Num Show de Incompetência, a Câmara Municipal, sob o comando de Eriko Jácome, perde o prazo no processo contra Brisa. Por Aragão.
— Essa trapalhada foi tão grande que é capaz de ter um “rolé vermelho” para a humilhação ser completa. — Contém ironia.
O maior adversário da direita nesse processo, não foi a esquerda nem o PT nem o Psol, foi a incompetência da Câmara dos Vereadores.
Inúmeras horas foram desperdiçadas, como se o tempo das pessoas não valesse nada. Advogados trabalharam exaustivamente, profissionais da mídia se envolveram, vereadores foram questionados à exaustão, a cidade mergulhou em debates intermináveis e houve forte pressão nas redes sociais. No final, não foi feito justiça, pois a incompetência falou mais alto: perderam o prazo.
— Vergonha que chama?
— Meus senhores, minhas senhoras, como a incompetência custa caro.
Sim, a Câmara Municipal de Natal, sob a presidência de Eriko Jácome, perdeu o prazo legal para avançar no processo de cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT). O processo foi interrompido por decisões judiciais que suspenderam as sessões de julgamento devido ao descumprimento do prazo mínimo de 72 horas para convocação, garantido pelo Regimento Interno da Câmara e pelo Decreto-Lei 201/67. Resumindo, deixaram para última hora e perderam o prazo máximo de 90 dias previsto para a conclusão do processo — que expirou antes que a votação final pudesse ocorrer.
— Eriko Jácome tornou a Câmara de Vereadores um pouco menor no dia de hoje.
Eis a verdade incômoda: jamais evoluiremos como cidade, estado ou nação se não assumirmos nossas responsabilidades. Temos, sim, bons vereadores. Mas a Câmara ser presidida pelo vereador que, apenas até julho de 2024, produziu meros 0,2% dos Projetos de Lei entre todos os legisladores é bem pouco — é quase nada. De lá para cá, Eriko vem tentando melhorar, mas depois desse recente episódio, perdi as esperanças.
— Esse é o perfil que se espera à frente da Câmara Municipal?
— Eriko deve desculpas ao povo de Natal.





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