O Natal sempre foi a época do ano em que o lojista olha para o fim do túnel e espera ver alguma luz. Pode ser pequena, mas precisa existir. Se depender do CDL Natal, permanecerá no escuro com as vendas retraídas pois a luz emitida não iluminará o caixa do comércio.
Depois do pífio Liquida Natal que mingua e encolhe a cada edição, temos uma campanha que não reflete a expectativa do lojista nem dos consumidores. Mais uma ação que parece cumprir tabela pela fórmula já batida e rebatida de sorteio. Não critico a comunicação pois cumpre seu papel, mas o desgastado argumento que não convence.
Não bastasse o lojista lutar contra os impérios globais do varejo como Amazon, Mercado Livre e Shopee, Shein, não conta com auxilio real da entidade que poderia trazer um incentivo fiscal conseguido junto ao governo do RN. Não podemos esperar uma condição tributária melhor para o período? Uma taxa de juros diferenciada negociada na rede bancária?
Não adianta uma entidade de classe se preocupar apenas com a “Vitrine” da sua gestão levantando cartaz de campanhas repetitivas e sem engajamento.
Um texto só é bom se não termina na última linha, mas acompanha o leitor nos seus pensamentos. Por isso deixo uma pergunta: — Presidente de entidade de classe pode ter regime especial de tributação? Como poderia pressionar o governo em busca de melhorias para a categoria se poderia perder sua benesse?
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