Vamos partir do princípio que o movimento de Flávio Rocha de se filiar ao Partido Novo e transferir seu título para o RN não foi à toa. E por isso mesmo deve sair realmente candidato ao senado. Dessa forma, a direita tem chances reais de fazer dois senadores: Styvenson e Flávio Rocha.
Pela primeira vez, a direita no Rio Grande do Norte passa a ter um nome com três atributos simultâneos:
•grande capacidade econômica
•coerência com o discurso liberal
•e projeção nacional
Coronel Hélio é um excelente nome mas ganhar de Zenaide na disputa pela segunda vaga era uma tarefa bem desafiadora. Com a chegada de Flávio Rocha, a balança pende ainda mais para a direita. Styvenson e Flávio Rocha com Coronel Hélio na suplência seriam imbatíveis.
Flávio Bolsonaro convidaria Flávio Rocha para ser ministro e abriria vaga para Hélio ser senador.
Coronel Hélio terá que se decidir: integrar um projeto com maior capacidade de vitória ou manter uma candidatura com maior autonomia, porém menor escala. — Somar ou dividir?
Se optar pela composição com Flávio Rocha, o movimento produziria uma redução da fragmentação da direita; uniria capital político e ideológico e aumentaria a competitividade eleitoral.
Se a direita for pragmática, todos podem ganhar. Mas se tiver divisão, poderá eleger apenas Styvenson.
Comentários (0)