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Verão no RN. É mar, é sol e engarrafamentos sem fim. Por Aragão.

— Cada engarrafamento é uma carreata pedindo mudança.

Só temos duas certezas na vida. Uma é que não somos eternos. A outra é que nossos engarrafamentos são. Não importa a praia escolhida: o destino final é quase sempre o mesmo — um trânsito caótico, travado, escoando lentamente. Um verdadeiro mar de carros parados. Seja no litoral Norte, Sul, em Tibau ou em qualquer outro trecho do estado.

— Um estado paralisado.

Não apenas na economia. Perdemos tempo e dinheiro nas estradas porque o governo do estado assiste passivamente a essa realidade. Horas desperdiçadas, combustível queimado, veículos desgastados — pastilhas de freio, câmbio, embreagem — tudo isso simplesmente por nos arrastarmos pelas rodovias.

Justamente no período reservado ao lazer, quando deveríamos aliviar o estresse, somos submetidos a mais tensão gratuita. Motoristas mais impacientes, riscos maiores de acidentes e a sensação constante de que nada avança.

Lembre-se disso no próximo engarrafamento: ele não é apenas trânsito parado.

Ele é, na prática, uma carreata pedindo mudança.

— Então, muda RN!

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A APER se ajoelha perante a Neoenergia e esquece mais de 10 mil beneficiados da energia solar. Por Aragão.

Um associado da APER — Associação Potiguar de Energias Renováveis — procurou o Blog Marcus Aragão para relatar seu descontentamento com a postura da entidade. Uma postura que beira a submissão e prefere não incomodar a gigante monopolista Neoenergia Cosern que vem trazendo prejuízos crescentes aos geradores e os mais de 10 mil beneficiários da energia solar.

— A linha de atuação da APER é apenas uma sombra do que deveria ser.

O presidente da APER não se manifesta publicamente pressionando a Cosern para uma implantação mais rápida da solução sobre a não compensação de geração da energia solar. Bem, a APER mais parece um escritório de advocacia que quando fala é como se fizesse uma sustentação oral em defesa da Neoenergia.

— Nenhuma postagem da APER criticando o tema da não compensação da energia solar. Nenhuma.

Não creio que o presidente da APER receba algum incentivo ou vantagem para agir dessa maneira, suponho que seja medo mesmo. Poderia ser perseguido? Retaliado? Não seria impossível cogitar represálias de um poder tão desproporcional que se torna exorbitante através de uma concessão exclusiva do povo do RN.

— Se não pode com o pote, não pega na rodilha.

Esse receio em não incomodar a Cosern serve de estímulo para que os grandes grupos monopolistas continuem o processo de exaurir o segmento de energia renovável — frustrando o associado e afastando clientes da energia solar com polêmicas e prejuízos crescentes.

Hoje, a APER não está à altura do conflito vivido pelos geradores e seus respectivos clientes. O setor precisa de uma entidade que não hesite em acionar Procon, Aneel, Tribunal de Contas e Ministério Público quando necessário.

Por exemplo, por que ainda não protocolou Pedido de Providências junto ao Tribunal de Contas do RN para fiscalizar a concessionária quanto à Taxa de Iluminação Pública? Enquanto a APER protela, o associado continua no prejuízo.

— Que a APER reassuma sua postura na defesa dos geradores e beneficiários de energia renovável.

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Sandro Alves 08 jan 2026

O pior que não temos a quem recorrer, já fui numa agência da Cosern e diz, não se resolve aqui, já liguei e diz que nao se resolve aqui. Liguei para o 800 da compensação e não atendem. Um absurdo.

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Condomínio Pérola do Atlântico desrespeita a Lei do Silêncio e incomoda vizinhos em Areia Preta. Por Aragão.

03h30 da madrugada. Em pleno bairro de Areia Preta, moradores do Condomínio Pérola do Atlântico ligam o som como se estivessem numa ilha deserta no meio do Atlântico — quando, na verdade, estão cercados de prédios e famílias por todos os lados.

É difícil compreender como, em um condomínio de alto padrão, ainda não se entendeu que o direito de um termina exatamente onde começa o direito do outro. Não se leva em consideração que há idosos, enfermos, bebês ou, simplesmente, pais e mães que precisam descansar — e têm o direito de fazê-lo em suas próprias casas.

Não seria possível manter o som dentro do salão de festas? Ou em um espaço mais apropriado? Festa não é problema. O problema é o desrespeito.

Conviver em sociedade exige limites. Ignorar a Lei do Silêncio é extrapolar o razoável.

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Lira 04 jan 2026

E são pessoas q deveriam conhecer a lei e não

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Unimed Natal abre temporada 2026 do Point Unimed Verão 97FM na orla de Pirangi neste domingo

Tradição do verão potiguar, espaço oferece atividades gratuitas na orla de Pirangi até fevereiro.

A Unimed Natal abre, neste domingo (4), a temporada 2026 do Point Unimed Verão 97FM, tradicional espaço montado na orla da praia de Pirangi, no litoral Sul do Rio Grande do Norte. A estrutura segue funcionando até o dia 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, com programação gratuita voltada à prática esportiva, bem-estar e promoção da saúde.

O espaço contará com oito quadras de esportes de areia, destinadas a modalidades como beach tênis, futvôlei, vôlei de praia e futmesa, além de ativações da Unimed e de patrocinadores, ações de saúde, distribuição de brindes, aulas gratuitas de atividades físicas e Wi-Fi gratuito para o público. A utilização das quadras é gratuita e elas estão abertas ao público durante todo o período mencionado.

A programação inclui aulões de Cross Beach e Vôlei de Praia, promovido pela Be Move, nos dias 17 e 31. A Corrida Pirangi Praiano, que será realizada em 17 de janeiro (sábado), também faz parte da programação. Já no dia 24 de janeiro, as atividades seguem com ação do Caveira Team.

De acordo com o coordenador de eventos da Unimed Natal, Filippo Damásio, o espaço reforça o compromisso da cooperativa com a promoção da saúde e da qualidade de vida. “O Point Unimed Verão já faz parte do calendário do verão potiguar. É um espaço pensado para incentivar hábitos saudáveis, integrar as pessoas e oferecer experiências positivas à população, sempre de forma gratuita e acessível”, destaca.

O Point Unimed Verão 97FM conta com o patrocínio e apoio de Uniclube, AllCare, professor Sérgio Lima, DNA Center, Pet Mais Saúde, Seguros Unimed, Aero Médica, Sprite, Power Ade, Ponta Negra Fiat, Nordestão, TCM Telecom, Uninassau e Be Move.

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Com apoio da gestão Nilda, Pirangi vive momento histórico com gravação inédita do “Mixtura” de Verão

Pirangi do Norte foi cenário, pela primeira vez em 11 anos de história do programa, da gravação do “Mixtura” de Verão, marcando um momento histórico para o município. A chegada do show televisivo a Pirangi só foi possível graças ao apoio direto da gestão da prefeita Nilda, que garantiu toda a estrutura necessária para viabilizar a iniciativa.

A ação inédita consolida uma parceria público-privada, levando lazer e entretenimento para moradores e veranistas, além de projetar as belezas naturais da cidade em todo o estado, já que o programa será exibido pela TV Tropical. A iniciativa fortalece o turismo como eixo estratégico de desenvolvimento, impulsionando a economia local e gerando emprego e renda.

A prefeita Nilda destacou o simbolismo da conquista. “Em onze anos de programa, é a primeira vez que o Mixtura escolhe Pirangi do Norte. Isso mostra que nossa cidade está preparada, organizada e aberta a parcerias que geram lazer, visibilidade e oportunidades. Investir em turismo é investir no futuro das pessoas”, afirmou.

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O Brasil parou tudo para apostar (nunca o governo federal foi tão sincero). Por Luis Marcelo Cavalcanti.

Ontem, ao assistir ao sorteio da mega da virada (óbvio que também apostei), me deparei com essa vinheta da CAIXA estampada na foto. Sem querer, o próprio governo federal admite a tragédia que tomou conta do país nos últimos 05 anos. A frase dúbia, pensada para divulgar o prêmio bilionário da mega, atestou o que todos já sabem: o Brasil literalmente parou para apostar em Bets e jogos como o Tigrinho, que estão destruindo economia, famílias, empregos, relacionamentos e saúde mental.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio, só em 2024 o setor varejista perdeu R$ 109 bilhões devido às apostas. Em Minas Gerais, a perda pode chegar a R$ 30 bilhões, reduzindo o PIB estadual em R$ 18 bilhões. (Fonte: G1/MG).

“São pessoas que jogam e usam os cartões de crédito de forma compulsiva e sem controle – como é próprio em todo o tipo de jogo de azar. Em apenas um ano, os brasileiros apostaram cerca de R$ 100 bilhões no Jogo do Tigrinho e outros”, revela estudo realizado pelo professor José Pastore, uma das maiores referências no assunto (O Estado de S.Paulo, 26 de setembro de 2024).

“O Hospital das Clínicas aqui em São Paulo já admite não ter mais estrutura para receber pessoas para tratar esse problema este ano. Estamos falando de saúde pública, de um problema que é uma epidemia”, explica Ione Amorim, consultora do IDEC.

Matéria publicada pela Agência Brasil aponta que os brasileiros destinaram cerca de R$ 240 bilhões às bets em 2024 e os beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em bets, por meio de  Pix, em agosto de 2024, segundo o Banco Central.

A verdade é que, quando se unem vício e desilusão, o resultado não pode ser menos trágico. Os gatilhos de dopamina que o sistema de recompensas dispara no cérebro do apostador contumaz vem preencher, também, o vazio de quem já  não acredita ser possível alcançar sua independência financeira com trabalho duro e honesto. Reflexos de uma nação desorientada, abandonada e sem referencial de construção de uma carreira que não dependa de sorte ou azar.

Luis Marcelo Cavalcanti é Procurador do Estado e advogado.

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Prefeitura institui Comissão Especial de Licitação do Transporte Público de Natal

A Prefeitura do Natal criou a Comissão Especial de Licitação dos Serviços de Transporte Público da capital. A medida consta na Portaria nº 107/2025-GP, assinada pelo prefeito Paulo Eduardo da Costa Freire e publicada nesta quarta-feira (31), no Diário Oficial do Município.

A comissão será a responsável pela publicação e condução de todo o processo licitatório, sendo composta por cinco membros e terá vigência até a conclusão do certame, com extinção automática após a adjudicação e homologação. A definição desta comissão se caracteriza como última etapa antes do lançamento do edital.

Foram designados como integrantes titulares Leonardo da Silveira Lucena (presidente), Luciano Silva do Nascimento, Felipe Maciel Pinheiro Barros, José Serafim da Costa Neto e Marcos Alexandre Oliveira de Araújo.

O processo também conta com a participação da sociedade, através de observadores representantes do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (COMUDE), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio/RN), da Ordem dos Advogados do Brasil no RN (OAB/RN) e da Câmara Municipal do Natal.

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Deixe de ser quem você não é para que possa ser quem você nunca foi. Feliz Você 2026. Por Aragão.

Muita gente não vive — atua.
Constrói uma versão de si mesmo pensada para impressionar, não para existir. Compra o que não pode, frequenta lugares que não gosta, sustenta personagens caros demais para a própria conta bancária — e para a própria alma.

O preço disso aparece cedo ou tarde. Dívidas, ansiedade, cansaço, frustração. A vida vira uma vitrine permanente onde nunca se pode baixar a luz nem fechar a porta.

Talvez a virada mais honesta não seja mudar de ano, mas abandonar a versão que você criou para agradar os outros. Deixar de ser quem você não é para, finalmente, dar espaço a quem você nunca teve coragem de ser.

Há um medo silencioso nesse processo: o medo de perder pessoas, de ser rejeitado. Mas a verdade costuma ser mais simples — quem gosta de você de verdade permanece. Quem se afasta nunca gostou de você, gostava do personagem.

Liberdade começa quando a aceitação deixa de ser uma obsessão. E paz chega quando você percebe que não precisa provar nada a ninguém para existir com dignidade.

Talvez 2026 não precise de promessas grandiosas. Talvez precise apenas disso: menos performance, mais realidade.

— Assim você poderá ter paz, saúde e felicidade em 2026 — de verdade.

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Tubarões da areia em Porto de Galinhas. Por Aragão.

Seu habitat natural são as praias turísticas. Têm um faro excepcional para detectar a presença de turistas na areia. Após anos de evolução, essa espécie aprendeu a pescar. Colocam cadeiras e sombrinhas como isca e ficam à espera. Quando a presa se aproxima e senta na cadeira, pronto. Em questão de segundos, garantem uma mordida enorme no bolso dos banhistas.

Cervejas e tira-gostos com preços que sangram qualquer orçamento; taxas de consumação exorbitantes e uma pressão velada. Se você questiona, atiça o instinto predador e começa a intimidação, que muitas vezes beira a violência — e, em Porto de Galinhas, descambou num mar de agressões e estupidez, desencadeado por um bando de tubarões da areia ou, simplesmente, barraqueiros.

— Tubarão para cobrar, sardinha para pagar.

Eles cobram tudo, mas não pagam impostos, não pagam aluguel, não cumprem regras sanitárias, não usam EPIs; muitos contratam pela informalidade. Por quê? Restaurantes no mundo inteiro não cobram para que alguém se sente, nem impõem consumação mínima — salvo raras exceções, geralmente associadas a casas noturnas. No caso das praias, criou-se uma espécie de “legalização informal do abuso”, sustentada pela falsa legitimidade do argumento de que “as cadeiras são nossas e podemos cobrar”. — Existem barraqueiros mansos e legais mas estão em extinção.

— A maré não está para peixe.

Chegou a hora de o poder público fazer uma pescaria séria para separar os tubarões dos peixes pequenos em todo o litoral brasileiro. Em Porto de Galinhas, os responsáveis pelas agressões precisam ser identificados, investigados e responsabilizados exemplarmente, para que esse modelo predatório deixe de se reproduzir nas nossas praias.

— Que o brasileiro possa ter, ao menos, o direito de usufruir do presente de Deus, que são nossas belas praias, com paz e tranquilidade.

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PESQUISA PARNAMIRIM. Gestão Nilda alcança 60% de aprovação

 

Após um ano de muitos desafios, em que recebeu a prefeitura com mais de R$ 300 milhões em dívidas, a Prefeita Nilda já tem o que comemorar. A nova pesquisa do Instituto Agora Sei apontou que Nilda faz uma excelente gestão em Parnamirim, aprovada por 60% dos parnamirinenses.

A pesquisa foi realizada nos dias 26, 27 e 28 de dezembro e ouviu 600 pessoas, de 16 anos e mais, em todos os bairros de
Parnamirim. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro
máxima estimada é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra.

Perguntada sobre o que achou do resultado, a Prefeita Nilda disse que “após um ano de muito trabalho, de domingo a domingo, e enfrentando todo tipo de dificuldade e desconfiança, a gente conseguiu ajustar as contas e arrumar a casa, e nos preparar para um 2026 ainda melhor” e concluiu dizendo que “com muito trabalho e a ajuda de Deus, a gente está devolvendo a prefeitura para o povo de Parnamirim”.

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