entenderia imediatamente: ali está a Vontade nua, com o disfarce da razão cada vez mais fino e surrado.

O paralelo com Hitler e Stalin não é hipérbole, nem ofensa gratuita. É uma categoria analítica. O que Nietzsche e Schopenhauer descreveram é uma estrutura que se repete: a razão como verniz, a Vontade como motor, o sofrimento dos mais fracos como resultado. Muda a escala, muda o vocabulário, muda o uniforme. Mas a estrutura permanece.

O Iluminismo queria que os direitos humanos fossem racionais, isto é, dedutíveis da natureza do ser humano, universais, não negociáveis. Queria que a ética fosse mais forte do que a força. Queria que a lei valesse para o poderoso tanto quanto para o miserável. Era um projeto bonito. Talvez o mais bonito que a civilização ocidental produziu.

Mas Schopenhauer já sabia que a Vontade não lê Kant. E Nietzsche já sabia que a moral racional é sempre a moral dos que precisam dela para sobreviver. Os que têm força suficiente criam sua própria moral, ou dispensam a moral inteiramente e a substituem pelo espetáculo.

Camus diria que o que vivemos hoje não é um acidente, não é um desvio, não é uma crise temporária de que a democracia liberal se recuperará com algum bom senso institucional. O absurdo é inevitável. A questão não é extingui-lo, porque isso não é possível. A questão é como nos posicionamos diante dele.

A revolta camusiana não é a revolução, que troca um absurdo por outro. É algo mais modesto e mais exigente ao mesmo tempo: é recusar-se a chamar de razão o que é pura Vontade de poder. É recusar a linguagem da normalidade quando se fala de crianças mortas. É insistir, sem ingenuidade, que os princípios iluministas ainda valem como critério de julgamento, mesmo que a história os viole sistematicamente.

Sísifo sobe a pedra sabendo que ela vai rolar. E sobe de novo.

É a única dignidade que nos resta quando o irracional ocupa o trono e a razão pede licença para entrar.

Fernando Rocha é Procurador da República e Mestre em Direito Internacional.

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Turismo religioso: Lei em vigor no RN institui Caminho Religioso dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu

Está em vigor no Rio Grande do Norte a Lei nº 12.748/2026, de autoria da deputada estadual Cristiane Dantas (PSDB), que institui o Caminho Religioso dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu – Protomártires do Brasil. A nova norma cria, oficialmente, uma rota de peregrinação religiosa no Rio Grande do Norte, fortalecendo a fé, a cultura e o turismo religioso no estado.

O Caminho compreende os municípios de Canguaretama, Goianinha, Vila Flor, Espírito Santo, Nísia Floresta, São José de Mipibu, Monte Alegre, Parnamirim, Natal, Macaíba e São Gonçalo do Amarante. O percurso terá como base os trajetos tradicionalmente percorridos por fiéis e peregrinos, passando por igrejas, capelas, monumentos e locais de relevante valor histórico, cultural e espiritual.

A deputada Cristiane Dantas destaca que a sanção da lei representa a concretização de uma iniciativa construída de forma participativa e amplamente debatida com diversos segmentos da sociedade. A proposta foi discutida em audiência pública com a participação da Arquidiocese de Natal, representantes da Igreja, especialistas e integrantes da sociedade civil.

“Esta é uma conquista de todos que acreditam na força da nossa fé, da nossa história e das nossas tradições. O Caminho dos Mártires foi construído por muitas mãos e agora se transforma em política pública permanente para valorizar a memória dos Protomártires do Brasil e fortalecer o turismo religioso no Rio Grande do Norte”, afirma a parlamentar.

Além de preservar a memória dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, a lei tem como objetivo impulsionar a economia dos municípios envolvidos, estimulando setores como hospedagem, gastronomia, artesanato, comércio e prestação de serviços. A iniciativa também incentiva ações de sinalização do percurso, promoção de eventos religiosos e valorização do patrimônio histórico-cultural das cidades participantes.

Para Cristiane Dantas, a sanção da legislação representa um marco para o turismo religioso potiguar. “O Rio Grande do Norte possui uma das mais importantes histórias de fé do Brasil. Com essa lei, damos um passo fundamental para consolidar o estado como destino de peregrinação, promovendo desenvolvimento regional, geração de oportunidades e fortalecimento da identidade cultural e religiosa do nosso povo”, conclui.

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Grupo Mateus passa por reformulação, fecha 28 lojas e demite 6,6 mil funcionários.

Os cortes ocorreram em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará

O Grupo Mateus, um dos gigantes do setor varejista do Brasil, realizou uma reorganização de suas operações e demitiu cerca de 6,6 mil funcionários entre 2025 e o primeiro semestre de 2026.
A redução equivale a 13,9% do quadro total da empresa, que passou de 47,9 mil para 41,2 mil funcionários. Além dos cortes de pessoal, a companhia encerrou as atividades de 28 lojas no último ano. O balanço dos resultados do período foi divulgado nas primeiras semanas de maio.
As demissões ocorreram em seis estados das regiões Norte e Nordeste: Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará. A justificativa para as mudanças, segundo a empresa, é a necessidade de ajustes operacionais para capturar ganhos de eficiência, tendo como base análises históricas e comparações internas (benchmarks).

O Grupo Mateus foi fundado por Ilson Mateus Rodrigues, que atualmente tem 63 anos. Hoje empresário, ele teve uma trajetória simples no início da vida e chegou a trabalhar como garimpeiro em Serra Pelada, no Pará.

Com relevância nacional, o grupo ocupa atualmente a terceira colocação no ranking da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), ficando atrás somente do Carrefour e do Assaí Atacadista.

Fonte: Terra

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Decisão do CNJ: TJRN tem 24h para marcar sessão que deve analisar a promoção do juiz Henrique Baltazar.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) interveio na demora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte para preencher uma vaga de desembargador aberta há quase oito meses. A conselheira Jaceguara Dantas determinou que o Tribunal marque, em até 24 horas, a sessão para definir a promoção por antiguidade.

A decisão aponta que o processo está em “mora administrativa”, já que o edital foi publicado em outubro de 2025 e o atraso gera insegurança jurídica. A escolha deve ser concluída na mesma reunião, sob pena de descumprimento de ordem judicial. Além disso, o caso será analisado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

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GWM Haval H9 desbanca o longo reinado da Toyota SW4. Por Aragão.

— A SW4 capotou nas vendas.

Depois de acelerar por anos na liderança do segmento de SUVs grandes, a Toyota SW4 não conseguiu segurar a direção — a curva era acentuada demais para o lado da tecnologia e inovação.

Os números mais recentes da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) comprovam a nova tendência.

Em maio de 2026, a GWM Haval H9 registrou 1.220 emplacamentos no Brasil, superando as 1.187 unidades da Toyota SW4 no mesmo período.

No Rio Grande do Norte, a diferença foi ainda mais expressiva. Em maio, foram vendidas 34 unidades da Haval H9 contra apenas 12 da Toyota SW4.

Os números locais reforçam uma tendência que vem se desenhando nos últimos meses:

Março: 23 Haval H9 x 15 SW4.

Abril: 13 Haval H9 x 15 SW4. (Faltou H9 no mercado)

Maio: 34 Haval H9 x 12 SW4.

Até 17 de junho: 17 Haval H9 x 8 SW4.

Esses números mostram um novo caminho para os SUVs grandes. A Toyota SW4 apesar de ser um excelente veículo, vai ficando para trás nesse novo terreno tecnológico.

Durante muito tempo bastava oferecer robustez, confiabilidade e tradição. Hoje o consumidor também exige tecnologia, conectividade, conforto, equipamentos e uma percepção de valor compatível com o preço cobrado.

A Toyota esqueceu que não pode se acomodar na zona de conforto. Quem pode fazer isso é o cliente que escolhe se a sua “zona de conforto” será dentro de um carro japonês, chinês, coreano, inglês, americano ou alemão.

Fonte: Fenabrave.

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Vereador Daniell Rendall reúne amigos em Natal e reforça apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do RN

 

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou na noite desta quarta-feira, em Natal, da reunião dos amigos do vereador Daniell Rendall. O encontro reuniu apoiadores e lideranças políticas, lotando as instalações do Clube Albatroz, no bairro de Petrópolis.

Também estiveram presentes a pré-candidata a deputada federal Nina Souza, o pré-candidato a deputado estadual Adjuto Dias e a vice-prefeita de Natal, Joana Guerra.

Durante o evento, Álvaro agradeceu o apoio de Daniell Rendall e destacou a importância do momento vivido pelo Rio Grande do Norte.

“Estamos vivendo um momento muito importante. É na hora da decisão que, por meio do voto, escolhemos quem irá administrar e conduzir os destinos do nosso estado pelos próximos quatro anos. Hoje, estamos vendo a fotografia de um governo inoperante, e o Rio Grande do Norte precisa voltar a crescer”, afirmou.

Ao agradecer o apoio recebido, Álvaro elogiou a atuação do vereador natalense.

“Gostaria de agradecer o apoio de Daniell, esse jovem dinâmico e combativo, que realiza um grande trabalho em favor da população de Natal. Obrigado pela sua coragem, pela sua dedicação e pelo trabalho que vem desenvolvendo em nossa cidade”, declarou.

Durante seu discurso, o pré-candidato destacou ações realizadas durante sua gestão à frente da Prefeitura de Natal, especialmente as mudanças promovidas por meio da revisão do Plano Diretor.

“Natal era uma cidade que precisava avançar. Com a atualização do Plano Diretor, a cidade voltou a crescer e hoje conta com mais de R$ 5 bilhões em investimentos da iniciativa privada. Se conseguimos promover essa transformação em Natal, também podemos fazer o mesmo pelo Rio Grande do Norte”, ressaltou.

Álvaro também defendeu investimentos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do estado e destacou a importância de uma gestão experiente para enfrentar os desafios do Rio Grande do Norte.

“Natal precisou de coragem, vontade de lutar e compromisso para avançar. O Rio Grande do Norte também precisa desse mesmo espírito de trabalho para voltar ao caminho do desenvolvimento. Temos experiência e capacidade comprovada de gestão. Ninguém deseja entregar o futuro do estado a quem não está preparado para enfrentar os desafios que temos pela frente”, finalizou.

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Unimed Natal reforça liderança e confiança da marca em nova campanha institucional

_Com o conceito “Unimed é Unimed”, lança campanha que reforça atributos da marca e sua conexão com os potiguares_

A Unimed Natal lança uma nova campanha institucional com o conceito “Unimed é Unimed”, destacando os diferenciais que consolidam a cooperativa como referência em saúde no Rio Grande do Norte. O filme principal será lançado neste domingo (14), durante o intervalo do Fantástico, e, a partir desta segunda-feira (15), a campanha passa a ocupar diversos canais de comunicação, com ações em TV, rádio, mídia exterior, portais de notícias e plataformas digitais.

A proposta da campanha é reforçar atributos que fazem parte da trajetória da cooperativa, como a ampla rede de médicos cooperados, a estrutura assistencial, os investimentos em saúde e o apoio contínuo ao esporte e à cultura potiguar. Com uma mensagem simples e direta, a campanha evidencia o reconhecimento construído pela marca ao longo de mais de quatro décadas de atuação no estado. O conceito “Unimed é Unimed” traduz uma percepção já consolidada entre beneficiários e a sociedade: uma marca reconhecida por sua trajetória, estrutura e confiança.

“Essa é uma campanha que valoriza aquilo que a população já reconhece na prática. A expressão ‘Unimed é Unimed’ traduz uma percepção que ouvimos com frequência das pessoas: quando o assunto é saúde, a marca ocupa um lugar de referência construído ao longo de décadas. Optamos por uma comunicação simples e objetiva porque ela reflete esse reconhecimento, reforçando nossos diferenciais e nossa presença na vida dos potiguares, seja por meio da assistência à saúde, seja pelo apoio a iniciativas que contribuem para o desenvolvimento da sociedade”, destaca o gerente de Comunicação e Marketing da Unimed Natal, Lucas Bonavides.

O plano de mídia prevê ampla cobertura em todo o estado, com inserções em emissoras de televisão, rádios, portais de notícias, outdoors, mobiliários urbanos, painéis digitais e outras plataformas, ampliando o alcance da mensagem em diferentes regiões do estado.

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Após estreia fraca da Seleção Brasileira, volta a viralizar fala de Raphinha criticando jogos durante o período de férias.

Após a atuação abaixo das expectativas da Seleção Brasileira, voltou a circular nas redes uma declaração de Raphinha sobre o calendário do futebol e o período de férias.

Na ocasião, o atacante criticou a realização de competições em um período que, segundo ele, deveria ser destinado ao descanso e à recuperação dos jogadores.

Com o resultado em campo, muitos torcedores passaram a resgatar o vídeo e a discutir temas como desgaste físico, calendário do futebol e o comprometimento dos atletas em grandes competições.

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Allança contirmada: Prefeito Pilola declara apoio a Alvaro Dias no vlato Grande

Pilola reafirma apoio à pré- candidatura de Álvaro Dias durante aniversário em Caiçara do Norte

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias participou na tarde deste domingo da comemoração de aniversário do prefeito de Caiçara do Norte Alcélio Fernandes conhecido popularmente como Pilola. O encontro ocorreu na região do Mato Grande e reuniu lideranças políticas vereadores e secretários que testemunharam a reafirmação do apoio do prefeito ao projeto estadual de Álvaro Dias.

Ao lado do pré-candidato a vice governador Babá Pereira e do deputado estadual Gustavo Carvalho o pré-candidato foi recepcionado pelo vice prefeito Sivanildo e pelo presidente da Câmara Municipal Weslley Morais.

A celebração contou ainda com a presença dos ex-prefeitos Alcides e Zé Edilson além dos vereadores Karyna Andrade Joaozinho e Cinaldo e dos suplentes Ariosvaldo Fabinho e Roni.

Durante o evento Álvaro Dias elogiou a trajetória administrativa de Pilola descrevendo o como um grande gestor e um grande ser humano. Ele afirmou que o apoio recebido em Caiçara do Norte é essencial para vencer os desafios do Rio Grande do Norte destacando que o estado precisa de experiência responsabilidade e coragem no momento atual. Essa agenda reforça a estratégia de Álvaro Dias de manter proximidade com a população e ouvir as demandas específicas de cada região para construir propostas alinhadas à realidade local.

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Após dizer que “Pobre compra telefone roubado”, Lula critica a Polícia Civil.

A declaração do presidente Lula de que “rico não compra telefone roubado, mas os pobres compram” virou alvo de moção de repúdio na Câmara dos Deputados. Apresentado à Comissão de Segurança Pública, o requerimento é de autoria do deputado Alberto Fraga (PL-DF).

Segundo o parlamentar, o comentário associa o crime de receptação a classes sociais mais baixas. “Causa preocupação a afirmação de que pessoas pobres gostam de comprar ‘coisa roubada’, por associar genericamente a população de baixa renda à prática da receptação de produtos oriundos de crime”, defendeu Alberto Fraga.

Presidente afirmou que quer lançar programa de devolução dos aparelhos pelos Correios, porque “a pessoa tem até medo de entregar na delegacia”.

Por que ofender a toda uma classe? Ofender toda a polícia civil. O presidente não sabe que sua fala tem peso? Não sabe que seria assunto em todo país? Um político experiente, veterano como Lula? Sabe sim. 

Seria um gesto simpático ao crime ofender a polícia? Isso deixamos para o nosso ouvinte decidir.

“O combate à criminalidade exige a responsabilização individual daqueles que praticam delitos, não sendo compatível com os princípios constitucionais a imputação coletiva de comportamentos criminosos a grupos sociais definidos por sua condição econômica. A pobreza não pode ser confundida com propensão ao crime, tampouco utilizada como fundamento para a disseminação de preconceitos ou estereótipos.”

“Pobres compram”

“Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta”, questionou o presidente. “Entretanto, essa inquietação econômica de quem está com o telefone roubado mexeu com a minha cabeça.”

Lula afirmou que a devolução deve ocorrer por meio dos Correios. “A pessoa tem até medo de entregar na delegacia, porque não sabe que tipo de delegado vai encontrar”, disse o presidente.

Para Alberto Fraga, a declaração “lançou dúvida generalizada sobre a integridade e a confiabilidade das instituições policiais brasileiras”.

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Tentaram matar um vereador. Mas podem fazer nascer um deputado federal. Por Aragão.

 

Há momentos em que a violência produz exatamente o efeito contrário daquele pretendido por seus autores.

Se o objetivo de quem atirou contra o vereador Cabo Deyvison era intimidar, silenciar ou afastá-lo da vida pública, o resultado pode ser justamente o oposto: ampliar sua projeção política e fortalecer sua identificação com parte do eleitorado.

    Quem tenta eliminar um adversário pela força pode acabar fortalecendo sua imagem perante a opinião pública.

A história está repleta de exemplos em que ataques, perseguições e atentados transformaram figuras locais em símbolos maiores. O eleitor costuma reagir com indignação quando percebe que a disputa política ou as divergências extrapolam os limites da democracia e chegam às armas.

Ainda é cedo para medir as consequências do atentado e cabe às autoridades esclarecer os fatos, identificar os responsáveis e apurar as motivações. Mas, do ponto de vista político, episódios dessa natureza costumam redefinir trajetórias.

Uma pré-candidatura para deputado Federal que antes era regional pode ganhar dimensão estadual. Um nome conhecido por poucos passa a ser reconhecido por muitos. A vítima deixa de ser apenas um agente político e passa a representar uma causa ou uma resistência.

Esperamos a pronta recuperação do Cabo Deyvison, que o caso seja devidamente elucidado e que o RN não testemunhe mais cenas de violência como as ocorridas no dia de ontem.

Lamentamos imensamente a morte do cinegrafista e que Deus possa confortar sua família.

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