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Se houver união, os três podem ganhar. Por Aragão.

A pesquisa realizada pelo instituto Data Census, em parceria com o site RN News, mostra a disputa para o Senado Federal considerando o 1° + 2° voto consolidado. O senador Styvenson Valentim lidera com 36,1%, seguido pela senadora Zenaide Maia, com 31,5%. Em seguida aparecem Samanda Alves, com 8,5%; Rafael Motta, com 7,6%; Coronel Hélio, com 7,4%; Jean Paul, com 5,1%; Sandro Pimentel, com 2,8%; e Babá Pereira, com 1,1%.

Hoje, o que se vê é um sistema com dois nomes fortes e um conjunto fragmentado, o que torna muito difícil mudar essa lógica. Sem um fator de ruptura, o resultado tende a permanecer. — É aí que Flávio Rocha pode mudar o jogo.

Ao contrário de candidaturas tradicionais, Flávio Rocha não operaria apenas dentro de um nicho ideológico. Seu perfil empresarial, discurso liberal e trânsito em diferentes segmentos sociais tornam possível atrair votos além da direita. Trata-se de redistribuir votos — especialmente no eleitorado que hoje orbita mais próximo de Zenaide Maia do que de Styvenson. Somando esses votos aos de Coronel Hélio, que poderia ser seu suplente, tornaria possível a eleição de Styvenson e Flávio Rocha.

Coronel Hélio seria suplente de Flávio Rocha, que poderia ir para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio — abrindo caminho para a chegada de Hélio ao Senado.

Coronel Hélio é um grande nome da direita e pode ser o fator decisivo para tornar essa estratégia realidade. Como mostram as pesquisas, sem essa composição, a tendência natural será a eleição de Styvenson e Zenaide.

A entrada de Flávio Rocha no Senado e, posteriormente, em uma função relevante no governo federal, poderia ser positiva para o Rio Grande do Norte e para o Brasil.

As próximas eleições não serão fáceis, e será o espírito agregador, unindo os melhores quadros, que permitirá melhorar a representatividade no Congresso. A união é sempre a melhor estratégia.

Sobre a pesquisa mencionada no primeiro parágrafo: O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 71 municípios do estado, entre os dias 18 e 20 de abril. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número RN-05562/2026.

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Nina sai em defesa de Álvaro e aponta retenção de recursos federais como entrave a obras em Natal

 

A vereadora Nina Souza (PL), que se coloca como pré-candidata à Câmara Federal em 2026, usou uma entrevista ao canal BNews Natal, no YouTube, para sustentar a narrativa de que parte das obras iniciadas na gestão do ex-prefeito Álvaro Dias não avançou por falta de repasses federais.

Ao tratar da composição política do PL para o próximo ciclo eleitoral, Nina buscou reposicionar o legado administrativo de Álvaro, confrontando críticas recorrentes sobre obras inacabadas. Segundo ela, há uma omissão deliberada por parte de adversários ao não contextualizar a origem do problema.

“Ficam fazendo filmagem na frente das obras, dizem que elas estão inacabadas, mas não dizem que esses recursos estão sendo segurados pelo governo federal”, afirmou.

A vereadora também recorreu ao contexto da pandemia para reforçar a imagem de gestão sob pressão. Na leitura dela, o período impôs limitações adicionais, mas também evidenciou protagonismo direto do então prefeito na condução da crise sanitária.

“Álvaro enfrentou um momento muito difícil. Pegou Natal estagnada, com um Plano Diretor que afugentava o empreendedorismo daqui. Além disso, veio uma pandemia, e ele foi o grande líder nesse processo. A gente não via a governadora em campo nenhum naquela época, mas via Álvaro dentro dos hospitais, até atuando como médico”, declarou.

Ao abordar especificamente as obras não concluídas, Nina voltou a atribuir o problema à dependência de recursos externos — especialmente verbas federais e emendas parlamentares que, segundo ela, não teriam sido liberadas.

Nesse ponto, ela citou a estratégia adotada pela atual gestão municipal como uma espécie de solução emergencial para destravar intervenções paralisadas.

“O prefeito Paulinho conseguiu financiamento, vai terminar essas obras com dinheiro de refinanciamento. Olha só o que é represar esses recursos”, disse.

Na avaliação política, Nina argumenta que Álvaro Dias reúne atributos administrativos e experiência acumulada para disputar o Governo do Estado, ressaltando sua trajetória em diferentes cargos eletivos.

“Ele tem essa força de trabalho, essa capacidade. Chegar a ser eleito governador é uma coisa muito importante”, afirmou.

Por fim, a vereadora amplia o raciocínio para além da disputa local e defende uma lógica de alinhamento político como condição prática de governabilidade.

“A situação do Estado é tão ruim que esse voto precisa ser casado. O governador só vai ter condição de poder atingir alguma coisa se tiver apoio do governo federal e da sua bancada”, concluiu.

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Cristiane Dantas apresenta novos projetos de lei voltados à saúde

A deputada estadual Cristiane Dantas (PSDB) apresentou nesta semana quatro novos projetos de lei para tramitar na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, todos voltados à saúde, de forma segmentada. As matérias passarão inicialmente pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça.

O primeiro deles é voltado à promoção da saúde auditiva dos profissionais da segurança pública. De acordo com a matéria, PL nº 152/2026, a finalidade é prevenir danos e perdas auditivas, preservar a saúde ocupacional e melhorar a qualidade de vida dos agentes de segurança, para isso prevê que seja incentivada a realização de avaliações auditivas e exames audiométricos periódicos, integrados aos calendários de saúde ocupacional de cada corporação, onde a rede pública de saúde possa garantir o acesso ao diagnóstico especializado e reabilitação quando necessário.

“A natureza da atividade policial e de salvamento expõe esses profissionais, diariamente, a níveis de ruído extremamente elevados e críticos. Então nosso intuito é o de proteger, não apenas, a saúde física do servidor, mas também garantir a eficiência do serviço público. Um profissional de segurança com audição comprometida pode ter sua percepção de campo reduzida, colocar em risco a própria vida e a de terceiros em operações táticas”, justifica a autora.

Na segunda matéria, a deputada Cristiane pretende instituir a Política Estadual de Prescrição Médica Inclusiva, para facilitar a compreensão adequada dos receituários médicos por pacientes com dificuldades de leitura ou interpretação, especialmente pessoas analfabetas, semianalfabetas, idosas ou com limitações cognitivas. Segundo prevê o PL nº 153/2026, a iniciativa pretende que os profissionais médicos adotem recursos visuais complementares nas prescrições médicas, tais como símbolos, ícones ou desenhos.

Na terceira proposição, o projeto de lei nº 174/2026, quer instituir a Política Estadual de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus Tipo 1 no Estado do Rio Grande do Norte e garante o acesso a tecnologias de monitoramento glicêmico contínuo.

O projeto determina o acesso a insumos modernos, incluindo insulinas análogas de ação ultrarrápida e prolongada; além da garantia de acesso a sistemas de monitoramento contínuo de glicose (sensores), conforme indicação do médico assistente, priorizando crianças e adolescentes com hipoglicemias inadvertidas ou descontrole glicêmico severo.

Já a quarta matéria, PL nº 176/2026, institui a Política Estadual de Proteção e Segurança dos Profissionais de Saúde no exercício de suas funções e estabelece diretrizes para a prevenção de atos de violência nas unidades de saúde do Estado. Segundo a matéria, as unidades de saúde deverão manter vigilância presencial e contínua e até videomonitoramento.

“É direito fundamental do profissional de saúde exercer sua atividade em
ambiente que assegure sua integridade física e mental, sendo dever dos gestores a adoção de protocolos de segurança ativa e preventiva”, ressalta a deputada.

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Sua Conta de Energia Elétrica subirá, em média: 5,40% no RN.

— Mais um choque no bolso do consumidor.

Para dar aumento nunca falta energia às instituições. Desta vez, foi a Aneel definiu as novas tarifas de energia que passam a vigorar a partir desta quarta-feira (22) para os mais de 1,6 milhão de clientes atendidos pela Neoenergia Cosern. 

O reajuste tarifário médio anunciado pela agência foi de 5,40%. O impacto será distribuído de forma distinta entre as classes de consumo: os clientes de alta tensão, como grandes indústrias e empresas, terão uma alta média de 10,90%; para a baixa tensão, que inclui as residências, o aumento médio será de 3,74%.

— Apagão de esperança. Precisamos de uma luz.

Foto meramente ilustrativa

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O Eterno Retorno do AbsurdoUma crônica sobre a derrota da razão. Por Fernando Rocha.

Schopenhauer advertiu. Nietzsche gritou. E ninguém quis ouvir.

O projeto iluminista nasceu como uma aposta altiva na razão. Os filósofos do século XVIII acreditavam, com fervor quase religioso, que a luz da razão dissiparia as trevas da barbárie. Kant, em sua célebre resposta à pergunta “O que é o Esclarecimento?”, proclamou que o ser humano deveria ter a coragem de servir-se de seu próprio entendimento, sem a tutela de outrem. Era a maioridade da humanidade, anunciada solenemente, como se o simples ato de enunciá-la fosse suficiente para consagrá-la na história.

Mas Schopenhauer, o mais sombrio dos herdeiros de Kant, já havia percebido a fissura no edifício. Para ele, por baixo da razão e de suas construções conceituais tão elegantes, pulsava algo mais antigo, mais forte e absolutamente indomável: a Vontade. Não uma vontade humana, racional, deliberada, mas uma força cega, irracional, que se expressa em tudo o que existe, dos astros ao músculo do coração, da árvore ao tirano. A razão, dizia Schopenhauer, é apenas o servo da Vontade, um instrumento que ela usa quando lhe convém e descarta quando não precisa mais. O Iluminismo havia confundido o criado com o amo.

Nietzsche foi mais longe e mais brutal. Em sua crítica à modernidade, ele viu que a razão não era apenas serva, mas mentirosa. A moral racional do Ocidente, os chamados “valores civilizatórios” tão caros à tradição liberal, eram, para ele, expressões de ressentimento, máscaras com que os fracos domam os fortes, ficções úteis que ninguém, no fundo, realmente acredita. “Deus está morto”, e com ele toda a arquitetura racional que o substituiu. O que viria depois, avisou Nietzsche, seriam guerras como jamais houve sobre a terra. Não foi profecia: foi análise.

E a história, essa professora sem piedade, tratou de dar razão aos dois pessimistas.

Hitler não subiu ao poder pela força bruta. Subiu pela palavra, pelo voto, pela sedução das massas. Usou a razão instrumental, a ciência, a burocracia, a língua culta e os mapas precisos para organizar o extermínio sistemático de seis milhões de judeus. A racionalidade técnica estava inteiramente a serviço da Vontade mais obscura. Os campos de concentração tinham horários, planilhas, hierarquias. O genocídio era eficiente. Nunca a razão esteve tão a serviço do irracional.

Stalin, por sua vez, construiu o maior aparato racional que o socialismo já produziu, um Estado com cinco anos de metas, departamentos planejados, estatísticas de produção, e usou toda essa maquinaria para liquidar seus próprios companheiros de revolução. Os processos de Moscou tinham ata, advogados e réus que confessavam crimes que não cometeram. Era a razão processual formalmente perfeita ao serviço do puro arbítrio. A Vontade de um homem vestida com o uniforme da legalidade.

É nesse ponto que Albert Camus entra com sua lucidez implacável.

Para Camus, o absurdo não é uma anomalia, não é um defeito de percurso da civilização, não é algo que a razão, aperfeiçoada, possa um dia superar. O absurdo é a condição humana. Nasce do confronto entre o desejo humano de sentido, de ordem, de justiça, e o silêncio indiferente do mundo. O mundo não responde às nossas perguntas. Não há razão suficiente para a morte de uma criança inocente, para a destruição de uma cidade, para o triunfo do mais cruel sobre o mais justo. O absurdo não é exceção: é a regra.

E o que o ser humano faz diante do absurdo? Camus identificou três respostas possíveis: o suicídio físico, que ele recusou como capitulação; o suicídio filosófico, que é abraçar uma fé, uma ideologia, qualquer coisa que apague a consciência do absurdo; e a revolta, que é olhar o absurdo nos olhos, recusá-lo moralmente, e ainda assim continuar vivendo e lutando. É preciso imaginar Sísifo feliz, escreveu ele, porque a lucidez é, em si mesma, uma forma de dignidade.

O que Camus não imaginou, ou talvez tenha imaginado e não ousado escrever, é que o absurdo poderia tornar-se política de Estado.

Olhemos para o presente sem condescendência.

Gaza: uma das regiões mais densamente habitadas do planeta. Mais de quarenta mil mortos. Hospitais bombardeados. Crianças retiradas dos escombros com os braços em pedaços. E os comunicados oficiais continuam invocando a “autodefesa”, o “direito à segurança”, os “alvos militares”. A razão jurídica, o Direito Internacional Humanitário, as resoluções do Conselho de Segurança, tudo isso existe, está escrito, está codificado. E simplesmente não acontece. A Vontade é mais forte do que a norma. O irracional do poder veste a farda da razão de Estado e segue em frente, indiferente às câmeras e aos relatórios.

Trump, por sua vez, é o emblema mais perfeito da vitória do absurdo sobre o projeto iluminista. Não porque seja ignorante, embora seja, mas porque representa a dissolução consciente e deliberada do princípio de que existem fatos compartilhados, de que a razão pública tem valor, de que as instituições valem mais do que os caprichos de um homem. Ele invoca o direito internacional como retórica quando lhe convém e o descarta como papel inútil quando não serve. É o caso do Irã: instalações bombardeadas em nome da não proliferação nuclear, como se a destruição de alvos civis e a morte de técnicos e trabalhadores iranianos fossem resposta proporcional e racional a uma ameaça ainda hipotética. A lógica é a da Vontade pura: aniquila-se o que se teme antes que ele possa reagir, e chama-se isso de legítima defesa preventiva. É a mesma lógica que Hitler usou ao justificar a invasão da Polônia como medida de segurança.

Com a Venezuela, o absurdo assume outra forma, igualmente reveladora. A pretexto de combater o tráfico de drogas e restaurar a democracia, tropas e navios de guerra norte-americanos operam nas águas do Caribe como se o princípio da soberania nacional fosse uma concessão revogável por decreto presidencial. A ameaça de invasão militar paira sobre Caracas com a naturalidade com que se anuncia uma operação policial. O bloqueio econômico que há anos estrangula o povo venezuelano, não o regime, o povo comum, as crianças sem remédio, os hospitais sem equipamento, é apresentado como instrumento legítimo de pressão democrática. Há nisso uma perversão da linguagem que Orwell descreveu com precisão: a guerra chama-se paz, a miséria imposta chama-se liberdade, a ameaça de invasão chama-se cooperação. Schopenhauer o entenderia imediatamente: ali está a Vontade nua, com o disfarce da razão cada vez mais fino e surrado.

O paralelo com Hitler e Stalin não é hipérbole, nem ofensa gratuita. É uma categoria analítica. O que Nietzsche e Schopenhauer descreveram é uma estrutura que se repete: a razão como verniz, a Vontade como motor, o sofrimento dos mais fracos como resultado. Muda a escala, muda o vocabulário, muda o uniforme. Mas a estrutura permanece.

O Iluminismo queria que os direitos humanos fossem racionais, isto é, dedutíveis da natureza do ser humano, universais, não negociáveis. Queria que a ética fosse mais forte do que a força. Queria que a lei valesse para o poderoso tanto quanto para o miserável. Era um projeto bonito. Talvez o mais bonito que a civilização ocidental produziu.

Mas Schopenhauer já sabia que a Vontade não lê Kant. E Nietzsche já sabia que a moral racional é sempre a moral dos que precisam dela para sobreviver. Os que têm força suficiente criam sua própria moral, ou dispensam a moral inteiramente e a substituem pelo espetáculo.

Camus diria que o que vivemos hoje não é um acidente, não é um desvio, não é uma crise temporária de que a democracia liberal se recuperará com algum bom senso institucional. O absurdo é inevitável. A questão não é extingui-lo, porque isso não é possível. A questão é como nos posicionamos diante dele.

A revolta camusiana não é a revolução, que troca um absurdo por outro. É algo mais modesto e mais exigente ao mesmo tempo: é recusar-se a chamar de razão o que é pura Vontade de poder. É recusar a linguagem da normalidade quando se fala de crianças mortas. É insistir, sem ingenuidade, que os princípios iluministas ainda valem como critério de julgamento, mesmo que a história os viole sistematicamente.

Sísifo sobe a pedra sabendo que ela vai rolar. E sobe de novo.

É a única dignidade que nos resta quando o irracional ocupa o trono e a razão pede licença para entrar.

Fernando Rocha é Procurador da República e Mestre em Direito Internacional.

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Natal recebe o show “Três vozes para celebrar – onde a oração se faz canção” no Teatro Riachuelo

O palco do Teatro Riachuelo será cenário de uma noite especial de fé e música no próximo dia 28 de maio, com a realização do show “Três Vozes para Celebrar – onde a oração se faz canção”. O espetáculo reúne três grandes nomes da música católica brasileira: Eliana Ribeiro, Suely Façanha e Adriana Arydes.

Reconhecidas por suas trajetórias marcadas pela evangelização por meio da música, as artistas prometem emocionar o público com um repertório que reúne grandes sucessos de suas carreiras, canções de louvor e momentos de profunda espiritualidade.

*A abertura do evento ficará por conta do padre Carlos Sávio, com o momento especial *“Conexão e Fé”,* uma experiência de oração e adoração que marcou profundamente milhares de pessoas durante a pandemia, por meio de suas lives no Instagram. Será um momento único de espiritualidade e encontro com Deus, preparando o público para a noite de louvor.

A proposta do show é proporcionar uma experiência única de encontro com a fé, por meio de vozes que marcaram gerações dentro da música católica.

Com produção cuidadosamente pensada para envolver o público, “Três Vozes para Celebrar” se apresenta como uma oportunidade de vivenciar uma noite de louvores, conduzida por três das mais expressivas cantoras do segmento no país.

Os ingressos estão disponíveis, exclusivamente, na bilheteria do teatro e pelo site Uhuu.com.

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Flávio Bolsonaro grava inserção com Álvaro Dias e reforça discurso de segurança e combate à violência no RN

O senador Flávio Bolsonaro gravou uma inserção do PL ao lado do ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, e do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, reforçando o alinhamento político do grupo e o foco no combate à violência no Rio Grande do Norte.

No vídeo, Flávio faz críticas à situação atual do estado governador pelo PT e convoca os aliados para apresentar uma alternativa ao cenário que classifica como preocupante.

“O estado do Rio Grande do Norte não pode mais continuar sofrendo com tanta incompetência e com tanta violência”, afirma o senador.

Durante a inserção, Álvaro Dias e Coronel Hélio aparecem ao lado de Flávio Bolsonaro, simbolizando a união do grupo político. O discurso destaca o avanço da criminalidade e a necessidade de ações mais firmes na área de segurança.

“A criminalidade, a marginalidade lá no nosso estado aumentou muito. E nós temos que acabar com isso e devolver a tranquilidade para o nosso estado”, reforça Álvaro.

A peça incorpora uma das principais bandeiras do PL na área: o enfrentamento direto às organizações criminosas, tratadas por Flávio Bolsonaro como grupos com atuação semelhante à de terroristas. A defesa é por ações mais duras do Estado, com fortalecimento das forças de segurança, endurecimento das leis e combate estruturado às facções.

A inserção reforça o posicionamento do campo conservador nacional, defendendo um “novo caminho” para combater a violência e ampliar a segurança da população.

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Brasil. Desde Tiradentes, a corda não sai do pescoço do brasileiro. Por Aragão.

Hoje é 21 de abril. O Brasil homenageia o homem que foi enforcado por lutar pela liberdade e se rebelar contra impostos. Tiradentes não suportou o quinto — 20% do ouro extraído entregue à Coroa Portuguesa.

Nós pagamos 32,4% do PIB em tributos — recorde histórico, batido agora, em 2025, segundo o Tesouro Nacional.

Quantos Tiradentes continuamos enforcando todos os anos? Sufocados pelos impostos? O quinto virou ICMS, IOF, IRPF, PIS, Cofins, INSS, IPTU, IPVA. — É de tirar o fôlego.

E não para por aí. Além dos impostos, o brasileiro segue asfixiando com 80,2% das famílias brasileiras estão endividadas — maior nível da série histórica. Quase metade da renda comprometida com dívidas. Selic nas alturas, crédito caro, inadimplência no teto.

O cidadão paga para o Estado e paga para o banco. Às vezes, não sobra nada. É viver com a corda eternamente no pescoço.

— Seguimos enforcando Tiradentes todos os dias.

Está na hora de escrevermos uma nova história — Desde 1792 ainda não conseguimos construir o país que sonhamos. Precisamos respirar novos ares. Pelo desenvolvimento, Pela liberdade e pela justiça — o país que Tiradentes não viveu para ver.

— Libertas Quae Sera Tamen

Foto gerada por IA

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“Kelps diz que Allyson pode ganhar no primeiro turno”, diz Kelps

Kelps deu entrevista na manhã desta terça-feira, 21 de abril, à jornalista Mara Godeiro, na TV Tropical, e disse textualmente não duvidar que o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, venha a ser eleito no primeiro turno para governador do Rio Grande Norte.

Kelps fez uma leitura de cenários e disse que em todos os lugares onde Allyson é conhecido, ele alcança 60%. E quando a campanha começar, que as pessoas da Grande Natal virem as obras e a transformação feita em Mossoró, as chances de crescimento junto ao maior eleitorado do Estado são enormes.

A entrevista foi no final do programa, e já está no Youtube – https://www.youtube.com/watch?v=7a_f12zb1uM

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Álvaro Dias atribui a grande rejeição do governo Fátima aos aumentos de impostos na gestão de Cadu Xavier.

 

 

A pesquisa Veritá jogou um número pesado na mesa: 71% de desaprovação do governo Fátima Bezerra — segunda pior avaliação entre governadores do Brasil.

Álvaro Dias (PL), pré-candidato ao governo do RN, dividiu a responsabilidade: o fiasco na educação é de Fátima — último lugar no IDEB por vários anos seguidos fala por si. Mas a rejeição popular tem um segundo nome: Cadu Xavier, ex-secretário de Fazenda, responsabilizado pelos aumentos de impostos que pesaram no bolso do potiguar.

Dois nomes, uma herança.

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Abril Imunizado: últimos dias para aproveitar a campanha

Campanha amplia acesso à vacinação com condições especiais para todos os públicos

A campanha Abril Imunizado, promovida pela Univacinas Unimed Natal ao longo deste mês, entra em seus últimos dias reforçando um tema essencial: a vacinação como uma das principais estratégias de prevenção em saúde. A iniciativa oferece condições especiais para vacinas indicadas a diferentes faixas etárias, com o objetivo de ampliar o acesso à imunização e estimular hábitos de cuidado que contribuem para uma vida mais saudável e segura.

Para quem ainda não aproveitou a campanha, ainda resta tempo de se organizar para garantir a atualização do calendário vacinal até o dia 31. “A prevenção em saúde precisa ser contínua, e a vacinação é um dos pilares desse cuidado”, afirma o presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo. “O Abril Imunizado reforça nosso compromisso em facilitar o acesso a vacinas importantes e em incentivar atitudes responsáveis com a própria saúde e com a coletividade”, completou.

Até o encerramento, permanecem válidas as condições diferenciadas para as seguintes vacinas:

  • HPV (pacote com 3 doses): R$ 2.850
  • Abrysvo: R$ 1.580
  • Arexvy: R$ 1.349
  • Hepatite (pacote com 2 doses): R$ 330
  • Influenza: R$ 95,00 para beneficiários Unimed; R$ 105,00 para não beneficiários

Como diferencial, o público conta ainda com a possibilidade de parcelamento no cartão de crédito, sem juros, facilitando o acesso à imunização. As condições são válidas até enquanto durar o estoque.

Informações e agendamentos podem ser feitos pelo número: (84) 3133 – 4921.

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